sábado, 28 de fevereiro de 2015

Grécia: Tsipras acusa Portugal e Espanha de conspiração

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Foi num discurso para os membros do Syriza que Alexis Tsipras declarou que Espanha e Portugal estão a tentar levar o seu governo para o "abismo".

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras acusou Espanha e Portugal de conspiração conservadora para derrubar o seu governo.

Num discurso para os membros do Syriza, Tsipras afirmou que Madrid e Lisboa tentam derrubar o seu governo, dizendo que os executivos temem as suas próprias forças radicais antes das eleições.

“Encontramos a oposição de um eixo de poder, liderado pelos governos de Espanha e Portugal, que por óbvias razões políticas tentaram levar as negociações para o abismo”, afirmou, segundo a Reuters.

"O seu plano era e é desgastar-nos, derrubar o nosso governo e levá-lo a uma rendição incondicional antes que o nosso trabalho comece a dar frutos e antes que o exemplo da Grécia afete outros países, principalmente antes das eleições em Espanha", previstas para o final deste ano, acrescentou.

Numa entrevista hoje publicada no jornal Expresso, o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, afirma que Portugal esteve "alinhado com todos os outros 17 países da zona euro" e diz que "pode ter havido politicamente a intenção de criar" a ideia de que Portugal teria sido um dos países mais exigentes com Atenas, "mas ela não é verdadeira".

Segundo Tsipras, o plano do ex-primeiro-ministro conservador Antonis Samaras e do Partido Popular Europeu (PPE) - a família política europeia a que pertencem os partidos da coligação de governo em Portugal (PSD e CDS-PP) e o partido de governo em Espanha (PP) - era provocar um desgaste prematuro no governo Syriza.

"Tentaram empurrar-nos para concessões inaceitáveis, sob a ameaça de um colapso", para semear a deceção na população e nas bases do Syriza, disse Tsipras, citado pela agência EFE.

O objetivo, afirmou, era fazer fracassar o governo grego ou, pelo menos, levar à formação de um executivo "de duvidosa legitimidade moral e política", como o governo dirigido pelo tecnocrata Lukas Papademos, que liderou a Grécia interinamente após a demissão do social-democrata Georges Papandreou em 2011.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Passos Coelho e Maria Luís bem tentaram passar a ideia contrária mas ninguém acreditou!...Vergonha!...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

HOLLANDE VISITA FILIPINAS

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Hollande visita Filipinas

HOLLANDE VISITA FILIPINAS

El presidente francés, François Hollande (3º dcha), conversa con dos pescadores durante su visita a Guiuan, en la provincia oriental de Samar, en el centro de Filipinas. El presidente de Francia, François Hollande, se trasladó hasta la localidad de Guiuan, en la costa este de Filipinas, para conocer de primera mano la devastación que dejó tras de sí el tifón Haiyan en noviembre de 2013 y los esfuerzos para rehabilitar la zona. (Ritchie B. Tongo / EFE)-(20minutos.es)


