terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Eurogrupo vai "estudar problemas" potenciais de aumento dos prazos dos empréstimos a Portugal

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Vítor Gaspar pediu mais tempo para pagar os empréstimos de Portugal e diz que recebeu "afirmações de apoio e suporte" dos parceiros.

Os ministros das Finanças da zona euro aceitaram nesta segunda-feira estudar a possibilidade de prolongar os prazos fixados para o reembolso dos empréstimos do fundo europeu de estabilidade financeira (EFSF) a Portugal, na linha do que acordaram em Novembro para a Grécia.

A promessa, por enquanto sem detalhes, foi feita a pedido do ministro português, Vítor Gaspar, que argumentou com o facto de Portugal estar a cumprir as metas de consolidação orçamental com que se comprometeu no programa de ajustamento que acompanha os empréstimos europeus. Esta posição foi concertada com o ministro irlandês das finanças, Michael Noonan, que reivindicou o mesmo tratamento.

Segundo Gaspar, o pedido recebeu "afirmações de apoio e suporte" dos parceiros.

Jean-Claude Juncker, que nesta segunda-feira presidiu pela última vez ao eurogrupo depois de oito anos no cargo, limitou-se por seu lado a afirmar que os 17 ministros pediram à Comissão Europeia e ao grupo de trabalho que prepara as suas reuniões mensais para "estudarem todos os problemas relacionados com a extensão das maturidades" dos empréstimos do EFSF a Portugal e Irlanda. No caso de Portugal, estes empréstimos ascendem a 26 mil milhões de euros do total de 78 mil milhões do programa de ajuda externa.

Gaspar repetirá o pedido nesta terça-feira à totalidade dos 27 ministros das Finanças da União Europeia (UE) para a fatia no valor de outros 26 mil milhões de euros que é assegurada pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSM) garantido pelo orçamento comunitário. O resto da ajuda externa a Portugal é fornecido pelo FMI.

Notas do Papa Açordas: Irra  que são burros! Há muito que o PS vinha sugerindo ao desgoverno para pedir mais tempo e, só agora, o fizeram... É altura para perguntar se o desgoverno ainda mantém a desculpa: ..."pedir mais tempo é pagar mais juros..."

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Obama jura su cargo

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Obama jura su cargo


Obama jura su cargo
El presidente de Estados Unidos, Barack Obama juró oficialmente el cargo para un segundo mandato que concluirá en enero de 2017 acompañado de su mujer y sus hijas en una breve ceremonia en la Casa Blanca. (EFE)-(20minutos.es)

Marcelo prevê crise entre PSD e CDS por causa da eleição no Porto

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Social-democrata diz que CDS e PSD não podem ser amigos no Governo e "andar à batatada" no Porto.

Marcelo Rebelo de Sousa não acredita na possibilidade de o Governo cair por iniciativa do Presidente da República, como afirmou recentemente Freitas do Amaral, mas acredita que ele possa cair devido a uma crise na coligação PSD-CDS, após a eleição autárquica para a Câmara do Porto.

No seu habitual comentário na TVI, Marcelo lembrou que é a primeira vez que CDS e PSD não concorrem coligados no Porto, porque “tudo indica” que o partido de Paulo Portas vá apoiar uma provável candidatura independente de Rui Moreira, empresário e presidente da Associação Comercial do Porto.

Para o antigo presidente do PSD, os dois partidos “não podem ser amigos no Governo e andarem à batatada no Porto”, acrescentando que o apoio do CDS a Moreira “pode dar a vitória ao candidato do PS”, Manuel Pizarro.

Se esta situação se verificar, Marcelo diz que a coligação governamental fica comprometida e Pedro Passos Coelho enfraquecido, até porque se adivinha que muitos autarcas do PSD “vão levar uma sova” nas autárquicas do final do ano.

O também Conselheiro de Estado de Cavaco Silva considerou “uma pena” que o Governo não faça a reforma do Estado conversando com o PS, porque se os socialistas ficarem de fora, quando chegarem ao Governo abdicam de parte da reforma. Rebelo de Sousa afirmou ser mau para o país que não exista uma reforma do Estado duradoura.

