segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

ATENTADO SUICIDA CONTRA LA OTAN

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Atentado suicida contra la OTAN

ATENTADO SUICIDA CONTRA LA OTAN

Varios soldados de la OTAN de la Fuerza Internacional de Asistencia para la Seguridad (ISAF) examinan la escena de un ataque suicida dirigido a un convoy de Kabul, Afganistán. Dos civiles contratados por la ISAF murieron en el ataque, según fuentes oficiales. El grupo rebelde afgano Hezb-e-Islami se ha declarado responsable del ataque, en el que además han resultado heridos tres civiles afganos. (S. Sabawoon / EFE)-(20minutos.es)



PS: Seguro diz que redução do IRS é "ilusão" criada antes de eleições

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O secretário-geral do PS disse hoje não acreditar na declaração do vice-primeiro-ministro de que o Governo vai iniciar a redução do IRS em 2015, frisando que os portugueses estão "imunes" à "ilusão" criada pelo Governo antes de atos eleitorais.

António José Seguro falava no final de uma reunião com autarcas socialistas sobre "gestão da água e dos resíduos", que se realizou hoje à tarde no Castelo de Torres Novas.

Questionado sobre a declaração feita por Paulo Portas hoje em Madrid, o líder socialista afirmou que os portugueses "têm que ter presente que este Governo diz que vai aplicar ainda mais cortes nas pensões e reformas mas que só vai fazer os acertos no segundo semestre deste ano, isto é depois das eleições europeias".

"Os portugueses já perceberam uma coisa: que a palavra deste Governo antes das eleições é só para tentar buscar os votos dos portugueses, mas os portugueses estão imunes a essa ilusão", afirmou.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: É bom que haja alguém que denuncie as manigâncias deste desgoverno...

domingo, 9 de fevereiro de 2014

UNA ROCA CORTA LA CARRETERA ENTRE RONDA Y SAN PEDRO DE ALCÁNTARA

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Una roca corta la carretera entre Ronda y San Pedro de Alcántara

UNA ROCA CORTA LA CARRETERA ENTRE RONDA Y SAN PEDRO DE ALCÁNTARA

Imagen en la que se aprecia una roca de grandes dimensiones en la carretera entre las localidades malagueñas de Ronda y San Pedro de Alcántara. (TWITTER @franlittlewolf)-(20minutos.es)



A demissão de Pedro Reis e os salários no Estado

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"Pedro Reis sai da AICEP ao fim de dois anos de mandato e no período mais difícil da história recente do País para estar numa agência que tem como objectivo, entre outros, captar investimento estrangeiro.
Não sai por ser incompetente, não sai por falta de resultados. Sai por uma má razão, que o próprio não confessará em público: não é possível querer os melhores quando o Estado paga tão mal, e muito abaixo do que são as remunerações do sector privado para as mesmas responsabilidades.
Este é daqueles temas incómodos, sobretudo num momento em que o Governo está a decidir cortar remunerações dos funcionários públicos e dos pensionistas. Sim, porque não é possível explicar a um funcionário que ganha 675 euros por mês e que vai sofrer cortes porque é importante pagar melhor. Mas é um tema central se queremos, colectivamente, que o Estado tenha a capacidade de competir pelos melhores. Será mais fácil olhar para o lado, fazer de conta que o problema não existe, mas vai custar-nos ainda mais no futuro.
O trabalho de Pedro Reis à frente do AICEP está aí para ser avaliado, e merecerá uma análise detalhada. É possível, de qualquer forma, assinalar os resultados nos contratos de investimento, que superaram os 1,6 mil milhões de euros entre 2012 e 2013 que envolveram cerca de 3.300 novos postos de trabalho. É possível sinalizar o trabalho de articulação entre os ministérios da Economia e dos Negócios Estrangeiros - mérito, também, do trabalho de Paulo Portas - e as centenas de acções de apoio às empresas exportadoras portuguesas. O problema não é apenas a decisão de Pedro Reis de não continuar no AICEP, é a convicção de que será difícil escolher um sucessor quando o Estado-patrão tem um salário líquido de três mil euros mês para oferecer a quem pede tantas responsabilidades e que tem de gerir projectos de milhares de milhões de euros.
Os salários no Estado são competitivos na base da pirâmide, mas estão totalmente desadequados no topo da hierarquia. E isso não atrai os melhores, atrai os disponíveis que, às vezes, por pura sorte, estão entre os melhores.
Pedro Passos Coelho afirmava, no início do seu mandato, que os salários dos políticos eram demasiado baixos e teriam de ser revistos, a prazo, e no momento certo. Apesar disso, acabou por ter uma decisão que acentuou ainda mais esta realidade, e tornou o Estado ainda menos atractivo para os altos funcionários públicos, presidentes de institutos e empresas. Ao indexar os salários das administrações das empresas à sua própria remuneração, que reconhece ser baixa, só contribuiu para empobrecer a qualidade dos activos do Estado. E só é possível ter os melhores resultados quando as organizações - também as do Estado - têm os melhores quadros, os melhores profissionais." (António Costa - Diário Económico)