Assalto à mão regulada

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Era a EDP ainda estatal e monopolista quando me quis cobrar os consumos não liquidados por anteriores locatários de uma casa que comprei. Para celebrar o novo contrato tive de dar a leitura do contador e, na primeira conta, tungas: desapareceu-me uma fortuna da conta bancária. Como pelo telefone se recusassem a devolver o dinheiro, fui a uma dependência, onde ainda me quiseram convencer de que era de lei pagar consumos alheios. Percebendo-me à beira da luta armada, lá aceitaram devolver o valor - na fatura seguinte. Queriam, pois, um empréstimo a juro zero aqui da magnata, que, graças a competente banzé, não saiu dali sem o pecúlio, até à última moeda - e várias horas perdidas.
Passaram 20 anos. Num mercado "livre", concorrencial e com reguladoras profissionais, deveria ser muito mais fácil para um consumidor fazer valer os seus direitos, não era? Pois. Desbloqueio de telemóveis, por exemplo: lei de 2010 estipula que, após um período de fidelização contratual (não podendo exceder dois anos), a operadora, se tal lhe for solicitado, tem de o fazer de graça. Nem pensar, dizem elas: a fidelização aplica-se ao serviço, não ao aparelho. Ou seja: compra-se um telefone com desconto no âmbito de um contrato de dois anos, contrato esse que obriga a uma mensalidade superior por se comprar o telefone (é assim na Vodafone, por exemplo), mas no fim do mesmo, se pedir desbloqueio, tem de pagar. As reclamações são inúmeras - há até condenações das operadoras em tribunal pela má-fé. Que faz a reguladora do setor, a Anacom? Dorme a sesta.
A ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) não é melhor. Constatei-o em recente queixa sobre estimativas sistematicamente empoladas à qual juntei faturas e reclamações de anos (e respetivas respostas, sempre iguais, da empresa). Pombo de correio eletrónico, a ERSE comunicou-me que comunicara a minha queixa à empresa, e respondeu-me com a resposta desta (idêntica às anteriores). Insisti; sucedeu o mesmo. Intervenção da ERSE: zero. E quando intervém? Piora. Caso das cauções que EDP e Galp cobraram até 1999 na celebração de contratos e que, anuncia-se, são obrigadas a devolver até ao final de 2015, num total de mais de 18 milhões de euros. E que decidiu a ERSE para os termos da devolução? Nada tão simples como as empresas devolverem diretamente aos clientes que mantêm contratos, nem pensar. Têm de ser estes, um a um, a solicitar a devolução (podem não querer, não é?). Como, a Galp explica no site: o "interessado" tem de enviar à empresa, por correio, "original do documento que comprova o pagamento da caução" (o original, deus) solicitando uma declaração da mesma atestando o direito a receber, a qual deve de seguida enviar à Direção-Geral do Consumidor (que ficará com dinheiro não reclamado). Caricatura mais perfeita só a de não ser raro presidentes das reguladoras passarem para as entidades que regulam, ou vice-versa. É o "mercado livre" à portuguesa. (Fernanda Câncio - Diário de Notícias)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

HUELGA GENERAL EN BANGLADESH

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Huelga general en Bangladesh

HUELGA GENERAL EN BANGLADESH 

Un comerciante descansa sobre una pila de sacos de ajos en un mercado para mayoristas en el Bazar Kawran durante la huelga general convocada por la alianza liderada por el Partido Nacionalista de Bangladesh, en Dacca (Bangladesh). Según la Cámara de Comercio e Industria de Dacca la huelga causa pérdidas diareas de 2,6 millones de euros. (Abir Abdullah / EFE)-(20minutos.es)


ATENTADO SUICIDA EN KABUL

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Atentado suicida en Kabul

ATENTADO SUICIDA EN KABUL

Soldados turcos de la misión Apoyo Resuelto de la OTAN inspeccionan el escenario de un atentado suicida contra contra un vehículo de la Embajada turca en Kabul (Afganistán). Dos personas murieron, una de ellas el suicida, y otra resultó herida cuando el terrorista lanzó el vehículo que conducía lleno de explosivos contra un automóvil con extranjeros frente a la Embajada de Irán en Kabul, próxima a la legación turca. (Jawad Jalali / EFE)-(20minutos.es)


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

'FESTIVAL DEL CERDO' EN VIETNAM

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'Festival del cerdo' en Vietnam

'FESTIVAL DEL CERDO' EN VIETNAM

Varias personas sujetan a un cerdo con cuerdas en la localidad de Nem Thung en la provincia de Bac Ninh en. Autoridades han pedido a los vecinos de la localidad que cambien su tradicional matanza del cerdo por un 'Festival del cerdo' tras las críticas de las organizaciones defensoras de los animales y los medios de comunicación. Durante la matanza los cerdos son sujetados con cuerdas y abiertos en canal o decapitados con espadas durante las celebraciones del Año Nuevo Lunar. Después, los vecinos bañan el dinero en su sangre en busca de buena suerte. (Ha Duc Thanh / EFE)-(20minutos.es)


CUATRO DETENIDOS EN UNA OPERACIÓN ANTIYIHADISTA

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Cuatro detenidos en una operación antiyihadista

CUATRO DETENIDOS EN UNA OPERACIÓN ANTIYIHADISTA


 Agentes de la Guardia Civil trasladan a uno de los cuatro detenidos durate una operación donde han desarticulado una red de reclutamiento y adoctrinamiento del grupo terrorista yihadista Daesh en España, en una operación en la que han detenido a dos personas en Melilla y a otras dos en Cataluña, concretamente en Barcelona y Gerona. En la imagen, un agente hace guardia durante la operación llevada a cabo en la ciudad autónoma. (Noelia Ramos / EFE)-(20minutos.es)


