segunda-feira, 6 de abril de 2009

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA - MAIO 2009

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Lista mensal de Aposentados e Reformados:
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Maio 2009 (PDF)
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Aviso n.º 7514/2009, D.R. n.º 67, 2.ª Série, de 2009-04-06. Declaração de rectificação n.º 991/2009, D.R. n.º 67, 2.ª Série, de 2009-04-06. Declaração de rectificação n.º 992/2009, D.R. n.º 67, 2.ª Série, de 2009-04-06. Declaração de rectificação n.º 993/2009, D.R. n.º 67, 2.ª Série, de 2009-04-06. Declaração de rectificação n.º 994/2009, D.R. n.º 67, 2.ª Série, de 2009-04-06.
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Actuais governantes a preparar o "salto" para a carreira bancária...

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Auditoria da Inspecção-Geral de Finanças sobre o IVA no sector financeiro
Fisco deixa prescrever 3,7 milhões de euros de correcções feitas pela IFG à banca

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A administração fiscal deixou prescrever um terço dos 10,9 milhões de euros de correcções ao IVA do exercício de 2004, propostas pela Inspecção-geral de Finanças (IGF) a uma amostra de 13 instituições financeiras.
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Só uma sociedade concentrou 2,2 milhões de euros de impostos prescritos. O BCP foi de longe a instituição financeira com maiores correcções tributárias. As correcções foram sugeridas no âmbito de uma auditoria da IGF efectuada em 2007 sobre o IVA a aplicar ao sector financeiro.
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As conclusões apresentadas aos responsáveis do Ministério das Finanças em Março de 2008 - tal como o PÚBLICO já noticiou - são de que o comportamento da administração fiscal prejudicou desde 2004 os interesses do Estado em largas dezenas de milhões de euros. A administração fiscal não divulgou ao sector as instruções fornecidas ao BPI em 2004, cuja aplicação resultaria num menor reembolso de IVA pelo Estado às entidades financeiras.
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Esse benefício indirecto apenas a parte do sector financeiro não foi ainda contabilizado. Mas alguns grupos saíram bastante favorecidos, como salienta o relatório da IGF.
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"A não-divulgação atempada daquele entendimento, a par de uma intervenção tardia da inspecção tributária, foi responsável, apenas no período entre 2004 e 2006" - e para as 13 instituições da amostra considerada que usaram esse método - "por aumentos indevidos dos coeficientes de dedução entre os 18 e 29 por cento, envolvendo 35,4 milhões de euros de imposto não-liquidado", onde duas instituições - cujos nomes aparecem emendados no relatório pedido pelo PÚBLICO - "assumiam o maior peso, respectivamente com 24,6 e 4,5 milhões de euros".
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Notas do Papa Açordas: Aqui está o motivo por que, grande parte dos políticos, quando largam o governo, vão trabalhar(?) para os bancos... Claro está, que estes favores têm de ser pagos...
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Terremoto

REUTERS/Alessandro Bianchi
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Los equipos de rescate buscan supervivientes en una vivienda de Aquila. El terremoto fue de magnitud5,8 en la escala de Richter, según los sismógrafos locales. (20 Minutos)
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domingo, 5 de abril de 2009

Caso TDM=Caso Freeport: sempre Alberto Costa...

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Caso TDM, em 1988
Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz

