quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

El 'Costa Allegra', remolcado a las Seychelles



El crucero italiano 'Costa Allegra', a la izquierda, es remolcado por el navío francés 'Trevignon', en el Océano Índico en dirección a las Islas Seychelles. (GTRES)-(20minutos.es)

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Presidente da República diz que "é impossível impor mais austeridade"

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O presidente da República defendeu hoje, em entrevista à TSF, que é “impossível impor mais austeridade” a um conjunto de portugueses mais vulneráveis, “a que agora se chama novos pobres”, e disse que “é preciso olhar às pessoas”.

Em entrevista à rádio TSF, divulgada hoje, Aníbal Cavaco Silva afirmou que “as medidas não têm em conta as especificidades” dos grupos sociais atingidos por elas e esclareceu que não se refere apenas aos pensionistas quando fala em portugueses, a quem é impossível impor mais austeridade.

Famílias, sobretudo as endividadas e aquelas que sofreram cortes abruptos nos rendimentos, e também os microempresários, preocupam o chefe de Estado.

Quanto ao programa de ajuda externa, Cavaco Silva disse acreditar que Portugal não vai precisar de um segundo resgate, mas sublinhou que o cumprimento do programa imposto pela troika não garante um regresso aos mercados.

Ainda sobre a crise, e numa perspetiva europeia, Cavaco Silva criticou a atuação dos líderes comunitários e o seu posicionamento em relação às agências de rating.

Notas do Papa Açordas: Aposto que, quando os jornalistas perguntarem a Passos Coelho opinião sobre esta entrevista, vai dizer que ainda não a leu!... É o habitual! Qualquer dia, nem 20 bancos alimentares chegam para matar tanta fome!...

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CGD cobra 5,84 euros por informação verbal a clientes

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Banco estatal vai alterar o preçário, mas os colaboradores têm autonomia para cobrar ou não este serviço

A Caixa Geral de Depósitos está a cobrar 5,22 euros por dar informação verbal aos seus clientes. Esta comissão vai subir, a partir de Abril, para 5,84 euros. A subida no preço consta da carta que o banco público está a enviar aos seus clientes, onde dá a conhecer os aumentos das comissões e despesas cobradas a particulares e clientes empresariais em vigor a partir de Abril.

De acordo com a actual tabela de preços, o banco estatal cobra 4,25 euros por este serviço, um valor que sobe para 4,75 euros, a que acresce taxa de IVA a 23%. A CGD continua a ser o único dos cinco maiores bancos a operar no mercado nacional a discriminar no seu preçário as informações verbais das escritas dadas por funcionários aos clientes.

Segundo fonte oficial da CGD, “esta comissão não se aplica às informações normais que os clientes solicitam verbalmente sobre as suas contas e os seus depósitos, quer por telefone, quer na sua agência”. Na prática, isto significa que, se um cliente questionar sobre, por exemplo, o valor da taxa Euribor ou o horário de fecho do balcão, esta comissão não é cobrada. Estão tipificados os tipos de pedidos onde esta comissão pode ser aplicada.

Os quase 6 euros “só podem ser cobrados para o fornecimento de elementos/buscas sobre depósitos”. Ou seja, é um serviço prestado, na Caixa, fundamentalmente no âmbito dos depósitos obrigatórios/necessários, mas que também pode ser prestado nos depósitos voluntários.

Notas do Papa Açordas: Quem é que nos livra de um roubo destes? O governo?! Não pode, pois ele faz muito pior!... E é assim que está este país! Um conjunto de ladrões, a começar pelo (des)governo!!!...

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Destruyen de la casa de Osama Bin Laden


Vecinos de Abbottabad (Pakistán) observan la demolición de la casa donde Osama Bin Laden fue encontrado y asesinado por el ejército estadounidense. (GTRES)-(20minutos.es)
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E nós a vê-los contratar

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Manuel António Pina

De vez em quando vem a público, e logo é esquecida, a notícia de mais
uma dessas inúmeras heterotopias jurídicas que é de uso designar de
parcerias público-privadas, através das quais, sempre da mesma maneira,
dinheiros públicos acabam em bolsos privados.

Desta vez é a Fagar, empresa de águas e resíduos sólidos de Faro criada
há sete anos pela Câmara com capitais maioritariamente municipais e em
parceria com a AGS (grupo Somague, detido pela espanhola Sacyr).

