terça-feira, 2 de Setembro de 2014

LA POLICÍA SUIZA EMPIEZA A USAR DRONES

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La policía suiza empieza a usar drones

LA POLICÍA SUIZA EMPIEZA A USAR DRONES

Detalle de un dron de la policía de Zúrich (Suiza), que acaba de ser presentado a los medios. El dron se utiliza para fotografiar accidentes de tráfico, vigilancia y cartografía. (Steffen Schmidt / EFE)-(20minutos.es)




Educação "Há 11 anos consecutivos" que César é "despedido e contratado"

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César Paulo, professor, descreve a situação dos docentes contratados ao Diário de Notícias como algo de “caricato”, com professores todos os anos a serem despedidos a 31 de agosto, para serem contratados novamente poucos dias depois, como é o seu caso. Há 11 anos.

Em entrevista ao Diário de Notícias, César Israel Paulo, professor e presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados, critica o que diz ser uma “atitude de pura incompetência e de falta de respeito que este Governo tem pelos professores”.

Numa altura em que o ano letivo já começou oficialmente, milhares de professores veem-se novamente no desemprego, uma situação que César descreve como “caricata” já que, “daqui a uma ou duas semanas a maioria destes professores vão ser novamente contratados” por mais um ano. Nalguns casos, tal acontecerá para serem novamente despedidos. E, em jeito de espiral, talvez para serem novamente contratados… daqui a um ano.

No seu caso, conta, “sou despedido a 31 de agosto e novamente contratado a 1 de setembro há 11 anos consecutivos”, explicando, que tal se verifica porque o ministério do seu grupo de recrutamento – artes visuais – “não abriu sequer uma vaga”.

No entanto, acrescenta, uma situação assim não poderia acontecer no privado, onde ao fim de quatro anos o Estado obriga à vinculação. Mas, “de má-fé, [o Estado] nunca o fez para o sistema público que tutela”. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Como é possível o estado português fazer leis para depois não as cumprir!...

domingo, 31 de Agosto de 2014

Contas Públicas: Governo negou, mas afinal houve ou não derrapagem nas contas?

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O Governo tem negado que tenha havido, no Orçamento para 2014, qualquer registo de derrapagens orçamentais que não tenham advindo dos chumbos do Tribunal Constitucional. Porém, num artigo do jornal Sol, este domingo, traça-se outro cenário.

Após a apresentação do Orçamento Retificativo para o que resta do ano, tanto a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, como Pedro Passos Coelho, foram perentórios ao dizer que não tinha havido qualquer derrapagem orçamental, exceto a causada pelos chumbos do Tribunal Constitucional a medidas previstas pelo Governo.

Porém, segundo um artigo publicado hoje pelo semanário Sol, as contas não são bem assim, existindo 700 milhões de euros que não são explicados pelo veto do Palácio Ratton. a começar pelas autárquicas que não estão a conseguir cumprir os tetos orçamentais estabelecidos, tendo o Governo injetado mais 300 milhões de euros para lhes socorrer.

Mas há também o facto de o Estado ter transferido mais 300 milhões para os hospitais-empresa, para fazer face a outras despesas não cabimentadas, mas também o aumento da despesa com pessoal que, no âmbito do programa de rescisões amigáveis do Estado, requereu um esforço orçamental no valor de 110 milhões de euros.

Assim, contas feitas, mais de 700 milhões de euros do ‘buraco’ orçamental de 1,5 mil milhões de euros agora identificados escapa ao imputar de culpas para o coletivo de juízes e ‘novo’ Orçamento só pôde ser tão brando porque, como explicou Albuquerque, foi compensado pela diminuição do desemprego, pelo aumento da receita fiscal e pela subida do consumo privado. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Entregue-se uma medalha de sebo de Holanda a estes dois papalvos...

