terça-feira, 30 de novembro de 2010

Portugal terá em 2011 a maior queda da UE no custo por trabalhador

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Previsões de Bruxelas apontam para uma descida de 3,5% nas compensações pagas aos trabalhadores nacionais
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O esforço de consolidação das contas nacionais vai representar uma factura pesada para os trabalhadores portugueses. De acordo com as previsões de Outono da Comissão Europeia, ontem divulgadas, as compensações por trabalhador vão cair 3,5% em termos reais no próximo ano no mercado nacional.
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Este indicador mede os salários brutos, mas também as contribuições feitas pelo funcionário e pela empresa para o fisco e a segurança social, cuja dimensão é proporcional à remuneração. A queda em Portugal é a maior prevista para todos os países da União Europeia em 2011 e segue-se a dois anos de crescimento das remunerações brutas: 0,4% este ano e um salto de 6% em 2009. Esta subida, a mais alta registada na Europa nesse ano, coincidiu com a actualização de 2,9% dos funcionários públicos e com as últimas eleições legislativas. A descida dos custos por trabalhador deverá continuar em 2012, mas será muito mais moderada - menos 0,5%.
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Em parte, esta situação pode ser explicada pelo facto de os países que enfrentam crises orçamentais e financeiras comparáveis terem começado a cortar custos, incluindo salariais, mais cedo que Portugal. Será certamente esse o caso da Grécia, onde as compensações por trabalhador afundaram 6,2% em 2010. Também Espanha foi mais rápida a cortar nas compensações aos trabalhadores: 0,8% este ano.
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Já Portugal só em 2011 avançará com uma política de cortes salariais no Estado e nas empresas públicas que aponta para uma redução média de 5%. No sector privado é esperado um crescimento muito moderado dos salários.
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A mesma tendência pode ser encontrada nas estimativas da Comissão Europeia para os custos unitários com o trabalho, onde uma vez mais os salários são o principal factor. Este indicador deverá baixar já este ano - 1,2%. A estimativa para 2011 é de uma redução de 2,3% e para 2012 nova queda de 1,4%. São três anos de reduções consecutivas, mas neste caso a evolução é considerada positiva pela Comissão Europeia, que sublinha o aumento da competitividade da economia nacional.
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Notas do Papa Açordas: Pelo menos, somos primeiros em alguma coisa, nem que seja pelas piores razões. Sócrates lá se vai desculpando com a crise internacional, esquecendo que, antes desta, já havia uma enorme crise provocada pelo seu (des)governo...
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Temporal en las Canarias

Miguel Calero / EFE
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Fuerte oleaje que afecta al litoral de Santa Cruz de La Palma debido al viento en la zona este de la isla. (20minutos.es)
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Comissão Europeia arrasa previsões do Governo no OE de 2011

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A Comissão Europeia arrasou os pressupostos que estão na base do Orçamento do Estado para 2011 ao apontar para um crescimento negativo da economia de 1 por cento e um défice orçamental de 4,9 por cento do PIB, três décimas superior ao compromisso assumido pelo governo.
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Segundo as previsões económicas semestrais do Outono divulgadas em Bruxelas, Portugal será, em conjunto com a Grécia, o único país entre os Vinte e Sete da União Europeia (UE) com uma recessão em 2011. Na Grécia, a queda do PIB atingirá 3 por cento.
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Por seu lado, o défice orçamental vai ser superior aos 4,6 por cento do PIB com que o governo se comprometeu com os parceiros europeus para sossegar os mercados financeiros e escapar a um resgate da zona euro e do FMI. O que significa que as medidas de austeridade previstas no OE para 2011 não são suficientes para atingir a meta prevista, e terão assim de ser endurecidas. Em 2012, será preciso um novo aperto da austeridade, já que o défice previsto – num cenário de manutenção de políticas – será de 5,1 por cento do PIB. O governo comprometeu-se com um resultado inferior a 3 por cento do PIB.
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A dívida pública continuará a subir no próximo ano para 88,8 por cento do PIB – contra 82,8 por cento este ano e 76,1 por cento em 2009. Se as actuais políticas se mantiverem, o endividamento do Estado voltará a saltar para 92,4 por cento em 2012.
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O desemprego também vai continuar a subir para 11,1 por cento da população activa em 2011, contra 10,5 por cento este ano e 9,6 por cento no ano passado.
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Notas do Papa Açordas: A UE tem que explicar muito bem estes números aos "nossos" governantes, talvez até como se eles fossem muito estúpidos porque, de modo simples, eles não entendem...
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Portugal vai demorar pelo menos oito anos a erguer-se, avisa Passos

