quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

“Os militares têm tido paciência demais”, diz o bispo das Forças Armadas

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Ontem, Aguiar-Branco reagiu à carta aberta da associação de oficiais. O ministro acusa alguns militares de a tentarem instrumentalizar

D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas, diz que os militares têm sido “molestados” pelos sucessivos governos e defende que as associações das Forças Armadas (FA) “devem ter um papel importante” no diálogo entre o governo e os militares. “Por isso, não se pode estranhar que se tornem porta-vozes dos problemas e das dificuldades”, disse ontem ao i, reagindo à carta enviada pela Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA) ao ministro da Defesa.

O bispo defende que é “legítimo que os militares façam análises políticas, desde que não entrem em partidarismos” e acrescenta que “as pessoas e os governos” não devem ter medo da crítica. Januário Torgal garante que os militares têm tido “paciência demais” porque “os governos passam e eles ficam, sem que o espírito reformista tenha mudado aquilo que está mal e sem que as suas reivindicações sejam atendidas”.

Na carta, subscrita pela associação de oficiais, os militares avisam Aguiar-Branco de que a “desmotivação, a insegurança e a falta de confiança reina entre os militares” dos três ramos das FA. Os oficiais classificam as penalizações nas remunerações de “punição colectiva” e queixam-se que Aguiar-Branco não “ausculta” as associações como manda a lei. Além disso, reivindicam o direito de “denunciar, perante a opinião pública, as medidas lesivas do governo”, garantindo que isso “não é fazer política”. Os militares vão mais longe e dizem que nada os obriga a serem “submissos, acomodados, ignorantes e apolíticos, alheados do que vai acontecendo no país”.

Notas do Papa Açordas: D. Januário Torgal também disse e de uma forma que muito agradou aos portugueses, que já lhe "cheirava a mudança de regime"... Oxalá venha outro, porque este já a gente conhece!...

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Mais de metade dos portugueses entre os 25 e 34 anos não concluiu o 12.º ano

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Mais de metade dos portugueses com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos não completaram o ensino secundário, valor apenas superado pela Turquia e México entre os países da OCDE, revela um relatório divulgado hoje.

Segundo o estudo "Equidade e Qualidade em Educação - Apoiar estudantes e escolas desfavorecidas", que se reporta a indicadores de 2009, os jovens portugueses com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos que não completaram o ensino secundário estão bastante acima da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), ainda assim na ordem dos 20 por cento.

A disparidade de valores entre os países membros da OCDE é bastante grande, com a Coreia do Sul a registar a percentagem mais elevada de jovens que até aos 34 anos concluíram o ensino secundário (apenas três por cento não o fez).

Considerando a mesma faixa etária, a Turquia e México superam Portugal com 62 por cento dos jovens com apenas o ensino básico.

Fora do universo dos países da OCDE, Portugal é ainda ultrapassado pelo Brasil e Federação Russa, países ondem respetivamente, 52 por cento e 91 por cento dos jovens com idades entre os 25 e os 34 anos não concluíram o ensino secundário.

Já quando o intervalo em análise se refere aos jovens entre os 25 aos 64 anos, Portugal assume a liderança pela negativa no universo da OCDE, uma vez que 70 por cento da população não completou o 12.º ano.

Notas do Papa Açordas: E os que completaram o 12º ano, muitos deles, foi nas Novas Oportunidades. Resultado: continuaram analfabetos... Estes dados só realçam o nosso terceiro mundismo...

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Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA - MARÇO/2012

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:

março 2012 (PDF)


Aviso n.º 1951/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09. Declaração de retificação n.º 193/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09. Declaração de retificação n.º 194/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09. Declaração de retificação n.º 195/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09. Declaração de retificação n.º 196/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09. Declaração de retificação n.º 197/2012, D.R. n.º 29, 2.ª Série, de 2012-02-09.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sequía en Portugal


El ganado pasta en un prado en Elvas al sur de Portugal. La ministra de Agricultura, Assuncao Cristas, ha declarado que ya se están llevado a cabo trabajos para estudiar la gravedad de la sequía que afecta al país y las soluciones para solventar los problemas que conlleve la falta de agua. (Nuno Veiga / EFE)-(20minutos.es)
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Cavaco diz que Portugal tem acordo de concertação social de fazer inveja

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O Presidente da República, Cavaco Silva, vai mostrar aos chefes de Estado do “grupo de Arraiolos” que Portugal está a “cumprir” os compromissos, promove “reformas estruturais” e alcançou um acordo de concertação social “que alguns podem até invejar”.

