quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

UN AVIÓN SOLAR PARA SURCAR LA ESTRATOSFERA

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UN AVIÓN SOLAR PARA SURCAR LA ESTRATOSFERA

El aventurero suizo Raphaël Domjan presenta el avión solar biplaza de la misión SolarStratos en Payerne, en el cantón de Vaud (Suiza). Este aparato aspira a convertirse en el primero en llegar en 2018 a más de 24.000 metros de altura. (Laurent Gillieron / EFE)-(20minutos.es)


NUBE DE CONTAMINACIÓN SOBRE HONG KONG

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NUBE DE CONTAMINACIÓN SOBRE HONG KONG

Vista de los rascacielos del distrito de Kowloon cubiertos por la contaminación en Hong Kong (China). El departamento de Protección Medioambiental de la ciudad confirmó que los niveles de polución alcanzaron el grado 9 en una escala de 10. (Jerome Favre / EFE)-(20minutos.es)


Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a JANEIRO/2017

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:



Aviso n.º 15322/2016, Diário da República n.º 234/2016, 2.ª Série, de 2016-12-07. Declaração de Retificação n.º 1193/2016, Diário da República n.º 234/2016, 2.ª Série, de 2016-12-07.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

DESPIDIENDO A SU HIJO

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DESPIDIENDO A SU HIJO

El padre del sargento Kevin McEnroe, Brian McEnroe besa el ataúd donde descansan los restos mortales de su hijo durante su entierro en el cementerio nacional de Arlington, Virginia (EE UU). El militar fue unos de los tres soldados abatidos durante una operación en Jordania, el pasado 4 de noviembre. (Michael Reynolds / EFE)-(20minutos.es)

CANDIDATO A LAS PRESIDENCIALES FRANCESAS

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CANDIDATO A LAS PRESIDENCIALES FRANCESAS

El primer ministro de Francia, Manuel Valls, ha anunciado que será candidato a la presidencia del país en los próximos comicios electorales que se celebrarán entre abril y mayo (primera y segunda vuelta). (Yoan Valat / EFE)-(20minutos.es)


UNA OFICIAL DE POLICÍA MUERE AL CAER CON SU COCHE A UN SOCAVÓN

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UNA OFICIAL DE POLICÍA MUERE AL CAER CON SU COCHE A UN SOCAVÓN

Fotografía facilitada por el departamento de Bomberos de San Antonio, que muestra el vehículo, sumergido en un socavón, de la oficial de policía Dora Linda, en San Antonio, Texas (Estados Unidos). Linda falleció el pasado día 4 de diciembre como consecuencia del accidente. (EFE/SAN ANTONIO FIRE DEPARTMENT)-(20minutos.es)

CGD: Galamba acusa PSD de "incúria" e "terrorismo político"

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O deputado do PS João Galamba acusou hoje o maior partido da oposição, PSD, de "incúria" e "terrorismo político" relativamente ao processo de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos, citando um relatório do Tribunal de Contas (TdC).


Nos passos perdidos do parlamento, onde pela tarde serão debatidos projetos de lei sociais-democratas e democratas-cristãos sobre estatuto, regime, declaração de rendimentos e património e limites remuneratórios do gestor público, o porta-voz socialista atribuiu "hipocrisia" e "falta de seriedade" a PSD e CDS-PP.
"A única interpretação possível para o comportamento do PSD é mero terrorismo político e tentar impedir o normal decurso do processo de recapitalização do principal banco do sistema financeiro português", afirmou João Galamba.
O TdC acusara o Ministério das Finanças de "falta de controlo" na CGD entre 2013 e 2015, salientando que o Estado aprovou documentos de prestação de contas sem ter a informação completa.
"Portanto, houve incúria e irresponsabilidade que, agora, o PSD, de forma oportunista e algum terrorismo político à mistura, tenta compensar, revelando má consciência, ao tentar dizer que quer fazer em 2016 o que não fez no passado", vincou o tribuno do PS.
Segundo Galamba, o "comportamento do PSD parece inviabilizar a posição que o PSD diz defender agora em 2016 sobre a CGD".
"PSD e CDS recapitalizaram a CGD em 2012 - à semelhança do Banif, onde injetaram 1.100 milhões de euros e desistiram de acompanhar o banco quase sem relatórios - e, percebemos, agora, o mesmo se passou na CGD", afirmou.
Entretanto, o presidente do PSD, Passos Coelho, recusou qualquer falta de transparência no controlo da CGD durante a sua governação e acrescentou existir um "nível de auditoria com profundidade e exigência muito maior".
Antes, Maria Luís Albuquerque, ex-ministra das Finanças e vice-presidente do PSD, tinha sublinhado que a CGD está já sujeita ao escrutínio de várias entidades [Banco de Portugal, Banco Central Europeu, Mecanismo Único de Supervisão e Direção Geral da Concorrência].-(Notícias ao Minuto)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

