segunda-feira, 7 de maio de 2018

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a JUNHO/2018


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junho 2018 (PDF)


Aviso n.º 5918/2018, Diário da República n.º 87/2018, Série II, de 2018-05-07.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

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 Jumento do Dia

   
Assunção Cristas, líder do CDS

Depois de ter ouvido as intervenções da mal educada Assunção Cristas no debate quinzenal no parlamento fiquei com uma dúvida, não percebi se a senhora é desonesta ou é estúpida, isto é não sei se a sua argumentação sobre o aumento da carga fiscal resulta da sua estupidez ou sabendo que mente opta por ser desonesta.

Discordo da acusação de Mário Centeno que foi elegante ao dizer que alguns deputados sofrem de ileteracia financeira. Lamento, mas a explicação para o aumento das receitas fiscais é tão elementar que ou a deputada se encontra entre um problema mental e a estupidez ou a senhora perdeu o medo de cometer pecados e é mentirosa.

A líder do CDS usa o aumento das receitas fiscais em impostos indiretos para dizer que há mais austeridade, grande burra ou grande aldrabona, é obvio que se a economia cresce e há mais consumos estes impostos, que são impostos sobre o consumo terão de ver as receitas aumentar. Isso não sucedeu quando Portas era o homem das pastas económicas porque quando aumentou o IVA sobre a eletricidade ou sobre bens alimentares, ao mesmo tempo que reduzia salários, pensões e subsídios o resultado foi a fome e quando as pessoas não compram porque não têm dinheiro, diminuem as receitas fiscais.

É lamentável que a líder do CDS seja demasiado burrinha para não perceber isto ou para não perceber que ao mentir se expõe ao ridículo. O aumento da receita fiscal não resulta de mais austeridades, resulta sim do aumento dos rendimentos e, consequentemente, do consumo.

in "O Jumento"


Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a MAIO-2018

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maio 2018 (PDF)


Aviso n.º 4442/2018, Diário da República n.º 67/2018, Série II, de 2018-04-05. Declaração de Retificação n.º 253/2018, Diário da República n.º 67/2018, Série II, de 2018-04-05.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de ABRIL-2018

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abril 2018 (PDF)


Aviso n.º 2981/2018, Diário da República n.º 46/2018, Série II, de 2018-03-06. Declaração n.º 11/2018, Diário da República n.º 46/2018, Série II, de 2018-03-06. Declaração de Retificação n.º 172/2018, Diário da República n.º 46/2018, Série II, de 2018-03-06.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de MARÇO/2018

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março 2018 (PDF: 287,6 KB)


Aviso n.º 1604/2018, Diário da República n.º 25/2018, Série II, de 2018-02-05.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de FEVEREIRO/2018

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fevereiro 2018 (PDF: 285,3 KB)


Aviso n.º 367/2018, Diário da República n.º 5/2018, Série II, de 2018-01-08.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de JANEIRO/2018


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janeiro 2018 (PDF: 268,1 KB)


Aviso n.º 14656/2017, Diário da República n.º 234/2017, Série II, de 2017-12-06. Declaração de Retificação n.º 834/2017, Diário da República n.º 234/2017, Série II, de 2017-12-06.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA, referente a DEZEMBRO/2017

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dezembro 2017 (PDF: 250,2 KB)


Aviso n.º 13284/2017, Diário da República n.º 214/2017, Série II, de 2017-11-07. Declaração n.º 83/2017, Diário da República n.º 214/2017, Série II, de 2017-11-07. Declaração de Retificação n.º 769/2017, Diário da República n.º 214/2017, Série II, de 2017-11-07.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

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 Jumento do Dia

   
Daniel Bessa, "ex-ministro do PS"

Só mesmo esta luminária conseguiria o milagre garantindo que "com este crescimento eu teria, no mínimo, um défice zero", só não explica como é que com défice zero teria este crescimento.

Este senhor, que ganhou mais notoriedade nacional por ter sido ministro do PS durante um par de dias do que pelos muitos anos de gestor ou de universitário, foi um dos defensores mais firmes da pinochetada económica de Passos Coelho, é o homem a quem os jornais recorrem quando querem falar mal da esquerda e ajudar a direita.

