domingo, 26 de março de 2017

SEGUNDO ANIVERSARIO DEL ACCIDENTE DE GERMANWINGS

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SEGUNDO ANIVERSARIO DEL ACCIDENTE DE GERMANWINGS

Fotografía de archivo fechada el 26 de marzo de 2015 y facilitada este viernes, que muestra algunos de los restos del avión de Germanwings Airbus A320, tras estrellarse en los Alpes franceses, cuando se cumplen dos años de la tragedia. (Sebastian Nogier / EFE)-(20minutos.es)


UN ROBLE POLACO, ÁRBOL EUROPEO DEL AÑO

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UN ROBLE POLACO, ÁRBOL EUROPEO DEL AÑO

Un roble de 650 años de edad, que sirvió de refugio a una familia judía que se escondía de los nazis durante la Segunda Guerra Mundial, ha sido reconocido como Árbol Europeo del Año, en una votación popular organizada a través de Internet por la Agrupación de Asociaciones Medioambientales. (EFE)-(20minutos.es)

Deco acusa banca de cobrar aos clientes comissões indevidas

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A Deco acusa a banca de cobrar comissões aos clientes sem prestar qualquer serviço, como por processamento de prestação de crédito ou manutenção de conta, e de querer compensar as perdas da intermediação financeira com a atividade de comissionamento.

Segundo a associação para a defesa dos consumidores Deco, há mesmo uma "alteração do paradigma" da atuação dos bancos: "Estamos a assistir a uma transferência da atividade bancária, da intermediação financeira - isto é, compra e venda de dinheiro, que foi a atividade que deu origem aos bancos -, para uma atividade de comissionamento", disse o economista Nuno Rico, da Deco/Proteste, em declarações à Lusa.

Em Portugal, a cobrança de uma comissão bancária só pode acontecer quando há prestação de um serviço pelo banco, caso contrário é ilegal, lembra o economista, invocando a lei de 2015 que estabeleceu os requisitos da cobrança de comissões.
"As comissões e despesas cobradas pelas instituições de crédito têm de corresponder a um serviço efetivamente prestado", lê-se no articulado do diploma de 2015, que criou também os serviços mínimos bancários.
O problema, explica o economista, é a lei não definir o que é um serviço bancário, possibilitando assim ao Banco de Portugal, e outros responsáveis, "assistir passivamente" à cobrança de comissões pelos bancos mesmo quando não é prestado, efetivamente, um serviço ao cliente.
No caso da comissão de manutenção de conta, aquele responsável argumenta que o simples facto de existir uma conta bancária não pode ser considerado serviço bancário, até porque o acesso a um produto bancário, como um crédito ou um investimento, está dependente de ter uma conta bancária, além de ser um instrumento essencial nos dias de hoje.
"Não podemos esquecer que, quando abrimos uma conta e pomos lá o nosso dinheiro, estamos a disponibilizar o nosso capital ao banco, para que o possa usar em diferentes fins, como vender esse capital a outras pessoas e ganhar dinheiro com isso", lembrou Nuno Rico, criticando o fim das recompensas financeiras (juros) dos bancos a esses depósitos e agudizando a crítica quanto à obrigação de pagar (comissão) por esse depósito.
No caso das comissões pelo processamento de prestações, de crédito à habitação por exemplo, a Deco defende não fazer "sentido nenhum" o cliente ter de pagar para lhe ser cobrada uma prestação de crédito, e defende que essa cobrança " é apenas uma forma de os bancos arrecadarem receitas".
Além da cobrança daquelas comissões, que a Deco considera injustificada e até ilegal, a associação queixa-se também dos aumentos "completamente injustificados" das comissões bancárias, entre os quais destaca as anuidades dos cartões de débito que subiram 28% num ano, ou as contas ordenado que aumentaram nos principais bancos 47% nos últimos cinco anos.
"Descobrimos no último estudo [apresentado há semanas] que o novo alvo dos bancos é a conta domiciliada, ou conta ordenado, cuja abertura recomendávamos aos nossos associados, para evitar a cobrança de comissões, mas que desde 2016 é a nova fonte de receita descoberta pela banca", acusou.
Exemplificando, Nuno Rico conta o caso recente do Deutsche Bank que alterou o preçário dos clientes com menos de 10 mil euros e com um crédito à habitação (de 'spread' baixo, ou sem grande margem de lucro para o banco), transferindo esses clientes para uma conta base que custa 10,33 euros por mês.
"Isto [esse custo mensal de 10,33 euros] não tem qualquer tipo de justificação, e ainda é mais grave por ser aplicada a clientes que estão 'presos' ao banco por um crédito", considerou o economista.
Especialmente nos últimos dois anos, a associação diz que tem vindo a alertar o Banco de Portugal e os grupos parlamentares para esta cobrança que considera excessiva, e até ilegal em alguns casos, mas a resposta é de "completa passividade" do regulador da banca e de "falta de resposta" dos grupos parlamentares.
"À Deco, o Banco de Portugal responde que verifica os preçários dos bancos, que diz estarem conformes com as regras, e que existe livre concorrência no mercado nacional. Mas o que verificamos, por exemplo, é que a anuidade dos cartões de débito dos cinco maiores bancos é das mais altas que conhecemos e é quase igual em todos os bancos, o que é uma grande coincidência", afirma.
A associação, que tem reivindicado a criação de uma conta à ordem sem quaisquer custos (e sem as restrições dos serviços mínimos bancários) e a cobrança de comissões "razoáveis" aos clientes bancários, admite que noutros países, nomeadamente da Europa, comissões semelhantes são cobradas aos clientes bancários, em alguns casos até há mais tempo do que em Portugal, mas diz que o aumento não foi tão rápido nem tão injustificado. (Notícias ao Minuto)