Uma auditoria do Tribunal de Contas descobriu que a Fagar representou,
de 2006 a 2010, uma hemorragia de dinheiros públicos da ordem dos 3,6
milhões de euros, sendo que, a manter-se a "tendência crescente" de
derrapagem, serão precisos 25,6 milhões para reequilibrar as contas até ao
termo da parceria entre a Câmara e a Sacyr. O curioso do negócio é o mesmo
curioso (chamemos-lhe assim, embora haja palavra mais adequada) de outros
negócios do género: os riscos correm todos por conta do sector público; o
capital privado, mesmo que a coisa dê prejuízo, tem contratualmente a
ssegurada uma rentabilidade de 8,41% (paga adivinhe o leitor por quem).

Como se vê, não são só os chineses que fazem em Portugal negócios da China.
Quando se trata de capital privado a render à sombra da árvore das patacas
pública, os nossos eleitos não descriminam ninguém, dos espanhóis da Sacyr
aos angolanos do BPN. Até porque o dinheiro não é seu e a impunidade está
garantida.(Jornal de Notícias)
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Fukushima, casi un año después de la catástrofe


Vista general de una zona de Minamisoma, prefectura de Fukushima. El próximo 11 de marzo se cumple el primer aniversario del terremoto y posterior tsunami que devastó el noreste de Japón y dañó seriamente la central nuclear de Fukushima al paralizar sus sistemas de refrigeración y desatar la peor crisis nuclear en los últimos 25 años. (Franck Robichon / EFE)-(20minutos.es)
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Seguro diz que "austeridade sobre austeridade é uma receita para o disparate"

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O secretário-geral do PS, António José Seguro, reagiu afirmou hoje que o excesso de austeridade "é uma receita para o disparate", apontando cada vez mais vozes que se juntam à do PS nesta matéria, incluindo a de Cavaco Silva.

O Presidente da República mostrou-se hoje satisfeito com a mudança dos líderes europeus, que depois de centrarem o discurso na consolidação orçamental estão agora a redirecioná-lo para o crescimento económico, e acrescentou que "não se pode somar permanentemente austeridade a mais austeridade".

Para António José Seguro esta é a "prova de que o Governo está cada vez mais isolado e que cada vez mais vozes na sociedade portuguesa se juntam à voz do PS que há muitos meses defende que o emprego e o crescimento económico são a solução e que a austeridade sobre austeridade é uma receita para o disparate".

O líder socialista, que falava na Guarda no final de uma visita ao espaço educativo municipal Quinta da Maúnça, afirmou que o Governo deve "rever rapidamente a receita que está a aplicar", apontando indicadores como o milhão de desempregados e a recessão da economia portuguesa, acima das previsões iniciais.

"Eu tenho dito ao primeiro-ministro que ele tem uma obsessão pela austeridade, tem uma paixão pela austeridade e que o caminho da austeridade não resolve os problemas dos portugueses. É o emprego e o crescimento económico que resolvem os problemas dos portugueses e até no interior da sua família política europeia já há vozes que se levantam nesse sentido", acrescentou Seguro.

Notas do Papa Açordas: E o disparate está aí. A austeridade do sr. Passos Coelho apenas está a criar mais desemprego. Ainda não viu que, por este caminho, não vamos lá...

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

BPN. António José Seguro vai pedir explicações ao governo sobre empréstimo de 300 milhões

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O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje que vai pedir explicações ao Governo sobre a notícia hoje conhecida de que o Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN.

"Neste momento estou a pedi-las [explicações] e, no âmbito do Parlamento nós trabalharemos nesse sentido", declarou António José Seguro aos jornalistas.

O jornal Público noticiou hoje que "o acordo entre o Governo e o BIC Portugal, com vista à venda do BPN, prevê uma almofada de liquidez de 300 milhões de euros concedida pela CGD à taxa Euribor".

Acrescenta que "esta cláusula é uma das que estão sob análise das autoridades europeias de concorrência por suspeita de que possa configurar ajuda pública ao grupo financeiro".

Confrontado pelos jornalistas com esta notícia, o líder nacional do PS disse que não conhece "as razões que levam a que o Estado faça mais este empréstimo" mas acrescentou que o Governo "tem que verificar muito bem, porque já há muito dinheiro dos contribuintes colocado no BPN".

"O Governo deve dar explicações por que razão é que é necessário colocar mais dinheiro dos contribuintes num banco e percebermos porque é que leva tanto tempo a concluir a venda do BPN a um privado que o comprou", disse Seguro aos jornalistas em Seia, distrito da Guarda, onde iniciou o segundo dia do Roteiro pelo Interior.