RECURSO DEL GOBIERNO BRITÁNICO SOBRE EL 'BREXIT'

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RECURSO DEL GOBIERNO BRITÁNICO SOBRE EL 'BREXIT'

Manifestantes pro-Europa participan en una protesta ante el Tribunal Supremo en Londres (Reino Unido). La Corte empieza a atender el recurso del Gobierno contra un dictamen anterior que le exige la autorización del Parlamento para activar el proceso formal sobre el brexit. (Andy Rain / EFE)-(20minutos.es)

UN CASO ÚNICO EN EL MUNDO

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UN CASO ÚNICO EN EL MUNDO

Fotografía facilitada por los padres de Mencía, Isabel Lavín y Valero Soler, en la que aparece Isabel junto a su hija de 7 años, que solo sonríe ya que no habla, ni apenas se mueve a causa de una enfermedad rara, una hepatoencefalopatía generada por el fallo en la producción de energía de las células que la convierte en la única niña viva en el mundo con esta patología genética. (EFE)-(20minutos.es)


domingo, 4 de dezembro de 2016

Moçambique já foi auto-suficiente em farinha de milho, arroz, laranja...antes da independência

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Moçambique já foi auto-suficiente em farinha de milho, arroz, laranja... antes da independência  
Escrito por Adérito Caldeira
O nosso país que hoje importa até repolho já foi, antes da independência, uma das mais pujantes economias de África produzindo não só comida para o consumo interno mas também para a exportação, “(...) nós não comprávamos farinha milho de fora (...) arroz nós comíamos da província da Zambézia (...) nunca comprávamos laranja da África do Sul (...) éramos o segundo país produtor de copra no mundo”, afirma o professor João José Uthui em entrevista ao @Verdade onde aponta como solução para voltarmos a ser auto-suficientes “desenhar o modelo de desenvolvimento económico que nos permita produzir utilizando a matéria-prima que temos, investir na educação e na agricultura mecanizada”.
“Eu penso que o grande problema que nós temos é que não temos o que é nosso, nós não produzimos nada” começa por diagnosticar o académico que, quando questionado pelo @Verdade sobre quando é que o nosso país já foi auto-suficiente, diz que a sua perspectiva começa antes da independência nacional pois nasceu e viveu nesse tempo.
“Em 1968, 69 e 70, Moçambique era a nona economia de África, depois dos Países do Magreb, Nigéria, Angola, África do Sul e do Zimbabwe. Alguns miúdos quando digo hoje que a manta que você usam nós já fabricamos, dizem este velho conta sempre anedotas, mas é a verdade. Já produzimos mantas iguais a estas que estamos a ir buscar na África do Sul com o algodão produzido em Nampula. Tínhamos mantas de todas as qualidades, desde mantas para o chão, mantas para militares, para uso em hotéis e até para exportação para Europa. Tínhamos três fábricas de cobertores”, declara Uthui que se escusa de falar nas fábricas de castanha de cajú “porque a amêndoa saía já com o rótulo daqui”.
Ainda relacionada à produção do algodão o nosso entrevista refere que o país produzia vestuário a partir de tecidos produzidos localmente. “Tínhamos a Riopele, a Texlom, a Soveste, a Texmanta em Mocuba, a Fafezal na Zambézia todos estes eram produtores de tecidos, quer de cordas de sisal de linho, de teia de aranha e de algodão”. “Por isso é que João Ferreira dos Santos dava dinheiro a todos os camponeses para comprarem os insumos, que ele vendia, lavrava a terra e dizia o teu campo é este mas não vende a mais ninguém, isto é para eu comprar e daí tinham o arroz, a farinha e o caril garantido durante todo o ano porque sabiam que daquela machamba produziam algodão, e era monocultura. O que é que aconteceu de errado, depois da independência? Não vou aqui falar sobre isso”, acrescenta João José Uthui que é Conselheiro da organização não governamental Grupo Moçambicano da Dívida.
Moçambique nunca comprava laranja da África do Sul
Sobre a produção de comida Uthui recorda-se que “(...) nós não comprávamos farinha de milho de fora, a única farinha que vinha de fora era o trigo para fazer o pão. Havia farinha de primeira, segunda e terceira. O arroz nós comíamos de Musselo Novo, na província da Zambézia. Lopes e Irmãos tinham a fábrica de descasque de arroz em Mucubela na Maganja da Costa, era uma das fábricas. João Ferreira dos Santos em Gaza tinha a fábrica SorGaza, no Xai-Xai. Tínhamos em Angoche três fábricas de descasque de arroz, trabalhavam com arroz produzido aqui”.
Além disso, “Cardiga, que era o dono de gado em Changalane tinha animais que comiam sêmea da fábrica de arroz, produzia carne, depois a pele era usada na fábrica de curtumes aqui. Os nossos sapateiros não iam comprar pele na África do Sul para fazer sapato, e tínhamos também a fábrica (de sapatos) aqui. As lojas de sapatos compravam calçados às fábricas daqui para vender aos moçambicanos” diz Uthui referindo que desconhecem estes factos quem nasceu depois de 1975.