Nesta fase o problema é outro e vão desfilando os apoios a Rio ou a Santana e todos estes apoios fazem a sua declaração de saudosismo em relação a Passos Coelho. Alguns, como este, metem dó, até porque não é Rio que precisa de Bessa, em termos de votos dentro do PSD o "ex-ministro do PS" não vale o caracol, assim, é Bessa que quer sair da penumbra colando-se a Passos. As suas alarvidades económicas é um recado, está dizendo a Rio "ó Rio, se ganhares não te esqueças de mim".

«Na sala de entrada da Porto Business School onde dá aulas, Daniel Bessa sente-se em terra firme. A sua intervenção política é um “diletantismo”, que não o inibe de assumir posições críticas contra a política financeira do Governo, a elogiar Rui Rio ou Emmanuel Macron ou a agradecer a Passos Coelho. Mas é como académico com forte ligação às empresas que mais gosta de se projectar. Nessa condição, congratula-se que a economia cresça não pelo consumo como previa o Governo, mas pelo lado da exportação. E lamenta que não se olhe mais “para amanhã” e se faça um esforço maior para travar “o barril de pólvora” da dívida.» [Público]


domingo, 8 de outubro de 2017

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de NOVEMBRO-2018


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novembro 2017 (PDF: 301,2 KB)


Aviso n.º 11896/2017, Diário da República n.º 193/2017, Série II, de 2017-10-06. Declaração de Retificação n.º 682/2017, Diário da República n.º 193/2017, Série II, de 2017-10-06.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

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 Jumento do Dia

   
carlos Costa, ainda governador do BdP

Carlos Costa parece esquecer que a independência do banco central tem dois sentidos e que da mesma forma que o governo deve respeitar o banco, também o governador deste deve evitar ser oposição. Além disso, Carlos Costa não precisa de fazer discursos manhosos para defender a independência do banco, o estatuto que defende essa independência é anterior ao seu mandato e sem essa independência Portugal nem poderia estar na zona euro.

O que Carlos Costa fez foi usar uma conferência para entrar na comunicação social, ajudando quem o ajudou a manter-se em governador e que lhe deve uma ajuda militantes às medidas de austeridade mais brutais. Recorde-se que os cortes de pensões e vencimentos atingiram todo o Estado, incluindo os tribunais, deixando de fora apenas o BdP. Para isso carlos Costa meteu um secretário de Estado da Administração Pública, que depois foi premiado com um lugar na administração do banco. É a isto que ele chama independência do BdP.

«O Governo considera “lamentáveis” as declarações proferidas esta segunda-feira pelo governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, sobre o que diz ser “a tentação de reduzir a independência dos bancos centrais”.

“A tentação de reduzir a independência dos bancos centrais não é só dos países do sul. (…) Não é só uma questão dos portugueses, coloquem dinheiro num lado qualquer e a tentação vai surgir”, disse Costa, citado pelo Eco, numa conferência sobre gestão de risco nos bancos centrais.

As declarações surgem num momento em que o Governo prepara uma reformulação da supervisão financeira em Portugal, que passará a incluir uma autoridade nacional de resolução bancária a ser liderada por um administrador indicado pelo Ministério das Finanças.

“É lamentável”, reage fonte oficial do Ministério perante as declarações de Costa. “Nunca foi essa a postura nem a forma como o Ministério das Finanças se relacionou com o Banco de Portugal. Esperamos que o Sr. Governador se retracte das declarações que fez, em nome de um relacionamento institucional saudável”, acrescenta.» [Público]



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

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 Jumento do Dia

   
Rui Esteves, doutor tipo Relvas

Este senhor deve ter andando tão embrenhado nos estudos que nem deve ter ouvido as anedotas sobre o Relvas, ainda que quase aposto que fez montanhas de reenvios de e-mails que recebeu com anedotas sobre o desgraçado do Relvas, não aceedito que haja um único cidadão que não o tenha feito. Se eu tivesse uma licenciatura como a do Lic. Rui Esteves teria o cuidado de declinar o convite para Presidente da Proteção Civil, só alguém muito parco de recursos inteletuais pode pensar que tira uma licenciatura fazendo apenas quatro cadeiras e ninguém o denunciaria.