Notas do Papa Açordas: O texto fala em "emprestar", mas não será antes "emprestadado"? Segundo ouvi numa rádio oficial onde se faz censura política, o buraco (sem fundo!...) já vai em 2 mil e 400 milhões!... É caso para dizer: Vale a pena comprar por 40 milhões!...
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Marcha de discapacitados para reclamar el subsído en Bolívia


Centenares de discapacitados bolivianos en sillas de ruedas, carretillas, con muletas o cargados por sus padres llegan a La Paz (Bolivia), al término de una caravana de cien días para exigir al presidente Evo Morales un subsidio anual de 341 dólares. (Martín Alipaz / EFE)-(20minutos.es)
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Uma democracia doente

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Manuel António Pina

Que, após anos de alternância entre o PS e o PSD (ou PSD/ CDS), sem
que a alternância governativa tenha significado alternância de políticas
económicas, a democracia portuguesa foi conduzida a um beco
aparentemente sem saída, já se sabia; que a tutela absoluta da "troika"
sobre essas políticas e sobre a acção dos partidos do chamado "arco
da governação" afunilou ainda mais qualquer hipótese de saída de tal
situação no actual quadro político, também já se sabia; não se sabia
era que os desesperançados eleitores portugueses tivessem plena
consciência de tudo isso, embora fosse possível suspeitá-lo pelo
crescimento galopante dos números da abstenção (bastará dizer que,
tendo em conta a abstenção e os votos brancos e nulos, o PSD alcançou
o Governo representando pouco mais de 20% dos portugueses).

A sondagem agora realizada pela Universidade Católica para a RTP
comprova o pior: quase dois terços (62%) dos eleitores consideram
mau ou muito mau o desempenho do Governo em funções, mas três
quartos (73%), olhando em volta para as alternativas viáveis - que é
como quem diz para o PS - não vê que valha a pena mudar de Governo
por um outro que, com mais ou menos leis do aborto ou do casamento
homossexual, faça exactamente a mesma coisa.

Quando os eleitores concluem que tanto dá votar como não votar por
que o resultado será o mesmo, a democracia está gravemente doente e
madura para qualquer aventura populista.(Jornal de Notícias)
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A breve história da previsão que começou em -1,8% e vai em -3,3%

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Mais uma revisão ligeira em baixa para a economia portuguesa este ano, desta vez da Comissão, com impacto no emprego e no plano da troika

Quando Portugal assinou o memorando da troika, em Maio de 2011, a previsão de recessão para este ano assumida no documento era de -1,8%. Em Agosto, o governo manteve a previsão no Documento de Estratégia Orçamental. Já em Outubro, no Orçamento do Estado para 2012, agravou o valor para -2,8%, citando o impacto negativo das medidas adicionais de consolidação orçamental (necessárias em 2012 para compensar as medidas extraordinárias em 2011).

Em Dezembro, o FMI apresentou uma previsão ligeiramente mais pessimista, de -3%. A deterioração da conjuntura externa – da qual depende o único motor de crescimento da economia, as exportações – começou a surgir como factor claro de risco.

Em Janeiro, o Banco de Portugal publicou uma previsão de recessão marginalmente pior, de -3,1%, citando o efeito das medidas adicionais de austeridade e do arrefecimento externo. O banco central sublinhou que havia 55% de probabilidade de o valor real ser pior.

Ontem, a Comissão Europeia acrescentou mais uma previsão. Para Bruxelas, a contracção da economia portuguesa será de -3,3%, um valor uma vez mais ligeiramente superior às previsões mais recentes, mas cada vez mais distante do valor de referência inicial de -1,8% que serve de base ao programa da troika.

“Já é uma diferença significativa face ao cenário inicialmente assumido pela troika, com grande impacto [adicional] na taxa de desemprego”, comenta o economista Miguel Beleza, para quem ainda é cedo falar em novas medidas ou ajustamentos do programa.

Notas do Papa Açordas: Estes "governantes" são uns autênticos falhados. Então nas previsões económicas, é um ver se te avias, cada um quer falhar mais que o outro...

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Nuevo Año tibetano



Dos monjes tibetanos conversan bajo una campana en Katmandú (Nepal) durante el primero de los tres días de celebraciones por el Año Nuevo tibetano conocido como Losar. (Narendra Shrestha / EFE)-(20minutos.es)
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Carnaval de 2013 também não terá tolerância de ponto

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Em 2013 o Governo também não dará tolerância de ponto no Carnaval, anunciou nesta quarta-feira o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas (PSD).

“Não passa pela cabeça de ninguém que um Governo, que é um Governo que tem coerência, que tem uma linha orientadora e um denominador comum andasse a saltitar de ano para ano. Naturalmente que a decisão deste ano se repetirá”, afirmou Relvas numa entrevista à TVI 24.

