Sábado, 25 de Maio de 2013

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Mercado de camellos

-
Mercado de camellos


Mercado de camellos
Varios egipcios tratan de cargar los ejemplares que han adquirido en un mercado de camellos en Birqash, a 40 kilómetros de El Cairo, en Egipto. Todos los viernes venden cientos de camellos provenientes de Sudán y Somalia en el mayor mercado de camellos en Egipto. (Oliver Weiken / EFE)-(20minutos.es)

Passos Coelho nega que esteja previsto corte de 10% em reformas e pensões

-

O primeiro-ministro negou hoje a preparação pelo Governo de cortes ou contribuições extra de 10 por cento para reformados e pensionistas, em resposta ao secretário-geral do PCP, que o acusou de querer dar "marretadas" ou "punhaladas" aos portugueses.

"Registo que nem uma palavra disse sobre o mercado interno. Em vez disso, continua o ataque à função pública, aos reformados e aos pensionistas. Exemplo disso são os anunciados 10 por cento. A aplicação vai ser à marretada, com uma taxa, ou à punhalada, através de um corte?", questionou Jerónimo de Sousa, no debate quinzenal, no Parlamento.

Passos Coelho rejeitou a hipótese de estar a ser previsto o referido corte e reiterou que o executivo da maioria PSD/CDS-PP vai envidar todos os esforços para adotar outras medidas que não a polémica e denominada taxa suplementar de sustentabilidade ("TSU") nas reformas e pensões.

"Não tenho capacidade para desmentir o nível de desinformação que vai grassando no debate público. Não há nenhum corte previsto de 10% nos reformados e pensionistas. O que está previsto é a convergência das pensões da Caixa Geral de Aposentações para o regime geral da Segurança Social", afirmou o chefe do Governo.

Passos Coelho ressalvou contudo que, "se for estritamente necessária, poderá ser equacionada uma taxa suplementar de sustentabilidade", mas que o Governo "tudo fará ao seu alcance para encontrar alternativas".

"Noventa por cento dos pensionistas e dos reformados foram já flagelados com congelamento das suas reformas e das suas pensões, com o aumento da carga fiscal, com os complementos solidários, com novos encargos com a saúde", defendeu Jerónimo de Sousa, concluindo com um "demita-se enquanto é tempo porque a realidade do país está desligada na sua cabeça".

Antes, o líder do executivo tinha explicado que o pacote de incentivo fiscal ao crescimento da economia, apresentado na véspera pelo ministro de Estado e das Finanças como "o momento do investimento" não teria "um efeito estrutural", tratando-se de uma opção "temporária".

Notas do Papa Açordas: Ainda haverá por aí algum papalvo que acredite no PM?

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Viaje al siglo XIX

-
Viaje al siglo XIX


Viaje al siglo XIX
Una diligencia de siete caballos avanza por un camino entre Parchim y Dabel, en el norte de Alemania. El 1 de junio de 2013, un criador de caballos Mecklemburgo iniciará un viaje de 33 días con la nueva versión de un entrenador electrónico inglés original, réplica de una diligencia de Londres 1806. (Jens Buettner / EFE)-(20minutos.es)

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

La torre de comunicaciones más alta del mundo cumple un año

-
La torre de comunicaciones más alta del mundo cumple un año


La torre de comunicaciones más alta del mundo cumple un año
Vista de la Tokyo Skytree en Tokio, Japón. La torre de comunicaciones más alta del mundo con 634 metros y nuevo símbolo de la capital nipona, ha cumplido un año, periodo en el que ha logrado atraer a 6,38 millones de visitantes. (Franck Robichon / EFE)-(20minutos.es)

"Lo del soldado británico es ojo por ojo, diente por diente"

-
"Lo del soldado británico es ojo por ojo, diente por diente"


"Lo del soldado británico es ojo por ojo, diente por diente"
Uno de los presuntos asesinos de un soldado británico habla a una televisión nacional minutos después del ataque y con las manos ensangrentadas. "Juramos por el todopoderoso Alá que no pararemos de combatiros. La única razón por la que hemos hecho esto es porque los musulmanes mueren cada día. Lo del soldado británico es ojo por ojo, diente por diente", asegura el sospechoso. (ATLAS)-(20minutos.es)

Cavaco falhou declaração de compromisso para o pós-troika

-
Ponto do comunicado do Conselho de Estado que garantia consensos para o futuro caiu, por oposição dos socialistas.

