quarta-feira, 30 de Julho de 2014

O que dizem os outros blogs

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 Jumento do dia
    
Tozé

O Tozé está fazendo uma colagem tal a António Costa que depois destas directas corre um sério risco de ficar conhecido pelo Adesivo, até na entrega das candidatura o ainda líder do PS opta por entregar a candidatura meia hora depois do seu opositor.

Seguro tem feito a sua campanha à custa de António Costa, um sinal de desespero de quem receando estar perdido tudo faz para dizer que é melhor. O problemas é que não é melhor e todos já o perceberam, aliás, é isso que explica as suas vitórias anorexicas.

«O secretário-geral socialista, António José Seguro, formaliza esta terça-feira à tarde a sua candidatura às eleições primárias na sede nacional do PS, meia hora depois de o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, também o fazer.

Tanto António José Seguro, como António Costa, não estarão presentes nos respectivos actos formais de entrega de assinaturas junto do presidente da comissão eleitoral das primárias de 28 de Setembro, Jorge Coelho.

O mandatário nacional da candidatura de António Costa, o ex-presidente do Governo Regional dos Açores Carlos César, formaliza a candidatura do autarca de Lisboa pelas 15h30, enquanto o representante de António José Seguro o fará pelas 16h00. Fonte da candidatura do líder socialista, indicou que António José Seguro apenas anunciará "mais tarde" o seu mandatário nacional.» [Público]

In "O JUMENTO"


ESTOS MUERTOS ESTÁN MUY VIVOS

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Estos muertos están muy vivos

ESTOS MUERTOS ESTÁN MUY VIVOS


Quien se haya acercado este martes hasta Santa Marta de Ribarteme y por casualidad ignorara la tradición de esta pequeña localidad de As Neves (Pontevedra) se habrá llevado un susto de muerte, nunca mejor dicho. Y es que ver desfilar féretros con personas vivas, aunque amortajadas, en medio de una multitud silenciosa mientras doblan las campanas, no invita a pensar que se tata de una fiesta, precisamente. Aunque lo es. En la imagen, un momento de la procesión de Santa Marta de Ribarteme. (Salvador Sas / EFE)-(20minutos.es)


AMAPOLAS DE CERÁMICA PARA CONMEMORAR LA GRAN GUERRA

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Amapolas de cerámica para conmemorar la Gran Guerra

AMAPOLAS DE CERÁMICA PARA CONMEMORAR LA GRAN GUERRA

Un alabardero real camina junto a un manto de amapolas rojas que cubre el foso de la Torre de Londres, Reino Unido. El foso ha sido decorado con alrededor de 888.246 amapolas rojas de cerámica como homenaje a los británicos y miembros de la Commonwealth fallecidos durante la I Guerra Mundial. (Andy Rain / EFE)-(20minutos.es)




CONTRA LA DESTILACIÓN OBLIGATORIA DEL VINO

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Contra la destilación obligatoria del vino

CONTRA LA DESTILACIÓN OBLIGATORIA DEL VINO


La Unión de Pequeños Agricultores (UPA) ha recorrido las calles de Toledo para mostrar su rechazo a la destilación obligatoria del vino, aprobada por el Ministerio de Agricultura, que "ha provocado una esquizofrenia en el sector" y que además, han vaticinado que "costará dinero" a los agricultores. (Ismael Herrero / EFE)-(20minutos.es)


EL CONFLICTO DE UCRANIA

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El conflicto de Ucrania

EL CONFLICTO DE UCRANIA

Un puente ferroviario destruido bloquea una carretera entre Járkov y Donetsk (Ucrania). Los investigadores holandeses no han podido acceder al lugar donde se estrelló el vuelo MH17 de Malaysia Airlines debido a los conflictos en la zona. El primer ministro de Australia, Tony Abbott, dijo que redoblará la presión para garantizar el acceso de los investigadores a la zona del este de Ucrania donde se encuentran los restos del avión abatido de Malaysia Airlines. (Evert-Jan Daniels / EFE)-(20minutos.es)