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Alberto Costa surgiu ontem no centro das notícias sobre alegadas pressões sobre os magistrados do caso Freeport, que o ministro da Justiça negou de forma pronta. Mas esta não é a primeira vez que o seu nome surge em notícias sobre pressões. Há 21 anos, suspeitas de pressões sobre um juiz levaram à sua demissão de director dos Assuntos de Justiça de Macau, quando o governador era Carlos Melancia.
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Em 1988, Costa deixou o cargo na administração de Macau no meio de suspeitas de pressões sobre o juiz José Manuel Celeiro no caso do escândalo da televisão de Macau, TDM. Em 2005, José António Barreiros, que, enquanto secretário de Estado Adjunto para os Assuntos da Justiça, tinha demitido Alberto Costa, quebrou um longo silêncio de 16 anos e acusou-o de "conduta imprópria". Ontem, contactado pelo PÚBLICO, o advogado José António Barreiros não quis fazer quaisquer declarações sobre o caso de há vinte anos nem comentar as notícias de ontem do semanário "Sol".
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O citado caso de Macau remonta ao mês de Abril de 1988, quando José Manuel Celeiro decretou a prisão preventiva do presidente da TDM, António Ribeiro, por suspeita de peculato. Numa entrevista a "O Independente", em 2005, Barreiros contou que optou por demitir Alberto Costa por ter considerado impróprio que o agora ministro tivesse tido então "conversas informais" com o magistrado defendendo que a prisão preventiva de António Ribeiro seria uma medida excessiva naquele caso. José Manuel Celeiro apresentou queixa.
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Notas do Papa Açordas: Alberto Costa teve uma saída pela porta pequena do governo de Macau, tal como teve no governo de António Guterres. Será que a saga continua neste governo? Pelos vistos, o rapaz está habituado a exercer pressões sobre a justiça...
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Freeport: PS ataca no CSMP

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Representante do Parlamento no CSMP quis avançar com processo a João Palma ou Lopes da Mota
Freeport: dirigente do PS tentou fazer ultimato no caso das pressões

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O vice-presidente da bancada do PS, Ricardo Rodrigues, um dos cinco membros eleitos pela Assembleia da República para o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), sugeriu na reunião extraordinária de anteontem deste órgão que se instaurassem ali processos disciplinares a pelo menos um de dois magistrados: o recém-eleito presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, que denunciou a existência de pressões aos procuradores titulares do Freeport ou ao procurador-geral adjunto, Lopes da Mota, suspeito de ter exercido as pressões sobre os magistrados que investigam o licenciamento do outlet de Alcochete.
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Este repto lançado por Ricardo Rodrigues foi interpretado por alguns dos presentes como uma espécie de ultimato vindo de um membro deste órgão que é também dirigente do PS. O deputado acabou, contudo, por votar com a maioria na decisão de abrir um inquérito para apurar a existência ou não das pressões, deixando os processos disciplinares para mais tarde. Mesmo assim, insistiu que a investigação tem que dar resultados. "Não podem ter todos razão e alguém tem que ser castigado", terá dito no CSMP. Contactado pelo PÚBLICO, o vice-presidente da bancada do PS não quis comentar as posições tomadas no conselho.
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Notas do Papa Açordas: Este deputado do PS, com um grande rabo de palha nos Açores, certamente que aprendeu com o grande mestre Santos Silva (SS), a acusar tudo e todos os que vão contra o CHEFE! Tenha calma, logo chegará a sua vez!...
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Un atardecer en el Mekong

Barbara Walton/EFE
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Un atardecer en el Mekong. Vista de una puesta de sol en el río Mekong en Nong Khai (Tailandia). Los turistas disfrutan del clima fresco en la frontera sur de las naciones asiáticas. Éstas tienen planeada la construcción de once hidroplantas emplazadas a lo largo del río: nueve en Laos, dos en Tailandia y dos en Camboya. (20 Minutos)
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sábado, 4 de abril de 2009

Freeport: Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates



Caso Freeport
Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates

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Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça, Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta investigação.
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Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport, haveria «represálias».
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O encontro entre os três magistrados aconteceu há duas semanas, no mesmo dia em que Lopes da Mota também se terá encontrado com Alberto Costa. Os termos usados pelo presidente do Eurojust (órgão do Conselho da Europa que coordena as políticas anti-corrupção) foram considerados por Vítor Magalhães e Paes Faria como formas de «pressão» e disso mesmo deram conta ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, na passada segunda-feira.
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No encontro com Pinto Monteiro e Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, para fazer um ponto da situação do caso Freeport, os dois magistrados contaram ainda que Lopes da Mota, já regressado ao seu gabinete do Eurojust em Haia (Holanda), telefonou para os colegas, defendendo a tese de que no processo só estavam em causa crimes de corrupção para acto lícito e que estes já tinham prescrito, citando, inclusive, páginas e artigos de reputados penalistas. E insistiu no facto de Magalhães e Faria não terem alternativa senão «arquivar» o inquérito.
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«Estão sozinhos nisto», terá mesmo dito Lopes da Mota, segundo relataram os magistrados ao PGR.
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Notas do Papa Açordas: Quando os "políticos" abrem a boca e vociferam que a "justiça é igual para todos", devia-lhes cair sobre a cabeça uma chuva de picaretas em brasa...É igual, mas mais igual para uns do que para outros...Neste momento, toda a gente está convencida que: 1º Sócrates não quer que o processo vá para a frente; 2º Algo se passou, e que ainda não foi bem explicado pelo primeiro-ministro; 3º Houve corrupção e dinheiros passados...
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Freeport: Caso longe do fim...

