quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ché Guevara

Desmond Boylan/REUTERS
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La fachada del Ministerio del Interior cubano se iluminó con el rostro del Ché Guevara con un mensaje: "Hasta la victoria siempre". (20minutos.es)
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terça-feira, 9 de junho de 2009

BPP e BPN - Afinal há muitos tipos de "interesse dos contribuintes"...

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Primeiro-ministro defende que BPP e BPN são dois casos diferentes
Sócrates diz que Governo agiu "em nome do interesse dos contribuintes"

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O primeiro-ministro afirmou hoje que a solução apresentada pelo Governo para o Banco Privado Português (BPP) foi desenhada "em nome dos interesses dos contribuintes", apesar de partilhar da "insatisfação dos clientes" da instituição financeira.
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José Sócrates considera que o plano apresentado pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, "é a solução que melhor serve os interesses nacionais", uma vez que "protege os interesses dos contribuintes". E reafirmou que "não deve merecer o apoio, nem a assumpção de responsabilidades" por parte do Estado.
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O primeiro-ministro disse ainda que o caso do BPP "é completamente diferente do BPN", porque este "tinha de facto um risco sistémico" que justificou a intervenção do Governo.
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Notas do Papa Açordas: Será que a solução apresentada pelo Governo para o Banco Português de Negócios também foi desenhada "em nome dos interesses dos contribuintes"? Não acredito!... Ainda se há-de fazer a história desta "estória"...
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Educação: excelente equipa para a derrota do PS...

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Por causa dos resultados de domingo
Fenprof espera que Ministério da Educação mude de política

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A Federação Nacional dos Professores espera que a derrota do PS nas eleições europeias tenha reflexos nas negociações em torno da revisão do Estatuto da Carreira Docente e da alteração do modelo de avaliação de desempenho.
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Numa nota à comunicação social enviada hoje, o secretariado da Fenprof refere que “vê, com expectativa, a possibilidade de poderem ser alterados alguns dos aspectos mais negativos” daquelas medidas, “tendo em conta que, efectivamente, após as eleições, está criado um novo cenário político que abre perspectivas reais de mudança”.
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A Fenprof frisa que nas eleições de domingo passado, “mais do que considerarem as questões comunitárias, de que os portugueses parecem alhear-se, os eleitores optaram por manifestar o seu protesto face às políticas” do Governo. “Vários governantes, com destaque para a equipa do Ministério da Educação, desrespeitaram continuadamente e injuriaram, publicamente, os professores”, frisa a Fenprof. Um ataque “duríssimo” que “pôs em causa a própria organização e qualidade da escola pública”, acrescenta.
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Retirar a maioria absoluta ao PS foi um dos objectivos assumidos para as eleições tanto pela Fenprof, como pelos movimentos independentes de professores. Os resultados de domingo “inundaram” dezenas de blogues de docentes.
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Notas do Papa Açordas: Esta equipa que está à frente do Ministério da Educação vai continuar, sem dúvida, a contribuir para os péssimos resultados do Partido de Sócrates... Oxalá se mantenha até às Legislativas...
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Nova Lei de financiamento dos partidos: voltou à estaca zero

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É o 10.º veto do PR
Cavaco Silva veta lei de financiamento dos partidos

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O Presidente da República vetou hoje a nova lei do financiamento dos partidos, apontando “várias objecções de fundo” ao diploma, como o “aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado” ou a possibilidade dos partidos obterem lucros nas campanhas.
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“São várias as objecções de fundo que suscitam as soluções normativas contidas no diploma em causa”, lê-se numa nota divulgada na página da Internet da Presidência da República.
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Entre essas “objecções de fundo”, Cavaco Silva aponta o “aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado dos partidos políticos e das receitas provenientes de iniciativas de angariação de fundos, da possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas eleitorais ou do aumento do limite das despesas de campanha na segunda volta das eleições para o Presidente da República”.
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O veto de hoje é o 10.º de Cavaco Silva desde que foi eleito, em 2006, aproximando-o do recorde de 12 vetos num mandato presidencial que pertence a Jorge Sampaio (1996-2001). Dos dez vetos do actual Presidente da República, oito reportam-se a diplomas da Assembleia da República e apenas dois a decretos-lei oriundos directamente do Governo.
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Só este ano Cavaco já vetou três diplomas (voto por correspondência dos emigrantes, lei do pluralismo e da não concentração dos meios de comunicação social e, agora, a nova lei dos financiamentos partidários).
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Notas do Papa Açordas: Somos de opinião que a AR legislou mal, apesar da votação por unanimidade. Aumentar a receita que os partidos podem receber em dinheiro cerca de 55 vezes, não é muito correcto e, para mentes mais poluídas, pode dar origem a grandes dúvidas...Chamem o Cravinho!...
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"Bom trabalho" do sr. Sócrates...