Cavaco escreve ao Presidente

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"Exmo. Senhor Presidente da República, O meu nome é Aníbal Cavaco Silva e sou professor de Economia. Venho solicitar a sua atenção para um problema futuro que V. Exa. pode, antecipadamente, ajudar a resolver.
Como bem sabe, a Constituição prevê que as legislativas sejam em Outubro. Para o próximo ano, nenhum estudo de opinião revela a hipótese de um dos blocos políticos obter a maioria, pelo que o vencedor terá de esperar algum tempo até que o derrotado clarifique a liderança e exista alguém com quem falar. Aviso-o já que o Orçamento do Estado (OE) de 2016 só chegará às suas mãos para ser promulgado ou enviado para o Constitucional quando V. Exa. estiver de saída.
Saberá que eu, enquanto economista, deixei claro no ano passado que não tinha "a mínima dúvida de que os custos da não entrada em vigor do Orçamento no dia 1 [de Janeiro] eram muito, muito, muito maiores do que ter de esperar algum tempo...". Ora, esta questão económica e financeira a que eu aludia não faz distinções políticas entre um eventual atraso do Orçamento por causa de uma fiscalização preventiva ou por falta de uma maioria para o aprovar.
Saberá V. Exa. igualmente que, enquanto português com intervenção política, defendi eleições antecipadas como uma das formas de resolver a crise política de 2013. Nessa altura, pareceu-me evidente que teriam "de ser os partidos a chegar a um entendimento e a concluir que esta [era] a solução que melhor [servia] o interesse dos portugueses, agora e no futuro". Não tendo havido entendimento sobre a data das eleições e, pior ainda, não estando para o futuro assegurada "a governabilidade do País [e] a sustentabilidade da dívida pública [...]", parece-me evidente que se volta a colocar a questão crucial de antecipar as eleições. Como escrevi nessa mesma altura, "chegou a hora da responsabilidade dos agentes políticos".
No meu pensamento político, está claro que, não estando assegurado um entendimento entre os principais partidos, nem a aprovação do OE de 2016, "o que está em causa é demasiado grave e demasiado importante". Por tudo isto, senhor Presidente, solicito-lhe que pondere a antecipação das eleições do próximo ano, mesmo que os partidos não se entendam sobre essa matéria. Como sempre disse, "os portugueses irão tirar as suas ilações quanto aos agentes políticos que os governam ou aspiram a ser governo". Não se esqueça de que já não tem eleitorado, é o "Presidente de todos os portugueses". O seu mandato também ficará marcado pela decisão que vier a tomar."
(Pedro Baldaia - Diário de Notícias)

O estranho caso do desaparecimento de Passos Coelho

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"Dada a incapacidade de conseguir governar de acordo com o texto constitucional, lá veio o Governo apresentar o seu oitavo Orçamento Retificativo. Um verdadeiro recorde.
A inconstitucionalidade das normas provocou um desvio de cerca de 850 milhões de euros. Para atingir a meta mirífica de 4% de défice para este ano, esperava-se a apresentação de medidas adicionais ou substitutivas. No entanto, dado o aumento das receitas fiscais e a diminuição dos encargos com o subsídio de desemprego, o Governo garante não precisar das tais medidas.
Finalmente um sucesso da política do Governo? As reformas estruturais, que se diz existirem mas que ninguém vê, começam a dar frutos? A destruição do tecido produtivo era, afinal, criativa? O empobrecimento era um passo atrás para dois em frente rumo a um futuro melhor?
Nada disso. É impossível imaginar um documento orçamental que confessasse de uma forma tão flagrante o imenso falhanço de uma fórmula e de uma opção política.
Não era a maldita procura interna que nos estava a afundar? Não eram as exportações que nos iam salvar? Pois bem, parece que é o crescimento da procura interna que ajuda, em grande parte, a equilibrar as contas.
As exportações vão ficar abaixo do esperado e as importações acima. Não estava em curso uma reforma estrutural que não ia deixar que as exportações parassem de crescer e as importações de diminuir ? Pois. Os profetas da desgraça que diziam que bastava um ventinho favorável na economia e a inevitável reposição dos bens duradouros e maquinaria para que as importações aumentassem estavam certos, não é?
Diz que o desemprego, com o aumento da malfadada procura interna, diminuiu. Continua a assobiar-se para o ar enquanto centenas de milhares de jovens emigram, esquecem-se os que desistiram de procurar emprego e celebra-se o facto de existirem menos encargos com o subsídio de desemprego. Talvez fosse bom lembrar que estamos a falar de gente que fica sem nada, mas não se pode pedir sensibilidade a quem não a tem. Mas, sim, houve criação de emprego. Nas empresas? Muito pouco. Segundo o Expresso, 60% desses empregos são no Estado. Estágios e assim, aquilo que no passado recente era considerado uma moscambilhice. Batota, gritaria, em tempos, Passos Coelho.
A governação liberal cria empregos no Estado. Talvez seja mais uma face do nosso liberalismo de badana.
E a despesa? Não era o corte na despesa que era a panaceia? Não se ia cortar a direito nas gorduras? Pois sim, lá o cortar em salários e pensões fez-se - a parte não inconstitucional, claro está -, já as gorduras, nem comprimidos, nem dieta, nem jogging. Nem sequer as deliberações do Tribunal Constitucional servem para disfarçar a incapacidade de acalmar o monstro. Ele continua a engordar.
Em resumo, o que correu bem para a economia foi através da negação de todo o credo governamental. E a chave-mestra, o que permitirá atingir o mágico 4%, o alfa e o ómega da política prosseguida tem um nome: impostos. Nunca os portugueses pagaram tantos. Eis a verdadeira, a evidente, a revolucionária reforma estrutural: a maior carga fiscal de sempre.
Vale a pena lembrar as promessas sobre receita e despesa? Vale a pena indignarmo-nos com a lata de Portas quando vem, no fundo, dizer que é por ele que ainda não aumentaram mais? Não, não vale. Talvez valha só a pena indagar sobre o paradeiro do Passos Coelho que acusava os governos de resolverem sempre os problemas com o aumento de impostos."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 30 de Agosto de 2014