Nem taxa nem verde

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"Uns 40 milhões de euros era quanto o Governo ambicionava arrecadar com um imposto de 10 cêntimos sobre cada saco de plástico com que carregamos as compras do supermercado. A taxa entrou em vigor e os portugueses, com a sua proverbial capacidade de adaptação, transferiram as compras para sacos reutilizáveis há muito oferecidos pelos hipermercados, num retornar ao cesto para ir à feira.
Com esta simples alteração de bom senso quotidiano, ao que tudo indica os 40 milhões não vão passar de uma miragem. Até porque os supermercados e os híperes passaram a vender sacos mais grossos que escapam à taxa só aplicável aos de espessura inferior a 50 mícrons e chegaram mesmo à conclusão de que fica mais barato destruir os sacos que têm em stock do que pagar a taxa.
Mas se foi a "taxa", ao menos que fique o "verde". O Ministério se provavelmente se enganou na previsão do imposto não foi por não fazer as contas. Segundo divulgou o ministro do Ambiente, cada português utilizava em média 466 sacos e o objetivo era que, com esta medida, em 2015 seria possível passar para os 50 sacos por habitante. É este o prémio de consolação que continua a ser apresentado por Jorge Moreira da Silva.
Mas receio que falte fazer uma pergunta: Onde é que eu meto o lixo? É que, lá em casa, tal como na de muitos portugueses, o que se fazia era transformar os sacos de compras em sacos do lixo. Agora acabou--se. Temos de comprar sacos do lixo nos supermercados, que ganharam um novo negócio, ou ir às lojas chinesas encontrar sacos de ocasião. O consumidor paga e é difícil divisar os ganhos ambientais que se contabilizam com a alteração de hábitos.
A imagem que fica é a de governantes descolados da realidade que não conseguiram antecipar aquilo que qualquer dona de casa lhes poderia ter explicado." (David Pontes - Jornal de Notícias)





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

LA NOCHE DE ALEJANDRO GONZÁLEZ IÑÁRRITU

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La noche de Alejandro González Iñárritu

LA NOCHE DE ALEJANDRO GONZÁLEZ IÑÁRRITU 

El director mexicano Alejandro González Iñárritu posa con los tres Oscar que ha logrado por Birdman (mejor película, mejor director y mejor guión original). La 87 edición de los premios Oscar ha supuesto la consagración del filme de Iñárritu.  (Paul Buck / EFE)-(20minutos.es)


Elogio à compaixão da Alemanha

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"Maria Luís Albuquerque foi à Alemanha fotografar-se com Wolfgang Schäuble. A portuguesa não foi ao beija-mão. Foi pior do que isso, o alemão é que achou que devia dar uma mão à sua fiel Albuquerque. Escrevi fiel, não leal. Lealdade é sentimento entre iguais. No final da reunião do Eurogrupo, que abriu uma porta, o grego Varoufakis disse o que se ia fazer: "Acordamos (...) uma nova lista de reformas que vamos abordar de um modo escolhido por nós em colaboração com os nossos parceiros. Não iremos continuar a seguir o guião que nos foi dado por agências exteriores." Isto é, o grego disse: estamos em crise, mas não deixamos de ser um país independente. Isto é, não aceitou ser o "protetorado" que o governo português disse com todas as letras ser. Sobre os que governaram assim, Varoufakis disse: "Eles nunca imaginaram a possibilidade de dizer não. Quando não se consegue imaginar a possibilidade de dizer não, não se está a negociar. E quando não se está a negociar numa situação como a da crise da zona euro, acaba-se a aceitar um acordo em que no fim (...), além de mau para os fracos, é mau para os fortes." A Alemanha reconheceu isso e vai mudar. Por isso é que piedosamente deu uma mão aos seus fiéis. Quando os lusitanos Audas, Ditalco e Minuro, comprados pelo general romano Cipião, mataram Viriato, foram pedir a paga. Foram mortos e expostos com um cartaz: "Roma não paga a traidores." Sorte a do governo português. Berlim paga."
(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Nos outros blogs

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 Interrogações que me atormentam

Terem morrido portugueses abandonados nas urgências por falta de recursos nos hospitais não ofendeu a dignidade dos portugueses? Ver filas para a sopa dos pobres em tudo quanto é bairro não ofende a dignidade dos portugueses? Voltar a ver as cenas de despedidas familiares que parte  a seguir ao Natal não ofende a dignidade dos portugueses?

Qual será o conceito de dignidade destes governantes miseráveis?

In "O Jumento"

Cartoon

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Cartoon ELIAS O SEM ABRIGO DE R. REIMÃO E ANÍBAL F. 