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Recessão aprofundou-se no primeiro trimestre de 2009
PIB caiu 3,7 por cento no primeiro trimestre de 2009

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O produto interno bruto caiu 3,7 por cento no primeiro trimestre de 2009 quando comparado com o mesmo período de 2008, revelou hoje o instituto Nacional de Estatística (INE). Face ao trimestre anterior, a economia portuguesa caiu 2 por cento.
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A quebra da actividade económica esteve, sobretudo, ligada a uma queda da procura interna - menos 5,1 por cento. E principalmente do investimento privado (menos19,8 por cento) e, em menor escala, do consumo privado (menos 1,7 por cento). Já o contributo da componente externa do PIB foi positivo. Não porque as exportações se tenham aguentado em tempo de recessão - na verdade caírem 20,8 por cento - mas porque a quebra das importações foi ainda mais acentuada. A retracção do investimento e do consumo privado levou a uma redução das compras no exterior de 20,4 por cento.
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O comércio externo é a imagem da recessão em termos internacionais. Depois de no último trimestre de 2008 se ter verificado uma quebra nas exportações de 8,8 por cento, no primeiro trimestre de 2009 a contracção da procura externa dos produtos produzidos em Portugal mais que duplicou em termos homólogos.
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Notas do Papa Açordas: Não nos devemos esquecer da crise provocada pelo sr.Sócrates, nos quatro anos que mantém de governo. Certamente, que irá culpar a crise internacional, quando o verdadeiro culpado é ele e as suas políticas economicistas...Merecia uma medalha no 10 de Junho...
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Airbus A330-200 de Air France

EFE/Marina brasileña
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Un grupo de soldados de la Marina rescatan partes del avión Airbus A330-200 de Air France desaparecido en el Océano Atlántico con 228 personas a bordo cuando viajaba entre Río de Janeiro y París. Los objetos, que se presume pertenecen al avión, fueron hallados en los límites de la zona en la que se han concentrado las búsquedas. (20minutos.es)
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Que fará Sócrates a tanto boné?

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PSP
Cerca de mil polícias entregam bonés a José Sócrates

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Cerca de mil polícias iniciaram hoje às 18h30 uma marcha entre o Parlamento e a residência oficial do primeiro-ministro para entregarem ali os bonés da farda como protesto contra a "falta de abertura do Governo" nas negociações do estatuto profissional.
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Empunhando bandeiras da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que convocou o protesto, os agentes dirigem-se para o Palácio de São Bento depois de se terem concentrado em frente da Assembleia da República. Os polícias - cerca de mil, segundo a ASPP - ostentam bonés na cabeça e também junto às bandeiras.
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O presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, disse estar "surpreendido" com o número de agentes que aderiram à manifestação, porque inicialmente a convocatória para este protesto "simbólico" era apenas dirigida aos dirigentes da associação. "Estou surpreendido. Há polícias de todos os locais do país", afirmou, sublinhando que esta é "uma luta por um estatuto profissional digno" e que o Ministério da Administração Interna nunca respondeu às propostas e reivindicações da associação.
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Entre as reivindicações da ASPP está a criação de uma tabela remuneratória "justa e adequada", a exclusão da PSP da Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Função Pública, a inclusão dos cônjuges nos serviços de saúde da PSP, a atribuição do subsídio de risco a todos os profissionais da PSP e a pré-aposentação aos 55 anos de idade ou 36 de serviço.
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Notas do Papa Açordas: Agora é que se pode dizer que o sr.Sócrates anda a apanhar bonés... Já era altura do governo português resolver os vários problemas que afectam a PSP. O tempo vai passando e os problemas a avolumarem-se, até quando?
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Quatro anos de obra do Engenheiro