CARRERA EN EL METRO DE BARCELONA

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Carrera en el metro de Barcelona

CARRERA EN EL METRO DE BARCELONA 

Unas trescientas personas han participado la pasada madrugada en la Discovery Underground, una carrera que ha tenido como escenario los túneles del metro de Barcelona y que se ha celebrado en la capital catalana con motivo del 90 aniversario del suburbano de la capital catalana. (Alejandro García / EFE)-(20minutos.es)


TANQUES SOVIÉTICOS EN AFGANISTÁN

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Tanques soviéticos en Afganistán

TANQUES SOVIÉTICOS EN AFGANISTÁN 

Silueta de tres jóvenes afganos sentados en el cañón de un tanque de la era Soviética, en Kabul (Afganistán). Las tropas soviéticas ocuparon el país desde 1979 a 1989. (Jawad Jalali / EFE)-(20minutos.es)


Trapalhada estrutural

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"Lembra-se da lei das rendas, bandeira do "reformismo estrutural" deste Governo? De como ia mudar tudo, "dinamizar o mercado", "introduzir justiça", "descomplicar"? Nunca mais ouviu falar dela, pois não?
Mas devia. Segundo a Associação Lisbonense de Proprietários, correm vários processos em tribunal contestando os rendimentos apresentados pelos inquilinos para certificar insuficiência económica. É que, por exemplo, alguém auferindo uma pensão do estrangeiro, por mais elevada que seja, apresenta um Rendimento Anual Bruto Corrigido (a fórmula que a lei prevê para certificar o nível de rendimentos) de zero, e o mesmo sucede a quem viva de rendimentos de capital, os quais são sujeitos a uma taxa liberatória, não tendo de ser inscritos no IRS. Como as Finanças não têm esta informação, não podem incluir estes valores no RABC. Resultado: os senhorios podem ser impedidos de aumentar rendas baixíssimas a pessoas com altos rendimentos (além de poderem ser enganados também quanto a quem habita uma casa, já que as Finanças tomam como verdadeiro o que os inquilinos lhes comunicam). O mesmo Governo que estabeleceu que os beneficiários do Rendimento Social de Inserção não podem ter contas bancárias superiores a 25 mil euros esqueceu-se de acautelar que quem faz prova de baixos rendimentos para efeitos da renda devida a um privado não esteja a esconder proventos de capital - e portanto a prejudicar muito conscientemente o dono da casa onde mora, com a cumplicidade, carimbada, do Estado. Curioso, não é?
Mas as iniquidades não se ficam por aqui. Há também a da desigualdade entre os inquilinos: um "milionário" que acaso receba uma pensão "mínima" (sim, é possível) pode ver a sua renda calculada em apenas 10% da dita pensão enquanto quem, no mesmo prédio, vive exclusivamente de um salário ou de uma reforma de 1501 euros paga 25% dos mesmos. E não é delicioso que um Governo tão obcecado com a "solidariedade entre gerações" tenha estabelecido uma proteção inabalável para inquilinos com 65 ou mais anos independentemente dos seus rendimentos (terão direito a rendas controladas, calculadas anualmente em 1/15 do valor do locado, para o resto da vida) enquanto inquilinos mais novos com menor capacidade económica se confrontarão, findo o período de transição de cinco anos que esta prevê (ou seja, pós-2017), com a possibilidade de o senhorio fixar a renda que entender?
Não há, certamente, leis perfeitas, e o problema das chamadas rendas antigas arrastou-se tanto tempo e criou tantos vícios de pensamento e prática que nenhuma solução será isenta de críticas e falhas. Mas a atrapalhada incompetência desta, mais o seu "esquecimento" da existência de rendimentos de capital é bem a marca de um Governo que, perante um problema, parece só ser capaz de piorar."
(Fernanda Câncio - Diário de Notícias)

