sexta-feira, 24 de junho de 2016

HOGUERAS DE MONTAÑA

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HOGUERAS DE MONTAÑA




ESPERANDO UNA BOLA DE HELADO

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ESPERANDO UNA BOLA DE HELADO

Varios niños esperan pacientemente que un vendedor les regale una bola en una heladería de Hamorya, al este de la provincia al-Ghouta (Siria). (Mohammed Badra / EFE)-(20minutos.es)



Respostas às dúvidas que assombram portugueses após vitória do Brexit

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Os eleitores britânicos decidiram que o Reino Unido vai sair da UE, depois de o 'Brexit' ter conquistado 51,9% dos votos no referendo de quinta-feira, cuja taxa de participação foi de 72,2%.

Quando sai o Reino Unido da União Europeia (UE)?

A saída não será imediata. Segundo o Tratado de Lisboa, prevê-se, no artigo 50.º, um prazo de dois anos para a negociação da saída de um Estado-membro do bloco europeu.
Os presidentes das instituições europeias (Comissão, Conselho, Parlamento Europeu e da presidência rotativa da UE) defenderam já um 'divórcio' o mais rapidamente possível, "por muito doloroso que seja o processo".
Como será a relação do Reino Unido com a UE?
Mais uma vez depende das negociações que vão iniciar-se em breve. Mas após esses dois anos de negociações sobre as modalidades da saída, segundo o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, será necessário "negociar as relações entre o Reino Unido e a UE a partir do zero".
"Tudo tem de ser revisto e renegociado" e não apenas internamente, mas também na perspetiva dos acordos vigentes entre o Reino Unido e o resto do mundo, "pois todos os acordos comerciais internacionais (pelo menos 52) foram concluídos em nome da Europa", segundo Juncker.
Quantos portugueses vivem no Reino Unido?
De acordo com as autoridades portuguesas, vivem no Reino Unido meio milhão de portugueses.
Vai ser necessário usar o passaporte de cidadão da UE para voltar ao Reino Unido?
Para já, não. Pelo menos durante este período de negociação entre Londres e Bruxelas. Depois, dependerá das negociações entre o Reino Unido e a União. Poderá haver também mudanças relativamente às autorizações de residência e de trabalho. Afinal, um dos temas centrais da campanha foi a imigração, incluindo de países europeus com maiores problemas económicos -- há cerca de três milhões de cidadãos europeus a viver no Reino Unido, de acordo com um estudo de uma organização não-governamental britânica.
As viagens para o Reino Unido vão ser mais difíceis?
O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (The World Travel & Tourism Council), entidade vocacionada para viagens de executivos, garantiu hoje que, no curto prazo, não haverá alterações aos procedimentos de entrada no país, a partir dos países da UE.
Os emigrantes portugueses terão mais dificuldades em viver no Reino Unido?
A curto-prazo, um grande número de economistas e instituições internacionais previu um período de instabilidade económica e até recessão na eventualidade de "Brexit", logo é possível que os portugueses sintam o impacto de menor crescimento económico ou desemprego.
A médio e longo prazo, poderá ser mais difícil ter acesso a estatuto de residente ou vistos de trabalho e a apoios sociais como subsídio de desemprego. Mas isto vai depender do resultado das negociações com a União Europeia.(Notícias ao Minuto)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

SOLAR IMPULSE II YA ESTÁ EN SEVILLA

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SOLAR IMPULSE II YA ESTÁ EN SEVILLA

El avión Solar Impulse II, segundos antes de aterrizar en el aeropuerto de Sevilla, tras cruzar el Atlántico después de 90 horas de vuelo. (SOLAR IMPULSE)-(20minutos.es)


GUARDIAS A LA CARRERA

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GUARDIAS A LA CARRERA

Varios miembros de la guardia de honor del ejército surcoreano participan en la ceremonia con motivo del 20 aniversario del cambio de la guardia real delante del ayuntamiento de Seúl (Corea del Sur). (Jeon Heon-Kyun / EFE)-(20minutos.es)

Nos outros blogs

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 Jumento do dia
    
Maria Luís, boateira profissional

Agora temos uma ex-ministra especializada em dar conta de rumores sobre o futuro dos bancos portugueses, o que diz muito sobre o nível desta senhora. É uma vergonha ver uma ex-ministra a lançar boatos num domínio tão sensível como a banca. Enfim, mas é o que temos, a senhora é pequenina e nada podemos fazer.

«A vice-presidente do PSD, Maria Luís Alquerque, fala, num artigo de opinião publicado no Jornal de Negócios, nos “rumores” que existem, em Portugal e em Bruxelas, de que o Governo pretende integrar o Novo Banco na Caixa Geral de Depósitos (CGD) e lança algumas questões, sugerindo que esta integração poderá estar na origem da necessidade de recapitalização da CGD, no valor de quatro mil milhões de euros.