Vasco Pulido Valente: "Governo quer fazer de mim um polícia e um denunciante"

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Na habitual coluna de opinião que assina no jornal Público, Vasco Pulido Valente escreve este domingo sobre o já famoso sorteio ‘Fatura da Sorte’ que classifica de “ideia tenebrosa, vexatória, indigna, excessivamente parecida com episódios conhecidos da Ditadura”. O escritor afirma que “nunca” pensou ser polícia mas é isso que “agora o Governo” quer que seja: “um polícia (ainda por cima à paisana) e também um denunciante.

‘Abjeção’ é o título do artigo que, este domingo, o ensaísta e escritor Vasco Pulido Valente assina, como habitualmente, no jornal Público e no qual comenta o sorteio ‘Fatura da Sorte’, que o Governo tem em preparação como forma de combate à economia paralela e incentivo à responsabilidade fiscal dos contribuintes.

“Nunca pensei em ser polícia. Agora, o Governo quer fazer de mim um polícia (ainda por cima à paisana) e também um denunciante”, afirma Vasco Pulido Valente, esclarecendo que em causa está o prémio concedido pelo Executivo ao “’bom cidadão’”.

“Quem pedir fatura a quem lhe vende um café, um bife ou um casaco chega ao fim do ano com um molho de bilhetes de lotaria para o sorteio de um carro ‘topo de gama’, que o Governo 
oferece ao ‘bom cidadão’”, descreve, sublinhando que “isto permite ao Ministério das Finanças comparar o volume de negócios declarado de qualquer restaurante ou de qualquer loja com a documentação que lhe entregou a classe média”.

Uma “classe média” que vai “à procura de um Audi ou de um Mercedes, que a faça brilhar na vizinhança e espicace a sempre viva inveja da família e amigos”.

“O Estado transforma assim, com habilidade e subtileza, os portugueses numa corporação de espionagem encarregada de se espiar a si mesma, sem gastar mais do que um carro apreendido a um criminoso ou contrabandista”, escreve.

Ao mesmo tempo, “vivendo perto da falência, o comércio e a restauração tendem a subtrair uma fatura ou outra à tosquia fiscal a que estão submetidos”.

Vasco Pulido Valente destaca que em “Espanha acha que o estratagema é ‘pitoresco’”, ele defende que classifica a ideia de “tenebrosa: vexatória, indigna, irresponsável, excessivamente parecida com episódios conhecidos da Ditadura e dos regimes que ela imitava e venerava”.

Por tudo isto, conclui: "A sociedade portuguesa avançou um novo passo para a abjeção".(Notícias ao Minuto)