In "Jornal de Notícias"

Quer mesmo um Estado de direito

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1- Na semana passada, escrevi neste espaço que se o texto que a advogada Paula Lourenço publicou na Revista da Ordem dos Advogados não levantasse, pelo menos, interrogações sérias sobre o estado da Justiça em Portugal, nomeadamente sobre o processo conhecido como Operação Marquês, algo estava errado.
As denúncias feitas pela advogada de Carlos Santos Silva, preso preventivamente no âmbito da dita operação, são de uma enorme gravidade. Percebo que haja quem pense que Paula Lourenço esteja a tentar defender o seu cliente da melhor forma possível, mas seria preciso estar completamente desprovida do mais elementar bom senso para fazer sem nenhum fundamento as acusações que faz. A advogada fala de interrogatórios ilegais, apreensões de diversos objetos sem mandado, negação de acesso a advogado, tratamentos desumanos; uma série de faltas de respeito pela lei e de abusos de poder que em qualquer país que se orgulhe de viver sob uma democracia liberal levaria, pelo menos, a que pessoas mais ou menos responsáveis pela comunidade viessem a público pedir esclarecimentos, que a opinião pública quisesse saber, ao menos, se havia alguma veracidade nas acusações feitas.
Mais de uma semana volvida e nem um responsável político se pronunciou. Nem o governo, nem o Presidente da República, nenhum deputado, nenhum partido, uma única organização cívica, nada. Um silêncio completo. Nem a ministra da Justiça, sempre disposta a dizer coisas, nem um antigo ministro da Justiça, agora líder de um partido, que podia, para variar, dizer qualquer coisinha de não irrelevante. Rigorosamente nada. Possíveis ataques ao Estado de direito, possíveis ataques a garantias básicas dos cidadãos, possíveis abusos e ilegalidades em investigações não fazem os nossos representantes mexer sequer o sobrolho. Já sabemos que a procuradora-geral da República veio dizer que não há problema, mas é bom que se perceba que o estado da Justiça está longe, muitíssimo longe, de ser um assunto que diga apenas respeito aos seus operadores. E não deixa de ser estranho que uma denúncia da gravidade da que foi feita seja arrumada de uma forma burocrática.
Que fique absolutamente claro, estamos perante uma eventual questão política, uma questão política no mais rigoroso sentido do termo: o de saber se o poder judicial cumpre escrupulosamente a lei, se quem é responsável pela justiça respeita os limites por ela impostos, se há ou não graves falhas na condução do processo penal, se a Justiça não abusa dos seus poderes.
E é esta a parte em que este cidadão dá confiança aos que pensam que qualquer pessoa que ache que há irregularidades neste caso só pode ser alguém que é movido por um qualquer amor irracional ao ex--primeiro-ministro. É nesta altura que se tem de escrever que não está em causa Sócrates ou Santos Silva, mas sim princípios fundamenteis do Estado de direito. Que é muito provável que todas as falhas que Paula Lourenço denuncia não sejam exclusivas deste processo e que sérias irregularidades aconteçam noutros. Que este caso, dada a sua relevância e tumulto, sirva para percebermos que há problemas graves na Justiça.
Mais do que o silêncio dos políticos, que ou não percebem o que está em causa ou pensam apenas que uma tomada de posição poderá ser interpretada como um apoio a quem quer que seja, mais do que o miserável medo de quem percebe que algo está errado mas receia represálias, mais do que o silêncio de muitos agentes de justiça que à boca pequena falam de casos preocupantes mas não os denunciam publicamente, algo é ainda mais preocupante. De longe o que mais preocupa, o que causa um profundo incómodo, é a sensação de que Estado de direito, direitos fundamentais, garantias básicas, princípios que foram construídos para defender os cidadãos do arbítrio face ao Estado, sejam vistos como palavras utilizadas para defender quem quer que seja. Que haja quem pense que esses princípios são desprezíveis se servirem para defender alguém de quem não se gosta ou não seja da mesma cor política. Que os cidadãos tenham esquecido ou desprezem direitos e garantias por que tantos lutaram e constituem valores essenciais da nossa civilização.
Pense lá um bocadinho, caro leitor, quer mesmo um Estado de direito?
2- O acordo a que se chegou na passada sexta-feira diz que se vai continuar a negociar, que acabou o tempo do pensamento único. Vem na sequência da assinatura da certidão de óbito dos criminosos memorandos e das políticas por eles consubstanciadas - e do anúncio subentendido de um novo caminho para a Europa - feito pelo presidente da Comissão Europeia quando afirmou que a troika atingiu a dignidade dos países resgatados.
Tudo isto seria possível sem a vitória do Syriza e sem a sua posição negocial? Claro que não.
Por muito que custe, pode ter sido a vitória de um partido de esquerda radical a salvar a Europa. "Estranhos são os desígnios do Senhor."
(Pedro Lopes Marques - Diário de Notícias)