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Investigação
Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora

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A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS.
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A equipa que está a investigar o caso Freeport suspeita que José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, possa ser o parente que o arguido Charles Smith acusa de ter sido o receptor das ‘luvas’ alegadamente entregues a Sócrates para conseguir o licenciamento do projecto de Alcochete.
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José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.
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Raposo é um dos vários suspeitos deste vasto processo, cuja investigação se tem arrastado apesar de já terem sido constituídos oito arguidos. Em causa, soube o SOL, estão os actos ilícitos praticados por uma rede de pessoas ligadas à Câmara da Amadora e a empresas de construção civil, e que envolve também elementos da Direcção Regional de Ambiente e Ordenamento do Território, a que presidiu Fernanda Vara.
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Esta arquitecta – uma das arguidas no processo da Amadora – integrou a comissão que deu parecer favorável ao Estudo de Impacto Ambiental que permitiu o licenciamento do projecto Freeport, em Alcochete.
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Nas buscas desencadeadas pela Polícia Judiciária, em 2004, às empresas suspeitas neste processo e a vários serviços da Câmara da Amadora, o computador do presidente, Joaquim Raposo, foi um dos que mais provas deu aos investigadores. Foi aqui, soube o SOL, que surgiu a referência à Mecaso – uma das empresas de Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, e José Paulo Bernardo, o primo de quem agora se suspeita.
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Joaquim Raposo, que o SOL não conseguiu contactar antes do fecho da edição após várias tentativas, ao ter conhecimento da notícia afirmou que «o único computador que foi levado era o do presidente da Assembleia Municipal, António Preto», e não o seu.
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Confrontado com uma escuta que existe no processo, o presidente da Câmara de Amadora adianta ainda que «nunca» ouviu falar da MECASO nem conhece o primo do primeiro-ministro. «Logo, não lhe podia ter telefonado», afirma.
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Em relação a Fernanda Vara, Raposo diz apenas ter tido contacto enquanto autarca, para lhe «pedir alguns pareceres».
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Notas do Papa Açordas: Afinal, não se trata apenas do caso Freeport...Trata-se de um autêntico polvo, à italiana, com tentáculos grandes e oriundos das mesmas famílias... Ainda pensam em arquivar o caso? Aliás, os casos?
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Este trabajador chino se echa una siesta sobre las vias del tren

REUTERS

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Este trabajador chino se echa una siesta sobre las vías del tren que se están construyendo en Wuhan, China. El estímulo fiscal chino se ha centrado en la construcción de un fuerte sistema ferroviario que pretende paliar los problemas de paro existentes. (20 Minutos)
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Afeganistão (Link)

U.S. Army soldiers with the 1-6 Field Artillery division patrol an area where there has been reported Taliban presence February 18, 2009 in Gandalabog, Afghanistan. (Spencer Platt/Getty Images) #

GEBALIS - paga almoços de luxo a três administradores...