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

O que dizem os outros blogs

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 Jumento do dia
    
António José Seguro

O senhor que nos disse que poderíamos estar tranquilos quanto ao BES e que só promete o que vai cumprir já veio prometer que não aumentaria os impostos o que significa que conta com os cortes abusivos dos vencimentos. Parece que Seguro quer passar a ideia de que sabe o que quer de forma infantil, propondo medidas orçamentais avulso mais preocupado em aparecer nos noticiários do que com a situação financeira de um futuro governo.

«António José Seguro, líder do Partido Socialista (PS), garante que não vai aumentar os impostos caso seja eleito primeiro-ministro. “Não vou aumentar nem o IRS, nem o IVA e o IRC será mantido na próxima legislatura de acordo com a reforma que foi feita”, disse o líder do PS em entrevista ao Diário Económico. Pode ter de fazer ajustes no IVA de forma a tornar o imposto mais justo e coerente, mas não pode garantir que vai baixar os impostos. “Não faço promessas dessas. Prefiro jogar pelo seguro.” Promete, no entanto, que vai lutar para recuperar o rendimento dos portugueses.»[Observador]

In "O JUMENTO"

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

PEREGRINAJE A LA MECA

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Peregrinaje a la Meca

PEREGRINAJE A LA MECA 


Un grupo de gente despide a sus seres queridos que viajan de peregrinación a la Meca en Srinagar, capital de verano de la Cachemira india. El primer grupo de 275 musulmanes cachemiríes ya ha partido hacia la Meca, lugar al que todos los mususulmanes han de ir una vez en la vida, si pueden permitírselo. (Farooq Khan / EFE)-(20minutos.es)


ENCIERRO EN SAN SEBASTIÁN DE LOS REYES

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Encierro en San Sebastián de los Reyes

ENCIERRO EN SAN SEBASTIÁN DE LOS REYES 


Los mozos corren ante los toros de la ganadería de Castillejo de Huebra durante el segundo encierro de las fiestas patronales de San Sebastián de los Reyes, que ha finalizado con tres corredores heridos leves, que ya han sido dados de alta, tras una carrera poco habitual que se ha visto retrasada después de que un toro se diera la vuelta en el recorrido. (Víctor Lerena / EFE)-(20minutos.es)


Os homens de palha

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"O primeiro-ministro disse não haver aumento de impostos. O coro de vozes foi unânime: nenhuma nele acredita. Passos Coelho chegou, de facto, ao grau zero da credibilidade, e já não se trata de fé: o homem, sobre ser o primeiro-ministro mais detestado da II República (esta, porque no período de Salazar o conceito republicano e os seus valores foram brutalmente espezinhados), é, de certeza, o que tem com a verdade uma relação totalmente conflituosa.
Os subterfúgios de linguagem, a que Passos nos habituou, com desenvolto desaforo, fê-lo acrescentar, ao discurso do apaziguamento, este acrescento decisivo: não haverá aumentos durante este ano; ora, o ano está a findar, e significa que, durante três meses, os portugueses podem estar descansados. Estávamos neste interregno de placidez eis senão quando a notícia do sobressalto agitou as nossas almas: o buraco orçamental aumentou perturbador e trágico.
Às doenças económicas, que apoquentam quem mora no purgatório português, adicione-se as da alma e do recto viver, que transformaram padrões de comportamento e as éticas das relações numa cultura do inumano. Vivemos, a maioria da população, num sobressalto ininterrupto, sempre à espera do pior, e todos os dias a comunicação social polvilha-nos com o medo de existir. A política desapareceu do vocabulário desta gente que nos governa há três anos. Passos Coelho e os seus administram Portugal como se Portugal fosse uma loja de secos e molhados. O desrespeito pelo outro tornou-se prática comum. O número de assessores, adjuntos, motoristas, guarda-costas, secretários e secretárias acumulado nos vários gabinetes custa uma fortuna inútil ao erário, por desnecessários. Possuo a lista, que alguém me enviou pela internet. É um caso de polícia.
Vivemos no preconceito do número, e o «economês» substituiu-se à análise política dos factos. O idioma críptico utilizado pelos preopinantes que infestam jornais, rádios e televisões chega a atingir as fronteiras do absurdo. Jornalismo, propriamente dito, a reportagem, a crónica, a notícia, o artigo que esclarece, desenvolve o raciocínio e explica a natureza dos acontecimentos, foram engolidos por uma massa caótica de palavras, as mais das vezes sem direcção nem sentido.
Os homens de palha invadiram a nossa sociedade. O exemplo dos «políticos» frutificou. O Financial Times tornou-se um episódio tão caricato que até serve como símbolo de um indivíduo que surge num comboio a ler o jornal colorido, ao lado de quem um curioso estica o pescoço para saber das últimas notícias... de economia! O pior é que ninguém, ou poucos, nada diz da calamidade cultural e ética que nos envolve.
Os homens de palha. Não esqueçam de que existem, e andam por aí."
(Baptista Bastos - Diário de Notícias)