Marcelo considera que, mais importante que o apoio do PS, é a reforma ser feita com coesão social, porque os portugueses fazem “uma resistência passiva”, dando como exemplo o facto de começarem a não pedir facturas. “O Governo não pode esticar a corda até ao limite.”

Notas do Papa Açordas: Há duas coisas que, neste momento, ignoro: as portagens nas ex-Scuts e o pedido de facturas!... A primeira, como não ando nelas, não contribuo para o "bolo", a segunda, nunca peço facturas...

domingo, 20 de janeiro de 2013

Quatro por cento

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"Segundo um estudo da seguradora Zurich, 96% dos portugueses não acreditam nos políticos. Como agora é habitual, estes dados foram apresentados com preocupação e imputados à austeridade. Basta espreitar um noticiário televisivo ou folhear um jornal para perceber que, no caldo ideológico vigente, a austeridade está na origem de todos os fenómenos ocorridos no país, desde os suicídios ao abandono de cães, passando pelos assaltos à mão armada e a decadência do Sporting.

Fora das alucinações em voga, a notícia merece aplausos. Descrer da classe política não é, ao contrário do que a própria classe gosta de sugerir, meio caminho andado para o advento de uma ditadura, mas o primeiro passo para a consolidação de uma sociedade livre. As ditaduras erguem-se sobre a adesão excessiva aos "salvadores" nascidos justamente da veneração e da fé cegas. Numa democracia autêntica, criatura nenhuma depositaria nos políticos mais confiança do que a estritamente indispensável. Os políticos são um mal necessário, que se tolera com a resignação dedicada a uma gripe em Fevereiro. É óptimo que os portugueses suspeitem dos políticos. É trágico que, provavelmente, isso seja mentira.

Uma coisa é resmungar em inquéritos contra os senhores que mandam. Outra é supôr que os resmungos traduzem a capacidade de compreender que os senhores que mandam, quaisquer que sejam, constituem o problema e não a solução. Infelizmente, palpita-me que as pessoas não criticam o poder porque o poder é por definição criticável. Criticam-no porque não recebem dele tudo o que desejam. O poder, em suma, não satisfaz as expectativas, e a mera existência de expectativas, no sentido em que os de "baixo" delegam aos de "cima" a orientação das suas vidas, é flagrante sinal de atraso.

Entre parêntesis, note-se os extraordinários 4% de indivíduos que, íntima e publicamente, proclamam acreditar nos políticos. Antes de nos espantarmos com tamanha demonstração de primitivismo, convém somar os eleitos para cargos nacionais e locais, os adjuntos, os assessores, os secretários, os motoristas, os compinchas, os parceiros de negócios e todos os que sonham atingir um dos postos anteriores. O número parece plausível.!(Alberto Gonçalves - Diário de Notícias)


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Bicitaxi en Habana

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Bicitaxi en La Habana


Bicitaxi en La Habana
Un bicitaxista toma una siesta sentado en su vehículo en una calle de La Habana (Cuba). (Alejandro Ernesto / EFE)-(20minutos.es)
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FMI aconselha Governo a tributar subsídio de maternidade

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) recupera uma proposta da versão inicial do memorando e que o Governo deixou na gaveta.

O FMI volta a propor que algumas prestações sociais, nomeadamente o subsídio parental, passem a ser consideradas para efeitos de IRS, recuperando uma proposta que constava do Memorando de Entendimento assinado com a troika.

Num estudo que acompanha a análise ao desempenho do programa de ajustamento, o Fundo sugere que o Governo continue “a alargar o rendimento tributável (por exemplo, algumas prestações sociais – tal como a baixa de maternidade – que não estão no âmbito da taxa, mesmo que sejam recebidos por contribuintes ricos)”.

No memorando assinado pelo PS, já se sugeria que as prestações sociais fossem consideradas para efeitos de IRS, mas a medida nunca chegou a avançar. O actual Governo, nomeadamente o ministro da Segurança Social, entendeu que a medida não era prioritária.

Nas propostas feitas por um grupo de técnicos do FMI, sugere-se também cortes nas deduções com despesas de saúde e educação e a tributação em separado dos casais.