O Presidente da República, Cavaco Silva, vai mostrar aos chefes de Estado do “grupo de Arraiolos” que Portugal está a “cumprir” os compromissos, promove “reformas estruturais” e alcançou um acordo de concertação social “que alguns podem até invejar”.

“Vou mostrar que Portugal está a cumprir na íntegra aquilo com que se comprometeu e que o Governo está a respeitar os compromissos que o país assumiu”, disse Cavaco Silva numa conversa informal com os jornalistas.

O Presidente da República referiu que, quase um ano depois do pedido de assistência financeira português, já há “elementos” para mostrar que atestam o cumprimento dos compromissos assinados com a ‘troika’.

“Tivemos duas avaliações feitas pela ‘troika’, há documentos produzidos, há reformas, há um acordo de concertação social que alguns podem até invejar”, afirmou.

O acordo de concertação social foi alcançado “há pouco tempo”, referiu Cavaco Silva, não existindo ainda “documentos oficiais de instâncias internacionais”.

Notas do Papa Açordas: O sr.Cavaco pode limpar as mãos à parede. Então um acordo que deixa de fora a maior central sindical, é um bom acordo? Um governo que nos rouba o salário e nos empobrece, é um bom governo? Olhe, sr Cavaco, é melhor ir dar banho ao cão!...

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Los canales de Venecia se quedan congelados



La capa de hielo que cubre el agua de un canal de Venecia deja atrapadas a las góndolas en el distrito de Cannaregio, en Italia. La ola de frío que atraviesa Italia provocó que cayeran algunos copos en Venecia, donde ayer debido a las temperaturas bajo cero se heló el agua de los canales. (Andre Merola / EFE)-(20minutos.es)

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Economistas do BBVA antecipam novo resgate para Portugal

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A primeira edição do Observatório Económico para Portugal, hoje apresentada pelo BBVA, prevê que é pouco provável que Portugal consiga voltar aos mercados em 2013, logo, considera que o país necessitará de um segundo resgate internacional.

“Se o presente 'stress' financeiro continuar, é pouco provável que Portugal consiga voltar a ter acesso aos mercados em 2013 e, portanto, deverá precisar de apoio financeiro para além de 2013”, lê-se no relatório.

Ainda assim, os economistas do BBVA Research, a entidade responsável pela publicação, elogiam o ajustamento orçamental em curso em Portugal e as “reformas estruturais ambiciosas”, pelo que consideram não existirem razões para “deixar de ser otimista em relação a Portugal evitar a necessidade de reestruturarão da sua dívida pública”.

Rafael Domenech, economista-chefe para os países desenvolvidos do BBVA, questionado sobre a hipótese de um segundo pacote de ajuda internacional a Portugal pelos jornalistas, reforçou a ideia de que "Portugal, apesar de estar a fazer os seus deveres, não conseguirá voltar aos mercados em 2013, pelo que deverá continuar a precisar de assistência financeira internacional".

Os economistas responsáveis pelo estudo sublinharam, em videoconferência a partir de Madrid, que Portugal é um caso “completamente distinto” da Grécia.

"Os fundamentais económicos de Portugal são muito diferentes dos da Grécia e o Governo português está a implementar reformas estruturais importantes para potenciar o crescimento económico", salientou Miguel Jiménez, economista-chefe para a Europa do BBVA, sublinhando que, contudo, "a correção dos desequilíbrios vai demorar muito tempo".

Notas do Papa Açordas: Só o "Ali-Babá e os 40 ladrões" do (des)governo diz em que não vai pedir novo resgate. Vamos ver até quando funcionará esta cassete...