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Líder do PSD prepara argumentos para o futuro: corrigir os erros é um trabalho de "pelo menos duas legislaturas"
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Os próximos anos vão ser de "dificuldades e até de penúria". O horizonte temporal que Passos Coelho prevê ser necessário para que Portugal consiga sair da crise abrange pelo menos "duas legislaturas" e por isso, também o governo pós-socrático vai enfrentar os "erros" da última década e meia.
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No encerramento do XXI Congresso da Juventude Social Democrata (JSD) - da qual foi presidente de 1990 a 1995 -, o líder do PSD deixou o argumentário para o futuro próximo: "Corrigir os últimos 15 anos de irresponsabilidade vai demorar vários anos de dificuldades e até de penúria". Por isso, acrescenta, "vai ser necessário um grande esforço de solidariedade" no país.
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Para Pedro Passos Coelho, não são os erros que se têm repetido ao longo dos últimos anos de "inconsciência" que levam um partido a "perder eleições" mas sim "a obstinação em continuar a errar". Sem referir nomes, o recado do presidente do PSD a José Sócrates leu-se nas entrelinhas. Até porque o próprio Passos Coelho já admitiu apresentar uma moção de censura ao governo caso o Executivo não cumpra os objectivos orçamentais definidos para 2011. Aliás, na sua intervenção na última sexta-feira - dia em que o Orçamento do Estado para 2011 foi aprovado oficialmente na Assembleia da República - o deputado Miguel Frasquilho já reforçara a ideia de que a margem para não executar com rigor o OE será curta: "Ninguém tolerará mais falhanços", garantiu deputado social-democrata.
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Notas do Papa Açordas: Estes nossos políticos, pertencentes à área do grande "partido" PS/D, no meu entender, não têm capacidade para resolver a crise para a qual colaboraram intensamente... Pois é, todos comem à mesma mesa, e até sabem repartir os tachos... A população já não acredita nos políticos portugueses!...
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domingo, 28 de novembro de 2010

É fartar, vilanagem!

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António Freitas Cruz
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Uma estimável instituição vocacionada para a defesa dos
consumidores mostrava há dias que na factura da electricidade,
cada vez mais gorda, mais de 40 por cento não se referem ao
que consumimos. Se bem entendi, estaremos aí a falar de "extras"
variados, entre os quais (estou certo disso) não deixarão de ter
o seu peso os salários e prémios milionários pagos aos gestores e,
também, aos assessores (originários exactamente daqueles sítios
em que o leitor está a pensar), bem como cátedras de luxo em
universidades americanas...
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Mas esses expedientes, hoje mais vulgares do que o "doce da
Teixeira" nas romarias, não se ficam pela electricidade. Essas
habilidades, que visam entrar nos bolsos dos cidadãos com
aparências de seriedade, estão presentes noutros bens de primeira
necessidade e prestados em regimes de monopólio ou parecidos.
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É o caso da água: mais de metade da factura nada tem a ver com
o consumo, antes se dispersa por rubricas como a recolha de lixo
(que grande negócio vai por aí!), o saneamento e outras criatividades
semânticas, entre as quais se destaca a "disponibilidade".
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Mas há muito mais, a começar pelas gasolinas e a terminar... nunca.
E coisas novas vêm a caminho sem o menor pudor: em breve
estaremos a pagar uma "taxa de protecção civil", como se entre as
obrigações públicas não estivesse precisamente a protecção das
populações.
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Cabe perguntar, aqui chegados, para que servem, afinal, os impostos
que nos cobram! (Jornal de Notícias)
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sábado, 27 de novembro de 2010