Notas do Papa Açordas: Peço desculpa aos leitores do Papa Açordas mas não posso deixar de manifestar o meu repúdio pela troika e pelo desgoverno: "São uns grandes filhos de puta!"...

Governo está "viciado em ir ao bolso dos portugueses"

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O PS acusou hoje o Governo de estar "viciado em ir ao bolso dos portugueses", num comentário às notícias de que haverá novas portagens em autoestradas do Norte e da Grande Lisboa.

"Este é um Governo viciado em ir ao bolso dos portugueses e é um bom exemplo da espiral recessiva e da falta de transparência deste Governo", afirmou à agência Lusa o coordenador do PS na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas.
Rui Paulo Figueiredo recordou as palavras do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sobre a redução dos encargos das Parcerias Público Privadas em 250 milhões de euros.
"Mas ficamos a saber que falhou nessa meta. A redução é marginal e vai passar encargos de privados para os públicos e pretende a grande maioria destes 250 milhões de euros através da introdução de portagens", argumentou.
O socialista anteviu o "efeito recessivo" na Economia da introdução de portagens por reduzir novamente o rendimento disponível dos cidadãos e por sobrecarregar o transporte de mercadorias.
"E tudo isto nas costas dos portugueses e nas costas do Parlamento, ficando nós a saber que é mais um estudo que foi submetido a organizações internacionais e que só temos conhecimento pela imprensa", apontou.
O ministério da Economia fez saber que o executivo ainda "não tomou qualquer decisão" sobre a introdução de novas portagens e que as notícias têm sido fomentadas "por parte de quem quer ver enfraquecida a posição do executivo".
Os jornais referem que a medida consta de um documento confidencial do executivo, entregue à 'troika' em novembro, durante a sexta avaliação do memorando de entendimento.
"O Governo reafirma o seu empenho no aprofundamento do princípio do utilizador-pagador e não do contribuinte-pagador, tal como aconteceu nos últimos anos em Portugal", refere ainda um comunicado do ministério.
De acordo com os jornais de hoje, a maior parte das portagens estão pensadas para as ex-SCUT do Norte Litoral, entre o Porto e Viana do Castelo, as do Grande Porto, nomeadamente o troço até Lousada, e as da Costa de Prata, entre Mira, no distrito de Aveiro, e o Porto.
O documento pondera também o regresso das portagens entre o Porto e a Maia, na A3, e a colocação de dois novos pórticos na A16, na Grande Lisboa, em Cascais e Sintra.
Com as novas portagens, o Governo espera um aumento das receitas entre os 47 milhões e os 70 milhões de euros anuais. (Diário  de Notícias)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Al menos 4 muertos por las inundaciones en Indonesia

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Al menos 4 muertos por las inundaciones en Indonesia


Al menos 4 muertos por las inundaciones en Indonesia
Vista de las calles del centro de Yakarta inundadas, en Indonesia, donde al menos cuatro personas han muerto y miles han tenido que abandonar sus casas a causa de las graves inundaciones provocadas por las constantes lluvias y el desbordamiento de los ríos. (Bagus Indahono / EFE)-(20minutos.es)

“Há muitos factores que podem proporcionar a queda do Governo”

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O social-democrata António Capucho considerou hoje que há muitos fatores que podem levar à queda do Governo, entre os quais o recente relatório pedido ao FMI com os novos cortes e a "inabilidade" de comunicação.
Em declarações à agência Lusa, o ex-presidente da Câmara de Cascais disse prever um agravamento da crise, nomeadamente, sublinhou, "a partir do momento em que, inexplicavelmente este Governo pede um relatório ao FMI [Fundo Monetário Internacional] que prevê 12 milhões de cortes, depois de ter anunciado que eram precisos 4 mil milhões".
"Isto sem explicar porque é que não prefere renegociar, seja a dívida, seja o tempo, para conseguirmos endireitar as contas do país. Além disso, faz incidir estes cortes em áreas muito problemáticas e que são muito queridas aos portugueses, o Estado Social", acrescentou.
António Capucho considerou ainda que "a confusão no meio do Governo é total", dando como exemplo a restrição imposta aos jornalistas na conferência sobre Reforma do Estado, como prova da "completa inabilidade do Governo em lidar em matéria de comunicação".
"Há muitos fatores que podem proporcionar a queda do Governo, seja a curto prazo, seja com os resultados nada auspiciosos nas autarquias, pode muito bem acontecer que este Governo não tenha capacidade para subsistir e nessa altura o Presidente da República tem de intervir", afirmou o antigo conselheiro de Estado, adiantando que isso poderá passar por se recorrer a um governo do tipo de salvação ou dissolvendo e convocando eleições.
"Não nos iludamos, o país está a atravessar uma crise muito difícil. As notas de otimismo que por vezes surgem da parte do senhor primeiro-ministro não nos convencem e ainda agora as previsões do Banco de Portugal, a propósito da recessão, denunciam que, mais uma vez, o Governo se enganou nas previsões e vamos ter um ano muito difícil, o Governo e o país", concluiu.
Notas do Papa Açordas: Há muito que António Capucho se vem distanciando do desgoverno actual... É pena que Passos Coelho não ouça os seus companheiros mais capazes...