O ministro criticou também as câmaras municipais, muitas do PSD, que deram folga aos funcionários e têm "milhões de euros em dívidas". As contas feitas na altura pelo PÚBLICO indicavam que cerca de dois terços das 308 autarquias do país não trabalhariam na terça-feira de Carnaval. E que entre os 121 executivos municipais liderados pelo PSD, pelo menos 50 decretaram tolerância de ponto. Recorde a infografia.

Na entrevista, Miguel Relvas também comentou o facto de a TVI ter emitido uma conversa em Bruxelas entre os ministros das finanças de Portugal e da Alemanha. Criticou esta estação de televisão, mas também a porta-voz da representação permanente de Portugal junto da União Europeia, Maria Rui Fonseca, que defendeu que a estação deveria ser banida das reuniões da União Europeia.

Notas do Papa Açordas: Este Relvas é impagável! Parece que o homem ainda continua a brincaf ao Carnaval! Por favor digam-lhe, talvez seja melhor fazer um desenho, que o entrudo acabou e que para o ano há mais!...

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mueren dos periodistas en Síria


Fotografía facilitada sin fechar del fotógrafo francés Rémi Ochlik, que ha muerto durante un bombardeo en la ciudad siria de Homs. Junto a él, también ha fallecido la consagrada corresponsal del dominical británico Sunday Times, Marie Colvin. El ministro sirio de Información, Adnan Mahmud, ha asegurado que no tenía constancia de la presencia en Siria de ambos periodistas. (Julien De Rosa / EFE)-(20minutos.es)
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Pobreza nas escolas. A fome sentou-se na primeira fila da sala de aula

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Petição para pequeno-almoço ser servido nas escolas já tem quase 10 mil assinaturas

Quando a petição Pelo Pequeno-Almoço na Escola atinge quase 10 mil assinaturas em poucas semanas, isso significa que há muita gente alarmada com a pobreza nas salas de aula. Cerca de 9900 portugueses pedem aos governantes que crianças e adolescentes não fiquem em jejum até à hora do almoço. A primeira refeição da manhã, no entanto, já é fornecida aos alunos mais carenciados em boa parte das escolas básicas do país. Mas não é um “suplemento alimentar” servido a meio da manhã ou à tarde que resolve todos os problemas, avisam professores, pais, directores ou funcionários dos estabelecimentos de ensino público.

A fome nas escolas não acaba com um copo de leite, uma maçã e uma sandes de queijo, servidos antes de os alunos entrarem na sala, nem a pobreza é fácil de detectar no meio de turmas com 30 alunos. Mas desde o início deste ano lectivo os casos de miséria escondem-se cada vez menos.

Quando as crianças vão ter com um funcionário “a pedir um pão com manteiga” é porque há fome. A conclusão é de Ester Galiano, professora bibliotecária no agrupamento de Marvila, em Lisboa.

Quando os professores aproveitam as sobras do refeitório para dar aos alunos, é porque também há fome, acha Vicente Dias, director das escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva, em Rio Maior.

Quando as cozinheiras da escola D. Martinho Vaz de Castelo Branco fazem um “lanche” para as crianças levarem para casa, é porque há alunos a passar por “muitas dificuldades”, alerta Miguel Cruz, dirigente da associação de pais do agrupamento da Póvoa de Santa Iria, em Vila Franca de Xira.

Quando os professores e funcionários da Escola Maria Alberta Meneres, em Sintra, trazem roupa, mochilas e ténis para os alunos não andarem rotos e com frio no recreio, é porque a pobreza já não tem muito mais lugares onde esconder-se.

Notas do Papa Açordas: Era bom que o sr. Passos Coelho se debruçasse sobre este tema... Talvez a Troika autorize umas "migalhas" para matar a fome a estes jovens...

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Divulgar dívidas ao condomínio não é difamação

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Os Juízos Criminais do Porto consideraram que divulgar as dívidas de um morador de um prédio ao respectivo condomínio não constituiu qualquer prática difamatória, contrariando assim o pretendido pelo Ministério Público e admitido pela Relação.

Fonte judicial explicou nesta segunda-feira à Lusa que os Juízos Criminais absolveram, na última semana, um administrador de condomínio do Porto que estava acusado por injúrias e difamação ao ter afixado um cartaz publicitando as dívidas da vizinha do 4.º andar.

O cartaz que deu origem ao processo continha os dizeres “aviso de cobrança” e mencionava débitos da condómina num total de 234,07 euros, referentes aos anos de 2009 e 2010. Não acrescentava quaisquer considerações sobre a devedora.