terça-feira, 26 de Agosto de 2014

EL TEMPLO DE LAS RATAS

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El templo de las ratas

EL TEMPLO DE LAS RATAS

Alrededor de seiscientas ratas, según los cuidadores del templo, habitan en el santuario de Karni Mata en la localidad india de Deshnok, en el estado occidental de Rajastán, al que acuden miles de fieles hindúes y cientos de turistas atraídos por una de las incontables curiosidades que ofrece el inmenso país asiático.  (Luis Ángel Reglero / EFE)-(20minutos.es)



segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

CONFLICTO ENTRE LA INDIA Y PAKISTÁN

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Conflicto entre la India y Pakistán

CONFLICTO ENTRE LA INDIA Y PAKISTÁN 

Varias personas se refugian en un búnker durante un supuesto ataque paquistaní en la localidad de Abdullian, a unos 35 km de Jammu, capital de invierno de la cachemira india. Según medios de comunicación, las fuerzas de seguridad han intercambiado ataques en la disputada región de Cachemira matando a dos civiles en ambos lados de la frontera. Pakistán ha violado, supuestamente, el alto al fuego por decimoséptima vez en los últimos 15 días. (Jaipal Singh / EFE)-(20minutos.es)


DANDO A LUZ EN LA CALLE

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Dando a luz en la calle

DANDO A LUZ EN LA CALLE 

Dos policías ayudan a una mujer a tener a su bebé en un coche. Al parecer, los fuertes atascos que se registran en Bangkok (Tailandia) hacen que esta situación sea bastante común. (Bangkok Police Department)-(20minutos.es)


domingo, 24 de Agosto de 2014

João Vieira Lopes: "Mais IVA prejudicará consumo e recuperação económica”

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Confrontado com o possível aumento do IVA de 23% para 24%, João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CPP) defende, ao Diário de Notícias, que a medida vai “prejudicar o consumo e a recuperação da economia”.

Para o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CPP)  a carga fiscal em Portugal “já é muito grande” pelo que um aumento do IVA “irá prejudicar o consumo e a recuperação da economia”. Além disso, salienta, colocará o país em desvantagem competitiva com a Espanha, onde o IVA é de 21%.

Para João Vieira Lopes o “país deu sinais de recuperação económica” pelo que “tudo o que seja aumentar impostos, tirar poder de compra e subir os preços vai ter efeitos negativos”.

Estes recorda, ainda, o que aconteceu anteriormente com outros aumentos do IVA, em que houve centenas de encerramentos de postos de gasolina e restaurantes, pessoas a deslocarem-se a Espanha para fazer as suas compras e empresas de transporte internacional a abastecerem-se no país vizinho. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Onde estão Portas e Pires de Lima? Irão autorizar esta "bacorada"?