O miúdo sem pernas

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"O miúdo está a olhar para mim, sem espanto, sem medo, como se o facto de não ter pernas lhe fosse indiferente. A dor e o sofrimento desapareceram-lhe da expressão. Mas os olhos, esses, mantêm uma profundidade atenta, que não recrimina. Olha-me, simplesmente, sem nada esperar de mim: olha-me. Só se lhe vê os olhos e parte do rosto. O que sobra são ligaduras e tubos. Olha-me, e no olhar fixo, mas cheio de entendimento, não há susto, nem assombro, nem mesmo espera. Não tenho a certeza (já não tenho certezas de coisa alguma) mas parece-me que sorriu. Está no corredor do hospital, o hospital e o corredor estão repletos de macas e de estranhos objectos rolantes, os gritos e a gritaria ouvem-se à distância. Menos o miúdo que me olha, sereno, nem um gesto, nem o mais módico movimento. Olha-me. Apenas me olha.
Passam mulheres embiocadas, passam homens derreados, passam velhos e velhas. Todos com as fisionomias desfiguradas de amargura, se assim posso designar a maior dor do mundo. Não gritam, mas quando gritam desejam que os seus gritos cheguem ao céu da revolta.
O miúdo dobrou ligeiramente os olhos para me observar, para que eu o não esqueça. O miúdo sem pernas. Passa, agora, um rapaz acelerado, empurrando um estirador, feito maca, com duas raparigas, os trapos que as cobrem cheios de sangue. Uma delas não dá sinais de vida, e um braço descaiu-lhe da superfície onde vai. «Médico! Médico!», não grita: implora, e alguém lhe acode. «Já não temos antibióticos. Não temos quase nada», diz, e ajuda o rapaz a empurrar o estirador.
O miúdo sem pernas move os olhos e tenta reter tudo. De súbito, cai-me em cima a responsabilidade criminosa de só poder fazer o que sei fazer, isto, e é tão pouco ante a imensidão desta miséria afrontosa. Sinto-me humilhado por ser sobrevivente, é isso, e por ausência de um protesto generalizado. Não pode haver «contraditório», nem a procura do equilíbrio mentiroso da «distanciação» não aqui, neste crisol do inferno, nem em qualquer outro lugar onde a natureza da barbárie escapou a todo o respeito humano e a todo o padrão moral.
Porque será que este miúdo sem pernas e, aparentemente, sem censuras nem acusações, me olha, ou me procura com o olhar; porque será? Vejo os escombros, prédios e ruas em ruínas, gente esgaravatando nos destroços à procura sem muito bem saber de quê; à procura de restos, de sobras, do mais exíguo sinal de esperança, num trapo, numa boneca, numa cadeira desventrada; talvez num pedaço de carta: talvez.
Agora, outro homem. Joga as mãos à cabeça e olha em redor, no que foi a sua casa. «Venho do trabalho e vinha para aqui todos os dias. Que fiz para merecer isto?» E o miúdo sem pernas, crucificado em tantas lágrimas, olha-me apenas. Aqui não há misericórdia nem compaixão nem remorso.
Gaza."
(Baptista-Bastos - Diário de Notícias)

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

TRÁFICO ILEGAL DE MARFIL

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Tráfico ilegal de marfil

TRÁFICO ILEGAL DE MARFIL

Agentes aduaneros tailandeses muestran en Bangkok (Tailandia) parte de las trompas y las joyas confiscadas a una pareja, que pretendía pasarlas de contrabando a Camboya. Los detenidos son un vietnamita de 62 años y una mujer china de 23. En total se les confiscaron 18 trompas de elefante con un peso de 60 kilos y 587 piezas de joyería de marfil. La Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora Silvestres prohibió en 1989 el tráfico de marfil para prevenir la matanza de elefantes. (Rungroj Yongrit / EFE)-(20minutos.es)