Un sombrero de condones

Un sombrero de condones
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El primer ministro tailandés, Abhisit Vejjajiva, fotografiado en el Parlamento de Bangkok con un sombrero de condones como parte de la campaña contra el VIH / sida, con motivo del Día Mundial del Sida que se celebra el 1 de diciembre. Cerca de 25 millones de personas han muerto en todo el mundo por sida desde 1981; la estimación más reciente del número de personas que viven con el VIH es de 33 millones.(20minutos.es)
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Llega la nave Soyuz

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El Soyuz TMA-19, en el que viajan el ruso Fiódor Yurchijin, y los estadounidenses Douglas Wheelock y Shannon Walker, aterriza cerca de Arkalyk en Kazajistán. El regreso de la nave estaba previsto inicialmente para el 30 de noviembre, pero tuvo que ser adelantado cuatro días debido a que Kazajistán, en cuyo territorio se posan las cápsulas de descenso rusas, cerró su espacio aéreo con motivo de la cumbre de la Organización para la Seguridad y la Cooperación en Europa (OSCE), que albergará la capital kazaja, Astaná, a comienzos de diciembre.(20minutos.es)
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Remodelação iminente. Crise pode fazer governo encolher

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Novos ministros nos Negócios Estrangeiros, no Ambiente e na Saúde
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Um novo governo, a qualquer momento e eventualmente mais pequeno. É provável que Sócrates não repita o que fizeram Zapatero, há poucas semanas, e António Guterres, há muitos anos - que remodelaram os respectivos governos no dia da aprovação do Orçamento do Estado, com péssimos efeitos políticos no caso de Guterres. Mas já este fim-de-semana ou, mais provavelmente, no próximo, o país pode acordar com novos rostos em vários ministérios.
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Durante a semana nada acontecerá: as deslocações oficiais do primeiro-ministro à Líbia e à Argentina dificultam a operação, que tem que ter agrément prévio do Presidente da República.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros está de saída. As suas já tensas relações com o primeiro-ministro - desde que, em Maio, defendeu a inscrição na Constituição dos limites do défice - agravaram-se com a entrevista ao "Expresso", onde sugeriu a sua própria remodelação, defendeu uma coligação governamental PS/PSD que não está nos planos de Sócrates, e manifestou, pela enésima vez, o seu cansaço com as funções.
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Para substituir Luís Amado tem sido avançado por várias fontes o nome de Basílio Horta, o que o próprio, ontem contactado pelo i, desmente. No entanto, o i sabe que já houve contactos entre o primeiro-ministro e Basílio Horta. Actual presidente da AICEP (Agência para o Investimento), Basílio Horta poderia dar à pasta uma componente mais económica, juntando ao perfil diplomático uma aposta nas relações comerciais externas. Basílio Horta é neste momento também próximo de Cavaco Silva, sendo um dos apoiantes assumidos da recandidatura do Presidente, o que num cenário de instabilidade política é apontado como uma vantagem.
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Notas do Papa Açordas: Dado o centralismo que o sr.Sócrates imprimiu no seu governo, não é crível que a remodelação seja assim muito importante, ou que venha resolver os problemas do país. O sr.Sócrates é demasiado individualista, não admitindo grandes devaneios aos seus ajudantes (ministros) ou subajudantes (secretários de Estado)...
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Juros têm de baixar ou Portugal não resiste muito mais tempo