CIRUELOS EN FLOR EN JAPÓN

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Ciruelos en flor en Japón

CIRUELOS EN FLOR EN JAPÓN


El jardín de ciruelos japones de Atami (Japón) es famoso por albergar hasta 472 ejemplares de 59 variedades distintas. El jardín es visitado por miles de turistas que disfrutan del espectáculo de su floración. En la imagen, los primeros árboles en flor del año. (GTRES)-(20minutos.es)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

ACROBACIAS AÉREAS EN INDIA

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Acrobacias aéreas en India

ACROBACIAS AÉREAS EN INDIA

Vista general del espectáculo ofrecido por los acróbatas de dos aviones biplanos Boeing Stearman de Breitling durante la décima edición de Aero India en la base aérea de Yelahanka, en Bangalore (India). Aero India 2015 se celebra del 18 al 22 de febrero y cuenta con la participación de aviones de grandes fabricantes de todo el mundo. (Jagadeesh / EFE)-(20minutos.es)


MERCADO FLOTANTE EN TAILANDIA

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Mercado flotante en Tailandia

MERCADO FLOTANTE EN TAILANDIA

Una multitud visita el mercado flotante de Bangkok (Tailandia). Tradicionalmente tan sólo se vendían verduras y frutas en los mercados flotantes, aunque que hoy en día estos se mantienen como un reclamo turístico en el país asiático. (Barbara Walton / EFE)-(20minutos.es)




Assuntos internos

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Uma advogada publica um artigo denunciando uma série de ilegalidades e abusos de poder imputados ao Ministério Público e ao juiz de instrução: buscas, apreensões e interrogatórios sem cobertura legal, recusa de acesso a advogado e denegação de acesso a banho e muda de roupa durante vários dias de detenção.
Pode tal ser verdade, passar-se no século XXI num país democrático e num processo no qual cada vírgula é supostamente alvo de escrutínio? Custa a crer. Mas este é o mesmo país e processo em que um procurador permite que lhe sejam atribuídas suspeitas em relação à lisura na distribuição de recursos no Tribunal da Relação e um juiz de instrução escreve num despacho decretando a prisão preventiva como numa coluna de jornal, comentando: "Esta, se pecar, não é por excesso" (faltou dizer que medidas mais gostaria de ter ao dispor, e porquê).
Não; não passemos desde já a concluir que, neste país e processo, sendo manifesta a insatisfação destes atores judiciais com a lei e poderes que esta lhes confere, possam, querendo, exorbitar dela e deles: afinal, o procurador está inserido numa hierarquia e até para o juiz é suposto haver sindicância (a do Conselho Superior de Magistratura). Oiçamos então a procuradora-geral da República sobre a denúncia da advogada. Em comunicado de 16 de fevereiro, refere que as acusações em causa estão no recurso da advogada para a Relação (referente às medidas de coação) e que "o MP tomou posição no local próprio, isto é, no âmbito do processo, não podendo nem devendo efetuar qualquer comentário". E conclui: "O MP, sempre que da análise de elementos que venham ao seu conhecimento resultar qualquer indício de ilegalidade ou irregularidade, não deixará de recorrer a todos os procedimentos previstos na lei." Curiosamente, a maioria das interpretações foi no sentido de que a PGR "não comenta as acusações". Mas o que se lê no comunicado é que a PGR assume como boa, e sua, a versão do procurador do processo, negando a existência de quaisquer "indícios de ilegalidade" ou sequer "irregularidade" - porque, e nisso contradiz a primeira asserção de que não poderia tomar posição diferente da assumida no processo pelo respetivo procurador, diz claramente que reconhecendo indícios de qualquer uma delas agiria. Ou seja: a procuradora, dizendo que não comenta as acusações e está até disso impedida, refuta-as.
Num país em que basta uma denúncia em carta anónima para desencadear uma investigação, um artigo assinado e um recurso que denunciam a corrupção de funções e garantias basilares do Estado de direito não resultam sequer num processo de averiguações - nem para inglês ver. A Relação, claro, pode mandar investigar - mas como investigaria o MP depois de ter afirmado nada haver de investigável? É assim tão mau, é. E, pelos vistos, o ódio, o oportunismo e taticismo políticos mais a falta de imaginação preparam-se para deixar chocar até ao fim este ovo de serpente. 
(Fernanda Câncio  - Diário de Notícias)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Nos outros blogs