Ainda por cima o senhor não parece ter muito bom senso, depois de tudo o que aconteceu durante este verão e com a Proteção Civil debaixo de fogo o mínimo que deveria ter feito era pedir a demissão, mas esperou pelo anúncio do inquérito. O senhor já deveria ter-se demitido e depois disso apanhava no diploma, emoldurava-o e punha-o na parede, de preferência ao lado de molduras com ações da antiga Torralta, porque valem mais ou menos o mesmo.

Compreende-se que alguém que adquiriu conhecimentos fora da universidade os use quando frequenta uma licenciatura. Por exemplo, se um funcionário do fisco teve de estudar fiscalidade ou auditoria percebe-se que estes conhecimentos possam ser considerados pela universidade que frequente. Mas só faz sentido para dispensa da atividade letiva, isto é, se um estudante prova que adquiriu os conhecimentos numa qualquer outra "encarnação" então que seja dispensado das aulas e autorizado a apresentar-se a exame, como todos os outros. ´esse exame que vai garantir que sabe e que foi avaliado em condições de igualdade com todos os que são portadores do mesmo diploma de licenciatura.

A entrega de diplomas com base em avaliações curriculares é uma aberração que alguém inventou e que está a gerar situações ridículas como a do Miguel relvas e a do agora famoso Comandante da proteção Civil. Para além do mais ridiculariza o ensino universitário português. É de rir à gargalhada ouvir que o Presidente da Proteção Civil tem uma licenciatura em proteção civil tirada numa escola superior agrária onde só fez quatro cadeiras. Imagino que cadeiras terá feito e que modelo de avaliação terá sido adoptado.

Como é que num cargo de tão grande responsabilidade pode estar um tal doutor? Isto é gozar com todos os que estudam a sério.

«O comandante nacional da Protecção Civil (Conac) Rui Esteves é licenciado em Protecção Civil pela Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB). Um diploma que conseguiu quase na sua totalidade através de equivalências. Informação oficial do processo disciplinar do aluno mostra que este fez quatro cadeiras por "avaliação em exame", as restantes 32 unidades curriculares foram feitas por creditação tendo em conta o currículo apresentado, que incluia a experiência profissional e cursos de formação em Portugal e no estrangeiro. Ao PÚBLICO, Rui Esteves diz que fez tudo "em conformidade com a lei vigente" e que pediu equivalências pela formação que fez "ao longo de 30 anos de carreira".

Rui dos Santos Martins Esteves assumiu o cargo de comandante distrital em Castelo Branco em 2005 e um ano depois estava a iniciar uma licenciatura em Protecção Civil no IPCB. Contudo, não só não frequentou a maioria das aulas da licenciatura como não foi avaliado por exame em 90% das unidades curriculares do curso. Ao longo de quatro anos, Rui Esteves apresentou junto do IPCB "pedidos de creditação" tendo em conta as melhorias que ia fazendo ao seu currículo, informou o PÚBLICO fonte oficial daquele instituto. E as melhorias centravam-se na sua experiência enquanto comandante distrital e nas formações na área.» [Público]

In "O Jumento"

domingo, 10 de setembro de 2017

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de OUTUBRO/2017

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outubro 2017 (PDF: 257,3 KB)


Aviso n.º 10269/2017, Diário da República n.º 172/2017, Série II, de 2017-09-06.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

PS acusa Paulo Rangel de mentir e diz ser indigno o aproveitamento político de tragédias Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ps-acusa-paulo-rangel-de-mentir-e-diz-ser-indigno-o-aproveitamento-politico-de-tragedias

O PS considerou hoje "indigno" que Paulo Rangel tente tirar ganhos políticos da tragédia de Pedrógão Grande, acusando o eurodeputado do PSD de mentir porque o Governo não fez cortes, mas sim aumentou orçamentos em áreas centrais do Estado. 

Na Universidade do Verão do PSD, hoje de manhã, o eurodeputado Paulo Rangel acusou o Governo de "dar com uma mão e tirar com a outra" e de "deteriorar o Estado" com "cortes brutais" que já causaram vítimas "e não foram poucas". 