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Fonte contactada pelo i explica que Portugal está perto de pedir ajuda. BCE e outros países europeus já estão a pressionar Sócrates
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Com os juros da dívida portuguesa em valores insustentáveis, a probabilidade de Portugal ser o próximo país da zona euro a ser resgatado não pára de aumentar. "Ou os juros da dívida portuguesa baixam, ou Portugal não resiste muito mais tempo. Ajudar Portugal não vai apanhar ninguém de surpresa, mas tem de ser o governo português a pedir ajuda", garantiu fonte com conhecimento do processo contactada pelo i. Ontem, a edição alemã do "Financial Times" (FT) avançou que o BCE e a maioria dos países do euro estão a pressionar o governo português para pedir ajuda à UE e ao FMI.
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Depois do pedido de ajuda da Irlanda, Portugal é o próximo elo mais fraco. Continuar a pagar mais de 7% de juros para se financiar - uma barreira que Teixeira dos Santos tinha afirmado que se fosse ultrapassada "mais valia" pedir a intervenção do FMI - não deverá deixar outra alternativa a Sócrates que não recorrer ao Fundo Europeu (FEEF). "A expectativa era que a pressão dos mercados acalmasse, mas a verdade é que os mercados não reagiram bem ao resgate irlandês.
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"No entanto, mais decisivo que ajudar Portugal, afirmou a mesma fonte ouvida pelo i, é impedir que Espanha comece a sofrer o mesmo tipo de pressão sobre a dívida. "É fundamental que o contágio não chegue a Espanha. Está a fazer-se de tudo para que isso não aconteça", explicou, lembrando que a economia espanhola é mais sólida que a portuguesa. "A situação espanhola é mais positiva. Têm feito ajustes orçamentais com resultados, algo que Portugal não tem conseguido fazer."
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Notas do Papa Açordas: Já vimos que o sr.Sócrates não serve para projectar casas, agora também já temos a certeza, que não serve para governar um país... Pedimos-lhe que faça como o seu colega irlandês: pedir ajuda à UE e ao FMI e demitir-se. Pelo menos, nesse acto, presta um grande serviço ao país...
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Governo vai pagar mil milhões em atraso a fornecedores

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O PS entregou uma alteração na especialidade ao Orçamento do Estado que prevê que mil milhões de euros do total de emissão de divida previsto para o próximo ano sejam gastos em pagamentos em atraso a fornecedores, apurou o i.
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Esta alteração foi acordada ontem ao final do dia entre o PS e o PSD e terá efeitos a partir de 2011, permitindo liquidar parte da divida do Estado a fornecedores sem aumentar a emissão de divida já prevista em 2011. Caberá às Finanças fixar, por portaria, os procedimentos necessários para a concretização das modalidades de regulação.
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No mesmo artigo é definido que os órgãos de gestão deverão contactar os fornecedores, propondo a renegociação das condições contratuais, caso os prazos de pagamento excedam os sessenta dias.
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O deputado do PSD, Miguel Franquilho, reiterou hoje no Parlamento que esta proposta nasce de um acordo entre PS e sociais-democratas. “Contem connosco para denunciar um fracasso que a acontecer será muito danoso para a economia portuguesa”, avisou ainda.
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Já o deputado socialista Afonso Candal realçou o esforço feito na redução do tempo do pagamento aos fornecedores: “De mais de 200 dias para menos de 90 dias”. E referiu que “a solução encontrada vai no sentido do apoio ao tecido empresarial e não tem consequências no agravamento da dívida”.
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Notas do Papa Açordas: Nem dá para pagar os medicamentos que os hospitais devem aos fornecedores... O que vai acontecer é que sejam apenas os amigos a receber, e a entregar algum ao Partido Socrático... os outros, fica para o próximo governo...
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PSD volta a ter maioria absoluta, diz Barómetro