Fazer de Marcelo dano colateral

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"Eh lá, o tiro ao alvo a Ricardo Salgado já vai nos danos colaterais. Numa entrevista sobre a compra ou não da TAP, Miguel Pais do Amaral desvia a rota para aterrar no recentemente caído por terra Ricardo Salgado. Primeiro, Pais do Amaral passou por aeródromos secundários e falou dos ministros amigos do banqueiro que podiam prejudicar-se, agora, com a proximidade antiga ao pestífero. Mas logo se viu que não era esse o destino final: de que ministros fala?, perguntou-se-lhe. Mas Pais do Amaral desviou: "Não lhe vou dizer." Ele queria era chegar ao candidato presidencial Marcelo... Esse e a companheira, disse, eram "os melhores amigos do casal Salgado", a companheira "é administradora no grupo BES", e "o filho é funcionário da PT". Pronto, já entendemos, nesta cantiga de amigo e maldizer, Pais do Amaral não morre de amores por Marcelo, ai Deus i u é. Daí as duas frases extraordinárias que disse: "Obviamente que uma pessoa que é a melhor amiga de alguém, se esse alguém não sair bem, não tem quaisquer condições para ser candidato presidencial nem para alimentar essa candidatura" e, "neste caso, diz-me quem são os teus amigos, dir-te-ei quem és"! A ser assim, neste país tão pequeno e misturado em conhecimentos, corremos o risco de ficar sem candidatos presidenciais: quem está livre de um "amigo" incómodo? Daí a programas eleitorais em forma de repúdio "Vote em mim porque não sou amigo de Fulano!", é um passo."
(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

Fazer de Marcelo dano colateral

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"Eh lá, o tiro ao alvo a Ricardo Salgado já vai nos danos colaterais. Numa entrevista sobre a compra ou não da TAP, Miguel Pais do Amaral desvia a rota para aterrar no recentemente caído por terra Ricardo Salgado. Primeiro, Pais do Amaral passou por aeródromos secundários e falou dos ministros amigos do banqueiro que podiam prejudicar-se, agora, com a proximidade antiga ao pestífero. Mas logo se viu que não era esse o destino final: de que ministros fala?, perguntou-se-lhe. Mas Pais do Amaral desviou: "Não lhe vou dizer." Ele queria era chegar ao candidato presidencial Marcelo... Esse e a companheira, disse, eram "os melhores amigos do casal Salgado", a companheira "é administradora no grupo BES", e "o filho é funcionário da PT". Pronto, já entendemos, nesta cantiga de amigo e maldizer, Pais do Amaral não morre de amores por Marcelo, ai Deus i u é. Daí as duas frases extraordinárias que disse: "Obviamente que uma pessoa que é a melhor amiga de alguém, se esse alguém não sair bem, não tem quaisquer condições para ser candidato presidencial nem para alimentar essa candidatura" e, "neste caso, diz-me quem são os teus amigos, dir-te-ei quem és"! A ser assim, neste país tão pequeno e misturado em conhecimentos, corremos o risco de ficar sem candidatos presidenciais: quem está livre de um "amigo" incómodo? Daí a programas eleitorais em forma de repúdio "Vote em mim porque não sou amigo de Fulano!", é um passo."

(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

domingo, 27 de Julho de 2014

LUCHA POLICIAL CONTRA LAS PANDILLAS EN HONDURAS

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Lucha policial contra las pandillas en Honduras

LUCHA POLICIAL CONTRA LAS PANDILLAS EN HONDURAS


Policías y militares se enfrentan a presuntos pandilleros en un barrio de San Pedro Sula (Honduras). Un policía y cinco presuntos pandilleros murieron en el enfrentamiento, según informó una fuente de la Secretaría de Seguridad. (Str. / EFE)-(20minutos.es)


