quinta-feira, 21 de julho de 2016

VIGÍA EN LAS ALTURAS

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VIGÍA EN LAS ALTURAS

Un francotirador vigila desde lo alto de un edificio durante la tradicional misa Te Deum en la catedral Saint-Michel de Bruselas (Bélgica). (Laurent Dubrule / EFE)-(20minutos.es)

ATRAPANDO OFRENDAS EN EL VOLCÁN

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ATRAPANDO OFRENDAS EN EL VOLCÁN

Varios niños y adolescentes usan redes y pañuelos para atrapar las ofrendas que serán lanzadas al cráter del Monte Bromo con motivo de la celebración del Festival Kasada, en Probolinggo (Indonesia). (Fully Handoko / EFE)-(20minutos.es)


EL LADRILLO COMO SEGUNDA PIEL

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EL LADRILLO COMO SEGUNDA PIEL 

Un trabajad0r de una fábrica de ladrillos protegido contra el polvo del material, en Kabul (Afganitán). (Hedayatullah Amid / EFE)-(20minutos.es)


"Os problemas no setor financeiro não foram criados por este Governo"

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Jogo do 'passa-culpas' entre PSD e PS sobre os problemas no setor financeiro continua.

Depois de Pedro Passos Coelho ter voltado a culpar o Partido Socialista pelos problemas atuais no setor da banca, nomeadamente a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e a venda do Novo Banco, João Galamba falou aos jornalistas no Parlamento para devolver as culpas ao maior partido da oposição.

O socialista diz que se tem assistido “a uma tentativa do PSD em transformar um Governo que herdou um problema por resolver na causa desse mesmo problema”. Para que dúvidas não restassem, Galamba afirmou que “os problemas que existem no setor financeiro não foram criados por este Governo”, mas sim “herdados por este Governo, o primeiro dos quais o Banif e agora a recapitalização da CGD e a venda do Novo Banco”.
Agora, diz o deputado, “cabe a este Governo assumir que o problema existe e dar-lhe resposta”.
Considerando as declarações de Passos Coelho como a “mais despudorada de todas”, o socialista sublinha que “ninguém rebentou com bancos” mas sim que “havia um problema sério no setor financeiro que devia ter sido resolvido durante o programa de ajustamento e que não foi. Esse problema não só não foi resolvido como se agravou”.
Em jeito de conclusão, Galamba deixa um recado à oposição: “Era bom que o PSD e os seus líderes tivessem algum pudor, reconhecessem as suas próprias responsabilidades neste problema e não tentassem perturbar o trabalho de quem realmente está a resolver o problema que eles próprios não resolveram”.(Notícias ao Minuto)

quarta-feira, 20 de julho de 2016

TRUMP, ELEGIDO CANDIDATO REPUBLICANO A LA PRESIDENCIA DE EE UU

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TRUMP, ELEGIDO CANDIDATO REPUBLICANO A LA PRESIDENCIA DE EE UU

El candidato republicano a la Presidencia de Estados Unidos, Donald Trump, habla en un vídeo en el segundo día de la Convención Nacional Republicana 2016 en el Quicken Loans Arena en Cleveland, Ohio (Estados Unidos). Trump fue elegido oficialmente candidato republicano a la Presidencia de Estados Unidos para las elecciones de noviembre. (Tannen Maury / EFE)-(20minutos.es)

ERUPCIÓN DEL VOLCÁN BROMO

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ERUPCIÓN DEL VOLCÁN BROMO

El Monte Bromo arroja cenizas en el aire durante una erupción volcánica antes de la ceremonia hindúes Kasada en Probolinggo, Java Oriental, (Indonesia. La ceremonia Kasada, que tendrá lugar el 21 de julio, es una forma en que los hindúes expresan su agradecimiento a los dioses para una buena cosecha y la fortuna que fue concedida. Durante la ceremonia anual Kasada, según la tradición, adoradores escalan el Monte Bromo en la madrugada y lanzan ofrendas en el cráter del volcán. (EFE)-(20minutos.es)

Eurodeputados pedem investigação à nomeação de Durão Barroso

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Mais de 50 deputados ao Parlamento Europeu, incluindo quatro portugueses, pediram à Provedora de Justiça Europeia que investigue se a nomeação do antigo presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso para a Goldman Sachs viola as regras comunitárias.