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Segundo o Barómetro, o PSD mantém a vantagem em relação ao PS, mas tem agora maioria absoluta. Nos índices de popularidade, Passos Coelho, Sócrates e Cavaco ganharam pontos.
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O PSD voltaria a não precisar de se aliar a nenhum outro partido para conquistar a maioria absoluta nas legislativas se estas se realizassem hoje, indica o barómetro TSF/Diário Económico/Marktest relativo a Novembro.
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Ainda de acordo com este barómetro, os sociais-democratas mantêm uma vantagem de 17 pontos percentuais que traziam de Outubro em relação aos socialistas, que, tal como o PSD, subiram cerca de dois pontos num mês.
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Num estudo em que o PSD recolhe 44 por cento das intenções de voto contra 27 por cento dos socialistas, o Bloco de Esquerda surge novamente como terceira maior força política portuguesa, mas agora com nove por cento, menos um ponto que em Outubro.
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Praticamente iguais estão agora CDS-PP e CDU, isto depois de os centristas terem perdido um ponto em relação ao último mês, estando agora nos sete por cento, e de a coligação liderada pelo PCP ter descido dois pontos, o que a deixa a duas décimas de distância do partido de Paulo Portas.
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Notas do Papa Açordas: Mais de 50% da Secção de Faro do PS vota noutros partidos, com predominância do Bloco de Esquerda. Sócrates, para além das malfeitorias que tem feito neste (des)governo, descaracterizou o Partido Socialista, o que levou à saída ou ao desinteresse de muitos militantes... Portanto, o resultado desta sondagem pode-se considerar normal...
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DECO lança petição para reduzir custos "extra" das facturas dos consumidores

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A DECO lançou hoje uma petição on-line que visa alertar os consumidores para "os extras" que pagam nas faturas de eletricidade e que, segundo defende, poderiam ser reduzidos o suficiente para os preços da luz baixarem.
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A campanha, lançada hoje às 07:00, visa "sensibilizar e alertar os consumidores para aquilo que pagam nas suas faturas de eletricidade, nomeadamente os 'extras'", mas também "sensibilizar o Governo e à Assembleia da República para a necessidade de introduzir medidas que sejam adequadas a uma formação justa dos preços da eletricidade", explicou à Lusa a porta-voz da Associação de Defesa de Consumidores.
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Segundo Ana Cristina Tapadinhas, a fatura da eletricidade é composta por três parcelas: 31 por cento corresponde aos custos de produção, 27 por cento ao uso das redes de distribuição, e 42 por cento a "custos de interesse geral.
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É esta última parcela - a maior -, que corresponde a custos do fomento das energias renováveis, a rendas pagas aos municípios e à amortização do défice tarifário, que preocupa a DECO.
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"Deviam ser reduzidos estes custos através de uma reavaliação da política subjacente aos mesmos fazendo a reavaliação das condições contratuais e uma efetiva repartição de custos", considerou a porta-voz.
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Uma parte deste custo "respeita ao fomento das energias renováveis", lembrou Ana Cristina Tapadinhas, acrescentando que "algumas destas energias já estão em velocidade de cruzeiro".
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Notas do Papa Açordas: Digam-me lá o que entendem por "custos de interesse geral"? Gostava de saber para onde vai o nosso rico dinheirinho... Qualquer dia, aplicam também uma taxa de disponibilidade, a exemplo do que acontece com a água e os resíduos sólidos... É tudo a roubar...
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Volcán Tungurahua

CARLOS CAMPAÑA / EFE
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Fotografía tomada desde la población de Pillaro (Ecuador), en la que se ve el volcán Tungurahua tras una súbita explosión que tuvo lugar el lunes y que provocó la salida de una columna de ceniza de más de siete kilómetros de altura, informó el Instituto Geofísico de la Escuela Politécnica Nacional.(20minutos.es)
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Como era de esperar