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Juiz de instrução valida acusação do DIAP de Lisboa
Administradores da Gebalis vão ser julgados por peculato e administração danosa

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O juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa validou hoje de manhã a acusação de peculato e de gestão danosa imputada pelos procuradores do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa a três administradores da Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão principal a gestão social, patrimonial e financeira dos bairros municipais de Lisboa.
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A pronúncia dos gestores implica o seu julgamento nas Varas Criminais de Lisboa por terem causado um prejuízo à Gebalis no montante aproximado de 200 mil euros, por uso abusivo dos cartões de crédito que eram custeados pela empresa municipal.
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O dano causado corresponde, segundo cálculos efectuados pelos magistrados do MP, a 2/5 do montante do subsídio atribuído anualmente pela CML àquela empresa municipal, no período correspondente ao seu mandato. E excede mesmo o montante de 124.252 euros relativos a proveitos no exercício de 2006.
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Os arguidos terão usado os cartões de crédito para pagamento das despesas em refeições particulares e com amigos, quer nos dias de trabalho, quer em férias ou fins-de-semana, quer, ainda, no decurso de viagens ao estrangeiro.
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Notas do Papa Açordas: Já nessa altura a Gebalis estava tecnicamente falida e, mesmo assim, esses pseudos administradores, gastaram que se fartaram... E atenção! Se o Santana Lopes ganhar as próximas eleições para Lisboa, lá teremos de volta esses marmanjos à Gebalis...
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Uganda

AP Photo / Dima Gavrysh
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Uno de los millones de niños desplazados de Uganda por la guerra civil que asola al país desde hace 20 años. (20 Minutos)
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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Eleições de Junho: Vamos aplicar ao PS uma grande derrota...

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Cabeça de lista do PS às eleições de Junho
Vital Moreira recusa que europeias sejam a "feijões" ou apenas "sondagem"

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O candidato socialista às europeias rejeitou hoje que as eleições para o Parlamento Europeu sejam "a feijões" ou apenas uma “sondagem” para as legislativas, defendendo que se trata do acto eleitoral mais importante de sempre para a Europa.
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"Há quem pense que são eleições a feijões ou uma sondagem para as verdadeiras eleições de Outubro", afirmou o candidato socialista às eleições de 7 de Junho, Vital Moreira, acrescentando logo de seguida que sempre contestou essa visão.
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"São as eleições mais importantes de sempre para o Parlamento Europeu", frisou. Vital Moreira, que falava perante alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, enumerou de seguida algumas das razões porque considera as eleições europeias de 7 de Junho como as mais importantes de sempre, lembrando que os poderes do Parlamento Europeu serão "exponencialmente alargados" assim que o Tratado de Lisboa entrar em vigor.
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Por outro lado, continuou, a actual crise económica e financeira que atinge a Europa "vai fazer sobressair a importância do Parlamento Europeu", nomeadamente no que diz respeito à regulação dos mercados. "Muitos de nós reforçámos a convicção sobre as vantagens de estar na União Europeia desde que a crise atingiu a Europa e o nosso país (...). Não nos imaginamos fora da União Europeia", sustentou, considerando que "estamos mais protegidos contra maiores catástrofes" ao estar entre os 27.
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O cabeça de lista do PS alertou ainda que "destas eleições depende o futuro e bom funcionamento da União Europeia", considerando que "os próximos cinco anos vão ser decisivos". Depois de no início da sua intervenção ter falado sobre a importância do Parlamento Europeu, Vital Moreira lembrou ainda que, actualmente, cerca de 70 por cento das normas que hoje regem os portugueses são originárias da União Europeia.
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Notas do Papa Açordas: Então, este menino de coro, não sabe que o que está em jogo é o comportamento do (des)governo de Sócrates, durante estes últimos, tristes e miseráveis, quatro anos? Oxalá que leve uma derrota estrondosa e que nunca mais apareça a dar a cara por tão asquerosa criatura!...Ah, a mulher de Vital Moreira faz parte deste (des)governo...
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Corruptos ao PODER!

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Empresa trata resíduos sólidos na zona de Braga
Alegre apela à direcção do PS para reagir contra a nomeação de Domingos Névoa