A carta, com a data de hoje, e à qual a Lusa teve acesso, é uma iniciativa da deputada italiana do Grupo de Esquerda Unitária (GUE) Barbara Spinelli -- filha de Altiero Spinelli, considerado um dos pais fundadores da União Europeia, e que dá nome precisamente a um dos edifícios do Parlamento Europeu, em Bruxelas -, tendo sido subscrita por outros 52 deputados, entre os quais Ana Gomes e Maria João Rodrigues (PS), Marisa Matias (Bloco de Esquerda) e Marinho e Pinto.

Na missiva enviada a Emily O'Reilly, os eurodeputados argumentam que o artigo 245 do Tratado sobre o Funcionamento da UE e o próprio código de conduta para os Comissários aponta que o "dever de integridade e discrição" exigido aos comissários deve aplicar-se mesmo passado o período de 18 meses após cessarem funções, respeitado por Durão Barroso (presidente da Comissão entre 2004 e 2014) até aceitar o cargo de presidente não-executivo da Goldman Sachs International.
"Tendo em consideração o papel proeminente desempenhado, à época, pela Comissão Europeia na resposta às consequências da crise económica e financeira à escala europeia, pedimos à Provedora de Justiça Europeia que investigue se a nomeação do Sr.Barroso (...) pode constituir uma violação" da carta de direitos fundamentais da UE.
Por outro lado, os eurodeputados perguntam a O'Reilly se não considera discriminatório o facto de o código de conduta dos comissários prever que os mesmos podem assumir cargos sem necessidade de autorização prévia uma vez atingido o período de 18 meses desde que terminaram funções, quando o regulamento para todo o restante pessoal das instituições contempla um prazo de dois anos (24 meses).
"Finalmente, reiteramos o pedido, já formulado à Provedora de Justiça Europeia, de uma revisão do Código de Conduta dos Comissários, de forma a reforçar a sua transparência e colocá-lo em conformidade com as regras dos Tratados", concluem os eurodeputados.
A nomeação de José Manuel Durão Barroso para o grupo norte-americano foi alvo de muitas críticas, tendo diversos sindicatos representativos de funcionários das instituições europeias deplorado em cartas abertas a ida do antigo presidente da Comissão para o banco, considerada "moralmente inaceitável" pelo Presidente francês, François Hollande.(Notícias ao Minuto)

Nos outros blogs

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 Jumento do dia
    
José de Matos, presidente da CGD

O presidente da CGD queixa-se de não ter recebido orientações do governo, algo estranho pois quando ainda era primeiro-ministro Passos Coelho criticou várias vezes a CGD pelos seus resultados e nessa ocasião o presidente do banco colocado pela direita nunca se queixou, não falou de orientações governamentais nem escreveu cartas de demissão. Agora que sabia que não iria ser reconduzido e que deixa o banco quase na desgraça já se queixa.

Até parece que o governo se esqueceu de lhe dizer que gerisse a CGD com competência, evitando créditos mal parados e actuando com competência, orientações que, afinal, são as que devem seguir todos os gestores. Deixar no ar que a situação da CGD se deve a uma falta de orientações é brincar com as suas próprias responsabilidades, até apetece perguntar porque esperou tanto para se demitir.

«O conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) queixou-se em junho de não receber “qualquer orientação” e “qualquer explicação” por parte do governo nos seis meses até então, depois de numa reunião com Mário Centeno em dezembro ter sido manifestada “preocupação” e apresentado um plano de capitalização alternativo para o banco público, sem envolver a injeção de mais dinheiros públicos. Um plano que, escreve a TSF, que teve acesso à carta de demissão, ficou na gaveta.

O Público já tinha escrito sobre esta carta de demissão no início de julho, mas a TSF acrescenta algumas passagens em discurso direto que mostram o mal-estar que se vive no banco público, enquanto não entra em funções o novo conselho de administração provavelmente liderada por António Domingues.» [Observador]

In "O Jumento"

terça-feira, 19 de julho de 2016

TÓRRIDO MEDIODÍA EN MADRID

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TÓRRIDO MEDIODÍA EN MADRID

Un termómetro de la Gran Vía madrileña marca 45 ºC, muestra inequívoca de la ola de calor que estás sufriendo la capital de España. (JORGE PARÍS)-(20minutos.es)

UNOS PAPÁ NOEL MUY VERANIEGOS

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UNOS PAPÁ NOEL MUY VERANIEGOS