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Agora que se aproxima um acto eleitoral é bom que aqueles que vão votar se lembrem do que tem sido a governação do Engenheiro. Claro que também convém lembrar que se esta foi mau, outros por lá andaram e não fizeram melhor e mais grave anda andam por aí. Quem não se lembra da manuela Ferreira Leite como Ministra das Finanças? E do Cara de Cherne? No domingo lembrem-se dos direitos que nos têm vindo a retirar e de quem foram os responsaveis. Lembrem-se que no fundo o que todos têm feito é aplicar as diretivas neo-liberais europeias e que nestas eleições lhes vamos conceder a legitimidade para continuarem as suas politicas. Depois, descolham em consciência.(Aqui)
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Constâncio: agarrado como uma lapa...

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Comissão de Inquérito ao BPN
Constâncio diz que não se demite a pedido dos deputados

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Condenar o Banco de Portugal (BdP) por não ter descoberto as fraudes no BPN é "inaceitável”, defendeu o governador da instituição, que está a ser ouvido no quadro da Comissão de Inquérito ao BPN. Constâncio garantiu ainda que “não se demite” a pedido dos deputados.
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Para o governador do BdP, é inaceitável concluir que, se a instituição "não descobriu, então é culpada". "O BdP tem o direito de exigir ser avaliado de acordo com critérios de avaliação da supervisão prudencial e não com quaisquer outros critérios que esta comissão invente", sustentou Constâncio.
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O governador lembrou ainda que, quando Paulo Portas, o actual líder do CDS-PP, era director do jornal Independente, deu uma entrevista onde disse que já tinha mandado os seus jornalistas analisar o lixo de certos políticos, designadamente o do actual líder do BdP. E que, adiantou o governador, “Portas não tinha encontrado nada."
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"O meu lixo continua limpo", declarou, garantindo que “não se demite" a pedido dos deputados.
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Notas do Papa Açordas: Constâncio está como Sócrates: são produtos avariados. Há muito que ultrapassaram o prazo de validade, mas como são como as lapas, só com uma votação maciça, nas eleições legislativas, nos partidos da oposição, se consegue extirpar tais aventesmas dos seus cargos.
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Para meditar

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a frase
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"Como Constâncio não pede desculpa,
é legítimo que alguém lhe diga que tão
ladrão é o que vai à horta como o que
fica à porta".
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António Ribeiro Ferreira, "Correio da Manhã", 08-06-2009
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(In PÚBLICO)
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Coitadinho do Dias Loureiro...

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Caso BPN
Dias Loureiro não tem bens que possam ser penhorados

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O antigo Conselheiro de Estado, Dias Loureiro, não tem bens em seu nome que permitam um possível arresto dos mesmos no âmbito das investigações das autoridades ao caso Banco Português de Negócios (BPN).
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A notícia é avançada na edição de hoje do Correio da Manhã com o diário a adiantar que sabe que o ex-administrador da SLN – e braço-direito de Oliveira e Costa no banco – escapou à penhora, depois de os investigadores terem analisado minuciosamente o seu património.Segundo o jornal, os imóveis de Dias Loureiro estão registados em nome de familiares ou pertencem a sociedades sedeadas em paraísos fiscais.
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As contas bancárias que tem em seu nome, por outro lado, possuem saldos médios que não ultrapassam os cinco mil euros.
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Notas do Papa Açordas: Esta PJ e este MP estão a dormir... então deram este tempo todo ao Dias Loureiro para salvaguardar o se património e agora é que iam arrestar? Tenham juízo!...
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Requiem por uma derrota anunciada...

