segunda-feira, 11 de novembro de 2013

EL TIFÓN 'YOLANDA' LLEGA A VIETNAM

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El tifón 'Yolanda' llega a Vietnam

EL TIFÓN 'YOLANDA' LLEGA A VIETNAM

El tifón Haiyan  (también llamado 'Yolanda') ha llegado a Vietnam, aunque ya debilitado pero con vientos de más de 100 kilómetros por hora, lo que ha causado al menos 13 muertes entre quienes trabajaban para atajar las consecuencias. En la imagen, los efectos del viento en un parque de Uong Bi town, en la provincia de Quang Ninh. (Stringer / EFE) - (20minutos.es)


Rui Machete diz que Portugal só evita um novo resgate se juros descerem para 4,5%

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Ministro afirmou que aumento dos impostos é uma das alternativas a chumbo do TC.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, afirmou neste domingo, na Índia, que um segundo resgate "é evitável", desde que as taxas de juro a 10 anos igualem ou fiquem abaixo dos 4,5%.

Questionado sobre um segundo resgate, o ministro não afastou esse cenário que disse ser "muito mau" para a economia nacional, em declarações à Lusa à margem de um encontro com a comunidade portuguesa em Nova Deli a quem transmitiu "uma palavra de esperança".

"Os portugueses têm de perceber que, se não nos libertarmos e se não pudermos viver utilizando o que o mercado nos oferece, porque as taxas de juro são demasiado altas, seremos forçados a ir para situações de segundo resgate, que seria muito mau para a economia portuguesa", sustentou.

Machete transmitiu a convicção de que "os portugueses e os partidos políticos" vão encarar "firmemente a possibilidade de evitar essa situação, que neste momento é evitável".

A hipótese de um novo programa de apoio financeiro a Portugal dependerá, sustentou, de as obrigações da dívida pública a 10 anos se situarem numa taxa de 4,5% ou menos, valor que permite ao país "financiar as necessidades do défice em termos que não comprometem o futuro", referiu.

"Se [a taxa] estiver acima [dos 4,5%], não é possível. Não sendo possível, teríamos de encontrar vias alternativas, que normalmente se designam como um novo resgate", acrescentou o ministro.

Notas do Papa Açordas: Nunca pensei que este sr. Machete fosse tão "tó-tó"... Por que no te callas?...