quinta-feira, 23 de março de 2017

OPERACIÓN ANTITERRORISTA EN REINO UNIDO

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OPERACIÓN ANTITERRORISTA EN REINO UNIDO

Vehículos policiales y periodistas permanecen frente a un inmueble en Hagley Road, Birminghan (Reino Unido). Siete personas han sido detenidas en el registro de seis direcciones en Londres, Birmingham y otros lugares del país no especificados con relación al atentado terrorista ocurrido en Westminster. (STR / EFE)-(20minutos.es)

VELAS PARA EL RECUERDO

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VELAS PARA EL RECUERDO

Cientos de ciudadanos participan en una vigilia en la Plaza Trafalgar en Londres. (Facundo Arrizabalaga / EFE)-(20minutos.es)

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Acidente na auto-estrada – Lei


BT da GNR deixa o alerta e todos devem saber!

 É muito importante e deves partilhar com o maior número possível de pessoas.

 Pagamos as portagens mais caras da Europa, e mesmo assim tentam enganar-nos por                      desconhecer-mos a lei!


              Em caso de acidente numa auto-estrada ou via rápida concessionada, saber isto pode fazer a diferença entre pagares do teu bolso os danos da tua viatura e da via, ou receberes uma indemnização

Não saber este procedimento poderá custar-lhe algumas centenas ou milhares de euros! …… Conheça bem esta informação!


Lei 24/2007: Acidentes em auto-estradas

               Como sabem, para quem anda nas Auto-estradas, às vezes aparecem objectos estranhos nas mesmas, como peças largadas por outros veículos, objectos de cargas que se soltam e até animais… coisas que não deveriam acontecer porque as concessionárias são responsáveis pela manutenção. Estas situações provocam acidentes e danos nos nossos veículos, contudo se isto vos acontecer (espero que não) exijam a presença da GNR.


Ponto 2 do artigo 12 da lei 24/2007:

                Para efeitos do disposto no número anterior, a confirmação das causas do acidente é obrigatoriamente verificada no local por autoridade policial competente, sem prejuízo do rápido restabelecimento das condições de circulação em segurança.


BRIGADA DE TRÂNSITO-CENTRAL: 213 922 300

                Os indivíduos das auto-estradas vão dizer que não é preciso, porque eles tratam de tudo.No entanto, e conforme a Lei 24/2007, a qual define os direitos dos utentes nas vias rodoviárias classificadas como Auto-Estradas Concessionadas… (tendo em atenção o Art.º º 12º nº 1 e 2), só podemos reclamar o pagamento dos danos, à concessionária, se houver a participação das autoridades!


               É uma técnica que as concessionárias estão a utilizar para se livrarem de pagar os danos causados nos veículos. Por isso, se tiverem algum percalço por culpa da concessionária, EXIJAM A PRESENÇA DA AUTORIDADE, não se deixem ir na conversa dos senhores da assistência os quais foram instruídos para dizer “agora somos nós que tratamos disso e não é preciso a autoridade”. Isto é pura mentira! Se não chamarem as autoridades, eles não são obrigados a pagar os danos e este é o objectivo deles!