Ademais, de acordo com o professor universitário, Moçambique nunca comprava laranja da África do Sul. “Se for a Manjacaze existe um zona chamada Laranjeira, aquele nome surgiu exactamente porque se produzia laranjas. Não vou falar de Manica ou do Niassa, só aqui do Sul. E as pessoas dali faziam a vida à custa da laranja que se produzia ali, então imagina quanta laranja se produzia”.
“Sabe que nós éramos o segundo país produtor de copra no mundo? E produzíamos sabão, nós nunca comprávamos o sabão fora porque tínhamos aqui a custa da nossa copra, onde foi?”, aponta João Uthui que questionado sobre o que aconteceu depois da independência para que tudo isso se perdesse sugere ao jornalista “explorar para saber o que é que aconteceu para não termos isto tudo”, mas dá algumas pistas.
O projecto agrícola de Mandela para o Niassa
“Eu vou lhe dar um exemplo de um modelo de utilização das terras do Niassa. Quando Mandela (Nelson) entrou para o poder (como Presidente da África do Sul) convenceu o Chissano (Presidente de Moçambique) a utilizar as terras, mandando farmeiros (sul-africanos) para aqui. Porque a intenção de Mandela era de ter a região auto-suficiente em termos de agricultura, e sabia que Moçambique tinha extensões de terra muito grandes ociosas. Fizeram a fotometria, numa avião especializado, alguns farmeiros boers fizeram uma associação, chamada Mozagrius, para trabalhar terra em Majune, eu era um dos indivíduos que estava à frente desse processo do lado da Sociedade Civil”, relata o académico.
Segundo o nosso entrevistado, para materializar este projecto que iniciou por volta de 1996, “Moçambique tinha que entrar com alguns milhões de dólares, e a África do Sul com outros, era uma sociedade de igual para igual. Mandela disse a Chissano vou-lhe mandar aí 500 farmeiros da Câmara dos Agricultores, você também organiza farmeiros. Chissano disse sim, mas sabia que não tinha farmeiros, tinha camponeses. Mas como ele tinha perspectiva de fazer crescer, o projecto rezava que a cada dois farmeiros brancos sul-africanos existiria um moçambicano, as machambas iriam alternar-se com essa lógica”.
“Sabe o que é que aconteceu, quando as políticas não estão bem desenhadas e os interesses penetram, a selecção dos camponeses (moçambicanos) foi um desastre, por que eu queria meter a minha mãe, para falar em meu nome embora eu não seja farmeiro mas como sei que se vai tirar proveito dali queria meter um meu familiar que ainda por cima não sabia nada de machamba”, explica João Uthui.
“Os sul-africanos nomearam uma economista especializada em economia agrária, para dirigir. A senhora dona Maria veio da África do Sul com a família e instalaram-se no Niassa, no local onde as machambas deveriam ser criadas. A contraparte moçambicana era um economista, não lhe vou dizer o nome, mas vivia em Maputo. Tinha que apanhar o avião para ir ver as machambas, já a senhora Maria está lá e visitava os farmeiros sul-africanos todos os dias” declara o professor acrescentando que “Instalaram-se em Majune, inicialmente, algumas dezenas de farmeiros que vieram com as suas famílias e instalaram as casas de pau a pique. Os camponeses da contra-parte moçambicana, alguns, viviam em Lichinga”.
O projecto não tinha como funcionar, de acordo com Uthui que era um dos implementadores, porque enquanto o farmeiro sul-africano “que vivia em Majune tinha Land-Rover para circular, tinha máquinas agrícolas, pluviómetro e tinha um silo. Tinha ainda um plasma liga à internet, via satélite, para controlar a variação do custo do quilo dos produtos que iria plantar. O moçambicano não tinha casa em Majune, vivia em Lichinga, não tinha carro para ir para lá, tinha bicicleta, não ia todos os dias, como é que o projecto iria funcionar. E nós dissemos que o projecto ia morrer, alguns dos meus colegas foram ameaçados quando disseram isso. Os boers ficaram zangados e foram-se embora”, conclui o professor universitário.
Como é que Moçambique alcança a auto-suficiência alimentar?
Tendo em conta a experiência de Uthui o @Verdade questionou então como é que Moçambique inverte a situação actual a alcança a auto-suficiencia alimentar?
O professor responde, desenhando um “modelo de desenvolvimento económico que nos permita produzir utilizando a matéria-prima que temos, investir na educação e na agricultura mecanizada” porém “tem é que haver vontade das pessoas que estão à frente para pegarem no dinheiro que nos emprestam e investir para produzir”.
Relativamente às políticas que o actual executivo se propõe a implementar para aumentar a produção João Uthui é céptico. “Eu gostaria de ter certeza mas não tenho. Não é só ler nos papéis e estar nos seminários ouvir que existe, eu quero ver a aplicação na terra. No tempo colonial eu não precisava de ler que havia política de produção porque eu via, nunca comi arroz da China, comi agora depois da independência”, conclui o académico.
30.05.2016
(Recebido por e´mail)