O projecto de comunicado que o Presidente da República levava para o Conselho de Estado continha um ponto que ficou pelo caminho.

Cavaco Silva gostaria que o documento resultante da reunião de segunda-feira plasmasse, de alguma forma, o consenso das mais altas instituições do Estado, do principal partido da oposição e dos “senadores” políticos quanto aos compromissos que Portugal terá de assumir no futuro, mesmo depois do programa de assistência económica e financeira. Mas falhou esta declaração de compromisso, sobretudo devido à oposição do secretário-geral do PS e de conselheiros mais à esquerda.

A discussão sobre o teor do comunicado começou ao fim de seis horas de reunião do Conselho de Estado, cuja ordem de trabalhos eram as “Perspectivas da Economia Portuguesa no pós-troika no quadro de uma União Económica e Monetária efectiva e aprofundada”.

E foi preciso quase uma hora para se chegar à redacção final, criticada até por alguns conselheiros por ser demasiado abstracta e não reflectir o que lá se passou. António José Seguro terá afirmado que aquela declaração não era fiel ao que havia sido dito na reunião e Cavaco Silva acabou por riscar, literalmente, o parágrafo.

Antes disso, vários conselheiros tinham focado a falta de consenso nacional, tanto no presente como para o futuro. Jorge Sampaio foi um deles, ao afirmar que o tempo de negociação e compromisso já passou. Manuel Alegre também o deixou claro, assim como Mário Soares – cuja intervenção foi sobretudo crítica para com a actuação do Presidente da República. E também o presidente do Tribunal Constitucional (TC) se tinha referido ao tema quando, na sua intervenção, afirmara que o primeiro pressuposto para o consenso é respeitar a Constituição.

Notas do Papa Açordas: O sr. PR já não bate a bola bem. Qualquer pessoa atenta aos seus movimentos e "baites que debita", constata que há ali uma "aduela" a menos... Será que o temos que aturar até ao fim do "mandato"?...

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Conselheiros de Estado discutiram eleições antecipadas

-

Vários membros do Conselho de Estado defenderam ontem na reunião de sete horas deste órgão que Portugal vive uma situação de crise política que só pode ser resolvida com eleições antecipadas, não podendo o pós troika deixar de ser discutido em conexão com a situação atual.
Cavaco Silva, porém, bloqueou no comunicado final qualquer referência, mesmo de teor genérico, sobre o facto de a atualidade política ter marcado parte importante da discussão.
O Presidente da República - soube o DN - defendeu que o comunicado não podia sair do tema da ordem de trabalhos ("Perspetivas da Economia Portuguesa no Pós-Troika, no Quadro de uma União Económica e Monetária Efetiva e Aprofundada").
Viu-se mesmo obrigado a invocar uma norma do regimento do Conselho de Estado que o autoriza a fazer uma "nota informativa" focando apenas "parte do objeto da reunião e dos seus resultados".
Cavaco Silva queria discutir o pós-troika mas a discussão foi muito além disso. Vários conselheiros de Estado - de forma de resto transversal, para lá das divisões esquerda/direita - levaram a atualidade política à reunião, com sublinhados na necessidade de não a ignorar numa discussão sobre o pós-troika. Em diversos momentos a governação de Passos Coelho foi duramente criticada.
No final, o Presidente discutiu o teor do comunicado com os conselheiros mantendo-se intransigente na decisão de o manter apenas relacionado com o tema oficial da reunião. "Consenso" e "compromissos" são palavras absolutamente ausentes da nota informativa divulgada - ao contrário do que Cavaco Silva pretendia.



Protesta de Greenpeace en Madrid

-
Protesta de Greenpeace en Madrid


Protesta de Greenpeace en Madrid
Activistas de Greenpeace durante la protesta que han protagonizado en Madrid en la que han mostrado pancartas con la inscripción "Cañete, no hundas la pesca" y se han encadenado a un barco pesquero colocado delante de la puerta principal del Ministerio de Agricultura. (Pedro Armestre / EFE)-(20minutos.es)

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Gaspar deve sair mais depressa do que fala