Amanhã a comunidade anda à roda

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"O Governo vai levar a cabo um sorteio semanal. Podem concorrer ao prémio, um carro de alta cilindrada, todos os consumidores que peçam fatura com número de identificação fiscal.
O objetivo, como não escapará a ninguém, será obter mais receita fiscal. Poucos duvidarão de que os resultados a curto prazo serão muito satisfatórios: a possibilidade de ganhar um prémio sem o mínimo de esforço é, à partida, receita comprovada.
Teríamos então um caso de uma medida que não correria o risco de ser contestada, que não seria mais que um bom ato de gestão. É absolutamente claro que é preciso mais repressão sobre quem foge aos impostos, é preciso dar mais meios à autoridade fiscal, são fundamentais medidas que promovam a cidadania fiscal; já existem várias (deduções, incentivos fiscais são alguns exemplos) e outras inovadoras serão sempre de aplaudir.
Só que, de facto, este concurso é muito mais do que um incentivo, uma ação de sensibilização, uma medida dentro da lógica do sistema: é uma verdadeira medida icónica, uma atitude que revela um certo entendimento da comunidade ou uma visão do que se pensa ser o sentir dessa mesma comunidade - claro está que com este Governo nunca podemos pôr de lado a simples incompetência ou a ignorância sobre as consequências dos seus atos.
Parte-se do princípio de que a maneira de levar o cidadão a ajudar a que outros cumpram as suas obrigações fiscais ou, em termos mais simples, ele próprio as cumprir é oferecer-lhe a possibilidade de ter um carro. Não um carro qualquer, um de alta cilindrada. Nitidamente vendido como um símbolo do que qualquer cidadão gostaria de ter. Um símbolo de sucesso individual.
Assume-se que o cidadão pede fatura ou paga os seus impostos não porque quer um bom serviço de saúde, melhores escolas, melhores estradas, melhores serviços públicos, melhores funcionários, menos carga fiscal por todos pagarem. Nada disso, o Estado desiste dessa mensagem e vende o "cada um por si". A consciência da defesa do bem--estar do outro, o valor do bem comum, a pedagogia do melhor para a comunidade é trocada pelo sonho da propriedade de um carro de "gama alta".
Não vale tudo para se obter mais receita fiscal, não vale tudo para temos menos défice, não vale tudo para se poder pagar à troika. Não vale, sobretudo, perder valores e princípios fundamentais da comunidade. Por muito dinheiro que conseguíssemos obter, não seria legítimo vender os Jerónimos ou premiar as pessoas que atropelassem incumpridores fiscais. Os fins não justificam os meios. Mas não são apenas essas propostas absurdas que não são legítimas. As aparentemente inócuas são as mais perigosas. As que ajudam a construir mentalidades. As que, de mansinho, destroem pilares que julgávamos enraizados. E não é a mentalidade do "cada um por si" que é a dominante, não é aquela em que acreditamos como comunidade. Podemos ficar revoltados por pagarmos demasiados impostos, podemos achar que são mal aplicados, mas isso é outra história. Basta ver os estudos de opinião e o que tem sido o voto dos portugueses, para se saber da rejeição do modelo em que o Estado pouco ou nada garante - é bom lembrar que o programa que está a ser aplicado não foi proposto aos eleitores. E, claro, não seremos tão estúpidos ao ponto de não saber que o dinheiro tem de vir da nossa contribuição. Equilibrada e bem explicada, bem entendido.
Este sorteio poderá ser um sucesso pontual para o Governo, mas ajudará a fazer ruir a comunidade como a vemos. Pensar que é um Governo liderado por um partido que se intitula social-democrata que toma uma medida destas é, no mínimo, surpreendente. Um partido social-democrata olhar para o interesse da comu- nidade como uma eventual consequência de uma medida ultraindividualista é de bradar aos céus.
Ideologia? Falta de consciência da dimensão da decisão? Parece uma medida claramente imbuída de uma certa visão da comunidade que amedronta. Como otimista que sou, preferiria que fosse apenas pouquíssima reflexão. Se assim for talvez fosse bom entender que há decisões que, por muito necessárias e úteis que sejam no imediato, podem ser altamente danosas no futuro. E quem governa não pode apenas pensar no presente e no futuro próximo, tem de ter consciência do passado, do futuro da comunidade e dos valores em que ela acredita e quer manter.
Revoluções escondidas ou disfarçadas não, por favor."
Pedro Marques Lopes (Diário de Notícias)

sábado, 8 de fevereiro de 2014

PS Seguro promete abrir tribunais que Passos vai encerrar

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O líder do Partido Socialista prometeu hoje aos portugueses que quando chegar ao Governo vai reabrir todos os tribunais que o atual Executivo encerrou.

António José Seguro prometeu hoje aos portugueses, durante o seu discurso na convenção ‘Novo Rumo’, em Lisboa, que quando o PS “for Governo, os tribunais que o atual Executivo encerrou serão reabertos para que se faça justiça”.

O líder socialista reconheceu o “valor das promessas” e assegurou que “esta promessa é para valer”.

“Queremos manter os tribunais abertos proporcionando o acesso à justiça independentemente do rendimento e local onde vivem os cidadãos”, sublinhou Seguro que acusou ainda o primeiro-ministro de “dizer uma coisa antes das eleições e de fazer outra depois das eleições”.