Por cá e em Bruxelas comenta-se que o Governo tenciona integrar o Novo Banco na CGD. E há rumores de que uma recusa de Bruxelas poderia fazer cair o Executivo”, refere a ex-ministra das finanças, acrescentando que “normalmente não há fumo sem fogo…”
E a propósito do “fumo”, lança algumas questões:”O Novo Banco não é público, não pertence ao mesmo dono que a CGD. Seria comprado? A que preço? Seria nacionalizado? Com ou sem indemnização? Será que é intenção do Governo fazer recair o custo da resolução do BES sobre os contribuintes, quando a forma como o processo foi conduzido se destinou precisamente a protegê-los?”.» [Jornal de Negócios]

In "O Jumento"


quarta-feira, 22 de junho de 2016

MADRID SE LLENA DE ELEFANTES DE COLORES

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MADRID SE LLENA DE ELEFANTES DE COLORES

Uno de los elefantes con la trompa hacia arriba, que simboliza la buena suerte, la protección y los nuevos proyectos en la cultura india. Las figuras, instaladas en el centro de Madrid, darán la bienvenida a las estrellas de Bollywood que participarán el próximo sábado en la ceremonia de entrega de sus premios anuales. (Zipi / EFE)-(20minutos.es)

LA TATE MODERN, EN CAMPAÑA

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LA TATE MODERN, EN CAMPAÑA

La fachada de la Galería Tate Modern con el aviso Vote Remain (Votar permanece), en Londres (Reino Unido). (Will Oliver / EFE)-(20minutos.es)


20 SATÉLITES EN UN SOLO COHETE

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20 SATÉLITES EN UN SOLO COHETE

Despegue del vehículo polar PSLV-C34, con 20 satélites, en la plataforma de lanzamiento en el Centro Espacial Satish Dhawan de Sriharikota, en el estado suroriental de Andhra Pradesh (India). (ISRO - EFE)-(20minutos.es)

Desastre no Banif exige "apuramento de responsabilidades na TVI"

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Jornalista acredita que alguém ganhou com a notícia do fecho do banco.

Manuela Moura Guedes acusa o Banif de estar a servir “interesses”, nomeadamente da TVI e o Santander.

A jornalista, que chegou foi pivot da estação de Queluz, aponta várias questões que considera que devem ser analisadas no que diz respeito à fuga de informação relativa ao fecho do banco. O mais curioso, refere, é “o processo de ‘liquidação desordenado’ [do Banif]” ter começado “ na noite em que a TVI dá a notícia do fecho do Banif”.
Moura Guedes questiona como se lança uma notícia desta magnitude a um domingo, quando “não há praticamente ninguém na redação” e defende que "ninguém no seu perfeito juízo, responsável pela informação de uma estação, deixa pôr no ar uma notícia sobre o 'fecho do Banif' sem ter a certeza absoluta de tudo”, a menos que esteja certo do conteúdo da mesma. Isso é algo, porém, que a jornalista não acredita que tenha acontecido, uma vez que a notícia foi sendo diversas vezes alterada durante aquela noite.
Por tudo isto, a jornalista acredita que o Santander, “que é acionista da TVI”, foi outro dos que se aproveitou da situação e comprou o banco pelo "baixo valor de 150 milhões”.
“Como é que um desastre destes não origina um apuramento de responsabilidades na TVI . Muito curioso.. “, questiona Manuela Moura Guedes na sua página de Facebook. (Notícias ao Minuto)

Ainda não almoçou? Eis os riscos de não comer a horas

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Estudo sugere que comer a horas é tão importante como o que come.

Nunca come à mesma hora? Passa várias horas sem comer? Estudo sugere que os padrões irregulares de refeição estão ligados a um maior risco de hipertensão, obesidade e diabetes.

Um grupo de cientistas do King’s College de Londres, da Universidade de Newcastle e da Universidade de Surrey analisou uma série de estudos e concluiu que a frequência com que come pode ser tão importante como o que come.
De acordo com a revisão que fizeram, comer de forma irregular – ou seja, umas vezes comer várias vezes ao dia, e outras vezes passar horas e outras sem comer – está relacionado com um risco mais alto de sofrer de hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade.
Os investigadores destacam que comer de forma inconsistente pode afetar o funcionamento do relógio interno do corpo – ou ritmos circadianos – que tipicamente seguem um ciclo de 24 horas e que influenciam inúmeros processos metabólicos, incluindo a digestão, o apetite, a digestão e a forma como o corpo lida com a gordura, o colesterol e a glucose.
Como reporta o Daily Mail, os investigadores admitem que é preciso fazer mais estudos para perceber o impacto das rotinas de refeição na saúde pública – especialmente em tempos com tantos trabalhos por turnos. (Notícias ao Minuto)

terça-feira, 21 de junho de 2016

PINTURA CONTRA EL GOBIERNO MACEDONIO

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PINTURA CONTRA EL GOBIERNO MACEDONIO

Una manifestante pinta las paredes del Ministerio de Justicia durante una protesta contra el gobierno llamada Revolución Colorida, en Skopje (Macedonia). (Nake Batev / EFE)-(20minutos.es)


Plano de reestruturação da Caixa deve ter "amplo consenso nacional"

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O Presidente da República insistiu hoje na necessidade do plano de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos merecer um "amplo consenso nacional", escusando-se a comentar a realização de uma comissão de inquérito ou uma auditoria forense.