Um magistrado judicial dos Juízos Criminais tinha rejeitado a acusação particular que tinha sido deduzida e também acompanhada pelo Ministério Público, considerando-a “manifestamente infundada”. No entanto, a Relação do Porto obrigou o tribunal de primeira instância a julgar o caso.

Sem fazer uma “apreciação antecipatória” do que se viria a decidir em julgamento, a 1.ª secção criminal da Relação do Porto, considerou, em Setembro do ano passado, que o “aviso de cobrança” afixado pelo administrador do condomínio expôs o devedor publicamente “numa situação vexatória e de humilhação, desnecessárias à boa cobrança”.

Notas do Papa Açordas: As dívidas ao condomínio são para ser públicas entre os moradores do prédio. Só que há uns moradores mais espertos do que outros, amuam, fazem-se ofendidos e, ainda tentam esfolar algum com um processo por difamação... E, já agora, a vizinha do 4º andar já pagou?...

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

La samba, protagonista del carnaval de Rio


La escuela de samba Mocidade en el primer día de los desfiles del carnaval de Río de Janeiro (Brasil). (Fernando Bizerra Jr / EFE)-(20minutos.es)
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Crise. Portugueses estão a vender toneladas de ouro

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Os portugueses continuam a desfazer-se do ouro a grande velocidade: nos últimos dois anos, saíram de Portugal 14 toneladas por ano, o que representa uma perda financeira superior a 500 milhões de euros para o país.

Cordões, pequenas jóias e as muito procuradas libras em ouro, que antigamente serviam como aforro para dias mais difíceis, começam a desaparecer da casa dos portugueses, estrangulados pela subida do custo de vida e pela necessidade de realizar dinheiro para fazer face às despesas mais prementes. O preço deste metal precioso tem vindo a aumentar de forma sustentada, alcançando, nos últimos meses, recordes sucessivos nos mercados internacionais. Esta corrida à venda de ouro leva a que haja uma saída de riqueza de Portugal que dificilmente poderá ser revertida.

No entanto, a subida do preço do ouro não significa necessariamente uma revitalização da indústria de ourivesaria: se, por um lado, os portugueses andam a vender o ouro que têm, por outro, não têm meios para o poder voltar a comprar. O que está a acontecer é que há um número crescente de industriais do sector que estão a deixar a actividade. E mesmo as casas de compra de ouro começam a sentir um declínio no negócio, uma vez que se vai esgotando a quantidade de ouro disponível no mercado de compra e venda. A esmagadora maioria das peças vendidas nestes estabelecimentos acabam por ser derretidas e transformadas em barras, transaccionadas no mercado do ouro, onde operam profissionais de várias nacionalidades.

Notas do Papa Açordas: Sabiam que nas casas de venda de ouro da Roménia, aparece muito do ouro roubado em Portugal? Pois é, os gatunos romenos e do Leste a "trabalhar" em Portugal, preferem mandar o ouro roubado para os seus países, para ser comercializado... As "autoridades" portugueses sabem disto, mas não mexem uma palha... Porquê?

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

México destruye las armas de sus narcos


El ejército mexicano destruye unas 7.000 armas decomisadas al crimen organizado en una guarnición militar en la Ciudad Juárez (México). (Alejandro Bringas / EFE)-(20minutos.es)
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Prioridade da troika e do Governo é facilitar despedimentos, diz Louçã

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A prioridade do Governo e da troika é facilitar os despedimentos, acusou, em Leiria, o líder do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, sublinhando que se trata de uma obsessão que está a levar o país à falência.

“Esta ideia fanática de que a sociedade tem que ser destroçada por dentro, para que não existam direitos das pessoas”, que os trabalhadores vivam “escravizados com o mais baixo ordenado possível, (...) é isto que entusiasma o ministro das Finanças e o primeiro-ministro”, afirmou Francisco Louçã, neste sábado à noite.

O coordenador do BE disse também que o crescimento da taxa de desemprego “é uma catástrofe que nenhuma guerra provocou em Portugal” e que o país “está a entrar em falência, cidade por cidade, aldeia por aldeia, empresa por empresa”.

Num jantar comício comemorativo do 13.º aniversário da fundação do BE, no qual marcaram presença cerca de meia centena de militantes e simpatizantes do partido, Francisco Louçã defendeu que a única alternativa, perante “um Presidente da República entrincheirado nas suas distâncias e um primeiro-ministro que não tem nenhuma solução” para a crise, “é uma política socialista”.

Notas do Papa Açordas: Neste ponto concordo plenamente com Francisco Louçã. À Troika apenas interessa facilitar os despedimentos, diminuir as indemnizações e o empobrecimento dos portugueses. Em resumo, tornar este país, em fornecedor de mão de obra barata para a Europa...

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