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Europeias
José Sócrates não resistiu à escolha dos eleitores

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O primeiro-ministro, José Sócrates, não resistiu ao voto de protesto e sofreu ontem nas urnas a sua primeira derrota eleitoral. Mas aquela que foi uma expressiva derrota do PS - mais de meio milhão de votos a menos do que há cinco anos -, representou o regresso do PSD às vitórias, num acto eleitoral onde Manuela Ferreira Leite averbou a sua primeira vitória.
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A reviravolta na liderança dos resultados nas urnas entre PS, que ficou em segundo com 945.303 votos 26,58 por cento e 7 deputados e o PSD que ganhou com 1.127.026 votos, 31,68 por cento e 8 deputados não foi a única que se registou ontem.
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O Bloco de Esquerda conquistou o lugar de terceira força política, com 381.787 votos, 10,73 por cento e 3 deputados e ultrapassando a CDU que teve 379.286 votos, 10,66 por cento e 2 deputados, no que é um resultado histórico. Registe-se que a subida do BE faz com que, pela primeira vez também, exista uma percentagem de votos superior a 20 por cento à esquerda do PS.
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O CDS manteve a posição de quinta força, resistindo à extinção permanentemente anunciada nos estudos de opinião, 297.793 votos, com 8,37 por cento e 2 deputados.
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Notas do Papa Açordas: Só quem não estava atento, não viu (ou não quis ver), os sinais de descontentamento que há muito grassam na sociedade portuguesa. Também há muito tempo se notava que havia manipulação nas sondagens... só assim se explica que o partido de Sócrates estivesse à frente em todas elas...Resultado: O Gabinete de Propaganda pessoal do sr. Sócrates, nada pode contra o voto do Povo!...
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Zoo Aquarium de Madrid

Juan Carlos Hidalgo / EFE
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El Zoo Aquarium de Madrid ha presentado a la cría de rinoceronte blanco que nació en sus instalaciones por inseminación artificial el pasado 29 de abril. Es el tercero del mundo que nace por este sistema y el primero de España. La cría y su madre, 'Marina', han permanecido varios días en las cuadras interiores y en el patio de la instalación, para que el pequeño rinoceronte se adapte progresivamente a su nueva casa. (20minutos.es)
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domingo, 7 de junho de 2009

Sócrates: De derrota em derrota até à queda final...

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Europeias
Sócrates admite resultado “decepcionante” mas diz que Governo vai manter rumo

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O secretário-geral do PS, José Sócrates, considerou hoje "decepcionantes" os resultados das eleições europeias, mas frisou que as legislativas serão diferentes e que o Governo vai manter a sua linha de rumo. José Sócrates falava após uma curta declaração do seu cabeça de lista às eleições europeias, Vital Moreira, que assumiu "pessoalmente a derrota".
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Logo a seguir, José Sócrates afirmou que os resultados "decepcionantes" do PS, mas que o seu Governo apenas será julgado "dentro de uns meses". No Governo, "vamos manter o rumo e continuar a combater a crise", frisou.
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José Sócrates, considerou hoje que a derrota nas europeias torna mais "exigente" e "difícil" a tarefa das eleições legislativas, mas manifestou-se convicto que o "ânimo" dos socialistas será agora "reforçado".
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"Os resultados destas eleições europeias tornam a nossa tarefa para as próximas eleições legislativa mais exigente e mais difícil, mas isso só reforça o nosso ânimo e a nossa vontade para uma preparação vitoriosa", declarou José Sócrates, no momento em que reconheceu a derrota face ao PSD.
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Na declaração que fez aos jornalistas, José Sócrates começou por saudar todos os eurodeputados eleitos e a vitória do PSD. "Quero assumir com frontalidade a responsabilidade política por estes resultados do PS. Estas eleições foram disputadas em condições muito difíceis para o PS e não são bons para o partido, mas são resultados para o Parlamento Europeu", vincou Sócrates, numa tentativa de separar águas face às próximas legislativas.
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Notas do Papa Açordas: Pois mantenha o rumo para a porrada ainda ser maior. Sócrates, é como o ministro da propaganda de Sadam. Já as tropas americanas estavam dentro de Bagdad, e ele ainda mantinha o discurso totalmente oposto...Com Sócrates é o mesmo...Oxalá seja assim até às legislativas...
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A Abstenção vence sempre...