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Manuel António Pina
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Vai ficando à vista aquilo que, desde que foram anunciados os
famosos e igualitários "sacrifícios para todos", era de esperar
tendo em conta a cultura político--partidária dominante: que
alguns "todos" seriam mais "todos" que outros.
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Poupada, primeiro, a Banca, apesar dos escandalosos lucros que
tem obtido com a crise (crise de que foi e é o sistema financeiro,
com esse nome ou sob o fantasmático pseudónimo de "mercados",
o principal responsável), seguiram-se os grandes grupos económicos,
que se preparam para distribuir dividendos antes que os "sacrifícios
para todos" entrem em vigor e sem que seja visível a olho nu, da
parte do PS ou do PSD, qualquer medida para impedir a fuga aos
impostos de muitos milhões de euros (1100 milhões, só por conta
da PT, Portucel e Jerónimo Martins/Pingo Doce).
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Agora, aprovado que foi o Orçamento na generalidade, começam a
aparecer na discussão na especialidade mais "excepções", dos
funcionários dos grupos parlamentares (isto é, funcionários
partidários) aos "trabalhadores das empresas públicas", das
"entidades públicas empresariais"e do "sector empresarial regional
ou municipal" (poisos privilegiados de "boys" e "girls"), onde poderá
haver não se sabe que "adaptações" desde que "autorizadas" não se
sabe por quem.
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Se a aprovação do Orçamento demorar muito mais, "todos" acabará
por significar só a arraia miúda e gente sem poder económico ou
político.(Jornal de Notícias)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Tensión entre las dos Coreas

EFE
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Fotografía cedida por el condado de Ongjin que muestra la destrucción producida en el lugar tras un ataque de artillería por parte de Corea del Norte en la isla fronteriza de Yeonpyeong (Corea del Sur). El país comunista realizó cientos de disparos de artillería hacia la isla, con un saldo de dos marines muertos y varios civiles y militares heridos. En sus primeras declaraciones, el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, ha dicho que “Corea del Norte es una amenaza”.(20minutos.es)
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Função pública. Cortes nos salários podem não ser para todos

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Aprovação de uma emenda de última hora do PS abre a possibilidade de empresas públicas negociarem excepção com o governo
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Os trabalhadores de empresas públicas podem ver os seus salários ficar na mesma enquanto os restantes funcionários públicos sofrem uma redução de 3,5% a 10% na massa salarial. A excepção de última hora foi ontem aprovada com votos a favor do PS e a abstenção do PSD na votação na especialidade do Orçamento do Estado (OE). As modificações permitem que as administrações de empresas de "capital exclusivo ou maioritariamente público" possam negociar com as Finanças uma excepção para os trabalhadores.
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O governo não lhe quer dar o nome de "excepções" mas sim de "adaptações", tendo em conta a "especificidade" das empresas públicas, e garante que isso não põe em causa o corte na massa salarial que toda a administração pública tem de fazer, justificou o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
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Na prática, esta decisão vai ao encontro do pedido da administração da Caixa Geral de Depósitos, que queria evitar a fuga de quadros para a banca privada face a um possível corte salarial. Mas para isso a CGD deve fazer as "adaptações autorizadas e justificadas pela sua natureza empresarial", lê-se na alteração ao OE. Justificações ainda não especificadas pelo governo, mas que podem incluir, por exemplo, que os ajustes na massa salarial sejam feitos com outras compensações aos trabalhadores desde que o objectivo final seja cumprido.
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Esta possibilidade já existia na actual lei, mas era "trancada" na proposta do Orçamento do Estado. Assim, a decisão final fica nas mãos do ministro das Finança, permitindo a alteração na especialidade que os funcionários que tenham, por exemplo, uma grande elasticidade nos salários por este ser constituído na sua maioria por prémios de desempenho ou outro tipo de subsídios não sejam prejudicados. Lacão nega que seja uma acção feita à medida da CGD, mas o sector financeiro é dos que mais praticam a elasticidade dos salários. Além das empresas públicas, podem ainda requerer este regime as "entidades que integram o sector empresarial regional ou municipal".
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A medida saiu da gaveta no próprio dia da votação da especialidade, fora de horas, uma vez que todas as alterações tinham de ser entregues até à semana passada.
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Notas do Papa Açordas: Afinal, a crise não é para todos, pois os trabalhadores da CGD e de algumas empresas públicas, não vão sofrer reduções nos salários, ao contrário dos restantes funcionários públicos... Este (des)governo tem piada, não tira a quem ganha milhares de euros e tira os abonos de família a quem recebe seiscentos e poucos euros...
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