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mexicanos contra el toreo




Activistas protestan semidesnudos y con manchas rojas en su cuerpo simulando sangre en las escalinatas del monumento a la Indpendencia de Ciudad de México, para exigir la abolición de las corridas de toros, una tradición muy arraigada en el país. Un millar de personas permanecieron en el suelo durante cerca de una hora, en completo silencio y mientras otros activistas coreaban lemas contra las corridas de toros. (Mario Guzmán / EFE) -(20minutos.es)
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Síria. “As forças de Bashar al-Assad vão colapsar em Fevereiro”

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Entrevista exclusiva de general desertor segue-se ao duplo veto na ONU pela Rússia e China, classificado de “paródia grotesca” pelos EUA

Mustafa al-Sheikh é a mais alta patente do Exército sírio de entre os milhares de soldados que já desertaram desde o início da revolução popular no país a 15 de Março. O general, que como tantos outros fugiu para a Turquia, falou ontem em exclusivo com o “The Daily Telegraph”, a quem garantiu que a queda das forças de segurança do regime repressivo de Bashar al-Assad está prestes a acontecer. “O Exército vai colapsar já em Fevereiro”, garante o general sírio.

A forma como os eventos se têm desenvolvido no país não ajudam a acreditar nas palavras de Al-Sheikh, sobretudo depois de, no sábado, a Rússia e a China terem voltado a fazer uso do seu poder de veto no Conselho de Segurança (CS) da ONU para chumbar uma nova resolução de condenação à forma violenta como Al-Assad tem reprimido os manifestantes pacíficos.

Mesmo depois de o órgão das Nações Unidas ter aceite alterar o documento, retirando a alínea onde os estados-membros exigiam a saída imediata de al-Assad do poder, os dois aliados estratégicos da Síria impediram que a resolução fosse aprovada.

Essa votação aconteceu apenas horas depois dos “mais sangrentos ataques do governo” em quase 11 meses de revolta popular, de acordo com opositores e testemunhas no terreno. Estes tiveram lugar em Homs, um dos bastiões da oposição ao regime, e deixaram mais de 200 mortos.

O duplo veto pela Rússia e pela China não é inédito, mas à medida que se aproxima o primeiro aniversário dos protestos, a comunidade internacional endurece o discurso contra os dois países. Ontem, os Estados Unidos reagiram formalmente aos vetos. “O que aconteceu ontem [anteontem] nas Nações Unidas foi uma paródia grotesca”, disse Hillary Clinton em Sófia, capital da Bulgária, onde está em visita oficial. “Perante um Conselho de Segurança castrado, temos de redobrar os nossos esforços fora das Nações Unidas com os aliados e parceiros que apoiam o direito do povo da Síria a terem um futuro melhor”, apelou ainda.

Notas do Papa Açordas: Compreende-se o sentido de voto da Rússia e da China. Como ambas são ditaduras, não têm interesse em atacar a Síria de Bashar al -Assad, pois podiam provocar danos internos nos seus países...

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Calefactores en el césped del Camp Nou


El Barcelona extrema los cuidados del césped del Camp Nou con vistas al encuentro ante la Real Sociedad (22.00 horas) y ante la ola de frío siberiano prevista este fin de semana con la utilización de unos calefactores colocados sobre el tapiz barcelonista. (Andreu Dalmau / EFE)-(20minutos.es)
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Economia paralela vai crescer com degradação da classe média

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O presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude considera que a política de austeridade, a degradação da classe média e o agravamento das desigualdades sociais vão aumentar as fraudes e a economia paralela. A situação que o país atravessa deverá ainda “aumentar a economia ilegal e a criminalidade em geral”, disse Carlos Pimenta.

Para este especialista, Portugal é um país de “reduzida vulnerabilidade” à fraude, em comparação com todos os países do mundo, mas de elevada vulnerabilidade no conjunto europeu”. “O novo-riquismo que se apossou das populações urbanas portuguesas e a ideia de que somos um país de brandos costumes, uma legislação pouco inteligível e o mau funcionamento do sistema de justiça, a posição geográfica do país e as grandes desigualdades económicas e sociais – maiores que em muitos outros países da Europa – o próprio ambiente favorável à fraude fiscal podem fazer parte da lista dos factores que conduzem à posição mais desfavorável no contexto europeu”, disse.

Defendendo que “há vários tipos de fraude”, Carlos Pimenta afirmou que “a falta de confiança entre os cidadãos e o Estado, e a promiscuidade entre cargos empresariais e públicos de uma reduzida elite política e económica facilita e estimula a fraude fiscal”.

Questionado sobre os sectores da sociedade portuguesa mais atingidos pela fraude, Carlos Pimenta refere a falta de elementos para uma resposta concreta.