-
"Em factos, a austeridade é fatal há dois anos. Mas faltava uma voz insuspeita e prudente que dissesse que não podemos continuar assim. Os factos é que nos determinam, mas as vozes é que nos mudam. Antes, perante a crise financeira mundial, que vinha de 2008, era preciso um sobressalto nacional em busca de uma solução que tinha de ser comum - esses, os factos - mas, apesar disso, nem o PS, entorpecido pelo cerco, nem o PSD e CDS, encandeados pelo pote próximo, souberam encontrar vozes lúcidas e unificadoras. Na crise das últimas legislativas (2011), o País dividiu-se entre uns e outros, sem pontos de contacto. Um país, dois mundos. Dois mundos e duas explicações, e assim ficámos - apesar de a realidade evidenciar que não era esse o caminho. Faltou uma voz. O que se seguiu, o gasparismo - uma não-política (porque política são compromissos) só possível pelo sectarismo atrás descrito -, também parecia ir beneficiar das claques separadas por trincheiras: os seus, a favor, os outros, contra. Ora, na semana passada, ergueu-se uma voz contra entre os que, até aqui, eram por. António Lobo Xavier, insuspeito de ser da oposição e prudente por natureza, fez uma crítica radical: o apelo à troika de 2011 podia não ter existido. Disse ele: se não fosse a sofreguidão pelo pote, estaríamos como Espanha, combatendo a crise sem perder a soberania. Pronto, houve voz. Mudem-se os factos. O que já não é possível com este Governo." (Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

Uno de los mayores laberintos del mundo

-
Uno de los mayores laberintos del mundo


Uno de los mayores laberintos del mundo
La Mancomunidad de los Canales del Taibilla presenta el laberinto del Parque Rafael de la Cerda en Tentegorra (Murcia), uno de los mayores laberintos vegetales del mundo, destinado a convertirse en un importante reclamo turístico. (Virginia Vadillo / EFE)-(20minutos.es)

Maioria dos portugueses quer renegociar Memorando

-

Sondagem revela que há um grande número de inquiridos que acham que o governo cedeu demasiado aos credores


Os portugueses não estão felizes com a intervenção da troika em Portugal. Quase metade considera que o Memorando  não devia sequer ter sido assinado, contra apenas 12% que dizem que o documento foi bem elaborado. Os dados constam de uma sondagem feita pela Eurosondagem para o Instituto Europeu da Faculdade de Direito de Lisboa, e que hoje vai ser divulgada em Lisboa.
Há também um número significativo de inquiridos, 27%, que afirmam que a negociação não levou em consideração as características próprias do país.

Governo cedeu de mais Relativamente ao relacionamento entre o executivo e a troika, uma maioria de 45,4% considera que o governo de Passos Coelho tem cedido excessivamente aos nossos credores internacionais, enquanto 32,9% dizem que a troika tem mostrado insensibilidade com a economia nacional. E somente 9,4% dos inquiridos consideram que este relacionamento tem decorrido normalmente. Cerca de 82% dos que responderam ao inquérito dizem que, face às negociações/imposições do FMI, do BCE e da Comissão Europeia, Portugal deveria renegociar profundamente o Memorando ou mesmo denunciá-lo e procurar alternativas.   

E depois da saída? Face às perspectivas futuras, o pessimismo é cinco vezes maior que o optimismo. Ou seja, apenas 11,8% dos que responderam à sondagem acreditam que todo o esforço de contenção e de reformas à pressão resultem em melhores perspectivas para Portugal findo o período de intervenção externa. Outros 14,4% referem que quando a troika sair do país nada de substancial se alterou, enquanto 55,1% acreditam que vamos ficar em piores condições, com uma economia em colapso e mais desemprego.

Notas do Papa Açordas: Já é tempo dos snrs: Passos, Gaspar e Cavaco renegociarem o memorando..Vá, Paulinho, dá-lhes cacetada...

Domingo, 19 de Maio de 2013

Nem a fé nos salva

-

"1- Acreditar nas palavras do primeiro-ministro é, já o aprendemos, um exercício arriscado. Poucos meses bastaram para percebermos que sempre que Passos Coelho apresenta uma medida há uma enorme possibilidade de esta nunca chegar a ser aplicada ou ser pura e simplesmente esquecida, como se o primeiro-ministro pensasse em voz alta perante todos os portugueses. Os exemplos da TSU e agora o da taxa sobre os pensionistas são os mais gritantes - não faltariam, infelizmente, muitos outros -, não só pela pompa e circunstância com que foram anunciadas as medidas mas sobretudo pela importância determinante para a vida das pessoas.