O sebastianismo ao contrário e a normalidade possível

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"1. Parcerias público-privadas mal negociadas? Rendas excessivas no setor da eletricidade? Demasiadas Autoestradas? Toda a corrupção deste e do outro mundo? Promiscuidade entre o setor público e privado? Leis injustas e à medida? Bloqueador de qualquer mercado nacional? Responsável pela chegada da troika?
Eis Ricardo Salgado. O culpado de todos os males que nos minam. O elemento que uma vez retirado do nosso convívio fará que tudo floresça. Sem ele a nossa economia tornar-se-á pujante, o Estado será incorruptível e exemplar na gestão do bem comum, acabarão os compadrios e amiguismos.
Agora é Ricardo Salgado. Não vale a pena lembrar todos os outros culpados antes dele. Todos os que, sozinhos, conseguiram arrastar Portugal para um terrível destino. Sozinhos, omnipotentes e fonte de todos os males. Males vários, aliás. Recentemente, tivemos José Sócrates como o único culpado da crise; Cavaco Silva, o criador do monstro estatal; Oliveira Costa, até há pouco o único banqueiro que não era sério...
Podemos pensar em várias explicações para este fenómeno coletivo. Será por termos demasiadas vezes a sensação de que a culpa morre solteira, será por uma qualquer necessidade de descarregarmos toda a nossa frustração, incompetência ou impotência num alvo bem definido. Pode ser.
Mas há algo mais nesta constante busca de um bode expiatório, nesta espécie de outro lado do espelho sebastianista: um homem nos salvará e um homem será o responsável por tudo o que foi feito de errado ou está mal. Nunca pensamos como comunidade. Nunca nos questionamos. Nunca tentamos perceber se, por ação ou omissão, contribuímos para aquilo que consideramos ser as nossas desgraças, sejam as de condução política, sejam as que resultam de cataclismos económicos, sejam as criminais.
São sempre "eles" e quando temos um nome, de preferência "um poderoso", fica logo tudo explicado. Andamos o tempo inteiro a dormir, a deixar que decidam por nós, a recusar participar na vida da comunidade para de repente descobrirmos que a culpa do nosso sono era apenas de um indivíduo. Outro. Qualquer.
2. Ricardo Salgado foi provavelmente um gestor incompetente. Será o culpado de um terramoto económico em Portugal, será o maior responsável pela possível falência de muitas empresas e pela perda de muitas poupanças, terá vendido ou mandado vender gato por lebre. Será o responsável por diversas fraudes e crimes - contas adulteradas, corrupção, branqueamento de capitais, fugas ao fisco. Terá sido um dos promotores da promiscuidade entre poderes públicos e privados que, aliás, existe há séculos em Portugal. Terá construído uma rede de influência mais baseada em cumplicidades e esquemas mal explicados do que em competência.
Não serei eu a negar, e já aqui o escrevi, que havia uma maneira de fazer as coisas, própria dos líderes (Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi não estavam sozinhos) do Grupo Espírito Santo, que era péssima para a comunidade. Mas uma coisa são atividades subjetivamente lesivas para a comunidade, outra são aspetos de incidência criminal.
Nada fará melhor à comunidade do que um fim, na medida do possível, normal para este império e para os previsíveis e inevitáveis processos judiciais. Que o desmoronamento deste império com pés de papel se processe sem histerias e sem julgamentos populares. Que vão à falência as empresas que não têm capacidade para honrar os seus compromissos; que possam ser ressarcidos os que foram prejudicados; que os culpados paguem até ao último tostão; que fiquemos convictos de que não houve privilégios especiais nem humilhações provocadas por ressentimentos. E, se se provarem crimes, que os vários responsáveis sejam condenados. Nada pior se, mais uma vez, se mandar às malvas o princípio da presunção de inocência e se substituirmos os tribunais por tabloides ou que a justiça não seja justiça mas sim justiceira.
3. Quem há meia dúzia de dias competia para cair nas boas graças de Ricardo Salgado disputa agora o concurso "fui eu quem mais contribuiu para o derrubar" ou "sou eu que consigo culpá-lo de mais desgraças".
O espetáculo está montado: temos velhos revolucionários remoçados apostados em construir as mais diversas teorias da conspiração, temos jornalistas em horário nobre a promover delírios e cabalas de vão de escada. E, claro, não podiam faltar as fugas de "informação" do Ministério Público para os jornais do costume, a divulgação antecipada de diligências processuais e a costumeira fúria justiceira que parece só acordar quando os chamados poderosos já não o são. A novidade é ter aparecido políticos a cavalgar este caso para fins de política partidária interna, como foi o infelicíssimo caso de Eurico Dias do PS.
Não sei se sabem ou não, mas, como sabemos de outros casos, serão estes os que mais contribuirão para uma possível situação em que nunca chegaremos a saber tudo o que se passou neste gigantesco drama."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 26 de Julho de 2014

LA SEQUÍA DE CALIFORNIA AFECTA A LA ECONOMÍA

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La sequía de California afecta a la economía

LA SEQUÍA DE CALIFORNIA AFECTA A LA ECONOMÍA


Vista de varias viviendas flotantes en Shasta Lake, en la localidad de Shasta County, California, Estados Unidos. La sequía que sufre California provocará pérdidas de 2.200 millones de dólares o 1.621 millones de euros este año al sector agrícola del Estado y reducirá en un 3,8% la fuerza laboral de las granjas. (John G. Mabanglo / EFE)-(20minutos.es)


Carlos César: Seguro fala como se portugueses fossem "auditório infantil"

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O mandatário nacional de António Costa às primárias socialistas, Carlos César, criticou hoje António José Seguro por comunicar como se os portugueses fossem um "auditório infantil" ou um "clube de fãs", considerando que não resolve os problemas do país.