Para justificar esta afirmação, António José Seguro relembrou a questão dos subsídios de Natal e de férias, o corte retroativo nas pensões e ainda o encerramento de 20 tribunais.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Nem todo o papel higiénico chega para limpar a merda que este desgoverno está a fazer...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

EL PEOR TEMPORAL DE LLUVIA DESDE 1910

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El peor temporal de lluvia desde 1910

EL PEOR TEMPORAL DE LLUVIA DESDE 1910


El agua inunda el cementerio en la localidad de Moorland (Reino Unido). El suroeste de Inglaterra y Gales está sufriendo el rigor del temporal de viento y lluvia más fuerte que se recuerda en Gran Bretaña desde 1910. (Neil Munns / EFE)-(20minutos.es)



Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA - mês de MARÇO 2014

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:


Aviso n.º 1829/2014, D.R. n.º 27, 2.ª Série, de 2014-02-07. Declaração n.º 25/2014, D.R. n.º 27, 2.ª Série, de 2014-02-07. Declaração de retificação n.º 94/2014, D.R. n.º 27, 2.ª Série, de 2014-02-07. Declaração de retificação n.º 95/2014, D.R. n.º 27, 2.ª Série, de 2014-02-07.

O Leopardo da praxe

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"A praxe é hierárquica, é machista, é sexista. São características intrínsecas à praxe da Universidade de Coimbra e quando isso deixar de existir, deixa de ser a praxe da UC." Quem disse isto? Só pode ter sido um inimigo das praxes, dos que, como temos ouvido de quem as defende, "nunca as experimentou, portanto não sabe do que fala", não atingindo o quanto estas "tradicionais" práticas, que a história nos garante terem feito mortos e estropiados desde que delas há registo (foram proibidas no século xviii, devido a mortes), são necessárias para a "integração" dos "caloiros" que, asseguram-nos, a elas aderem voluntária e entusiasticamente.
Quem disse aquilo não pode, decerto, ter estado do lado dos "prós" na RTP, do qual só ouvimos que tudo o que cheire a hierarquia arbitrária, a machismo e a sexismo - portanto a humilhação e abuso -, a estar "de quatro", rebolar na lama e fezes, ser obrigado a simular atos sexuais, ser agredido fisicamente e insultado, "não é a verdadeira praxe". Como, já nos tinham dito, inclusive um ex-praxista secretário de Estado, "a verdadeira praxe" nada tem que ver "com o que se passou no Meco" - sendo então que há mais quem, para além do sobrevivente, a saber que raio.
Não: quem disse tais palavras apenas refere o que os "códigos" praxísticos estatuem. O mais antigo (1957), pai de todos os outros, é o de Coimbra. Nele se elencam, além da hierarquia dos universitários, em que os novatos são "animais", "bichos" ou "bestas" (noutros locais "vermes"), os castigos físicos a aplicar aos "faltosos" - "ir às unhas" (bater) com uma colher de pau ou um sapato e cortar o cabelo (nem sempre da cabeça; em 2007 um caloiro coimbrão foi parar ao hospital com o escroto rasgado por um "rapanço") - e se prevê que quando o sancionado não queira aceitar a sanção possa "jogar à pancada" com o chefe dos sancionadores ou ser "imobilizado" para o efeito.
Tudo coisas giras e sem mal, pelo que é comum ser perguntado aos caloiros "se têm algum problema físico ou psicológico", não vá algum ficar-se nas prazerosas atividades. Tudo coisas rigorosamente voluntárias, daí vários códigos especificarem que o estatuto de objetor tem de ser requerido à "comissão de praxe" que pode ou não concedê-lo - no da Universidade do Minho (2011) impõe-se ainda que ao não praxado ficará vedada "qualquer festividade académica" e a sua foto "será afixada" em vários locais do campus.
Ameaças, coação, perseguição, violência, arbitrariedade, sexismo, machismo: é isso a praxe. Dizem os "códigos" e o autor das palavras citadas, João Jesus, há 24 anos matriculado na UC e dux (chefe praxista) lá do sítio. Ou dizia-o em 2012 ao jornal universitário de Coimbra: esta semana, na RTP, saiu-lhe "a praxe tem de evoluir para subsistir." Cinismo, sim (a TV não é A Cabra), mas sabedoria, também. Há pelo menos 24 anos que sabe que estas indignações vêm e vão, e tudo fica na mesma."(Fernanda Câncio - DN)


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

ABRE EL MUSEO DE LA PROSTITUCIÓN, EN ÁMSTERDAM

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Abre el Museo de la Prostitución, en Ámsterdam

ABRE EL MUSEO DE LA PROSTITUCIÓN, EN ÁMSTERDAM

Fotografía facilitada por el Museo de la Prostitución de Ámsterdam (Holanda) de una habitación similar a las del Distrito Rojo. El Museo de la Prostitución abre sus puertas para enseñar sin tapujos la trastienda de un oficio legalizado en Holanda pero no por ello ausente de estigma social. A (Leander Lammertink / EFE)-(20minutos.es)



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Forretices de um ministro unhas de fome

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Tirando o gosto pela compra de submarinos, por andar de Jaguar na Baixa de Lisboa e de andar à noite a escolher palacetes tudo o resto em Paulo Portas é um exemplo de rigor e de poupança!