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Manuel Alegre apelou hoje à direcção do PS para que reaja à eleição de Domingos Névoa para a presidência da empresa intermunicipal Braval, dizendo que essa nomeação contraria os “valores éticos” do partido e da democracia.
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As declarações de Manuel Alegre foram feitas na Assembleia da República, depois de questionado pela agência Lusa sobre a eleição do empresário da Bragaparques, que em Fevereiro foi condenado por corrupção, para presidente da administração da Braval.
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“O PS tem que reagir. Nós não podemos apenas criticar quando essas coisas são feitas por outras forças políticas. Temos de dar o exemplo”, afirmou o deputado socialista. E considerou depois que a nomeação do empresário da Bragaparques constituiu “uma falta de respeito por uma decisão da justiça”.
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“Entendo que estamos perante uma clara falta de respeito democrática”, salientou.
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Notas do Papa Açordas: A direcção do Partido de Sócrates nada vai dizer porque eles adoram a corrupção e, naturalmente, os corruptos, corruptores e correlativos.., Pois, nem sequer fazem leis na AR para acabar com eles...logo, adoram-nos... Reparem que, nem os espantalhos do PS, Vitalino Canas e Santos Silva, disseram uma palavra sequer, contra a nomeação do sr. Névoa...
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Freeport: Cândida Almeida ainda não compreendeu...

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Declarações do presidente do Sindicato dos Magistrados
Caso Freeport: Cândida Almeida acusada de estar “confundida” com o que se está a passar

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O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considerou hoje que a directora do departamento do Ministério Público que investiga o caso Freeport, Cândida Almeida, "estará algo confundida com tudo o que se está a passar".
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“Parece-me que Cândida Almeida estará algo confundida com tudo o que se está a passar. A estima pessoal que tenho por ela impede-me de prestar, por ora, outros esclarecimentos”, referiu João Palma, ao comentar recentes declarações da directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) num programa da Rádio Renascença.
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No programa Edição da Noite, Cândida Almeida garantiu que “não há pressões de maneira nenhuma” no caso Freeport, até porque “os magistrados do Ministério Público que lá estão são procuradores, o que significa que são de uma categoria intermédia, com muitos anos de serviço e com nota de mérito”. “Portanto, estão habituados”, acrescentou a procuradora-geral adjunta.
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A directora do DCIAP aproveitou a ocasião para criticar a actuação do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), que denunciou publicamente alegadas pressões “em vez de ter pedido uma audiência ao procurador-geral da República”, Pinto Monteiro, que é “o órgão máximo responsável pelo Ministério Público”.
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Notas do Papa Açordas: Por tudo o que esta senhora tem dito e feito, está mais que demonstrado que é a guarda avançada da defesa do sr.Sócrates. Note-se que isto não lhe fica nada bem...Talvez um recuo nas suas posições socretinas, lhe ficasse bem...-

Freeport: As Corporações funcionam...

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Proposta de João Correia chumbada
Freeport: Conselheiros negam-se a ouvir magistrados envolvidos em caso das pressões

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O Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) já não vai ouvir os dois procuradores titulares do Freeport, Vítor Magalhães e Paes Faria, e, separadamente, o presidente do Eurojust, o procurador-geral adjunto Lopes da Mota, suspeito de ter exercido pressões sobre os magistrados que investigam o outlet de Alcochete. Isto por que os membros do órgão, que se reúne extraordinariamente amanhã à tarde para discutir o caso Freeport, recusaram hoje a proposta de audições apresentada pelo advogado João Correia, membro do CSMP eleito pela Assembleia da República.
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O objectivo era apurar se houve pressões sobre os magistrados responsáveis pelo processo Freeport, quem as fez e com que finalidade. No requerimento, João Correia dizia ainda querer saber se os procuradores entendem que houve violações do segredo de justiça neste caso. Além do subscritor da proposta, só apoiaram as inquirições Ricardo Rodrigues, outro membro eleito pela Assembleia da República (vice-presidente da bancada do PS), e Pena dos Reis, eleito pelos procuradores. Cerca de uma dezena de conselheiros rejeitaram a proposta até ao final da manhã, o prazo dado para a decisão.
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A maioria dos conselheiros terá argumentado que as audições exorbitavam as competências do CSMP, alertando que este órgão poderia vir a ser chamado a intervir como instância de recurso de processos disciplinares que o próprio Pinto Monteiro admitiu instaurar devido às pressões.
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Notas do Papa Açordas: O Corporativismo em Portugal funciona, veja-se o caso dos juízes e Ministério Público!... O meu avô bem me dizia que "lobo não come lobo"...Mas este caso está a tornar-se incómodo para muita gente, e os que mais rabeiam são os boys que receiam perder o tacho com a incriminação de Sócrates. Há que ter paciência e saber esperar a decisão judicial...sem pressões...
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Besan la hierba del Grand National

Nick Wilkinson / EFE
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Besan la hierba del Grand National. El jockey irlandés G. Gallagher (d), se cae del caballo De Luain Gorm tras saltar un obstáculo durante la carrera de caballos Grand National en Aintree, Liverpool, Reino Unido. (20 Minutos)
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

BPN: gato escaldado...