sábado, 3 de dezembro de 2016

UN MILLÓN DE EUROS EN LA MALETA

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UN MILLÓN DE EUROS EN LA MALETA

Fotografía facilitada por la Guardia Civil que ha intervenido en el aeropuerto de El Prat más de un millón de euros sin declarar en el equipaje de dos ciudadanos chinos vecinos de Valencia que iban a viajar a Shangai. (Guardia Civil / EFE)-(20minutos.es)


HUELGA DE 'TUK-TUK' EN SRI LANKA

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HUELGA DE 'TUK-TUK' EN SRI LANKA

Numerosos tuk-tuk circulan, ralentizando el tráfico, en su camino hacia la Secretaría de la Presidencia antes del inicio de una huelga de transporte público, en Colombo (Sri Lanka). (M. A. Pushpa Kumura / EFE)-(20minutos.es)

Costa recusou-se a receber Domingues

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O presidente cessante da Caixa Geral de Depósitos prometeu por duas vezes na semana passada entregar a declaração de património e rendimentos e não cumpriu, soube o Expresso de fonte governamental. Essa terá sido a razão pela qual tanto o Presidente da República como o primeiro-ministro se terão recusado a receber António Domingues novamente.
A falta de palavra do presidente demissionário foi uma das razões para o Governo não ter feito nenhuma tentativa para o demover de se demitir. A carta de demissão foi apresentada na sexta-feira, mas só foi divulgada no domingo, depois de sábado ter sido dedicado às celebrações do primeiro ano do Governo. António Domingues só terá entregue a sua declaração de rendimentos na segunda-feira passada.
A escolha de Paulo Macedo para liderar a nova equipa da CGD foi anunciada ontem, tendo sido bem recebida pelo PSD e pelo CDS, em cujo Governo foi ministro da Saúde. Exatamente por essa razão, o PCP colocou “muitas reservas” à sua nomeação, ao passo que o Bloco de Esquerda preferiu salientar que espera que se abra agora “uma nova fase”, marcada pela transparência.(Expresso)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

VELAS Y FLORES POR EL CHAPECOENSE

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VELAS Y FLORES POR EL CHAPECOENSE

Un hombre enciende unas velas frente a las fotos de los jugadores del equipo de fútbol Chapecoense, durante un homenaje en Medellín (Colombia). (Luis Eduardo Noriega / EFE)-(20minutos.es)

Nos outros blogs

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 É o que Passos quer
   
«A agência de rating canadiana DBRS, a única a segurar o rating de Portugal num nível acima de lixo, colocou esta terça-feira o rating da Caixa Geral de Depósito em revisão para um possível corte, uma revisão que terá em conta como a demissão de António Domingues poderá afetar o plano de recapitalização.

É a única agência que permite que a dívida portuguesa ainda possa ser usada pelos bancos como garantia nos empréstimos pedidos ao Banco Central Europeu e que permite que o próprio BCE compre dívida portuguesa no seu programa de compra de ativos, permitindo o alívio dos juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida pública portuguesa.