Passos Coelho: "Ninguém aconselhou os portugueses a emigrarem"

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Primeiro-ministro diz que Portugal vive um tempo de recessão económica e que isso significa que muitos não conseguem encontrar trabalho no país.

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, afirmou esta quinta-feira, em Paris, que "ninguém aconselhou os portugueses a emigrarem", considerando, no entanto, que a emigração não deve ser um "estigma" para quem precisa de um emprego e não consegue encontrá-lo em Portugal.

A falar aos jornalistas no Consulado-Geral de Portugal em Paris, no fim de uma visita de trabalho a França, Pedro Passos Coelho esclareceu que "ninguém" no Governo "aconselhou os portugueses a emigrarem".

"A emigração, quando ocorre de forma mais massiva, expressa uma situação de défice e de 'não-solução' interna na economia que a origina", afirmou, lembrando que Portugal vive "um tempo de recessão económica" e que isso significa que muitos portugueses não encontram no seu país "as oportunidades de realização profissional e de emprego de que dependem também para poder satisfazer as suas responsabilidades familiares".

Neste contexto, acrescentou, e embora o executivo esteja "a trabalhar para que a situação possa ficar ultrapassada", o Governo entende que deve prestar a quem decide sair "todo o apoio possível", e que a busca de oportunidades além-fronteiras não deve ser "um estigma".

Em Dezembro de 2011, numa entrevista publicada no Correio da Manhã, Passos Coelho foi questionado sobre se aconselharia os “professores excedentários" que o país tem a "abandonarem a sua zona de conforto e a procurarem emprego noutro sítio”. O primeiro-ministro respondeu então que, “em Angola, e não só, o Brasil tem também uma grande necessidade ao nível do ensino básico e secundário”.

E acrescentou: "Sabemos que há muitos professores em Portugal que não têm, nesta altura, ocupação. E o próprio sistema privado não consegue ter oferta para todos. Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e
 portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma, ou consegue, nessa área, fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se, sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa encontrar aí uma alternativa."

Também em Janeiro de 2012, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, diria que Portugal deve valorizar a emigração de quadros jovens bem preparados e "olhar para outros mundos" e menos para a Europa. Miguel Relvas elogiava assim a existência de uma nova emigração protagonizada por uma "juventude bem preparada".

Notas do Papa Açordas: Se alguém ainda tivesse dúvidas sobre a palavra deste primeiro-ministro, pode as perder desde já: ele é mesmo um grande mentiroso!...

Festival hindú 'Maha Kumbh Mela'

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Festival hindú 'Maha Kumbh Mela'


Festival hindú 'Maha Kumbh Mela'
Millones de devotos hindúes se bañan y rezan en la rivera del Sangam, donde confluyen los tres ríos más sagrados según la mitología hinduista, el Ganges, el Yamuna, y el Saraswati, en Alahabad, en la India, para participar en el festival hindú Maha Kumbh Mela, que se celebra cada doce años y es la mayor aglomeración popular del mundo. (EFE)-(20minutos.es)