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Europeias
Todas as sondagens apontam para abstenção acima dos 60 por cento

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Todas as sondagens divulgadas às 19h00, hora de fecho das urnas, apontam para que a abstenção nas eleições europeias se situe acima dos 60 por cento, em níveis semelhantes aos obtidos no último escrutínio para o Parlamento Europeu, em 2004. Contudo, a Comissão Nacional de Eleições aponta para uma abstenção na ordem dos 70 por cento.
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Citado pela TSF, Godinho de Matos, porta-voz da comissão, acrescentou que o número lhe "queima os lábios", até porque este domingo não foi um bom dia de praia.
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A sondagem feita pela Intercampus para a TVI situa a abstenção entre os 61,5 e os 65,5 por cento. Já a realizada pela Eurosondagem para a SIC fala em níveis entre os 60,7 e os 64,3 por cento. Os números apurados pela Universidade Católica para a RTP falam numa abstenção entre os 61 e os 65 por cento.
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Nas europeias de 2004, votaram 38,6 por cento dos eleitores e a abstenção situou-se nos 61,4 por cento, mas a taxa mais elevada foi nas eleições de 1994, quando se atingiu 64,4 por cento, de acordo com a Comissão Nacional de Eleições.
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Notas do Papa Açordas: Não admira muito, os candidatos apenas falaram em políticas nacionais, não se preocuparam em debater a EUROPA...
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Photo España

Bartolomé Ros
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La próxima edición de PhotoEspaña, que se celebra del 3 de junio al 26 de julio en Madrid, tiene como protagonistas a Annie Leibovitz, Gerhard Richter, Walid Raad, Sara Ramo, Zhao Liang, Dorothea Lange y Yan Gross, entre otros. En esta imagen de Bartolomé Ros se puede observar a Franco y Millán Astray abrazados mientras entonan cánticos legionarios, de 1926. (20minutos.es)
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sábado, 6 de junho de 2009

Para rir

a frase:
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“Tomara que todo o Governo fosse
tão honesto como Felgueiras.”
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Fátima Felgueiras, “i”, 06-06-09