               Não se deixem enganar, mesmo por desconhecimento, actuem e divulguem.                 BOA VIAGEM


In "CValente"

segunda-feira, 20 de março de 2017

PROTESTAS DE PAPÚA OCCIDENTAL

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PROTESTAS DE PAPÚA OCCIDENTAL

Un activistas de Papúa Occidental corea consignas durante una protesta en Yakarta (Indonesia) para pedir la nacionalización de las instalaciones en el país de la compañía minera estadounidense Freeport-McMoRan Copper Gold Inc. y a favor del derecho de autodeterminación de Papúa Occidental (Adi Weda / EFE)-(20minutos.es)

A SUBASTA EL MAYOR DIAMANTE ROSA SIN IMPERFECCIONES

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A SUBASTA EL MAYOR DIAMANTE ROSA SIN IMPERFECCIONES

Una empleada muestra el diamante 'La estrella rosa' en la casa de subastas Sotheby's en Londres (Reino Unido). La estrella rosa es el mayor diamante rosa sin imperfecciones clasificado hasta la fecha. Se prevé que alcance un precio de unos 60 millones de dólares en la subasta del próximo 4 de abril en Hong Kong. (Andy Rain / EFE)-(20minutos.es)


EL 'BREXIT' YA TIENE FECHA

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EL 'BREXIT' YA TIENE FECHA

Fotografía de archivo fechada que muestra la bandera nacional británica ante el Big Ben en Londres, Reino Unido. La primera ministra británica, Theresa May, activará el "brexit", la salida del Reino Unido de la Unión Europea (UE), el próximo 29 de marzo, informó este lunes el Gobierno. (Will Oliver / EFE)-(20minutos.es)

César quer PS em defesa do "serviço público" na reestruturação de balcões

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O líder parlamentar do PS pediu hoje aos deputados socialistas que defendam o "serviço público" no processo de reestruturação da rede de agências da CGD, alegando que não se pode "assobiar para o ar" nesta matéria.

Esta posição de Carlos César, também presidente do PS, consta de uma nota esta manhã enviada aos membros da direção da bancada socialistas, à qual a agência Lusa teve acesso, na qual também se salienta que essa linha ativa de atuação deve ser seguida mesmo que o Governo não dê qualquer orientação.

No âmbito do processo de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD), a administração do banco público deverá encerrar cerca de 70 balcões até ao final do ano, estimando-se que a redução de agências atinja as 180 no final de 2020 - uma reestruturação que tem levantado dúvidas ao PCP, Bloco de Esquerda e "Os Verdes" e que conta já com a oposição do PSD.

Na nota enviada aos membros da direção da bancada do PS, Carlos César refere que, numa próxima audição parlamentar sobre este assunto, o Grupo Parlamentar "deve defender que não é num caso de milhares de milhões de euros que se admite o fecho de um único balcão por concelho, onde podem estar dois funcionários e com limitação de prestação de serviços".
"Não se trata de intromissão em matéria de gestão, mas sim de intervenção em matéria de serviço público", sustenta o presidente do PS.
Neste ponto, Carlos César admite mesmo uma diferenciação face o executivo em matéria de intervenção política.
"Se pode ser admissível que o Governo, apesar de acionista único, não queira dar orientação, têm razão os que acham que o parlamento não deve assobiar para o ar. Assim, salvo decisão, na primeira oportunidade, em contrário, da direção ou do grupo, é esta a orientação que vai vigorando", salienta o presidente da bancada socialista na sua missiva.
O encerramento de balcões da CGD, bem como a redução do número de trabalhadores, levou o Bloco de Esquerda a pedir uma audição urgente do ministro das Finanças, Mário Centeno, no parlamento. (Notícias ao Minuto)

domingo, 19 de março de 2017

Passos defende-se com novo tiro no pé: “discutir a banca não era função do governo”

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O programa de ajustamento financeiro tinha uma verba específica para a capitalização do sistema bancário de modo a prevenir os impactos negativos da crise. Contudo, os 12 mil milhões previstos para o saneamento do setor financeiro aparentemente não terão merecido qualquer discussão nos Conselhos de Ministros de Passos Coelho. A sugestão é do próprio ex-primeiro-ministro, que proferiu hoje uma afirmação surpreendente: “discutir o sistema bancário não era função do governo”.