A descontração com que se anunciam disposições para depois se voltar atrás, ignorando olimpicamente as expectativas das pessoas, semeando o pânico e a insegurança na população, faz com que os cidadãos percam qualquer tipo de confiança em quem os governa. Neste Governo não são só algumas das normas acordadas com a troika que são facultativas, é tudo facultativo. Tudo pode acontecer, nada é previsível, tudo pode ser alterado dois minutos depois de ser anunciado. Nada parece ser minimamente estudado, tudo parece ser decidido na base dum qualquer achar ou baseado num compêndio mal estudado.

A falta de sentido de Estado e sobretudo o desrespeito pelos cidadãos, que cada vez mais se sentem governados por aprendizes de feiticeiro que tratam as pessoas como se fossem cobaias, não se restringem, muito longe disso, ao primeiro-ministro. Temos o ministro Portas, que traça linhas vermelhas para depois, pendurado pelas orelhas por Passos Coelho e Cavaco Silva, ser obrigado a traçá-las noutro lado qualquer, qual rapazinho da escola primária de antigamente; temos o secretário de Estado Rosalino, que num dia despede os funcionários públicos sem direito a subsídio de desemprego e no outro vem dizer que afinal o que tinha dito não era bem aquilo...; temos Miguel Maduro, que em Florença, como professor, imagino, defende uma política para a Europa, e aqui em Lisboa é o ministro que coordena politicamente um Governo que defende o oposto do que proclamou em Itália.

Nunca um Governo fez tanto pelo desprestígio da política e dos políticos. O cidadão pode não concordar com uma decisão, pode até discordar de toda uma linha política. Outra coisa é não ter a mínima confiança em quem lidera o País, não poder acreditar naquilo que o Governo anuncia, porque o mais certo será ser desdito no dia seguinte. O que faz o cidadão perder a confiança nos políticos é ver um ministro, que fez grande parte da sua carreira a denunciar as falhas dos políticos, a fazer uma declaração ao País num dia dizendo que não aceita uma norma, vinte e quatro horas depois dá o dito pelo não dito e passados três dias volta à primeira opinião . O que destrói o prestígio da política e dos políticos é assistirmos a um primeiro-ministro a dizer que os cortes, a semana passada designados como poupanças, não atingem a generalidade dos cidadãos, só os pensionistas, reformados e funcionários públicos, como se estes fossem cidadãos de segunda ou tivessem alguma culpa especial pelo actual estado de coisas ou como se estes cortes não tivessem um profundo impacto económico e social na comunidade. O que mina a relação entre representantes e representados é um primeiro-ministro dizer que tem uma folga de 800 milhões no plano de cortes (como se já não fosse lamentável deixar uma folga deste valor num qualquer plano) e depois ser corrigido pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental que demonstra claramente que essa margem não existe.

Um Governo em que não se pode confiar, um Governo completamente descredibilizado e que descredibiliza a política e os políticos , um Governo que luta mais internamente do que com a troika ou a crise, um Governo manifestamente incompetente. Este Governo é em si mesmo uma crise política. Mantê-lo é agravar essa crise." (Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

Sábado, 18 de Maio de 2013

Protestas contra el gobierno egipcio

-
Protestas contra el gobierno egipcio


Protestas contra el gobierno egipcio
Varios ciudadanos protestan contra el gobierno egipcio durante una manifestación convocada en la plaza de Tahrir, en El Cairo, Egipto. Cientos de manifestantes demandaron la dimisión del presidente de Egipto, Mohamed Morsi, y expresaron el descontento contra el actual mandatario. (EFE)-(20minutos.es)

Este Governo não é para velhos (nem para novos)

-

"Paulo Portas pode dar as piruetas que quiser, fazer as coreografias que entender, gritar que é "politicamente incompatível" com a taxa de sustentabilidade das pensões. Pode até fazer o pino no Palácio das Necessidades ou jogging em Caracas que o "cisma grisalho" que jurou querer evitar já está instalado.