Uma coisinha simples

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"O PS vai a votos para líder. Dois candidatos, Seguro e Costa. O vencedor da eleição socialista a 28 de setembro terá papel relevante no próximo Parlamento e talvez no próximo governo. Para governar há uma condição que devemos exigir, mesmo céticos sobre o cumprimento: clareza. É fundamental num país tão opaco (os problemas de justiça e de finanças chafurdam aí). Clareza. De tão vaga, na voragem do governar iremos ser enganados, aqui e ali, pouco ou muito, por quem governar, eu sei. Mas, justamente, Seguro e Costa, que pretendem ambos ser Governo em breve, têm neste momento uma coisinha simples e substantiva, que poderia demonstrar que eles são pela clareza. Atenção, demonstrando-o agora não fica provado que amanhã um ou outro, primeiro-ministro, cumpra. Não. Mas hoje, sim: aquela coisinha simples e substantiva, fácil de ser cumprida e de ser seguida pelos nossos olhos, demonstra que eles merecem o benefício da dúvida. Na Federação Socialista de Braga, que vai a votos internos daqui a duas semanas, houve traficância de futuros eleitores: apareceram militantes já falecidos a poder votar e quatro vezes mais quotas do que militantes há. O jornal Público fez as contas: aos 2294 militantes correspondem 27 mil euros de quotas, mas estas foram cem mil mais... Prepara--se uma chapelada. Quem pagou? Quem votar Seguro ou Costa pode decidir-se por aí: qual dos dois quer e vai resolver a coisinha simples?"

(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

sexta-feira, 22 de Agosto de 2014

Dívida sobe 14 milhões por dia

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Dívida pública atingiu em junho os 134% do PIB, acima dos 223 mil milhões de euros, quando a meta do Governo para o ano estava nos 132%.

A meta do Governo era uma – fechar o ano com a dívida pública nos 130,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas no final do primeiro semestre do ano esse valor ia já nos 134 por cento e a tendência é de que se desvie ainda mais da estimativa do Executivo. 

Os números do Banco de Portugal revelam que a dívida na ótica que interessa a Bruxelas atingiu os 223,27 mil milhões de euros em junho. É um crescimento ao ritmo de 14 milhões por dia no espaço de três meses face ao valor registado até março, quando a dívida pública estava nos 220,68 mil milhões ou 132,4% do PIB. Na prática, o peso da dívida pública do País implica que cada cidadão deva mais de 22 mil euros.

Ficam em xeque as metas governamentais que apontavam em 2015 para uma inversão de rumo, prevendo que a dívida pública caísse então para os 128,7 % do PIB. Em 2018, derradeiro ano das previsões, a dívida cairia para os 117,7%. Mesmo com as melhores estimativas do Ministério das Finanças, a dívida pública iria continuar bastante acima do limite de referência acordado com Bruxelas para toda a União Europeia, que coloca um tecto de 60% do PIB. 

As contas externas registaram um défice de 39 milhões de euros até junho, quando, no período homólogo, apresentavam um saldo positivo acima dos 1700 milhões. Entretanto, o Setor Empresarial do Estado registou prejuízos de 394,1 milhões de euros no primeiro trimestre, melhorando face ao buraco de 405 milhões do período homólogo.

Notas do Papa Açordas: Com este "speed", o gang de Passos e Portas vai ultrapassar tudo pela negativa...


PROTESTAS POR LA MUERTE DEL JOVEN MICHAEL BROWN

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Protestas por la muerte del joven Michael Brown

PROTESTAS POR LA MUERTE DEL JOVEN MICHAEL BROWN 


Un hombre es arrestado por la policía mientras manifestantes protestan por la muerte del joven Michael Brown en Ferguson (EE UU). La Guardia Nacional está dispuesta a retirarse de Ferguson, Missouri después de casi dos semanas de protestas, a menudo violentas, que finalmente han disminuido.  (Larry W. / EFE)-(20minutos.es)


O que dizem os outros blogs

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 "Grandes novidades" sobre o DDT - Dono Deles Todos
   
«A família Espírito Santo foi a principal financiadora da campanha de Cavaco Silva à Presidência da República em 2006, tendo doado 152 mil euros. Só Ricardo Salgado contribuiu com 22.482 euros, o máximo que a lei permitia, indica o Diário de Notícias.
  
Que Cavaco Silva e a família Espírito Santo mantinham uma relação próxima já se sabia. Pelo menos, desde que o Expresso deu conta de um jantar do Presidente da República na casa de Ricardo Salgado, em 2004. Mas só recentemente foram conhecidas as contas relativas às campanhas presidenciais de 2006, reforçando o vínculo entre o ainda chefe de Estado e o então responsável pelo BES.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Mas que grande novidade! Eu até diria que a Quinta da Coelha deveria chamar-se Lugarejo do DDT!
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

In "O JUMENTO"