domingo, 10 de novembro de 2013

Uns maduros

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1. Durão Barroso, que pôs Portugal nas bocas do mundo quando ensinou George Bush a dizer correctamente José, decidiu não pressionar o Tribunal Constitucional português. E não o pressionou dizendo que se o Tribunal chumbasse algumas normas do Orçamento as consequências para Portugal seriam medidas ainda piores, mais gravosas.
Como Durão Barroso é presidente de uma instituição que faz parte dos credores de Portugal, está-se mesmo a ver que não está a pressionar coisa nenhuma. É assim como dizer "se não fizeres como te disseram, dou-te uma marretada na cabeça". Como está bom de ver, isto não é uma ameaça, é uma sugestão.
Ao lado do presidente da Comissão Europeia estava o primeiro-ministro de Portugal. Como é evidente, Passos Coelho teve bem a noção de que Durão Barroso não pressionou o Tribunal Constitucional. Se assim não fosse, o primeiro-ministro teria imediatamente posto na ordem o presidente da Comissão. Guardião da independência nacional e defensor da democracia liberal, jamais admitiria que um representante de uma organização internacional ameaçasse uma instituição fundamental da nossa democracia. O primeiro-ministro não pactuaria com ataques às instituições do seu país. Mesmo pensando que as medidas que serão avaliadas são óptimas e que o Tribunal estaria a prestar um péssimo serviço ao País se as chumbasse.
É que se assim não fosse, poderíamos pensar que Durão Barroso e Passos Coelho estavam a levar a cabo uma inconcebível farsa. Estaria o guloso a pedir para o desejoso. Que havendo um alinhamento completo de vontades entre os dois, o presidente da Comissão estaria a ameaçar o Tribunal para reforçar os já habituais ataques do Governo e do primeiro-ministro. Passos diria mata, Durão Barroso esfola, o povo português, bem entendido. Ou seja, Passos Coelho não se importaria - e até combinaria - com o presidente de uma organização estrangeira um ataque a uma fundamental instituição portuguesa. Não, não poderia ser. Seria demasiado infame. Seria um acto tão impensável que se assim fosse podíamos duvidar do patriotismo do primeiro--ministro - e eu penso, francamente, que não é o caso.
Quanto ao outro senhor, o Durão Barroso, enfim, é o que é, anda lá por fora a tratar da sua vida.
2.Como é do conhecimento geral, a culpa de termos tido governos incompetentes, de não conseguirmos reformar o Estado, de não sermos capazes de fazer reformas estruturais e até da crise, é da Constituição. Aliás, se o genial plano da troika, com os inestimáveis aumentos, revisões e melhorias do Governo, não correr bem existirão dois principais responsáveis: a Constituição e o Tribunal Constitucional.
O Tribunal Constitucional, como também é sabido, é composto por um bando de malandros que teimam em não interpretar a Constituição como deve ser. Os juízes agarram-se a princípios reaccionários como o da igualdade, da segurança jurídica ou da confiança, em vez de interpretar o texto à luz das circunstâncias actuais. Talvez até seja necessário, no caso de voltar a acontecer uma crise destas, retirar do texto constitucional aqueles detalhes impeditivos do crescimento económico e da necessária austeridade.
Muito se devem divertir os que não querem a Constituição mudada, com tanto cretino a dar todas as desculpas para que ela de facto não mude.
3. Maduro, o venezuelano, decretou a antecipação do Natal para Novembro. Há umas semanas tinha instituído a Secretaria de Estado da Felicidade Suprema. Maduro, o português, disse que o pior para Portugal já tinha passado e que agora é que ia ser. Um secretário de Estado do seu gabinete, Pedro Lomba, afirmou, e não foi num dos seus célebres briefings, que a redução de horário de trabalho na função pública é uma medida "amiga da família". Como também, claro está, será a loucura de dinheiro, cada vez maior, que os funcionários trazem para casa. A família deve estar agradecidíssima: não há dinheiro mas há mais amor.
A cada país o seu maduro. (Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

EL ARTE ELECTRÓNICO Y DIGITAL EN ARGENTINA

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El arte electrónico y digital en Argentina

EL ARTE ELECTRÓNICO Y DIGITAL EN ARGENTINA

Fotografía cedida por la organización del festival Noviembre Electrónico, que muestra la obra Les Subsistances exhibida en Buenos Aires (Argentina). El arte electrónico y digital irrumpe en la escena cultural de la capital argentina con este festival y ArtFutura, dos ciclos dedicados a las obras artísticas que conjugan la tecnología y la ciencia para crear un nuevo lenguaje. (EFE) - (20minutos.es)


MANIOBRAS MILITARES FRENTE A CHINA

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Maniobras militares frente a China

MANIOBRAS MILITARES FRENTE A CHINA

Un grupo de marines conversa sobre un hangar del portaaviones de propulsión nuclear estadounidense USS George Washington, que permanece amarrado en el puerto de Hong Kong (China). El portaaviones estadounidense visita Hong Kong tras meses de maniobras militares por toda la región del Asia Pacífico. (Jerome Favre / EFE) - (20minutos.es)