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 Jumento do dia
    
Poiares Maduro

Este rapaz apareceu no governo para substituir o "iletrado" Miguel relvas, apresentado com um grande académico prometia uma condução política do governo digna dos seus diplomas. Foi um desastre, não fez esquecer Miguel relvas e desde há muito que a sua única função no governo é fazer o trabalho sujo de atacar o líder da oposição. Mas convenhamos que ver um ministro dizer que o líder do PS se está a afundar só merece uma gargalhada, este ministro da informação do governo faz lembrar um outro ministro da informação, o do Sadam Hussein.

«"Acho que o dr. António Costa, de cada vez que fala de fundos europeus, afunda-se um pouco mais", afirmou Piares Maduro, ao ser confrontado pelos jornalistas com críticas que António Costa lhe fez hoje, ao afirmar que o ministro "devia sair mais do gabinete" para conhecer a realidade do país.

O governante falava aos jornalistas à margem da apresentação do novo quadro comunitário de apoio, denominado Portugal 2020, realizada hoje no Teatro de Faro, onde foi apupado à chegada por meia centena de residentes das ilhas da Ria Formosa abrangidos pela demolição de habitações.

O secretário-geral do PS considerou hoje que se Poiares Maduro conhecesse "a realidade do país onde está e não do país onde estudou e viveu, talvez os fundos comunitários estivessem a produzir efeitos já", numa referência ao facto de, antes de assumir o cargo, o ministro ter passado profissionalmente pelos Estados Unidos, Itália ou Luxemburgo.» [Notícias ao Minuto]

In "O Jumento"

INTENTO DE SALTO EN MELILLA

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 Intento de salto en Melilla

INTENTO DE SALTO EN MELILLA

Una veintena de inmigrantes continúan subidos a la valla de Melilla, en una zona muy próxima al puesto fronterizo de Barrio Chino, ante un fuerte despliegue de la Guardia Civil, tras el intento de entrada registrado hoy, en el que alrededor de treinta subsaharianos han conseguido acceder a la ciudad autónoma. (F.G. Guerrero / EFE)-(20minutos.es)


Jean-Claude Juncker: "Pecámos contra a dignidade da Grécia e de Portugal"

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O Presidente da Comissão Europeia fez esta quarta-feira um ‘mea culpa’ por causa das políticas de austeridade seguidas em países como Grécia, Portugal ou Irlanda. O sucessor de Durão Barroso disse ainda que é preciso retirar "as lições da história e não repetir os mesmos erros".

Jean-Claude Juncker assumiu esta quarta-feira que foram cometidos 'excessos' com os pedidos feitas aos países sob auxílio financeiro da troika. 

"Pecámos contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia e em Portugal e muitas vezes na Irlanda", reconheceu Jean-Claude Juncker, numa declaração citada pelo site EuropaPress.

"Eu era presidente do Eurogrupo, e pareço estúpido em dizer isto, mas há que retirar as lições da história e não repetir os mesmos erros", admitiu, fazendo ‘mea culpa’ pelos passos seguidos no ajustamento destes países.

Numa altura em que por causa da eleição do novo Governo grego se fala na possível extinção da ‘organização’ troika, Juncker defendeu que é, de facto, preciso rever o modelo.

"A troika é pouco democrática, falta-lhe legitimidade e devemos revê-la quando chegar o momento", declarou, em Bruxelas, no Comité Económico e Social Europeu, o Presidente da Comissão Europeia.
Apesar de pretender alterar este modelo, considera o responsável europeu que o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia devem manter-se na sua estrutura, sempre que for necessária uma intervenção num país europeu. 

Apesar das suas críticas tecidas à troika, Juncker fez questão de referir que as suas declarações "nada devem à necessidade de consolidar no curto, médio e longo prazo as nossas finanças públicas, porque não podemos viver às custas das futuras gerações" nem à "necessidade de empreender reformas estruturais que aumentem o potencial de crescimento da Europa".(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Tanto o seu antecessor Barroso como o seu discípulo Passos Coelho não ficam bem nesta fotografia...