Confrontado com a acusação de Assunção Cristas que os problemas da banca não foram levados a Conselho de Ministros durante a governação da direita, o líder do PSD pareceu mais interessado em atacar a sua ex-ministra que justificar a ação do seu governo: “posso dizer que as reuniões do Conselho de Ministros não são públicas, são reuniões reservadas”.
Sobre o papel do governo no acompanhamento do programa de ajustamento e na garantia de um sistema bancário devidamente capitalizado, após ter negado que essa fosse uma função do executivo, o ex-primeiro-ministro desvia a conversa para questões de supervisão. “O Governo nunca se procurou substituir às entidades independentes, em particular ao supervisor em matéria bancária”, afirmou.(Geringonça)

sexta-feira, 17 de março de 2017

FLORES EN EL DESIERTO

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FLORES EN EL DESIERTO

Un cactus en flor en el desierto de Anza-Borrego, en Borrego Springs, (California, EE UU). Es la primera vez en la última década que se produce esta explosión floral en el desierto como resultado de un invierno de muchas lluvias tras años de sequía. (Eugene García / EFE)-(20minutos.es)

COMIENDO EN UNA 'GASTRONETA'

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COMIENDO EN UNA 'GASTRONETA'

Una gastroneta, durante la inauguración de la feria Taste de Santo Domingo (República Dominicana). (Orlando Barría / EFE)-(20minutos.es)


UN NINOT DE RONALDO MUY CAGÓN

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UN NINOT DE RONALDO MUY CAGÓN

Un ninot del futbolista del Real Madrid, Cristiano Ronaldo, caga balones de oro, en la falla Almirante Cadarso/Conde Altea de Valencia. (Juan Carlos Cárdenas / EFE)-(20minutos.es)



Defesa de Sócrates vai impugnar decisão que "deita as culpas ao mordomo"

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Defesa de José Sócrates já reagiu à decisão de adiar a conclusão da acusação contra o ex-primeiro-ministro.

João Araújo e Pedro Delille anunciaram que vão impugnar a decisão da Procuradoria-Geral da República de a adiar a conclusão da acusação contra José Sócrates.

"A defesa do Senhor Engenheiro José Sócrates irá impugnar, por todos os meios legais, esta decisão, nula e insensata, e os seus autores", escrevem os advogados em comunicado.
Joana Marques Vidal fixou um prazo - até final de abril - para o diretor do DCIAP fazer um “ponto de situação” sobre o processo do caso que envolve José Sócrates, antes de determinar "qual o prazo admissível para a emissão de um despacho final”.
Decisão que, dizem João Araújo e Pedro Delille, "se traduz essencialmente em deitar as culpas ao mordomo e, talvez para evitar novas violações dos prazos, determinar que o inquérito prossiga sem prazo nenhum".
"É ilegal e ilegítima e representa a consagração e a adoção, agora sem disfarce ou cautela, do que caracteriza este processo desde o seu início – a violência desenfreada sobre as pessoas; o desrespeito absoluto pelos direitos e garantias dos arguidos; o concerto e a articulação, de pensamento e ação, no Ministério Público, para violar a Lei".
O pedido de adiamento foi feito pelos procuradores do processo, tendo entendido Joana Marques Vidal que "o pedido de prorrogação do prazo concedido para a conclusão da investigação e da redação do despacho final mostra-se justificado e deverá ser atendido".
A 14 de setembro de 2016, a procuradora-geral da República tinha decidido conceder mais 180 dias, que terminavam hoje, aos titulares do inquérito, que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates. (Notícias ao Minuto)

segunda-feira, 13 de março de 2017

HUYENDO EN FAMILIA

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HUYENDO EN FAMILIA

Varios ciudadanos se alejan del lugar después de que un suicida detonara un artefacto para atentar contra varios empleados judiciales en Kabul (Afganistán). (Hedayatullah Amid / EFE)-(20minutos.es)

IMPOSIBLE MANTENERSE EN PIE

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IMPOSIBLE MANTENERSE EN PIE

Un ciclista intenta mantener el equilibrio con su bicicleta durante una prueba en Ciudad del Cabo, que tuvo que ser suspendida por vientos de 80km/h. (Nic Bothma / EFE)-(20minutos.es)

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 Jumento do Dia

   
Paulo Núncio

Não há qualquer conflito entre exercer a profissão de advogado, ir para membro do governo e voltar a ser advogado, esse é o percurso de uma grande parte dos nossos governantes, já que quanto a deputados não faltam o que acumulam as duas funções. O problema é quando se trabalha com offshores e depois surgem situações como estas.