In "O JUMENTO"

Alguém sabe o que esta pobre alma faz no governo?

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In "O JUMENTO"

PROYECTO TURÍSTICO EN COREA DEL SUR

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Proyecto turístico en Corea del Sur

PROYECTO TURÍSTICO EN COREA DEL SUR


Imagen creada con ordenador, facilitada por el Ministerio de Océanos y Pesca de Corea del Sur, que muestra el proyecto Dream Island para la isla Yeongjongdo para el año 2020. El proyecto construirá un complejo turístico con un parque acuático, hotel, acuario, un centro comercial y un campo de golf. (South Korea Ministry / EFE)-(20minutos.es)


A esperança exige luta

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"Paulo Portas foi num instantinho a Espanha e falou um bocadinho em portunhol. Vi, na televisão, pressurosa a transmitir o magno acontecimento, o chefe do CDS, muito ancho, sorrindo a glória do instante. A cena ocorreu na Convenção do Partido Popular espanhol, e os dirigentes sorriam, não se descortinou se de gozo se de cortesia. Porém, o que Portas disse não foi de molde a suscitar a alegria dos distintos. "Venho trazer-lhes boas notícias de Portugal." O mal-estar foi nítido. Rajoy olhou, apreensivo, para a senhora a seu lado, e o semblante turvou-se--lhe, sobretudo quando o orador asseverou que Portugal estava à beira de ser feliz e muitíssimo livre, com a ida da troika para os limbos.
Está por esclarecer o que deu origem ao facto de Portas substituir Passos no palco da Convenção, porque as regras consuetudinárias exigem a reciprocidade nestes assuntos. Depois, o PSD e o Partido Popular são "irmãos" na Europa e nos desígnios. O CDS, neste caso, é uma excrescência. Aliás, os representantes do PSD estavam remetidos para as filas do fundo. Embalado no contentamento juvenil de dizer coisas que não são exactas, e de ter com a verdade uma relação assaz conflituosa, Paulo Portas esqueceu-se, pouco diplomaticamente, de a Espanha estar a atravessar uma crise gravíssima, sem fim à vista.
Quanto a nós. A dívida pública portuguesa aumentou assustadoramente; o desemprego é medonho; os cortes nos rendimentos das pessoas, com particular incidência nos reformados, nos pensionistas e nos funcionários, são infames; 140 mil jovens foram, até agora, coagidos a emigrar; a investigação científica está a esboroar-se, com um ministro esburacado que traiu os testamentos legados; cada vez há menos estudantes nos cursos superiores; o Serviço Nacional de Saúde, a jóia da coroa, está a ser atingido de morte; a Justiça é uma amolgadela social e moral; a Segurança Social mingua a olhos vistos. Ora bem: pode alguém mentir assim tanto e apregoar virtudes que lhe não cabem?
Sei muito bem que toda esta aldrabice faz parte de uma estratégia ideológica das direcções políticas ocidentais, articulada na esterilidade de ideias, no esvaziamento do debate, na manipulação dos valores que conduzem ao desprezo pela política e à ascensão da insignificância e da futilidade. A política passou a ser obliterada e substituída por "gestores" e "economistas" que possuem do facto social uma noção de insensatez. Estou a lembrar-me do banqueiro Ulrich, que, desaforado, teve o descoco de afirmar, em resposta a uma pergunta sobre se a população aguentaria tantos sofrimentos: "Ai, aguenta, aguenta!"
O desgosto que nos assola é demasiado. A nossa tristeza torna-se endémica. Mas sou autor de uma frase muito citada, que continuo a sublinhar: a esperança tem sempre razão. No entanto é preciso lutar por ela. Pela esperança." (Baptista Bastos - DN)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

INMIGRANTES AFRICANOS SE NIEGAN A ABANDONAR ISRAEL

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Inmigrantes africanos se niegan a abandonar Israel

INMIGRANTES AFRICANOS SE NIEGAN A ABANDONAR ISRAEL

Inmigrantes africanos en busca de asilo duermen en el parque Levinski en Tel Aviv (Israel). La mayoría, provenientes de Eritrea y Sudán, han asegurado que no abandonarán el parque hasta que no sean oficialmente reconocidos como refugiados, lo que les permitiría permanecer en Israel. Todos llevan semanas protestando en contra de la negativa de Israel de darles el estatus de refugiados. (Oliver Weiken / EFE)-(20minutos.es)



Leilão dos quadros de Miró cancelado pela leiloeira

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O leilão das 85 obras de Joan Miró foi cancelado, esta terça-feira, pela leiloeira londrina Christie's, em Londres. O leilão foi anulado em virtude "da disputa nos tribunais portugueses", na qual a leiloeira "não é parte interessada", diz em comunicado.
O Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa indeferiu hoje a providência cautelar destinada à suspensão da venda do acervo das obras de Miró.