Pires de Lima critica deslealdade política no governo

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Presidente do Conselho Nacional do CDS pede a Passos para demitir responsável pelas fugas de informação
António Pires de Lima criticou ontem as “fugas de informação selectivas” que têm saído do governo e que considera serem sinal de “deslealdade política”. O dirigente do CDS defendeu que o primeiro-ministro deve “demitir” quem passa informações reservadas que são depois divulgadas em jornais e na televisão.
Pires de Lima referiu na Antena 1 que essas fugas têm “consequências negativas para os temas que estão a ser debatidos” – caso do relatório do FMI ou do Orçamento do Estado. Sobretudo nas últimas semanas, Marques Mendes tem aproveitado o seu espaço de comentário político para tornar públicas matérias que são discutidas nos círculos restritos do governo. Muitas vezes, as informações chegam ao conhecimento do antigo presidente social-democrata antes ainda de, por exemplo, o CDS – parceiro de coligação – ter conhecimento das mesmas.
A divulgação de assuntos de governo levou mesmo o conselheiro nacional centrista a defender que, “perante o acumular de casos, é obrigação do senhor primeiro-ministro identificar o responsável” pelas fugas de informação e, “obviamente, demitir essa pessoa das funções que ocupa, para recuperarmos o estilo de comunicação directo e que inspire confiança entre o governo e os cidadãos”. Contactado pelo i, Luís Marques Mendes escusou-se a comentar as declarações de Pires de Lima. O antigo presidente do PSD limitou-se a dizer que “esse assunto não [lhe] diz nada”.
Pires de Lima afasta, porém, a ideia de que “uma tão rara, ineficaz e tola forma de comunicar com os portugueses temas tão importantes seja da iniciativa e vontade do senhor primeiro-ministro”. Mas para o dirigente, a fuga de “temas que deveriam ser confidenciais” – e que têm sido divulgados também em jornais, como no caso do relatório final do FMI – contamina a discussão de dossiês sensíveis para o governo (ver texto ao lado) e é “reveladora de uma deslealdade política grave”.
Notas do Papa Açordas:  Zangam-se as comadres... descobrem-se as verdades!... É deveras lamentável que o  primeiro-ministro informe primeiro Marques Mendes do que o seu parceiro de coligação...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

La Gran Muralla 'blanca'

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La Gran Muralla 'blanca'


La Gran Muralla 'blanca'
Una fina capa de nieve cubre la Gran Muralla China en Mutianyu (China). (Adrian Bradshaw / EFE)-(20minutos.es)

Freitas do Amaral acredita que Cavaco acabará por dissolver Parlamento

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O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros criticou o Governo (pela austeridade e por não seguir o que prometera em campanha), o CDS (por não ter coragem para quebrar a coligação) e o PS (por não estar preparado para governar).

Face a uma execução orçamental “provavelmente” negativa e a uma situação social que poderá tornar-se “explosiva”, é provável que o Presidente da República acabe a dissolver a Assembleia da República, argumentou Diogo Freitas do Amaral, na noite desta terça-feira, numa entrevista à TVI24.

“Parece-me quase impossível que não haja [eleições antecipadas]”, sublinhou o histórico do CDS e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de José Sócrates, que afirmou estarem reunidas condições para um “cocktail explosivo”. Por um lado, argumentou, a execução orçamental de 2012 e a execução do primeiro trimestre de 2013 deverão ser negativas. Por outro, os outros países na Europa também atravessam dificuldades, prejudicando as exportações portuguesas. E aumentará o descontentamento com as políticas de austeridade e a subida de impostos. “A dissolução serve para interromper a legislatura e devolver o poder ao povo soberano para que confirme ou altere o rumo que está a ser seguido", argumentou.

Freitas do Amaral disse não ser provável que o primeiro-ministro se demita ou que o CDS quebre a coligação. “O CDS tirar o tapete... Vontade não lhe falta, mas não tem coragem para isso”, disse, criticando o partido por estar a alinhar com políticas contrárias às ideias democrata-cristãs. O antigo governante classificou a coligação como uma “fachada”, mas notou que o PSD não consegue governar sem o CDS e que, se este fizesse cair o Governo, arriscar-se-ia a perder eleitorado.