PSD recusa todas as propostas da restante oposição

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À semelhança do que aconteceu ontem, o PSD anunciou no início do debate na especialidade que não ia aprovar nenhuma proposta da oposição
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O deputado do PSD Miguel Frasquilho anunciou hoje que os deputados do PSD não vão votar favoravelmente nenhuma das propostas dos partidos da oposição. Caso o PSD votasse favoravelmente eram possíveis coligações negativas e seria imposto ao governo essas alterações. Com a abstenção na votação de todos os projectos, são os votos do PS que decidem a passagem ou não dos projectos e sabe-se que os socialistas vão chumbar as propostas que não constem do acordo entre PS e PSD para a aprovação do Orçamento do Estado para 2011. O PSD justifica o anúncio com o facto de este não ser “o seu orçamento, mas sim do Partido Socialista”. Por isso o deputado anunciou: “O nosso princípio genérico de não votar favoravelmente as propostas da restante oposição, independentemente da bondade dessas propostas", disse o deputado Miguel Frasquilho na abertura do debate do Orçamento do Estado na especialidade. Um discurso semelhante ao utilizado ontem pelo deputado Duarte Pacheco para justificar a não aprovação das propostas de alterações ao PIDDAC, discutidas e votadas no primeiro dia de discussão na especialidade.
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Relembrando a execução orçamental, onde a despesa acumulada cresceu 2,8% até Outubro, Frasquilho pediu ao governo para que “Façam em 2011 o que não fizeram em 2010, controlem a despesa e evitem que tenhamos de recorrer à ajuda internacional". Uma acusação refutada pelo secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos que acusou o PSD de “denegrir a execução orçamental” e de “pôr em causa a fidedignidade das nossas contas públicas”.
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Notas do Papa Açordas: Tendo em conta a atitude do PSD em chumbar toda e qualquer alteração proposta pela restante oposição, vai dar razão aos que atribuem o orçamento à coligação PS/PSD...
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Greenpeace en el Golfo de México

SÁSHENKA GUTIÉRREZ / EFE
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Miembros de Greenpeace durante su escalada a la plataforma petrolera PetroRig III, ubicada en el Golfo de México. Esta manifestación tiene como objetivo denunciar la dependencia que tiene México del petróleo y demás combustibles fósiles, confirmaron fuentes de la ONG.(20minutos.es)
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Blindados comprados para a cimeira da Nato chegaram hoje

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Os dois blindados que o ministério da Administração Interna comprou para a Cimeira da Nato chegaram esta madrugada a Portugal. As viaturas chegaram hoje ao Aeroporto de Lisboa, mas por via terrestre, avança o Diário de Notícias.
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Os blindados, de fabrico norte-americano, estão pintados com o azul da PSP e têm dois bonecos nos faróis (smiles).
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Embora se destinassem a serem usados durante a operação de segurança montada para a cimeira da Nato, em Lisboa, só hoje é que as viaturas chegaram ao país.
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Aliás, o carácter de urgência para a compra deste material, serviu de pretexto para que o governo contornasse o concurso público obrigatório.
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No entanto, ainda falta chegar o resto do equipamento encomendado prà a cimeira, nomeadamente, 45 viaturas anti-motim, um canhão de água, uma viatura pesada e seis ligeiras para a remoção de obstáculos.
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Esta encomenda custou ao Estado Português cinco milhões de euros.
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Notas do Papa Açordas: Este caso mostra bem como funciona a Administração Pública. A burocracia abunda, os chefes também, e todos querem dificultar, de modo a colocarem a sua "impressão digital" na compra. No final, ainda vão ser todos condecorados...
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Protesta en Valencia por "el silencio del Gobierno" en el conflicto del Sáhara

EFE
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Una veintena de activistas saharauis ha ocupado este lunes la sede del PSPV-PSOE en Valencia en protesta por "el silencio del Gobierno español", al que han instado a condenar "los actos de la ciudad de El Aaiún".(20minutos.es)
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