"Aquilo que Paulo Rangel diz é grave por duas razões: a primeira é que é pura e simplesmente mentira o que diz porque não houve qualquer corte, muito menos um corte brutal, na saúde, na educação ou na proteção civil", acusou o porta-voz do PS, João Galamba, garantindo que "os orçamentos nessas áreas cresceram todos", dados que "são públicos e facilmente comprováveis". 

Por outro, "a tentativa de instrumentalização da tragédia de Pedrógão Grande para ganhos políticos" é, na opinião do socialista, "uma atitude indigna que resulta do desespero político em que o PSD se encontra". 

"Ficamos hoje a saber que a Universidade de Verão do PSD se está a especializar em lecionar factos alternativos e indignidade política e escolheu um bom representante para isso porque Paulo Rangel, em indignidade, já nos tem dado vários exemplos no passado e voltou a dá-los hoje", condenou. 

De acordo com João Galamba, "os únicos cortes radicais nessas áreas foram feitos durante o Governo PSD/CDS que Paulo Rangel apoiou entusiasticamente". 

O PSD, segundo o porta-voz socialista, "não tem discurso e como está desesperado dispara em todas as circunstâncias e sem olhar a meios". 

"Essa tentativa de tirar dividendos políticos de mortes e de uma tragédia é um momento muito triste na democracia portuguesa e eu espero que o PSD saia desse registo rapidamente para bem de todos nós e do próprio PSD", apelou. 

Para o dirigente socialista, esta tentativa de aproveitamento político do incêndio de Pedrógão Grande "tem sido a marca do PSD desde que tragédia aconteceu em junho". 


"Tivemos o caso dos suicídios, o caso da alegada lista com mortes escondidas e agora temos esta declaração de Paulo Rangel", recordou.

 Na opinião do deputado do PS "é lamentável que o PSD se acantone nesse tipo de discurso, que é uma falta de respeito para com as pessoas, para com as vítimas e dá uma triste imagem de um partido que é um partido importante na democracia portuguesa". 

"O que lamento é que, para cumprirmos as metas europeias e criar a tal ilusão do Estado salarial, tenhamos criado condições de deterioração, de degradação dos nossos serviços públicos essenciais que já causaram vítimas e não foram poucas, é isto que eu lamento", disse Paulo Rangel esta manhã, numa referência implícita às vítimas mortais (pelo menos 64) dos incêndios que começaram em Pedrógão Grande.(Correio da Manhã)









terça-feira, 8 de agosto de 2017

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a SETEMBRO-2017

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setembro 2017 (PDF: 275,7 KB)


Aviso n.º 8895/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração n.º 61/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração de Retificação n.º 523/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração de Retificação n.º 524/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração de Retificação n.º 525/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração de Retificação n.º 526/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08. Declaração de Retificação n.º 527/2017, Diário da República n.º 152/2017, 2.ª Série, de 2017-08-08.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

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 Jumento do Dia

   
Hugo Soares, "taberneiro" e Assunção Cristas

Este senhor não tem a mais pequena noção da dignidade, teve uma entrada de leão como líder parlamentar do PSD ao promover uma jogada indigna de um deputado do seu partido, exigindo ao governo que cometesse uma ilegalidade e sabendo muito bem que estava fazendo jogo sujo. Agora, que a manobra foi desmontada esta besta quadrada em vez de pedir desculpa aos portugueses e ao seu próprio partido, vem armar-se em parvo dispensando o governo de responder ao seu ultimato. Nunca o PSD desceu tão baixo e nunca teve um líder parlamentar com tão pouca qualidade.

Assunção Cristas, que de vez em quando não resiste á tentação de desempenhar o papel de caniche de Passos Coelho, não resistiu à tentação de embarcar nesta manobra suja. Agora vem armada em parvinha fazer de conta que não sabia que não cabia ao governo fazer listas de mortos. Grande pateta! Estranha forma de ser uma boa cristã esta de usar vítimas para conseguir protagonismo político e quase deixar passar a ideia de que bom, bom era terem havido mais vítimas. Mas esta senhora vai mais longe e depois desta postura indigna ainda diz que tem sentido de Estado, é o que diz a Lusa que reproduz esta bela declaração da senhora: “Da nossa parte tem havido um acompanhamento intenso, responsável e com sentido de Estado desde sempre destas matérias. O que lamentamos é que o Governo nem sempre tenha tido essa abordagem e essa postura, e, portanto, as palavras ficam com quem as disse”

«Depois do ultimato, o passo atrás: depois de o Ministério Público ter divulgado a lista oficial de vítimas mortais do incêndio de Pedrógão Grande, o PSD pediu esta manhã a Ferro Rodrigues que cancele as reuniões que pedira no Parlamento - da conferência de líderes e da comissão permanente - para discutir a falta de publicitação dos nomes.