Depois de ter conseguido virar trabalhadores do sector privado contra funcionários públicos, o Governo segue agora a mesma receita de casta, isto é, virar os novos contra os velhos, confrontando os "grisalhos" com a acusação de que vivem - só falta dizer criminosa e parasitariamente - à custa dos descontos de quem está hoje no ativo. A pretexto da solidariedade intergeracional - como se ela existisse apenas num sentido -, pretende-se fazer crer que a Segurança Social só terá futuro se as expectativas de quem, com carreiras contributivas mais ou menos longas, conquistou o direito a viver o que resta da vida com dignidade e tranquilidade forem agora defraudadas. Como se, nos últimos dois anos, os pensionistas tivessem ficado isentos da austeridade. Como se, num país onde existem mais de um milhão de desempregados - mais de 40% são jovens - e em que só 44% recebem subsídio de desemprego, não fossem os reformados a contribuir para que não falte o pão na mesa a filhos, noras e netos. Isto também é, como é óbvio, solidariedade entre gerações.

Nas últimas duas semanas, como nos últimos dois anos, assistimos a uma ofensiva de terrorismo social sem precedentes, com alvos bem selecionados: os mais velhos e os mais novos, os reformados e os funcionários públicos.

Primeiro alarmam-se três milhões de cidadãos com o anúncio de uma taxa sobre as pensões que, 48 horas depois, ficamos a saber não reúne o consenso na coligação. Mais tarde, e não sei quantos Conselhos de Ministros extraordinários depois, percebemos que a taxa, aceite pela troika como garantia para o fecho da sétima avaliação, é afinal facultativa e não obrigatória - como se alguém, no seu perfeito juízo, acreditasse que as medidas acordadas com "estes senhores" não tivessem carácter obrigatório. E descobrimos que "a fronteira que não pode ser ultrapassada" pelo partido dos contribuintes e dos reformados ficou afinal para trás no momento em que o líder do CDS permitiu a inclusão da taxa no menu acordado. Portanto, a taxa existe e ponto final! E este é o mesmo Paulo Portas que, continuando no Governo, não cora de vergonha nem pede perdão à Nossa Senhora de Fátima por se associar à convergência retroativa dos regimes de pensões - mais uma inconstitucionalidade grosseira - validando um novo esbulho de 10% aos reformados.

E depois há o problema demográfico que torna insustentável a Segurança Social. É verdade que em Portugal nascem cada vez menos crianças. Mas quem é que se arrisca a ter filhos na iminência de ficar desempregado e numa recessão económica sem fim à vista? E será que a insustentabilidade do sistema de pensões não resulta também da redução drástica da matéria tributável e contributiva, consequência de um desemprego que continua a crescer?

Se a isto juntarmos o plano de despedimentos na administração pública, os cortes nos subsídios de desemprego, a falta de políticas de crescimento e criação de emprego, e todas as medidas austeritárias que são o alfa e o ómega da governação, ficamos esclarecidos sobre as razões que levaram em tempos o primeiro--ministro e um ex-secretário de Estado a incentivar os jovens a saírem da sua zona de conforto e a emigrarem para outras paragens. Desde o início que o plano ideológico do Governo de Passos Coelho e de Vítor Gaspar, com a cumplicidade de Paulo Portas, era, afinal, ver-se livre do maior número possível de portugueses. Velhos ou novos." (Nuno Saraiva - Diário de Notícias)


PS acusa Governo de instalar clima de medo entre os reformados

-

O líder do PS, António José Seguro, acusou na sexta-feira o Governo de instalar um clima de medo e insegurança entre os reformados com as propostas de cortes orçamentais que apresenta e exigiu mais respeito pelos portugueses.

"O Governo passa a vida a meter medo e insegurança aos reformados", afirmou aos jornalistas, acrescentando que as pessoas que trabalharam "uma vida inteira" precisam de estabilidade e não de "insegurança, incerteza e medo".

Embora se tenha manifestado contra a Taxa Social Única (TSU) dos pensionistas, o secretário-geral do PS não quis alongar-se nessa matéria, alegando não querer intrometer-se "em jogos partidários".

Na quinta-feira, o ministro Paulo Portas disse que era "politicamente incompatível" com a Taxa Social Única (TSU) dos pensionistas", garantindo que nenhum limite foi ultrapassado.

"Sou contra essa taxa nas pensões, é um ataque inaceitável que terá a oposição do PS", disse o líder do partido, à margem da apresentação pública da candidatura de Paulo Neves (PS) à Câmara de Faro.

O dirigente socialista afirmou ainda que o país precisa de um Governo que fale a verdade aos pensionistas e reformados "em vez de dizer uma coisa ao domingo e outra à sexta-feira" e de "andar sempre com ameaças".