Desonestidade máxima

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Sabe o que é uma pensão mínima? A maioria não sabe, mas tem a ideia de que são pensões muito baixas, pagas aos "mais pobres dos pobres". Noção que a maioria PSD/CDS tem reforçado, ao acusar o PS do "crime de insensibilidade social" pelo "congelamento das pensões mínimas", apresentando-se como santa redentora de tão terrífica malvadez.
Ora, como a economista Mariana Trigo Pereira explica no Público de ontem, as "pensões mínimas" correspondem a "bonificações" que o Estado paga a quem ou não contribuiu para a Segurança Social ou contribuiu muito pouco, quer porque o fez poucos anos ou por o valor da contribuição ser muito baixo. Considerando dever haver um mínimo de rendimento, o Estado paga a diferença entre aquilo que as pessoas "teriam direito" a receber e um valor estabelecido por escalão (correspondente a anos de descontos). A média deste complemento é de cerca de 15% da pensão , mas em muitos casos é bastante superior. E como são muitas as pessoas a receber, o valor em causa é de mais de dois mil milhões de euros.
Assim explicado, dir-se-ia que a pensão mínima funciona como um rendimento social de inserção para reformados: a certificação de um limiar de rendimento que permita a sobrevivência. Mas, ao contrário do que se passa com o RSI (e com o complemento solidário para idosos, ou CSI, que, criado em 2005, permitiu baixar para metade a pobreza na terceira idade), não há "condição de recursos" nestes pagamentos. O Estado não cuida de saber se as pessoas precisam do que lhes dá a mais: paga e pronto. Um estudo de 2003, da autoria de Carlos Farinha Rodrigues e Miguel Gouveia, certifica que só pouco mais de um terço dos beneficiários das "pensões mínimas" podem ser classificados como pobres. Dito de outra forma: em pouco menos de 70% dos casos, o Estado poderia poupar o pagamento extra se exigisse aos beneficiários provarem precisar dele. E se até hoje ninguém teve coragem de a tomar, quando tudo se põe em causa no sistema de pensões esta é uma medida óbvia - e até Bagão Félix o admite , considerando "um erro" a "fixação governamental nas pensões mínimas".
Sabendo-se que o Governo diminuiu, em 2013, o valor de referência (ou rendimento mínimo por pessoa) do CSI de 5022 euros anuais para 4909, ou seja, de 418 para 409 euros/mês, prevendo poupar cerca de seis milhões de euros num universo de menos de 250 mil idosos, e anuncia para 2014 o aumento de 1% a uma parte das pensões mínimas, só se pode concluir que não são certamente a "sensibilidade social" e a equidade a nortear as suas opções. Tão-pouco o cuidado com as finanças públicas: é só a baixa política de quem entre a defesa dos pobres e a mais demagógica das propagandas opta, sem hesitar, pela segunda - enquanto se persigna.
(Fernanda Câncio - Diário de Notícias)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ARTE EN MARFIL

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Arte en marfil

ARTE EN MARFIL


Varios esqueletos tallados con marfil de mamut simulan jugar al baloncesto durante la exposición La era artística de la armonía y prosperidad, artesanía prestigiosa de colmillos de mamut tallados en Hong Kong (China). La mayor parte del marfil que se trafica de manera ilegal tiene como destino Asia, en particular China. (Alex Hofford / EFE) - (20minutos.es)



Jardim desmentido por ofício do chefe de gabinete

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Despacho confirma que Alberto João Jardim mandou mesmo cobrar as dívidas de eletricidade das câmaras perdidas pelo PSD nas últimas eleições.


Contrariamente ao que disse ontem. o presidente do Governo Regional da Madeira mandou mesmo executar as dívidas de eletricidade das câmaras municipais perdidas pelo PSD nas últimas eleições autárquicas.
Um despacho da presidência do Governo Regional da Madeira, de 25 de uutubro e assinado pelo chefe de gabinete Luís Nuno Olim, divulgado esta manhã pelo "Diário de Notícias da Madeira", confirma a ordem de Alberto João Jardim.

O despacho foi enviado a todos os membros do Governo e à administração da Empresa de Eletricidade da Madeira, e contém ordens claras para executar as dívidas da Câmara do Funchal, mesmo que esta ofereça "resistência".

Em situação semelhante estão as Câmaras de Santa Cruz, Porto Santo, São Vicente. Nos casos de Porto Moniz e Machico, também conquistadas pela oposição, a ordem é para que se tomem medidas para regularizar a dívida.

A divulgação deste despacho por parte do matutino madeirense contrapõe totalmente o "desmentido" emitido ontem por Jardim. Na altura, o líder do PSD-Madeira afirmou estar a ser vítima de uma "mentira canalha".