Agora, a agência diz que o rating da Caixa passa a estar sob avaliação para a DRBS decida se vai ou não aplicar um corte. Segundo os canadianos, isto deve-se a um aumento dos riscos em torno das questões de governação da Caixa Geral de Depósitos, da sua eventual recapitalização e das dificuldades do grupo Caixa em melhorar a qualidade dos seus ativos e a sua rentabilidade.» [Observador]
   
Parecer:

Há muito que a estratégia do PSD é evidente e apenas se lamenta que o BE, ao contrário do PCP, tenha alinhado.
   
Despacho do Diretor-Geral do Palheiro: «Agradeça-se a Catarina Martins o apoio à estratégia de Passos para destruir a CGD.»

In "O Jumento"


sábado, 26 de novembro de 2016

FUEGO MARÍTIMO

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FUEGO MARÍTIMO

Buques de la Marina de Corea del Sur durante un ejercicio de fuego real contra un posible ataque marítimo de Corea del Norte. (Armada de Corea del Sur / EFE)-(20minutos.es)

EL 'HOMBRE ARAÑA' ESCALA LA TORRE ABGAR

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EL 'HOMBRE ARAÑA' ESCALA LA TORRE ABGAR

El especialista francés Alain Robert ha escalado en Barcelona, sin ayuda alguna, la fachada de la Torre Abgar. (Quique García / EFE)-(20minutos.es)

PROTESTA DESNUDA

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PROTESTA DESNUDA

Miembros de la fraternidad Alpha Phi Omega protestan desnudos en contra del entierro del dictador filipino Ferdinand Marcos, en el Cementerio de los Héroes en Manila (Filipinas). (Francis R. Malasig / EFE)-(20minutos.es)

Nos outros blogs

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 Jumento do Dia

   
Maria Luís Albuquerque, empregada da Arrows

Parece que as sondagens irritaram a ex-ministra e atual funcionária da Arrows, só isso explica o tom agressivo que usa e alguma perda de lucidez no discurso. Ao acusar Costa de que teria jogado fora milhares de milhões de euros, sugerindo que o primeiro-ministro teria feito no BES o que fez na CGD, está ignorando que a CGD além de ser um banco público não estava falido como, aliás, o BES também não estava, está também a esquecer que a intervenção do governo no BANIF foi bem diferente do que sucedeu com o BES.

«A ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, utilizou estas sexta-feira as declarações do governador do Banco de Portugal para dizer que as declarações de António Costa sobre a banca durante a governação PSD/CDS são “sinal de grande ignorância”. A vice-presidente do PSD, diz ainda que se no lugar de Passos tivesse estado Costa, “milhares de milhões de euros dos contribuintes teriam sido entregues ao dr. Ricardo Salgado“.

Maria Luís fez uma declaração na tarde desta sexta-feira no Parlamento porque entendeu que são de grande “gravidade e falsidade” as “acusações” que o primeiro-ministro fez ao PSD numa entrevista à agência Lusa. Para a vice-presidente da bancada do PSD “numa tentativa de justificar o injustificável comportamento do Governo relativamente à Caixa Geral de Depósitos acusou o Governo anterior de ter destruído o Banco Espírito Santo, de ter destruído o Banif e que — segundo o dr. António Costa — só a mudança de Governo impediu que houvesse mais destruição.”

As declarações do chefe de Governo levam a ex-ministra das Finanças “a concluir que fosse o dr. António Costa primeiro-ministro em 2014 e teriam sido entregues milhares de milhões de euros de dinheiro dos contribuintes ao dr. Ricardo Salgado para evitar o colapso do BES.”

Maria Luís quis ainda “remeter o dr.António Costa para as declarações do governador do Banco de Portugal proferidas ainda ontem, [onde] esclareceu que os problemas que ainda hoje colocam grandes desafios à banca nacional são problemas que tiveram a sua origem antes de 2011 e é ainda um legado desses tempos que pesa na banca nacional.” Ou seja: a culpa dos problemas da banca começaram, pelo menos, ainda no governo de Sócrates.» [Observador]

In "O Jumento"


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ENTIERRO EN EL DESIERTO

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ENTIERRO EN EL DESIERTO

Varias personas asisten al funeral de algunas de las víctimas del atentado en la mezquita chií de Baqir-ul-Olom, en Kabul (Afganistán). (Hedayatullah Amid / EFE)-(20minutos.es)