Carlos César falava aos jornalistas à margem da convenção "Mobilizar Portugal", que decorre hoje durante todo o dia em Aveiro, considerando que o Governo ficou com expectativas de tranquilidade e de recuperação com os resultados das eleições europeias mas que agora "está muito intranquilo com a perspetiva de António Costa ser o candidato a primeiro-ministro pelo PS".

"Eu tenho ouvido muitas vezes o António José Seguro falar e os seus apoiantes e fico um pouco entristecido nesta perspetiva: há uma tendência para comunicar com os portugueses como se os portugueses fossem o auditório infantil, como se fossem um clube de fãs que têm que estar sujeitos ao discurso vazio, inexpressivo, cheio de truques, dos comícios, das encenações tecno-mediáticas, do tiro o chapéu, ponho o chapéu, do toca um instrumento popular do folclore", criticou.

Para o ex-presidente do Governo Regional dos Açores "tudo isso é muito engraçado" mas "nada disso resolve qualquer problema dos portugueses".

"O partido só pode sair mais forte do desfecho deste debate e desta confrontação eleitoral que é própria da democracia. O partido ficou muito enfraquecido com os resultados das eleições europeias", reiterou.

Carlos César reafirmou que os resultados das europeias deixaram a "sensação de que o PS podia morrer na praia", defendendo ser preciso "uma liderança mais identificada com o sentir dos portugueses, mais mobilizadora, mais suscitadora de entusiasmos". (Notícias ao Minuto)

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

LOS RESTOS DEL AVIÓN DE SWIFTAIR

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Los restos del avión de Swiftair

LOS RESTOS DEL AVIÓN DE SWIFTAIR


Fotografía facilitada por la Oficina de Comunicaciones Audiovisuales del Ejército Francés (ECPAD) que muestra a dos soldados que inspeccionan la zona donde fueron encontrados los restos del avión de Swiftair desaparecido, en la región de Gossi, fronteriza con Burkina Fasso. El vuelo AH5017 con 116 personas a bordo, 110 pasajeros, casi la mitad franceses, y seis tripulantes españoles, desapareció en la madrugada del jueves cuando sobrevolaba la región de Gao, en el este de Mali. (French Army/EFE)-(20minutos.es)


INCAUTAN UN GRAN ARSENAL DE ARMAS EN MÁLAGA

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Incautan un gran arsenal de armas en Málaga

NCAUTAN UN GRAN ARSENAL DE ARMAS EN MÁLAGA


Imagen de uno de los mayores arsenales de armas y explosivos conocidos hasta la fecha en España localizado por la Guardia Civil en Málaga. En total se han intervenido 148 pistolas y fusiles, 55 granadas, tres minas anticarro, más de 16.000 cartuchos, un cohete de artillería y un mortero. En la operación han sido detenidos dos personas. (Daniel Pérez / EFE)-(20minutos.es)


EL SACRIFICIO DEL TOUR

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El sacrificio del Tour

EL SACRIFICIO DEL TOUR

El ciclista polaco Bartosz Huzarski publicó esta foto el pasado jueves tras la etapa del Tour de Francia y decía: "Así se ven más o menos las piernas después de la etapa 18". En la imagen puede apreciarse la dureza de la prueba y el sacrificio físico que supone para los deportistas. (Bartosz Huzarski |FACEBOOK)-(20minutos.es)