Notas do Papa Açordas: Como diz o ditado: "Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo"... e o sr. Jardim é pródigo nisso!...




quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MARCHA DEL MILLÓN DE MÁSCARAS EN SOL

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Marcha del millón de máscaras en Sol

MARCHA DEL MILLÓN DE MÁSCARAS EN SOL

Un activista con una máscara de Anonymous ondea una bandera durante la protesta contra la corrupción política del Gobierno, en la Puerta del Sol de Madrid, en La marcha de las mil máscaras. Se trata de una manifestación global en la que participaron más de 400 localidades en todo el mundo que querían unir su voz a favor de la paz, la justicia, la privacidad, la democracia y la libertad. (GTRES)-(20minutos.es)


LA FERIA DE CARRUSELES MÁS GRANDE DE ALEMANIA

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La feria de carruseles más grande de Alemania

LA FERIA DE CARRUSELES MÁS GRANDE DE ALEMANIA

Unos trabajadores prueban una montaña rusa en Hamburgo (Alemania). El próximo 8 de noviembre comienza la versión 684 de la feria de Winterdom, la más grande que se celebra con ruedas y carruseles en el norte de Alemania. (Pauline Willbrodt / EFE)-(20minutos.es)


Não deixem que vos roubem os sonhos

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Poucas circunstâncias fazem prever o que nos pode acontecer. No entanto, há sinais, porventura escassos e pouco nítidos, que ajudam quem estiver atento. Sei umas coisas destas coisas, e aprendi que não há nada que se consiga sem luta, e que não há luta sem sofrimento. Venho dos bairros pobres e do tempo em que os miúdos como eu jogavam à bola descalços, ou com umas sandálias que os nossos pais mandavam capear com restos de pneus. Os pés feriam-se com pedaços de vidros de garrafa, com puas ou com pregos enferrujados; as sandálias tinham de durar pelo menos dois anos. Havia apenas magras formas de enfrentar o destino: resistir ou abdicar dos sonhos. Resistir seria tentar aprender com leituras nas bibliotecas operárias ou escolares; abdicar era seguir o fadário das oficinas, das fábricas, do trabalho penoso de oito, dez e mais horas, ou entrar na gandulagem: roubar, assaltar, agredir para sobreviver.
Recordo-me de o meu pai a avisar: não permitas que te roubem os sonhos. Quis ser toureiro, pugilista, aviador. No fundo desejava fugir da tristeza viscosa daquela miséria. Dei nisto: num curador de frases, num cuidador de palavras que serão sempre as dos outros. O meu pai morreu à minha espera, assim como a minha avó, conhecida pela Palhaça. Um dia destes hei-de contar a história destas esperas, que contêm algo de sobressaltante e de misterioso. Um dia destes. Os meus filhos sabem--nas. Os meus netos têm de as conhecer.
O Velho Bastos era tipógrafo, construtor de jornais, levemente anarquista, grande jogador de póquer e de burro americano. Amava o ofício, com a paixão de quem não sabe fazer outra coisa. Na oficina do Diário Popular colocava um rolo de papel atado no abdómen, para não sujar as calças de tinta, e transformava os caracteres tipográficos em qualquer coisa de grandioso. Suava em bica e era um homem feliz, porque sabia a importância gloriosa do seu trabalho. Aos sábados ia com os seus camaradas beber e petiscar nas tabernas da Mouraria, onde o vinho procedia directamente do lavrador. Numa dessas tabernas, um papagaio gritava: já pagaste, sacana?, quando os clientes saíam.
Poucos conseguiram escapar àquele crisol de infortúnio. Que foi feito do Descasca Milho? E do Asdrúbal, cujo nome tínhamos dificuldade em soletrar? E do enfermeiro Baltazar que tratava das doenças venéreas que contraímos nos bordéis de Alcântara, do Bairro Alto e do Benformoso? Já foram, adiantando-se? O tempo revoluteia, e nada, ou quase nada é o que foi. A não ser a fome, o desespero, a desventura de viver que regressaram, num tumulto inclemente e perseverante. Reconheço que sou um senhor caturra, um pouco chato e invadido por múltiplas incertezas. Mas não deixo, não posso deixar de repetir as recomendações do Velho Bastos: não permitam que vos roubem os sonhos. Podem roubar-vos tudo. Os sonhos é que não.(Baptista Bastos - Diário de Notícias)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Se suspende la primera sesión del juicio a Morsi