Morreu o cavaquismo

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Morreu o cavaquismo
Mário Crespo
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Entre mais-valias na carteira de acções do professor Cavaco Silva e o solilóquio de Oliveira e Costa no Parlamento, morreu o cavaquismo. As horas de aflitivo testemunho enterraram o que restava do mito. Oliveira e Costa e Dias Loureiro foram delfins de Cavaco Silva. Activos, incansáveis, dinâmicos, competentes, foram para Cavaco indefectíveis, prestáveis, diligentes e serventuários. Nas posições que tinham na SLN e no BPN estavam a par da carteira de acções de Cavaco Silva e família. Os dois foram os arquitectos dos colossais apoios financeiros que nas suas diversas incarnações o cavaquismo conseguiu mobilizar logo que o vislumbre de uma hierarquia de poder em redor do antigo professor de Economia se desenhava. Intermediaram com empresários e financeiros. Hipotecaram, hipotecaram-se e (sabemos agora) hipotecaram-nos, quando a concretização dos sonhos de poder do professor exigia mais um esforço financeiro, mais uma sede de campanha, mais uma frota de veículos para as comitivas, mais uns cartazes, um andar inteiro num hotel caro ou uma viagem num avião fretado. Dias Loureiro e Oliveira e Costa estiveram lá e entregaram o que lhes foi requerido e o que não foi.
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Como as hordas de pedintes romenos, esgravataram donativos entre os menos milionários e exigiram contribuições aos mais milionários. Cobraram favores passados e venderam títulos de promissórias sobre futuros favores. O BPN é muito disso. Nascido de um surpreendente surto de liquidez à disposição do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, foi montado como uma turbina de multiplicação de dinheiros que se foi aventurando cada vez mais longe, indo em jactos executivos muito para lá do ponto de não regresso. Não era o banco de Cavaco Silva, mas o facto de ser uma instituição gerida pelos homens fortes do regime cavaquista onde, como refere uma nota da Presidência da República, estava parte da (…) "gestão das poupanças do prof. Cavaco Silva e da sua mulher", funcionou como uma garantia de confiança, do género daquele aval de qualidade nas conservas de arenque britânico onde se lê "by special appointment to His Royal Majesty…" significando que o aromático peixe é recomendado pela família real. Portugal devia ter sabido pelo seu presidente que a sua confiança nos serviços bancários de Oliveira e Costa era tal que tinha investido poupanças suas em acções da holding que detinha o banco. Mas não soube. Depois, um banco de Cavaco e família teria de ser um banco da boa moeda. E não foi. Pelo que agora se sabe, confrontando datas, já o banco falia e Cavaco Silva fazia sentar na mesa do Conselho de Estado, por sua escolha pessoal, Dias Loureiro, que entre estranhos negócios com El Assir, o libanês, e Hector Hoyos, o porto-riquenho, passou a dar parecer sobre assuntos de Estado ao mais alto nível. Depois, vieram os soturnos episódios de que Oliveira e Costa nos deu conta no Parlamento, com as buscas alucinadas por dinheiro das Arábias. Surpreendentemente, quase até ao fim houve crédulos que entraram credores de sobrolho carregado para almoços com Oliveira e Costa nas históricas salas privadas do último andar da sede do BPN e saíram accionistas dos dois mil milhões de bolhas especulativas que agora os portugueses estão a pagar. Surpreendentemente também, o Banco de Portugal nada detectou. Surpreendentemente, o presidente da República protegeu o seu conselheiro, mesmo quando as dúvidas diminuíam e as certezas se avolumavam, cai o regime. De Oliveira e Costa no Parlamento fica ainda no ar o seu ameaçador: "eu ainda não contei tudo". Quando o fizer, provavelmente, cai o regime. Francamente, com tudo o que se sabe, já não é sem tempo.(Jornal de Notícias)
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Mário Soares quer mais do mesmo...

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Comício de Lisboa
Mário Soares diz que sem o PS “é muito difícil sair da crise”

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Acaba a campanha para as europeias, começa a campanha para as legislativas. Foi assim o comício do PS em Lisboa, o maior desta primeira fase da jornada eleitoral de 2009 e onde, de Mário Soares a José Sócrates, ninguém escondeu que já (só) se pensa em Outubro. “Sem nós é muito difícil sair da crise”, afirmou o fundador do PS, para quem “o povo tem vindo a compreender isso mesmo”.
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Com a parte reservada da sala principal do Centro de Congressos completamente cheia, entre o colorido ondulante das bandeiras, a música apoteótica, o coro de vozes a gritar “Soares é fixe”, Mário Soares afirmou, com a autoridade de quem já participou em todas as campanhas do PS, que “esta campanha começou por ser difícil mas tornou-se numa campanha extraordinária”. E enalteceu “a popularidade de que goza o nosso primeiro-ministro e secretário-geral”, graças “ao povo”.
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Mas foi na “crise económica dificílima” que centrou a sua intervenção, crise que “tem de ser vencida primeiro com o voto nestas eleições, porque não podemos fazê-lo sem a Europa”, frisou. Não falou em legislativas – ninguém o fez -, também não era preciso. Bastou dizer, como também fizeram José Sócrates, Vital Moreira, António Costa e Inês de Medeiros, que “a oposição não tem projecto alternativo”. E sublinhar o que diz o último cartaz socialista: “O PS combate a crise, os outros combatem o PS”.
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Notas do Papa Açordas: Como foi o PS que colocou este país em crise, seria lógico quie fossem os culpados a resolver essa crise. Mas não, não têm capacidade para tal... Seria como entregar o resto do ouro ao bandido...
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Titanic

Simon Kreitem/REUTERS
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Dean ha sido la última superviviente del hundimiento del Titanic en morir. Ha fallecido recientemente en Inglaterra a los 97 años de edad. (20minutos.es)
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