Notas do Papa Açordas: O sr.Passos "de" Coelho é isto mesmo: forte com os fracos e fraco para com os fortes (PPP, rendas, etc.)... É, pode-se dizer, um artista português!...

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Parlamento aprova co-adopção por casais homossexuais

-
Bancadas do PSD e do CDS tinham liberdade de voto. Diferença de cinco votos permite decisão surpreendente.

O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado esta sexta-feira no Parlamento com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 198 dos 230 deputados, vários abandonaram hemiciclo antes do início da votação.

O diploma legislativo sobre co-adopção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo tem como primeiros subscritores os deputados socialistas Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves. O objectivo é que seja possível estender o vínculo de parentalidade de um dos elementos do casal (pai ou mãe biológica ou adoptante) ao seu cônjuge. O Parlamento discute ainda mais dois projectos do BE e um do PEV sobre adopção plena por casais homossexuais.

No dia mundial contra a homofobia, Isabel Moreira defendeu que o país deve dar luz verde à co-adopção por casais do mesmo sexo. "Um passo civilizacional" que recusa "uma orfandade legal" que existe e que não acolhe o superior interesse da criança. Isabel Moreira referia-se assim a um projecto de lei que "chega atrasado para pais e mães e para crianças que muitas vezes na sua inocência desconhecem que o Estado desconsidera um dos seus pais".

A socialista pediu que se preenchesse um vazio legal que não responde às situações que já existem. E ilustrou com o caso de uma família homossexual com uma criança de dez anos, em que morrendo o progenitor, o seu cônjuge não tem qualquer poder legal relativamente à criança com quem vive, muitas vezes, desde o nascimento. A criança, frisou, fica sem os dois pais ou as duas mães. "É uma família destruída", disse Isabel Moreira.

"É hoje o dia de usar o voto para, mais do que nos imaginarmos no lugar do outro, sermos o outro", apelou Isabel Moreira.

Notas do Papa Açordas: É altura de desenterrar a cabeça da areia!... Estes problemas existem e temos de criar as condições para os resolvermos!...

Un joven holandés apuñala a un niño ruso en la isla de Creta

-
Un joven holandés apuñala a un niño ruso en la isla de Creta


Un joven holandés apuñala a un niño ruso en la isla de Creta
Un joven holandés de 20 años sospechoso de apuñalar y herir de gravedad, este miércoles, a un niño de 11 años de nacionalidad rusa, tras su arresto en Iraklio, en la isla de Creta, Grecia. El acusado, que fue contratado como animador de un hotel, apuñaló en 20 ocasiones al joven. (Stefanos Rapanis / EFE)-(20minutos.es)

Recolección de té en Japón

-
Recolección de té en Japón


Recolección de té en Japón
Varios productores de té orgánico recolectan hojas de te en la explotación de Toshiaki Kinezuka situada en en la localidad de Fujieda, en la prefectura de Shizouka (Japón). Su té es popular en todo el mundo entre los amantes de esta infusión. (Everett Kennedy Brown / EFE)-(20minutos.es)

Portas: “Sou politicamente incompatível com TSU dos pensionistas"

-
Líder do CDS defende-se das críticas por causa da taxa sobre pensões e diz que “o limite não foi ultrapassado”.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, defendeu nesta quinta-feira que não quebrou o seu compromisso de não permitir uma taxa de sustentabilidade sobre as pensões e sublinhou que "é politicamente incompatível" com a chamada TSU dos pensionistas.

“Eu sou politicamente incompatível com essa TSU dos pensionistas, por razões de justiça social, por razões de impacto económico e até por razões de prudência jurídica”, disse Portas, referindo-se à taxa de sustentabilidade que ficou definida no acordo com a troika.

Deixando claro que não aceitará a colocação em prática desta medida, Portas disse que “há um limite" que "não foi ultrapassado": "Sei que há um limite, trabalhei com os meus colegas do Governo para que esse limite não fosse ultrapassado. Não foi, e penso que não será", disse o líder do CDS, garantindo: "Tenho uma palavra e não duas".

“O Governo trabalhou arduamente durante a sua concertação com a troikapara que essa taxa deixasse de ser uma obrigação do Estado português e, na verdade, conseguimos todos que ela passasse a ser meramente opcional”, explicou Portas, fazendo questão de "dar esta palavra de sossego a 3,5 milhões de pensionistas da CGA e da Segurança Social".

Notas do Papa Açordas: Sem comentários...