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Se suspende la primera sesión del juicio a Morsi

Se suspende la primera sesión del juicio a Morsi 

Captura de video facilitada por el Ministerio egipcio del Interior que muestra al depuesto presidente Mohamed Mursi (dcha) durante su juicio en la Academia de Policía en El Cairo (Egipto). El Tribunal Penal de El Cairo decidió aplazar hasta el próximo 8 de enero el juicio contra el depuesto presidente Mohamed Mursi, que fue trasladado en helicóptero a la cárcel al término de la primera sesión del proceso. (Interior Ministry Handout / EFE) - (20minutos.es)


Portugal na cauda da Europa no que diz respeito à participação cultural

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Portugueses entre os que participam menos nas actividades culturais, a par de países como a Grécia, a Roménia e a Bulgária.

Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais e Portugal é o país onde há maior falta de interesse pela leitura, de acordo com o inquérito Eurobarómetro esta segunda-feira divulgado.

De uma forma geral, os dados deste inquérito, o primeiro sobre o assunto desde 2007, mostram que o que se passa em Portugal acontece em traços gerais na Europa. Ou seja, a tendência mostra que os europeus se interessam cada vez menos pela cultura, verificando-se uma diminuição na participação em actividades culturais. Existem, no entanto, algumas diferenças significativas, como é o caso da Suécia (43%), da Dinamarca (36%) e dos Países Baixos (34%), onde os cidadãos descrevem a sua taxa de participação como elevada ou muito elevada.

Portugal é, com o Chipre, um dos países do fim da tabela, com apenas 6% da população (menos seis pontos percentuais que em 2007) a registar uma participação elevada ou muito elevada, apenas ultrapassados pela Grécia, onde 5% dos cidadãos diz ter uma actividade cultural frequente.

Segundo este relatório, no ano passado apenas 38% dos cidadãos da União Europeia realizaram alguma actividade cultural. Ainda assim o cinema é uma das áreas menos afectadas, com uma percentagem muito próxima da de 2007 (apenas mais um ponto percentual agora). Mas no que a Portugal se refere, que tem vindo a sofrer uma grande quebra nas bilheteiras, o estudo revela que mais de 70% dos cidadãos não foram uma única vez ao cinema nos últimos 12 meses – uma diferença quatro pontos percentuais quando comparado com os dados de 2007. Dados iguais à Roménia e à Bulgária.

Notas do Papa Açordas: Quando temos um desgoverno que pensa que cultura é apenas a produção de batatas e hortaliças, nada feito!!!...

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tensión por el juicio contra Morsi

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Tensión por el juicio contra Morsi

Tensión por el juicio contra Morsi 

Policías antidisturbios vigilan la entrada a la Academia de la Policía durante el primer día del juicio contra el depuesto presidente Mohamed Morsi en El Cairo (Egipto). (Khaled Elfiqi / EFE) - (20minutos.es)


OIT defende aumento do salário mínimo e do RSI

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Numa conferência que tem hoje lugar em Lisboa, OIT (Organização Internacional do Trabalho) apresenta relatório sobre situação laboral portuguesa, com propostas para "enfrentar a crise do emprego".
Um conjunto de medidas para reforçar a proteção social, incluindo a atualização do Indexante de Apoios Sociais (unidade base das prestações sociais) e o reforço do RSI, nomeadamente para as famílias com filhos, mais o aumento do salário mínimo, assim como um programa especial para combater o desemprego jovem com custo estimado de mil milhões de euros anuais, são algumas das propostas de um relatório da OIT que hoje será apresentado numa conferência fechada à comunicação social.
Nesta conferência participam, além do diretor-geral da OIT, o ex-sindicalista britânico Guy Ryder (leia hoje a entrevista no DN), membros do Governo e representantes do FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu (ou seja, da troika). Estes serão confrontados com as conclusões de um relatório bastante crítico sobre os resultados do programa de ajustamento.
Elaborado pelo Grupo de Ação interdepartamental da OIT sobre os países em crise, o documento, cuja versão portuguesa tem 111 páginas, retrata um mercado de trabalho que desde 2008 perdeu um em cada sete empregos e que "não registou qualquer melhoria desde o lançamento do programa de assistência financeira", aliás, pelo contrário: "a tendência de desemprego crescente intensificou-se nos últimos dois anos".
E, releva-se, sem que os objetivos macroeconómicos, nomeadamente quanto ao cumprir das metas do défice, tenham sido cumpridos. (Diário de Notícias)
Notas do Papa Açordas: Como sempre tem acontecido, o desgoverno vai fazer orelhas moucas a estas propostas...