"É importante que o plano de reestruturação que venha a ser apresentado seja um plano que mereça um consenso nacional, trata-se de uma grande instituição que todos acham que deve continuar uma instituição portuguesa, pública e forte", afirmou o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao Hospital das Forças Armadas, em Lisboa.

Questionado se está preocupado com o que se passa no banco público e como vê as notícias sobre a realização de uma comissão parlamentar de inquérito ou de uma auditoria forense à instituição, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a pronunciar-se sobre o que o parlamento "está a fazer ou vai fazer".
Além disso, acrescentou, a Assembleia da República "é livre de fazer" o que entender e essas questões nada têm que ver com o chefe de Estado, "uma vez que não é uma lei que tenha de promulgar".
O Presidente da República insistiu que para a CGD continuar a ser "portuguesa, pública e forte" deve ter um plano de reestruturação "bem sucedido e baseado num amplo consenso nacional".
Marcelo Rebelo de Sousa foi ainda questionado sobre a inspeção realizada ao Colégio Militar, mas escusou-se a fazer qualquer comentário, alegando não conhecer ainda o relatório.
Segundo um comunicado hoje divulgado pelo Exército, a inspeção realizada ao Colégio Militar não detetou situações de discriminação mas o Exército decidiu criar um grupo de trabalho para rever os regulamentos internos visando minimizar os riscos.
O Presidente da República foi também interrogado sobre a conversa que teve na segunda-feira com um palestiniano no Centro de Acolhimento do Conselho Português para os Refugiados, onde voltou a sugerir que só pensa fazer um mandato em Belém, mas voltou a repetir que só decidirá mais tarde.
"É uma matéria que só será decidida mesmo na parte final deste mandato", afirmou.(Notícias ao Minuto)

domingo, 19 de junho de 2016

Economista diz que o Estado ajudou colégios a tornarem-se num "negócio lucrativo"

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Eugénio Rosa analisou os Orçamentos de Estado dos últimos 16 anos.

O economista Eugénio Rosa considerou que a atribuição de verbas públicas a colégios privados representa uma “duplicação de custos” para o Estado e para os contribuintes. Este antigo deputado do PCP e doutorado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão analisou os relatórios do Orçamento de Estado entre 2001 e 2016 e constatou que neste período o OE financiou o ensino básico e secundário privado lucrativo com 4.464,4 milhões de euros.

Para além dos contratos de associação, celebrados para os colégios garantirem ensino gratuito aos seus alunos, o Estado também financia o ensino privado através de outros tipos de acordos. São eles os contratos simples (em que as famílias podem ver garantido o pagamento de metade das propinas), os contratos de patrocínio (destinado às escolas do ensino artístico especializado) e os contratos de desenvolvimento (para a expansão do pré-escolar). Em 2014, cerca de um quarto dos alunos que frequentavam o ensino particular beneficiavam de um destes apoios do Estado.

Num estudo divulgado neste domingo pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) e que está disponível no site pessoal de Eugénio Rosa, o economista constata que, "em 2016 com o actual Governo PS, o financiamento das escolas privadas aumentou”, passando de 239,9 milhões de euros para 254,3 milhões. Destes, 139 milhões estão destinados aos colégios com contratos de associação. “Apesar disso as exigências dos grupos privados da educação não diminuíram”, alerta o economista, acrescentando a este respeito: “O que os preocupa é manter indefinidamente um negócio altamente lucrativo financiado com o dinheiro dos impostos portugueses.”

Em Portugal continua a não existir um estudo fidedigno sobre o custo médio por aluno e, por conseguinte, por turma, o que tem resultado em valores para todos os gostos. Todos os estudos realizados até agora apontam para o mesmo cenário: o ensino público sai mais barato ao Estado do que o financiamento ao privado. Mas todos eles acabam por pecar por excesso ou defeito.

Eugénio Rosa recupera agora um estudo do Tribunal de Contas (TdC) sobre o custo por aluno no ensino público e privado, divulgado em Outubro de 2012. O próprio TdC alertou então que o valor calculado para o ensino público “não devia ser considerado para anos subsequentes”, por não terem sido levados em conta os sucessivos pacotes de austeridade entretanto já aplicados e que levaram a uma diminuição significativa das despesas na educação.