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Carta interna avisa para situação "insustentável a curto prazo"
Administração do BPN preocupada com dimensão dos levantamentos do banco

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A administração do Banco Português de Negócios (BPN) está preocupada com a dimensão das saídas de depósitos da instituição e admite que a liquidez do banco atingiu valores "insustentáveis a curto prazo".
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Numa carta interna dirigida às redes comerciais de retalho e de empresas do BPN, à qual a agência Lusa teve acesso, Jorge Pessoa, administrador do banco recentemente nacionalizado, começa por dizer aos colaboradores que "a situação de liquidez do banco atingiu valores absolutamente inimagináveis e insustentáveis a curto prazo".
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"A saída diária de depósitos, em valores que chegam a atingir as dezenas e mesmo as centenas de milhões de euros, sem a necessária e vital compensação, pela via da captação de novos depósitos, está a conduzir a instituição para uma situação muito delicada e de extrema gravidade", escreveu o administrador, acrescentando que o cenário descrito "compromete seriamente o futuro do banco".
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Notas do Papa Açordas: Depois de tudo o que aconteceu no BPN, será muito difícil os clientes voltarem a ter a mesma confiança de antigamente. Daí o facto de estarem a levantar os seus depósitos, e a levá-los para outras instituições bancárias, certamente mais credíveis. Não há que admirar...
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Freeport: alguém está mentindo, quem será?

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Procuradoria-geral da República
Freeport: presidente do Eurojust reúne-se com Pinto Monteiro às 15h30

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O presidente do Eurojust, organismo europeu de cooperação judiciária, confirmou hoje uma reunião com o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, marcada para as 15h30.
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Numa resposta enviada por correio electrónico, Lopes da Mota admitiu que foi "convocado para uma reunião" com Pinto Monteiro, não adiantando se o tema do encontro é o caso Freeport e as alegadas pressões aos magistrados titulares do processo.
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Contactado ontem pelo PÚBLICO, o director do Eurojust diz que o seu papel neste caso se tem limitado a apoiar a cooperação entre as autoridades de Portugal e de Inglaterra, mas nos últimos dias o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) fez eco de pressões junto dos dois procuradores titulares do inquérito sobre o caso Freeport, Vítor Magalhães e Paes Faria, sugerindo o arquivamento na parte que respeita às suspeitas de corrupção que envolvem o actual primeiro-ministro, José Sócrates.
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À TSF garantiu que não é responsável pelas supostas pressões sobre os magistrados que investigam o caso Freeport. "Repudio frontalmente toda e qualquer informação ou insinuação que me pretendam atribuir, ou qualquer tipo de pressão ou interferência neste caso".
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Ontem, a Procuradoria-Geral da República (PGR) adiantou que pretende esclarecer "se existiu alguma conversa com algum significado especial" relativamente à investigação do "caso Freeport", quando questionada sobre a participação do presidente do Eurojust numa reunião na Procuradoria.
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Notas do Papa Açordas: Um organismo (Ministério Público) que devia ser o modelo para a Justiça portuguesa, não passa de um organismo que deixa bastante fragilizada a mesma Justiça. Neste caso, alguém está mentindo, quem será?
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Una facultad muy particular

Ralf Hirschberger / EFE
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Una facultad muy particular. Cientos de niños atienden una clase durante la inauguración de la "universidad infantil de verano" en la Universidad Técnica de Dresden, Alemania. En la clase el neurólogo y profesor Heinz Reichmann (fuera de la imagen) les ha explicado cómo funciona el cerebro humano. La universidad infantil es una iniciativa que inició en 2004 y que ha tenido un gran éxito desde entonces. (20 Minutos)
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