domingo, 3 de novembro de 2013

Enfrentamientos en Cisjordania

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Enfrentamientos en Cisjordania

Enfrentamientos en Cisjordania 

Jóvenes palestinos lanzan piedras a soldados israelíes en el exterior de la prisión de Ofer, cerca de Ramala, Cisjordania. Una decena de palestinos protestaron de esta manera después de que fuerzas de élite de Israel detonaran un segmento de un túnel subterráneo "construido con fines terroristas", según Israel. (Atef Safadi / EFE) - (20minutos.es)




A redacção do Paulo

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"Portas terá todos os defeitos do mundo, mas é um homem inteligente. Gosta de fazer os outros de parvos, mas não é parvo. Ele sabe que aquela espécie de redacção de aluno de terceira classe atrasada intitulada "Um Estado melhor" é um documento duma indigência confrangedora.
Portas pode achar toda a gente estúpida, mas não é estúpido. Ele sabe que nós não deixaríamos de sorrir quando ouvíssemos oslogan "Nem estatização, nem Estado mínimo" ou o "Um Estado forte não é um Estado pesado". É que nem nos sound bitesPortas se esforçou.
Portas pode achar tudo e mais alguma coisa sobre nós e sobre ele, mas sabe que ninguém levaria a sério a repetição do que têm sido as intenções de todos os governos e de todos os documentos do género: "reduções da burocracia", "renovações da administração pública", "avaliações do Estado, "inspecções com prestígio", "mais controle nas entrevistas para emprego", "descentralizar".
Portas pode achar-nos um bando de grandessíssimos idiotas, mas até ele sabe que alguém havia de reparar no disparate das escolas independentes ou que pelo menos dois ou três de nós iríamos perguntar que raio será aquilo da reforma da arquitectura do sistema judicial, dito assim de chofre e sem qualquer explicação. E até estou capaz de pensar que ele perceberia que alguém iria perguntar por esses pormenores chamados números, esses detalhes apelidados de enquadramentos, esses preciosismos designados como comparações com outros países, essas insignificâncias conhecidas por metas ou objectivos.
Vá lá dr. Portas, não quer que acreditemos que aquele arrazoado de banalidades, aquele conjunto de truísmos, aquele corte e colagem de bocados de programas de partidos, de conclusões de think tanks e, pasme-se, de artigos de opinião, seja sequer considerado um guião ? Nem sequer um programa dum partido de vão de escada, quanto mais um guião para a reforma do Estado.
Um projecto de reforma de Estado não é propriamente um papelito mal amanhado, com letras muito grandes para parecer que tem muitas páginas, sem o mínimo de coerência, sem o mínimo de enquadramento, sem o mínimo de análise, sem o mínimo de reflexão sobre as funções do Estado, sem o mínimo pensamento de qual deve ser o papel do Estado na comunidade.
Uma reforma do Estado é um projecto para marcar um político, para ter até o seu nome, um projecto que muda a comunidade. Quase um documento fundador.
Claro que Portas não quer o seu nome naquela coisa, nem próximo.
Portas, consciente ou inconscientemente, mostrou de forma clara algo que já é evidente para todos: um grupo recreativo-revolucionário, liderado por Passos Coelho, formou um Governo sem ter a mais pálida ideia para o País, e que se agarrou a um plano feito às três pancadas, com um desconhecimento total da realidade portuguesa, porque era o único que existia. Pior, dois anos e meio volvidos, continua a não saber minimamente o que fazer e limita-se a expelir algumas banalidades, insistir em intenções mil vezes repetidas e a seguir cegamente as ordens suicidas dos incompetentes credores.
Paulo Portas foi empurrado para este número de circo, em que fez o papel do palhaço a que tudo acontece. Sabia que enquanto o não fizesse, o primeiro-ministro, o PSD, a oposição e os medianão o largariam. Ninguém ligaria a nada que fizesse enquanto este obstáculo existisse. Mas foi mau demais. Tão mau, que não será completamente despropositado pensar que o vice-primeiro--ministro não se importou de cair no ridículo para humilhar também Passos Coelho. Já foram tantas as rasteiras, as facadas, as humilhações mútuas, que seria apenas mais um episódio nesta triste farsa que ambos protagonizam.
Portas só pode estar a contar com o facto de a memória não ser o nosso forte. Agora mete-se o Orçamento, a troika, o Tribunal Constitucional e ninguém se lembra mais disto. Daqui a uma semana, foi como se o papelito nunca tivesse existido. E daqui a duas nem Portas se lembrará do título. Foi só mais uma irrevogabilidade, mais uma linha vermelha. Enfim, mais uma mentira, mais um acto de dissimulação.
O problema mais grave é que assim se esvazia também a palavra reforma. Daqui em diante, quando alguém falar de reforma do Estado, uma parte dos portugueses rirá às gargalhadas e a outra encolherá os ombros. E assim se adia indefinidamente algo de fundamental para o futuro da nossa comunidade. E assim se brinca com os portugueses."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 2 de novembro de 2013