Para advogado as declarações sucessivas foram, no mínimo, atabalhoadas, começou por dizer que era um problema estatístico, depois sugeriu culpas alheias e acabou por assumir responsabilidades políticas pela falha, que depois veio a dizer que tinha sido uma opção pessoal e não uma falha. Agora vem Assunção Cristas dizer que tudo esteve bem e já há quem chame Centeno ao parlamento como se o culpado fosse o actual ministro.

No meio de toda estas confusão e quando é evidente que não terá ocorrido qualquer violação das normas fiscais sabe-se que Núncio tinha sido advogado das entidades que transferiram o dinheiro na calada da noite estatística.

Há aqui qualquer coisa em que não bate a bota com a perdigota.

«O novelo em torno das transferências para offshores que não passaram pelo crivo do fisco continua a adensar-se. E as ligações do ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Paulo Núncio a paraísos fiscais podem desempenhar um papel importante para a clarificação da história. Na sexta-feira, o Jornal Económico e depois o Observador noticiaram que Núncio fez parte da equipa de advogados da Garrigues até entrar no Governo, uma sociedade internacional de advocacia, com sede em Espanha, que teve como cliente a petrolífera venezuelana PDVSA. Segundo o Jornal Económico, foi esta empresa que fez uma parte "significativa" das transferências de 7,8 mil milhões para o Panamá através do BES, entre 2012 e 2014, e que passaram ao largo da fiscalização da Autoridade Tributária.

Mas esta não é a única ligação do ex-governante a regiões com tributação privilegiada. Ao que o PÚBLICO apurou, Paulo Núncio criou empresas na Zona Franca da Madeira (ZFM), para a qual trabalhou durante dez anos, como fiscalista. Este dado é relevante uma vez que a publicação de dados sobre a Madeira foi a única dúvida oficial levantava por Núncio para não publicar dados sobre offshores.

A esquerda não deixou de notar a coincidência de as transferências do antigo cliente de Núncio estarem no lote das declarações ocultas no fisco. A líder do BE, Catarina Martins, apontou o dedo à “porta giratória entre o poder político e o poder económico no nosso país" e à "forma como é feito um assalto económico, um assalto à riqueza do nosso país de uns poucos contra a grande maioria". E o PS anunciou que vai chamar novamente ao Parlamento o ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais para apurar responsabilidades políticas, perante "factos novos".» [Público]

In "O Jumento"


quinta-feira, 9 de março de 2017

LA 'LIBERTAD' EN CONTRA DE TRUMP

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LA 'LIBERTAD' EN CONTRA DE TRUMP

Dos mujeres, disfrazadas de la Estatua de la Libertad, se suman a una protesta contra el veto migratorio firmado por el presidente de Estados Unidos, Donald J. Trumo, frente al consulado de este país, en Sídney (Australia). (Dean Lewins / EFE)-(20minutos.es)

Marcelo garante que não fará como Cavaco

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Marcelo Rebelo de Sousa garante que não irá revelar as conversas que teve com "primeiros-ministros" no exercício das suas funções presidenciais, assim como também não pretende comentar os seus antecessores ou quem lhe vier a suceder.

"Não vou publicar memórias. O que se passou, passou", disse o Presidente no decorrer de uma aula a alunos do Liceu Pedro Nunes, onde está a assinalar o seu primeiro ano de mandato com um regresso à escola onde foi aluno.
A questão surgiu pela voz de um dos estudantes, que quis saber o que fará Marcelo quando acabar este primeiro mandato.
Rebelo de Sousa confessou que dificilmente voltará ao comentário político, por sentir que ficará limitado nos comentários que poderá fazer.
Marcelo acha que um ex-Presidente não deve comentar quem lhe antecedeu nem quem o sucede e também não acha correto revelar os contactos que teve no desempenho de funções.
Sem nunca se referir a Cavaco Silva, ficou claro que não pretende seguir as pisadas do seu antecessor que escreveu um livro de memórias no qual relata em pormenor as reuniões que teve com o primeiro-ministro José Sócrates.
"Não fica bem a um antigo Presidente da República. Não é isso que se espera dele", disse sobre a possibilidade de comentar alguns aspetos da política depois de sair do cargo.
O que Marcelo não desfez foi o tabu sobre se se recandidatará ou não a um segundo mandato.
Rebelo de Sousa, que já foi taxativo a dizer que faria apenas um mandato, deixa agora tudo em aberto.
"Veremos", limitou-se a dizer o Presidente da República. (Ionline)