Varias personas vestidas de Papá Noel participan en el tradicional baño de pies durante el segundo día de la 59 edición del Congreso de Papás Noel en la playa Bellevue, al norte de Copenhague (Dinamarca). (Mathias Loevgreen Bojesen / EFE)-(20minutos.es)


segunda-feira, 18 de julho de 2016

MINUTO DE SILENCIO POR NIZA

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MINUTO DE SILENCIO POR NIZA

El presidente galo, François Hollade (c-dcha), y el ministro de Interior francés, Bernard Cazeneuve (c-izq), guardan un minuto de silencio en memoria de de los 74 adultos y 10 niños asesinados en el ataque perpetrado el pasado jueves en Niza, en una ceremonia celebrada en el Hotel de Beauvau, en París (Francia). (Bertrand Guay / EFE)-(20minutos.es)

MOSCÚ RECUERDA A LOS 'NIÑOS DE LA GUERRA'

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MOSCÚ RECUERDA A LOS 'NIÑOS DE LA GUERRA'

Una de las fotografías de la exposición multimedia que bajo el título Niños del cielo despejado  se ha inaugurado este lunes en el Museo de Emprendedores y Mecenas de Moscú. La muestra recuerda el 80 aniversario de los niños españoles que llegaron a Rusia por la Guerra Civil. (Ricardo Marquina / EFE)-(20minutos.es)

1.000 DÍAS PARA 'ILUMINAR' INDIA

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1.000 DÍAS PARA 'ILUMINAR' INDIA

Imagen tomada en la localidad de Anandpur, en el estado norteño de Uttar Pradesh (India), en la que se ve a un vecino mostrando su refrigerador de habitación, el primero de la localidad. El gobierno de este país avanza contrarreloj en su mastodóntico proyecto de llevar luz eléctrica en 1.000 días a los últimos pueblos, unos 18.500, que permanecían en la "oscuridad" en pleno siglo XXI. (Atul Vohra / EFE)-(20minutos.es)

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 Jumento do dia
    
Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República não resistiu à tentação de surfar no fenómeno da bola e quase transformou Belém na sede da claque oficial da selecção de futebol. Com a vitória do Europeu a pressa em medalhar os jogadores foi tanta que a cerimónia foi feita com certificado já que não houve tempo para preparar as medalhas.

Poucos dias depois os medalhados do atletismo queixaram-se de discriminação nos afectos presidenciais e Marcelo apressou-se a organizar mais uma cerimónia de medalhas, desta vez com medalhas de verdade. E nem deu explicações sobre que tipo de medalhas ou quantas medalhas serviriam para diferenciar os diversos graus da ordem.
 
Agora foi o pessoal do hóquei em patins que já vieram afirmar o seu direito à comenda e é de estranhar que passado um dia desde a vitória no europeu Marcelo ainda não tenha agendado a cerimónia. Por este andar Marcelo ainda vai ter de condecorar o campeão europeu da carica.

In "O Jumento"

quinta-feira, 14 de julho de 2016

VUELO PATRIÓTICO SOBRE EL ARCO DEL TRIUNFO

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VUELO PATRIÓTICO SOBRE EL ARCO DEL TRIUNFO

Vista del desfile celebrado con motivo del Día de la Bastilla (fiesta nacional francesa) en los Campos Elíseos de París. (Ian Langsdon / EFE)-(20minutos.es)

Professores: Aposentação com 36 anos de serviço em debate no Parlamento

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Uma petição da Fenprof, entregue em dezembro de 2015, quer a aposentação dos professores com 36 anos de serviço, “sem perda de remuneração e independentemente da idade”.

É já amanhã, dia 20 de julho, que “terá lugar na Assembleia da República o debate parlamentar na sequência da petição entregue pela Fenprof em dezembro de 2015” e que defende a “aposentação dos professores, sem perda de remuneração, a partir dos 36 anos de serviço, independentemente da idade”, escreve o Sindicato em comunicado.

A Fenprof, que já foi ouvida em fevereiro na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, afirmou que existe uma “crescente sobrecarga de trabalho dos professores”.
“As políticas seguidas têm resultado numa crescente sobrecarga dos professores e num esforço, manifestamente insuportável, no exercício da profissão, que tem agravado o já elevado desgaste dos docentes”, explicam.
Na sequência desta petição, subscrita por mais de 50 mil docentes, diz a Fenprof que o PCP e o PEV “deram entrada de duas propostas de diploma”. (Notícias ao Minuto)

Hollande arrasa Durão: é “inaceitável” ir para um banco que ajudou a “maquilhar contas”

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Secretário de Estado dos Assuntos Europeus francês já tinha dito que a ida de Durão Barroso para a Goldman Sachs é “escandalosa”. Agora é o presidente francês - e as críticas são severas