Sobre a ciência dos mercados

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"Há coisas que custam a engolir mas, pronto, tenho de aceitar. Eu já não tinha gostado da PJ a vasculhar os papéis nas minhas duas salas no Hotel Palácio, mas lá aceitei. Depois, quando o juiz me avisou de que ia interrogar-me no dia seguinte, levantei a sobrancelha, incomodado. Mas, pronto, tive de aceitar. Disse-lhe que lá estaria, o meu motorista haveria de me pôr no Campus de Justiça à hora marcada, mas ele respondeu que iriam à minha casa buscar-me. Que remédio, aceitei. De manhã, bem vi o ar pasmado da minha empregada, ao dizer: "Estão à porta dois polícias que perguntam pelo senhor doutor." Custou-me? Muito, mas aguentei. Percebi os sorrisinhos trocados entre o guarda e o motorista, mas pus cara de quem não viu. Chegado ao TIC, no corredor cruzei-me com olhares impertinentes dos beleguins, mas aguentei. No juiz topei o revanchismo dos sans-culottes, mas respondi a tudo, calmo. Na pausa de almoço contaram-me a histeria das rádios e televisões - "detido!", gritavam todos - e aguentei. Voltei ao interrogatório do Robespierre, aturei as perguntas, sofri a condição de arguido, tolerei as acusações, resignei-me à caução a pagar... Aceitei tudo! Mas há uma coisa que não admito. A mim, que fui estes anos todos o rosto do mercado de capitais, o epítome da bolsa de valores, não se devia ter feito este insulto: no dia em que fui detido, interrogado e constituído arguido, as ações do BES sobem?!"

(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

LA LECTURA Y LOS ANIMALES, BUENOS ALIADOS PARA EL VERANO

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La lectura y los animales, buenos aliados para el verano

LA LECTURA Y LOS ANIMALES, BUENOS ALIADOS PARA EL VERANO


Varios niños observan junto a Gunther, un pastor alemán oficial canino del Departamento de Policía de Anaheim, las explicaciones de un oficial del Escuadrón Canino del Departamento de Policía. La charla, impartida en presencia de los padres de los pequeños en la Biblioteca Pública del Este de Anaheim, California (EEUU), forma parte del programa de verano Paws to Read, que incentiva a los niños a leer e interactuar con los animales. (Felipe Chacon / EFE)-(20minutos.es)



Fechos: Lisboa e Porto com menos bancos e Interior sem serviços

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Os grandes centros urbanos estão a ficar sem agências bancárias. Em apenas três anos foram encerradas 550. Contudo, o Interior é a região do país que está a ficar mais desertificada, com o fecho de serviços públicos, como escolas e tribunais, noticia o Diário de Notícias.

Nos grandes centros urbanos, as agências bancárias têm vindo a diminuir e os serviços públicos fechar no Interior do País, deixando-o mais desertificado.

Lisboa e Porto são os distritos que mais perderam agências bancárias nos últimos três anos. Já Viseu é o distrito mais afetado pelo fecho de escolas do primeiro ciclo, enquanto Vila Real e Bragança são os mais afetados pelo encerramento de tribunais, avança hoje o Diário de Notícias.

No final do primeiro semestre de 2013 existiam em Portugal 5.688 instituições financeiras, menos 522 do que em 2010. A Associação Portuguesa Bancária (APB), em termos absolutos, o distrito de Lisboa viu 226 dependências, em termos relativos, o Funchal tem quase a mesma perda, a serem encerradas nos últimos três anos, e o Porto 92.

Relativamente aos cortes no Interior como tem acontecido com as escolas e tribunais, o geógrafo José Rio Fernandes revela que a preocupação reside no facto de “fecharem serviços públicos onde as alternativas ficam mais longe, o que significa dificuldades acrescidas para a população, que muitas vezes já é mais pobre”.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Assim, como pode haver desenvolvimento?... Este desgoverno é o pior que passou por Portugal!...

quarta-feira, 23 de Julho de 2014

PEONZAS HUMANAS EN ANGUIANO

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Peonzas humanas en Anguiano

PEONZAS HUMANAS EN ANGUIANO


Ocho danzadores de Anguiano (La Rioja) reviven esta centenaria tradición al lanzarse por una empinada cuesta empedrada, mientras bailan al son de la música encaramados a unos zancos de madera de 45 centímetros, en honor a su patrona, la Virgen de la Magdalena, en Anguiano. Este rito, en el que los danzadores parecen "peonzas humanas", está declarado Fiesta de Interés Turístico Nacional desde 1970, lo que ha dado a conocer este pequeño pueblo de unos 500 habitantes. (Raquel Manzanares / EFE)-(20minutos.es)