As críticas às medidas do Governo foram várias, começando pelo facto de o PSD ter prometido em campanha fazer um ajustamento também por via da diminuição da despesa do Estado e, até agora, ter-se focado no aumento da receita. E defendeu ainda haver “muitas maneiras de cumprir o memorando, no seu espírito, sem ser tão fundamentalista na austeridade”.

Notas do  Papa Açordas:  Como Freitas do Amaral diz, o Presidente da República tem que dissolver o Parlamento e pôr alguma ordem nesta bagunçada toda... Passos,Gaspar e Portas  não passam de coveiros da Democracia Portuguesa!...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Banco de Portugal prevê recessão mais forte por causa das exportações

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Queda do PIB em 2013 será de 1,9%, diz o Banco de Portugal. O resultado é pior do que a descida de 1,6% prevista em Novembro e de 1% esperada pelo Governo.

O Banco de Portugal reviu em baixa nesta terça-feira as suas projecções de crescimento económico para este ano, devido à evolução mais negativa do que o esperado das exportações.

A queda do PIB em 2013 será, segundo as novas previsões, de 1,9%, contra uma contracção de 1,6% prevista em Novembro. O Governo e a troika, nas suas projecções macroeconómicas, estão a contar com uma contracção económica de apenas 1% durante este ano.

A entidade liderada por Carlos Costa mantém quase inalterada a sua previsão para a evolução da procura interna (estando até a apontar para uma queda do investimento menos acentuada). Por isso, a revisão em baixa do PIB é essencialmente explicada por uma evolução bastante mais fraca das exportações. Agora, o BdP estima que este ano as exportações cresçam 2%, quando nas previsões anteriores apontava para um crescimento de 5%. E mesmo para 2012, enquanto em Novembro se estimava que as vendas ao estrangeiro aumentassem 6,3%, agora espera-se uma subida de apenas 4,1%.

Este forte abrandamento das exportações, explica a instituição no Boletim Económico de Inverno conhecido esta terça-feira, deve-se ao facto de se ter materializado o risco de "um crescimento económico mundial menos favorável do que o considerado", numa altura de particular incerteza sobre a economia da zona euro, em que persistem sinais negativos na conjuntura internacional.

Ainda assim, de acordo com as projecções do Banco de Portugal, a economia irá conseguir garantir este ano um excedente face ao exterior de 3,1% do PIB.

No que diz respeito à procura interna, o Banco de Portugal prevê para este ano uma queda de 3,6% no consumo privado (o mesmo valor da projecção de Novembro), um resultado menos negativo do que a diminuição-recorde de 5,5% registada em 2012. Para o investimento, a queda agora prevista é de 8,5%, quando antes se antevia 10%.

Notas do Papa Açordas: Mais uma vez o Gaspartroika vai falhar as previsões!... Ainda não conseguiu acertar uma... Quem fez dele um economista fazia de mim padre!...

Jumento do dia

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Álvaro Beleza, um qualquer bardamerkel do parlamento
 
Este senhor anda a precisar de tratamento médico urgente num qualquer serviço de saúde mental, foi eleito pelos portugueses para os representar e dá entrevistas oficiais dizendo o que pensa para efeitos oficiais e recorre à sua página pessoal para dizer o que pensa em termos oficiais. Por este andar ainda vai deitar-se com a vizinha do andar de cima em termos particulares e sem saber como amanhã de manhã acorda em termos oficiais ao lado da esposa.

Sejamos honestos, anda por aí um concurso a ganhar quem bater mais nos funcionários públicos e como estes já ficaram capados, sem pernas e sem braços nada mais restou a este Álvaro senão lembrar-se que ainda não lhe tiraram o escalpe. Esta é uma forma pouco séria de discutir o problema e enoja-me ter gente desta por perto.

Estes senhores ainda não perceberam que a opção por uma profissão depende do conjunto de condições que são oferecidas e que muitos vencimentos baixos da maioria dos funcionários públicos era compensada por factores como a estabilidade e a ADSE. Sucede que já cortaram 10% dos vencimentos, tiraram os subsídios, aumentaram as contribuições e o governo quer despedir 120.000. Não será mesmo melhor capá-los para evitar o risco de se reproduzirem. Aliás, deviam capá-los, obrigá-los a andar com o cabelo rapado, com fatos às riscas e com o número mecanográfico tatuado no braço!