Flores para el dia de Todos os Santos

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Flores para el día de Todos los Santos

Flores para el día de Todos los Santos

Puesto de venta de flores en el cementerio de El Carmen de Valladolid, con motivo de la festividad de Todos los Santos. (R.García / EFE) - (20minutos.es)


Convierte su coche en una disco portátil

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Convierte su coche en una disco portátil

Convierte su coche en una disco portátil 

El técnico de audio David Silva, posa con su Renault 4F histórico, en el que ha instalado un equipo con 32.000 watios. Esta potencia es superior a la mayoría de orquestas y discotecas. A Silva y su vehículo lo contratan en numerosos eventos, ya que es el coche con mayor potencia de sonido de Europa. (Lavandeira jr / EFE) - (20minutos.es)



Teixeira dos Santos compara guião de Portas a trabalho escolar

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Ex-ministro das Finanças diz que documento parece trabalho de "aluno que falhou o prazo" e foi buscar dados à Wikipedia.

O ex-ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, comparou o guião para a reforma do Estado apresentado esta semana pelo vice-primeiro-ministro Paulo Portas como um trabalho escolar feito com base na Wikipedia.

Numa entrevista à rádio TSF, o ex-ministro do Governo de José Sócrates disse que o guião “do ponto de vista quer formal, quer substantivo é um documento muito pobre”.

“É um documento que eu diria feito por um aluno que tinha de apresentar um trabalho, que falhou o prazo, que não estudou a matéria e, instado a apresentar o trabalho, o escreveu à pressa, foi à Wikipedia buscar umas ideias, fez um corta e cola e apresentou o documento”, acrescentou Teixeira dos Santos à TSF.

O guião da reforma do Estado foi apresentado por Paulo Portas na passada quarta-feira. É um documento com 112 páginas e 80 medidas, que em linhas gerais antevê um Estado com uma estrutura mais simples, menos burocrático e mais aberto aos privados. O guião será discutido com partidos e parceiros sociais antes de regressar ao Conselho de Ministros, mas não há prazos definidos.

Notas do Papa Açordas: Sempre afirmamos que o Paulinho das Feiras era um "bleuf" e o prof. Teixeira dos Santos apenas o confirma. Este não é mais que um documento eleitoral do CDS... Afinal, a montanha pariu um rato!...