Hugo Soares elogiou a atitude do Ministério Público que "andou bem e pôs um ponto final naquela especulação à volta do segredo de justiça". E criticou o Executivo: "O Governo não fez o seu trabalho - fez o Ministério Público e fez muito bem."

Perante os jornalistas, o novo líder parlamentar do PSD considerou que "finalmente e de uma vez por todas foi posto um ponto final numa especulação criada pela irresponsabilidade do Governo e pela forma como o Governo quis gerir politicamente aquilo que não pode nem deve estar no domínio da política". Hugo Soares acrescentou que as famílias podem agora "pedir as indemnizações e serem ressarcidas pelos danos, pelas mortes dos familiares e continuar as suas vidas".» [Público]

«A presidente do CDS-PP considerou hoje positivo que a Procuradoria-Geral da República tenha divulgado a lista das vítimas mortais nos incêndios de Pedrogão Grande e acusou o Governo de ter alimentado "um tabu" sobre esta questão.

"Esperemos que agora se acabe com este tabu que lamentavelmente o Governo alimentou quando não foi claro em relação a esta matéria. Creio que é positivo poder-se ter acesso a essa lista e certamente o Ministério Público fará o seu trabalho", disse Assunção Cristas.

Falando aos jornalistas à margem de uma visita a um centro de apoio a reformados, em Lisboa, a presidente do CDS-PP considerou que a divulgação da lista pela PGR permitiu já perceber que "há mais duas mortes sob investigação, ligadas ainda que indiretamente aos incêndios de Pedrógão".» [DN]

In "O Jumento"

terça-feira, 18 de julho de 2017

"Estou impressionado. Economia portuguesa está em situação muito sólida"

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O Secretário Europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros está em Portugal e nas primeiras declarações aos jornalistas, não poupou elogios ao desempenho orçamental português.

Pierre Moscovici parece ter-se tornado um fã incondicional da receita do Governo de António Costa para a economia portuguesa. De visita a Portugal para reuniões de trabalho com o líder do Governo e com as duas figuras máximas do Banco de Portugal, o Secretário Europeu assumiu-se "impressionado" com os resultados orçamentais portugueses: "O progresso feito por Portugal é impressionante".

"Eu sou otimista e estou impressionado. Acho que as mensagens apresentadas nos últimos meses e anos têm sido muito fortes. A economia portuguesa está agora de facto numa situação muito sólida e num crescimento muito forte. A redução do défice devido aos esforços bastante significativos do povo português estão a gora a produzir resultados e estes esforços têm de ser continuados", garantiu Pierre Moscovici em declarações à imprensa na Representação da Comissão Europeia em Lisboa.

"A situação económica melhorou de forma impressionante e o crescimento será provavelmente acima de 2,5% do PIB e isto é muito sólido. O desafio é transformar esta recuperação em crescimento sustentável."

"Eu creio que isto é possível, porque há fatores estruturais que vão manter este crescimento", explica o Secretário Europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros, antes de lembrar "a quantidade e a qualidade das exportações", o enorme aumento do turismo em todas as épocas do ano e o "regresso do investimento estrangeiro".

"Há um ano, alguns pensavam em multar Portugal e Espanha ou cortar os fundos estruturais, o que teria sido louco, olhando agora para a situação em Portugal e Espanha. Fomos inteligentes, fomos flexíveis, dialogámos e estamos convencidos que foi a melhor solução."