Ó Álvaro agora deixa-me dizer-te uma coisa a título particular: vai à bardamerda ou, melhor, vai à bardamerkel!
 
«O coordenador para a área da saúde do PS, Álvaro Beleza, utilizou a sua página do Facebook para esclarecer a entrevista que deu ao Jornal de Notícias, publicada hoje, em que defende a extinção da ADSE. Diz Álvaro Beleza que se trata apenas de uma "opinião pessoal".» [DN]

In "O JUMENTO"

Concurso 'Doodle 4 Google'

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Concurso 'Doodle 4 Google'


Concurso 'Doodle 4 Google'
Dibujo de Dylan Hoffman, un estudiante de segundo grado de Caledonia, Wisconsin (EE UU), titulado ¿La hora del Pirata?. La empresa Google ha abierto la sexta edición del concurso Doodle 4 Google que cada año busca entre los estudiantes de EE UU las ideas más creativas para sus conocidos doodles, esas versiones temáticas de su logo que aparecen en la página de inicio de su popular buscador de internet. (Dylan Hoffman / EFE)-(20minutos.es)

Conferência sobre reforma do Estado com limitações aos jornalistas

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A conferência sobre a reforma do Estado organizada por Sofia Galvão, ex-di crigente do PSD a pedido do primeiro-ministro, para ouvir a sociedade civil condiciona o trabalho jornalístico.
"Não haverá registos de imagem e som [durante os paineis]. A permanência dos jornalistas na sala é permitida. Não haverá nada do que seja dito sem a expressa autorização dos citados", anunciou esta manhã Sofia Galvão na sua intervenção inicial. 


Só a abertura e encerramento (pelo primeiro-ministro, ao final da tarde de amanhã) da conferência serão totalmente abertos à comunicação social. 



A abertura da conferência, a decorrer em Lisboa, coube ao secretário de Estado-adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas.

Notas do Papa Açordas: É a nova versão do "a verdade a que temos direito"...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Alerta por el frío extremo en Afganistán

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Alerta por el frío extremo en Afganistán


Alerta por el frío extremo en Afganistán
Una mujer utiliza su burka para protegerse del frío por las calles de Kabul (Afganistán). La Oficina de la ONU para Coordinación de Asuntos Humanitarios (UNOCHA) asegura que más de dos millones de afganos se encuentran en situación de riesgo debido al duro invierno. (S. Sabawoon / EFE)-(20minutos.es)
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Carlos Zorrinho. PS não é a favor da extinção da ADSE

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O líder parlamentar do socialista, Carlos Zorrinho, negou hoje que o PS seja favorável à extinção da ADSE, contrariando assim a posição defendida pelo coordenador do seu partido na área da Saúde, Álvaro Beleza.
Em entrevista ao Jornal de Notícias, Álvaro Beleza, membro do Secretariado Nacional do PS, afirmou que, caso os socialistas regressem ao Governo, a ADSE deverá ser extinta, considerando que este subsistema de saúde é gerador de injustiças na sociedade portuguesa.
Em declarações aos jornalistas, após a sessão de abertura das Jornadas Parlamentares do PS, em Viseu, Carlos Zorrinho negou que a extinção da ADSE se encontre nos planos dos socialistas.
"Quero afirmar que o PS não é a favor da extinção da ADSE. Quero que isso fique bastante claro", disse o líder parlamentar socialista.
Confrontado com o teor da posição assumida por Álvaro Beleza, Carlos Zorrinho alegou que essas declarações sobre a ADSE devem ser interpretadas "no contexto da entrevista" concedida pelo coordenador do PS para a área da saúde.
"Mas é a opinião pessoal do coordenador [Álvaro Beleza], mas não é a opinião do PS. Em todas as áreas de trabalho, o PS está a desenvolver debate interno. Nesse caso em concreto, não somos a favor da extinção da ADSE", declarou.
Notas do Papa Açordas: Estes tipos do PS são fantásticos!?... Dão tiros no pés diariamente!... Onde está o sr. Seguro, que não impôe uma disciplina e contenção na estupidez?...