Ou seja, se o valor calculado para o ensino público pode pecar por excesso, a conclusão geral a que chegou o TdC sai reforçada. E esta é que em média o custo por aluno é mais barato na escola pública do que nos colégios com contratos de associação. No geral o custo médio por aluno no ensino público calculado pelo TdC era de 4415 euros, enquanto nos colégios com contrato subia para 4522.

Os dados que serviram de base ao relatório do TdC são de 2009/2010, porque então eram os únicos disponíveis. Nessa altura existiam 93 escolas com contratos de associação, que recebiam mais de 100 mil euros por ano por cada turma financiada pelo Estado. O número de colégios com contratos baixou agora para 79 e o financiamento por turma também desceu, nos últimos anos, para os 80.500 euros anuais. Esta informação não é referida no estudo de Eugénio Rosa. (Público)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

RAMADÁN EN LOS RESTOS DE SIRIA

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RAMADÁN EN LOS RESTOS DE SIRIA 

Soldados del Éjercito Libre Sirio esperan para comer su iftar, comida que rompe el ayuno durante el Ramadán, en la zona controlada por los rebeldes de Jobar, Damasco, Siria. (Mohammed Badra / EFE)-(20minutos.es)



'JÚPITER CALIENTES' EN CÚMULOS ESTELARES

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'JÚPITER CALIENTES' EN CÚMULOS ESTELARES

Un equipo de astrónomos del Instituto Max Planck de Garching (sur de Alemania), del observatorio de La Silla (Chile), encontró que, al menos en un cúmulo estelar denominado Messier 67, hay más planetas conocidos como Júpiter calientes que lo que se creía hasta ahora. En la imagen, recreación artística de uno de estos mundos. (ESO / EFE)-(20minutos.es)


EXPLOSIÓN DE UN CAMIÓN DE GAS

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EXPLOSIÓN DE UN CAMIÓN DE GAS 

Una dotación de bomberos trabaja en las labores de extinción de un camión contenedor de gas licuado de petróleo (LPG, en inglés) envuelto en llamas tras explotar en una carretera en la ciudad de Babay, Filipinas. (Robert Dejon / EFE)-(20minutos.es)


quinta-feira, 16 de junho de 2016

HAWKING VISITA CANARIAS

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HAWKING VISITA CANARIAS

El físico británico, Stephen Hawking (i), anunció en Guía de Isora, (Tenerife), los ganadores de la primera edición de la medalla Hawking a la Comunicación sobre Ciencia y cuya entrega se realizará dentro de la tercera edición del festival Starmus que dirige Garik Israelian (d), y que se celebrará del 27 de junio al 2 de julio en Tenerife y La Palma. (Ramón de la Rocha / EFE)-(20minutos.es)


UNA SILLA CON MUCHO MENSAJE

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UNA SILLA CON MUCHO MENSAJE

Vista de la escultura Silla rota (Broken Chair) tras ser restaurada en frente del Palacio de las Naciones, en la sede de la ONU en Ginebra (Suiza). La obra, del artista suizo Daniel Berset, representa a las víctimas de las minas antipersona. (Magali Girardin / EFE)-(20minutos.es)


Imposto sobre veículos importados de outro Estado-membro é ilegal

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O Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) considerou hoje que o imposto sobre veículos usados importados de outro Estado-membro aplicado em Portugal viola as regras da livre circulação de mercadorias.

Em causa está, concretamente, o artigo 11.º do Código do Imposto sobre Veículos (CIV), ao abrigo do qual, considera o tribunal europeu, Portugal discrimina negativamente os veículos usados importados de outro país da UE, nomeadamente no que respeita às tabelas de desvalorização.

"Portugal aplica aos veículos automóveis usados importados de outros Estados-membros um sistema de tributação no qual, por um lado, o imposto devido por um veículo utilizado há menos de um ano é igual ao imposto que incide sobre um veículo novo similar posto em circulação em Portugal e, por outro, a desvalorização dos veículos automóveis utilizados há mais de cinco anos é limitada a 52%, para efeitos do cálculo do montante deste imposto, independentemente do estado geral real desses veículos", considera o tribunal.
O acórdão salienta que o imposto a pagar em Portugal pelos veículos automóveis usados importados de outros Estados-membros "é calculado sem tomar em consideração a desvalorização real desses veículos, de maneira que não garante que os referidos veículos sejam sujeitos a um imposto de montante igual ao do imposto que incide sobre os veículos usados similares disponíveis no mercado nacional".
Na sequência deste acórdão, a Comissão Europeia deverá impor um prazo para que Portugal altere a legislação em causa.(Notícias ao Minuto)