Apesar dos elogios, Pierre Moscovici alerta que "há necessidade não só de continuar com a diminuição do défice nominal, mas também continuar a consolidação do défice estrutural que tem de ser reduzido, porque é esse o caminho" e continua a identificar o desemprego como um problema a resolver.
Sobre o problema do crédito malparado, o Secretário Europeu disse que o tema não foi debatido com Carlos Costa e Elisa Ferreira na reunião desta terça-feira, mas deixou ainda assim um elogio a Portugal: "O que eu diria é que o rácio de  rédito malparado está a diminuir e isso é uma boa notícia. Estamos neste momento no bom caminho".(Notícias ao Minuto)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Estacionar em locais para deficientes tira dois pontos à carta

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A partir deste sábado, 8 de Julho, estacionar - ou parar - em lugares reservados a pessoas com deficiência, passa a ser considerada contra-ordenação grave, com sanção acessória.

Parar ou estacionar em locais destinados a pessoas com deficiência vai passar a ser considerado uma contra-ordenação grave, já a partir deste sábado, dia 8 de Julho, sendo subtraídos pelo menos dois pontos à carta (num total de 12).

As novas regras foram aprovadas por unanimidade no Parlamento, depois de uma proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda (BE) ao artigo 145º do Código da Estrada, onde passa a ler-se que "a paragem e estacionamento em lugar reservado a pessoa com deficiência condicionadora da sua mobilidade, por qualquer pessoa que não esteja habilitada para tal" é uma contra-ordenação grave.


Além da multa pecuniária, que para estacionamento em lugares reservados varia entre 60 e 300 euros, as contra-ordenações graves dão lugar a uma sanção acessória de retirada de dois a três pontos na carta de condução.

Esta sexta-feira, dia 7 de Julho, foi também publicado em Diário da República o diploma que vem obrigar todas as entidades públicas a passarem a dispor de lugares mínimos obrigatórios para pessoas com deficiência.

Esta obrigação estende-se às entidades em parceria público-privada e tem de ser assegurada no prazo máximo de 30 dias após a entrada em vigor do diploma.(Jornal de Negócios)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Ltsta mensal de Aposentados e Reformados da CGA - mês de AGOSTO/2017

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:
          
agosto 2017 (PDF: 237,0 KB)

Aviso n.º 7616/2017, Diário da República n.º 129/2017, 2.ª Série, de 2017-07-06. Declaração n.º 44/2017, Diário da República n.º 129/2017, 2.ª Série, de 2017-07-06. Declaração de Retificação n.º 446/2017, Diário da República n.º 129/2017, 2.ª Série, de 2017-07-06. Declaração de Retificação n.º 447/2017, Diário da República n.º 129/2017, 2.ª Série, de 2017-07-06.
www.cga.pt

terça-feira, 4 de julho de 2017

"Pedir a demissão pode confortar muitas almas mas não resolve problema"

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Jerónimo de Sousa considera que a demissão dos ministros não resolve os problemas como o furto em Tancos ou os incêndios em Pedrógão Grande.

O líder do PCP afirmou hoje que o partido entende que “é uma precipitação pedir a demissão [do ministro da Defesa] a não ser que o CDS queira disfarçar as responsabilidades que teve, nomeadamente com o Governo passado” no que diz respeito aos “problemas e dificuldades causadas com os cortes no investimento das nossas Forças Armadas”.

Jerónimo de Sousa referia-se ao furto de munições em Tancos e do qual o ministro da Defesa tem sido considerado um dos culpados, tendo o CDS pedido ontem a sua demissão.

“Nós pensamos que não é esse o caminho, sendo que se houver responsabilidades políticas defendemos que elas devem ser avaliadas. Mas é uma precipitação que naturalmente não tem nada de bom”, disse, defendendo que a “investigação deve ser levada até ao fim”.

"Deve haver primeiro uma investigação profunda, deve ser esclarecido esse acontecimento grave e depois tirar naturalmente as ilações políticas, não só as militares mas também as políticas que correspondam a esse final da investigação", acrescentou.

A opinião é semelhante quanto à responsabilidade da ministra da Administração Interna nos fogos de Pedrógão Grande.

“Pedir a demissão de uma ministra pode confortar muitas almas mas não resolve o problema de fundo, que é o estado da nossa floresta”, disse hoje em declarações aos órgãos de comunicação social, em Nogueira da Regedoura à margem de uma homenagem a Ferreira Soares, médico assassinado pelo Estado Novo. (Notícias ao Minuto)