“Certamente que há branqueamento de capital no futebol, que a fraude urbanística rende milhões, que a fraude fiscal é praticada por quase todos os ‘senhores do poder económico’, que a corrupção se alastra nos meios políticos com grande impunidade, que os sectores financeiros são particularmente propensos à fraude e aos negócios inadequados, mas também há outros espaços de fraude que não conseguimos hoje enunciar porque não temos informação”, adiantou.

Notas do Papa Açordas: Carlos Pimenta tem razão. A economia paralela vai crescer imenso e na razão inversa da degradação das condições de vida da classe média. A factura é, simplesmente ignorada, nas reparações do automóvel, da máquina de lavar, do frigorífico, do ar condicionado, etc. ...

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Carnaval. Mário Soares lembra dificuldades de Cavaco quando retirou tolerância

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Mário Soares disse na sexta-feira à noite não ter reação à decisão do Governo de retirar a tolerância de ponto no Carnaval, lembrando as dificuldades que, em 1993, o primeiro-ministro Cavaco Silva enfrentou quando tomou decisão idêntica.

“Não tenho reação” disse Mário Soares, em Ourique (Beja), quando questionado pela agência Lusa sobre a decisão anunciada pelo Governo liderado por Pedro passos Coelho.

O primeiro-ministro anunciou na sexta-feira à noite que o Governo não dará tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, argumentando que "ninguém perceberia" que tal acontecesse numa altura em que o Executivo se propõe acabar com feriados.

Em 1993, o então primeiro-ministro Cavaco Silva decretou que a terça-feira de Carnaval, nesse ano não daria direito a tolerância de ponto, o que sucedeu pela primeira vez em 23 anos.

Naquele dia, os deputados do PSD compareceram em massa à Assembleia da República, mas foram os únicos a aparecer.

“Lembro-me dessa altura e de como foi difícil na altura para ele [Cavaco Silva], que quis fazer isso”, limitou-se a afirmar Mário Soares.

O fundador do PS falava aos jornalistas na vila alentejana de Ourique, após uma sessão de apresentação do seu livro "Um Político Assume-se - Ensaio Autobiográfico, Político e Ideológico".
Notas do Papa Açordas: Mário Soares não disse, mas certamente recorda-se, que foi a partir dessa "argolada" de Cavaco que começou a sua queda... Oxalá, o mesmo aconteça com Passos Coelho...

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Fin de la hambruna en Somalia


Varios niños esperando la distribución de comida en un centro del distrito de Hodan en Mogadiscio (Somalia). Las condiciones de hambruna que declaró la ONU en julio del año pasado han terminado. Según la organización, seis meses después, las lluvias y las buenas cosechas, así como la ayuda de las organizaciones humanitarias, han terminado con las condiciones de hambruna extrema que amenazaban al país, aunque recuerdan que todavía sigue contando con las mayores tasas de mortalidad del mundo. (Dai Kurokawa / EFE)-(20minutos.es)
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Fome e sede de justiça

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Manuel António Pina

Queixou-se na TVI24 a procuradora-geral adjunta Maria José
Morgado, directora do DIAP, de que há "magistrados, funcionários
e polícias pés-descalços e a passar fome".

Quanto a funcionários e polícias, passo. Apesar de terem, muitos
deles, um salário de miséria, ainda assim vão, porém, tendo um salário,
coisa de que não se podem gabar os 700 000 portugueses desempregados.
Mas não custa a crer que, como diz o presidente do Sindicato dos
Funcionários Judiciais, haja "colegas em alguns tribunais que estão um
pouco dependentes da solidariedade".

Um magistrado a meio da carreira aufere 3 600 euros líquidos por mês,
mais subsídio de compensação/renda de casa. É certo que, se os
magistrados fossem pagos à hora, sobretudo na 1.ª instância, onde
frequentemente se trabalha 9 e 10 horas por dia, ganhariam muito mais,
mas daí a dizer-se que os há a "passar fome" não só não é crível como, num
país em que o salário mínimo (dos privilegiados que têm salário) é de 485
euros, é tão afrontoso como o presidente da República queixar-se de que
os seus mais de 10 000 euros de pensões não lhe chegam "para pagar as
despesas".

A não ser que Maria José Morgado se refira à "fome e sede de justiça" que
as magistraturas hoje justificadamente sentem, poderia perguntar-se porque
é que os tais "magistrados pés-descalços", se têm fome, não comem brioches.
(Jornal de Notícias)
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Direcção de informação da RDP demite-se

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A direcção de informação da RDP demitiu-se nesta quinta-feira, na sequência do caso da crónica do jornalista Pedro Rosa Mendes.