O presidente francês, François Hollande, arrasa Durão Barroso a propósito da ida do português para a presidência do Goldman Sachs Internacional. São palavras duras.
“É uma questão moral e ética, ligada a uma pessoa. Não fui eu que escolhi Barroso para presidente da Comissão da União Europeia. Ele esteve dez anos à cabeça da Comissão. A Goldman Sachs esteve no centro da crise dos subprimes e ajudou o Governo grego a ‘maquilhar’ as contas do Grécia. Moralmente é inaceitável (que ele vá para esse banco)”, disse esta quinta-feira o presidente francês, François Hollande, numa entrevista de fundo neste 14 de julho, dia nacional francês.
“É uma questão que não tem que ver com a Europa, tem que ver com a moral. O senhor Barroso foi presidente da Comissão Europeia no momento em que teve lugar a crise provoca pelos subprimes, na qual a Goldman Sachs foi um dos principais implicados - banco que reencontrámos mais tarde no caso grego, dado que era o banco que aconselhava os gregos e e que maquilhava as contas que a Grécia transmitia à União Europeia. Agora ficamos a saber, alguns anos mais tarde, que o senhor Barroso vai entrar no Goldman Sachs. Juridicamente é possível, mas moralmente é inaceitável”, explicou François Hollande na entrevista.
Ontem, o secretário de Estado dos Assuntos Europeus francês pediu a Durão Barroso para não aceitar trabalhar na Goldman Sachs, lembrando o papel do banco na Grécia e durante a crise financeira. “O senhor Barroso fez a cama dos antieuropeus. Apelo pois solenemente a que abandone esse cargo”, disse Harlem Désir perante os deputados franceses, referindo-se ao cargo de presidente não executivo e conselheiro da Goldman Sachs no seguimento da decisão britânica de sair da União Europeia.
Para o governante francês, esta contratação “é particularmente escandalosa tendo em conta o papel desempenhado pelo banco durante a crise financeira de 2008, mas também o papel na camuflagem das contas públicas da Grécia”.(Expresso)

quarta-feira, 13 de julho de 2016

ANTES DE SU SEPARACIÓN

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ANTES DE SU SEPARACIÓN

Dos bebés siamesas nacidas en la ciudad amazónica de Pucallpa (Perú). Un equipo de más de 40 médicos del Instituto Nacional de Salud del Niño (INSN) de San Borja, en Lima, separó con éxito a las pequeñas que nacieron a fines de junio pasado unidas por las caderas. (Ministerio de Salud de Perú - EFE)-(20minutos.es)


EL CAMPAMENTO DE VERANO DE LA YIHAD

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EL CAMPAMENTO DE VERANO DE LA YIHAD 

Un joven participa en un campamento de verano militar organizado por el movimiento Yihad Islámica durante las vacaciones escolares  en la ciudad de Jan Yunis, al sur de la Franja de Gaza, Palestina. Los jóvenes entre los 6 y los 16 años pueden participar en el campamento donde reciben lecciones militares así como formación religiosa. (Hatem Omar / EFE)-(20minutos.es)


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 Jumento do dia
    
Maria Luís Albuquerque, funcionária bancária

É preciso ter muita lata para que esta senhora em vez de assumir as responsabilidades pelo défice vir agora sugerir que as sanções não se devem ao défice mas sim à argumentação para o explicar. Não era esta a sua opinião quando pensava que as sanções teriam como argumento as políticas da geringonça, assim como se esquece de referir que os argumentos da sua carta ao comissário europeu também terão servido de pouco, talvez porque nessa carta quase se sugeria a aplicação de sanções desde que estas fossem atribuídas às decisões de António Costa.

«Os ministros das Finanças da União Europeia aprovaram mesmo a recomendação de aplicar sanções a Portugal e agora, entre os partidos políticos, joga-se o passa-culpas. O PSD, pela voz de Maria Luís Albuquerque, culpa o atual Governo por não ter querido, por “razões políticas”, defender em Bruxelas o cumprimento da meta do défice de 2015. O CDS acrescenta que não faltavam “argumentos técnicos” para António Costa travar a penalização, enquanto a esquerda continua a lembrar que sanções são relativas às metas do défice de 2015 — onde o Governo socialista só Governo um de 12 meses.

Reagindo no Parlamento à decisão dos ministros das Finanças da UE tomada esta terça-feira, a vice-presidente do PSD e ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque acusou o atual Governo de ter tido “falta de vontade política” para convencer Bruxelas de que Portugal não merecia ser penalizado pelas metas do défice relativas a 2015. Tudo, segundo Maria Luís, por “razões políticas”. Que é como quem diz que o Governo de António Costa não quis defender a ação do anterior Governo de Passos Coelho junto das instituições europeias.» [Observador]

In "O Jumento"