Os quadros encontram-se na posse do Estado português desde a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), seu anterior proprietário. A coleção é constituída por pinturas e desenhos e está avaliada em cerca de 36 milhões de euros pela leiloeira.
A venda das obras foi contestada em Portugal por um movimento cívico liderado pela Casa da Liberdade Mário Cesariny e pelo Coletivo Multimédia Perve, cuja petição alcançou 8.800 assinaturas na Internet, tendo sido aprovada por unanimidade na passada quinta-feira, na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura.
Ainda no parlamento, os partidos da oposição apresentaram propostas de resolução para travar a venda, tendo sido chumbadas pela maioria que apoia o Governo. O PS, por seu turno, requereu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o Ministério Público desencadeasse "medidas cautelares" que não permitissem a venda dos quadros de Joan Miró em Londres, depois de ter esgotado todas as iniciativas parlamentares no sentido de suspender essa venda.
Na segunda-feira, a PGR pediu ao Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa o decretamento provisório da providência cautelar destinada à suspensão da venda do acervo das obras de Miró. (Correio da Manhã)
Notas do Papa Açordas:  A leiloeira londrina Christie´s deram uma grande lição ao Ali Bábá português e os seus inúmeros ladrões... Oxalá lhes sirva de lição...


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

COMIENZA LA CONFERENCIA DE SEGURIDAD DE MÚNICH

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Comienza la Conferencia de Seguridad de Múnich

COMIENZA LA CONFERENCIA DE SEGURIDAD DE MÚNICH

Varios agentes de policía registran un coche durante el comienzo de la Conferencia de Seguridad de Múnich (MSC), en las inmediaciones del Hotel Bayerischer Hof, en Múnich (Alemania). Cerca de 20 jefes de Estado y más de 50 ministros de Defensa participan en el 'Davos de la Defensa', que pone en marcha su 50 edición con la guerra en Siria, la crisis de Ucrania y la disputa sobre un Irán nuclear, como asuntos principales. (Tobias Hase / EFE)-(20minutos.es)


PSD: Passos perdeu um terço dos militantes em Lisboa

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Nos últimos dois anos, Pedro Passos Coelho ficou sem 30% dos seus militantes na capital. Segundo a edição online do Público, o primeiro-ministro perdeu mais de um terço das bases de apoio, tendo apenas 438 militantes votado em si nas diretas em Lisboa.

A reeleição de Pedro Passos Coelho para a liderança do PSD deu a conhecer o facto de o também primeiro-ministro ter perdido parte dos seus militantes. Segundo o Público, Passos Coelho ficou sem 30% dos seus militantes na capital, tendo apenas 438 militantes votado no seu nome nas diretas em Lisboa.

De acordo com a publicação, o PSD tinha em Janeiro de 2014 cerca de 5.650 militantes inscritos em Lisboa, desses 3.164 ativos e aptos para votarem nas diretas, contudo, apenas 645 sociais-democratas o fizeram.

Em 2011, o PSD/Lisboa tinha 8.491 militantes inscritos. Dois anos depois, contavam-se apenas 5.629, cerca de 30% a menos. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: E o mais engraçado é que, dos 645 eleitores que votaram, apenas 2/3 deles o fizeram em Passos Coelho. O resto foram votos brancos e nulos... O rapazinho até já não consegue convencer os seus!...


sábado, 1 de fevereiro de 2014

69 ANIVERSARIO DE LA LIBERACIÓN DE AUSCHWITZ

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69 aniversario de la liberación de Auschwitz

69 ANIVERSARIO DE LA LIBERACIÓN DE AUSCHWITZ

Miembros de la delegación del parlamento israelí o Knesset visitan el antiguo campo de concentración nazi de Auschwitz, durante el 69 aniversario de su liberación, en Oswiecim, Polonia. (Andrzej Grygiel / EFE)-(20minutos.es)