A demissão foi apresentada ao final da manhã, ainda antes do plenário de redacção que decorreu esta tarde, mas só foi comunicada à redacção ao início da noite.

“Tendo em conta os últimos acontecimentos relativos ao programa Este Tempo e todos os episódios que se seguiram à sua anulação, a direcção de informação da rádio pediu ao final da manhã a sua demissão, que foi aceite pelo conselho de administração”, lê-se num comunicado enviado por email por João Barreiros, o director demissionário da RDP.

O texto, assinado pela direcção, não especifica os episódios referidos e que levaram à demissão.

O plenário de redacção emitiu nesta tarde um comunicado em que teceu críticas duras à direcção de informação pela forma como conduziu o caso do fim do programa Este Tempo, um espaço de crónicas que foi encerrado pouco depois da emissão de uma crónica do jornalista Pedro Rosa Mendes, na qual este criticava um programa realizado pela RTP em Luanda.

No comunicado dos jornalistas, aprovado por unanimidade, foi condenada a forma "desastrosa e lamentável como foi conduzido o caso Rosa Mendes que permitiu criar e arrastar no tempo suspeitas sobre a ética, honorabilidade, rigor e isenção de todos os profissionais da redacção da RDP".

Notas do Papa Açordas: E o conselho de administração, pá? Não se demite?... Esta é uma "estória" que ainda está muito mal contada... Quem deu a ordem para a censura, isto é, para acabar com o programa? E quem foram os seus mentores? Pede-se aos profissionais da casa que ponham o jogo mais junto à "relva"...

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La obesidad infantil se disparan en China


Lu Zhihao es conocido como el niño más gordo de China, un país donde la obesidad se ha convertido en un serio problema de salud serio. En la actualidad, hay más de 325 millones de personas con sobrepeso, una cifra que supera a la población de EEUU. (GTRES)-(20minutos.es)
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Fundo de pensões do BdP está blindado e incomoda. Mas Cavaco não perde subsídios

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Ao pedir parecer jurídico que deverá confirmar não estar nas suas mãos a gestão do fundo de pensões, o Banco de Portugal afasta de si o peso de mais uma questão polémica
O Banco de Portugal (BdP) pediu parecer jurídico interno para esclarecer se detém a tutela sobre o fundo de pensões dos seus funcionários, conforme confirmou ao i João Matela, assessor de imprensa do BdP. Mas é ponto assente e sabido que no fundo de pensões ninguém toca, pois está fora da alçada do Estado. Por isso, o Presidente da República pode dormir tranquilo. Terá mais duas reformas ainda este ano para fazer face às suas despesas.

O facto de o Banco de Portugal estar agora a pedir um parecer jurídico interno sobre o fundo de pensões assemelha-se a uma estratégia idêntica à de ter responsabilizado o executivo por cortar estas duas prestações aos trabalhadores no activo no próximo Orçamento Rectificativo. Mas mesmo neste caso, e numa nota emitida esta semana, o regulador adverte o governo de Pedro Passos Coelho que precisa de consultar previamente o Banco Central Europeu (BCE) para tomar esta decisão.

No caso do fundo de pensões, a situação é menos complexa. Este está blindado, pertence aos seus pensionistas, e por isso não pode sofrer a ingerência do Estado. Situação esta confirmada por Rui Riso, presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), ao i. “Faz todo o sentido que o BdP fique de fora. Embora, na nossa opinião, o banco deva utilizar o mesmo critério para os trabalhadores no activo e na reforma”, defendeu o dirigente sindical, acrescentando que “o BCE salvaguarda um estatuto diferenciado para os bancos centrais nacionais para que seja defendida a sua autonomia e independência face ao poder político”.

Mas face à crise que se vive em Espanha e na Irlanda, os bancos centrais dos dois países já aplicaram medidas de austeridade e cortes salariais aos seus funcionários em linha com as reduções alargadas que foram implementadas nos vencimentos dos trabalhadores de ambos os sectores públicos. As decisões foram tomadas pelas duas entidades reguladoras, mantendo-se por isso o espírito dessa autonomia relativamente ao poder legislativo.

Notas do Papa Açordas: Afinal, o sr. Silva não vai perder os subsídios de férias e de natal... Mas, como complemento do lamento que fez por os funcionários os perderem, era de sua obrigação, não os receber...



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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Un candidato rebozado


El candidato socialista a la presidencia francesa, Francois Hollande, cubierto por completo de harina después de que una mujer subiera por sorpresa al estrado desde el que hablaba y lo bañara con el polvo. Instantes después del incidente, la mujer fue reducida por los servicios de seguridad, mientras los asistentes silbaban en señal de protesta por la agresión. (Mousse / GTRES)-(20minutos.es)
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Educação. Ministério condenado a pagar indemnizações a professores

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MEC corre risco de pagar indemnizações a 20 mil professores

Ministério da Educação e da Ciência (MEC) foi condenado a pagar indemnizações a cinco professores por caducidade de contrato, de acordo com o Diário de Notícias. Segundo António Garcia Pereira, especialista em direito do trabalho, este número será suficiente para que todos os docentes na mesma situação exijam o pagamento.

Em causa estão não só os professores que, tendo terminado o contrato, assinaram um novo vínculo com as escolas, mas também os docentes que perderam os contratos, após os concursos deste ano lectivo.

Devido a esta situação, o número de indemnizações poderá atingir os 20 mil professores. Aos cinco professores, o MEC terá de pagar “um pouco abaixo” dos mil euros a cada um, de acordo com António Avelãs da direcção da direcção da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

Para a Fenprof “a nossa convicção e a dos nossos juristas é que, a partir deste momento, fique estabelecida a razão dos professores. Mas há outros juristas que defendem que os casos poderão não ser considerados iguais, por estarem em causa valores diferentes e situações em que o professor ficou ou não no desemprego”, disse Avelãs.

Garcia Pereira explica que os professores que se encontrem na mesma situação e queiram beneficiar das mesmas sentenças que o tribunal aplicou aos colegas têm a partir de agora um ano para fazê-lo. “Se a entidade requerida impugnar o pedido ou não responder no prazo de três meses, terão dois meses para se dirigirem ao tribunal que tomou a decisão que pretendem que seja aplicada aos sues casos”, afirmou Garcia Pereira ao jornal.

Notas do Papa Açordas: É bom que os professores não deixem passar esta oportunidade. Obriguem o Ministério a repor a legalidade.

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Berardo está falido. Bancos desistiram de cobrar dívidas ao empresário

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BCP, BES e CGD já desistiram de recuperar dívidas do empresário. Perdas já foram provisionadas e reflectidas nos respectivos balanços

A dívida de Joe Berardo à CGD, ao BES e ao BCP já foi provisionada pelas respectivas instituições financeiras, tendo os três bancos desistido de recuperar uma parte substancial dos empréstimos concedidos ao empresário.

Este incumprimento é mais um passo para afastar um dos homens fortes de José Sócrates na banca do próximo aumento de capital do BCP, que deverá rondar os 500 milhões de euros.

Noutra frente, a da sua fundação, é o próprio governo a equacionar a sua permanência ou não no Centro Cultural de Belém. Em causa está o protocolo assinado em 2006 entre Joe Berardo e a então ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, com vista à constituição da Fundação de Arte Moderna, Colecção Berardo, cujo espólio absorve uma parte importante do espaço e do orçamento do Centro Cultural de Belém. No BCP, é dado como assente que o empresário não vai conseguir acompanhar o aumento de capital previsto, de 500 milhões de euros.

Recorde-se que o comendador Joe Berardo recorreu a um crédito de mil milhões em 2007 junto da CGD, então administrada por Santos Ferreira e Armando Vara, para comprar acções do BCP, que hoje estão avaliadas por menos de um décimo da sua cotação à data da compra.

Quanto ao BES e ao BCP, desconhece-se o montante da divida, mas o i sabe que quer o banco ainda presidido por Carlos Santos Ferreira, quer a instituição liderada por Ricardo Salgado também não conseguiram recuperar os créditos junto do empresário madeirense, tendo já incorporado uma parte significativa das perdas nos resultados dos respectivos bancos.

Notas do Papa Açordas: Na altura, escreveu-se na imprensa que os empréstimos estavam garantidos pelas acções do BCP. E agora? Já não estão... Não há nada para penhorar?

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