quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Navantia pide más trabajo

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Navantia pide más trabajo

Navantia pide más trabajo 

La plantilla de Navantia, más de 2.300 trabajadores directos y casi un millar en industrias auxiliares, ha vuelto a movilizarse por las calles de Ferrol para reclamar carga de trabajo "urgentísima" que garantice el futuro de las factorías de Ferrol y Fene. (Kiko Delgado / EFE) - (20minutos.es)


Prosigue la búsqueda de Marta

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Prosigue la búsqueda de Marta

Prosigue la búsqueda de Marta 

Antonio del Castillo (izquierda), junto a los miembros de la Policía Nacional que han reanudado la búsqueda del cuerpo de su hija, Marta, en la finca Majaloba de La Rinconada (Sevilla). (Raúl Caro / EFE) - (20minutos.es)


Alberto Martins 'recupera' "vice" que se tinha demitido

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Candidato a líder parlamentar do PS divulgou agora a sua lista. Há seis novos vice-presidentes para a direção da bancada socialista. Pedro Nuno Santos é um deles
Alberto Martins divulgou há pouco a sua lista candidata à direção do grupo parlamentar do PS e, nesta lista, recupera como um dos 12 vice-presidentes Pedro Nuno Santos, que em abril de 2012 tinha batido com a porta das mesmas funções, por então discordar da orientação política de António José Seguro (de quem tinha sido apoiante em 2011). Este deputado eleito por Aveiro, abriu o último congresso do PS, na qualidade de anfitrião, em abril passado, com um discurso que se distanciava de propostas do secretário-geral do partido na reestruturação da dívida pública portuguesa.
Na lista há sete novos nomes, incluindo o presidente candidato, incluindo outras vozes críticas ou mais distantes da direção socialista. Ana Catarina Mendes, António Braga, António Gameiro, Fernando Jesus, Hortense Martins, José Junqueiro, Marcos Perestrello, Mota Andrade, Odete João, Pedro Marques, Pedro Nuno Santos e Sónia Fertuzinhos são os candidatos a "vice" que acompanham Alberto Martins.
Da anterior direção mantêm-se António Braga, Fernando Jesus, José Junqueiro, Mota Andrade, Odete João e Sónia Fertuzinhos.
A votação desta lista única decorre amanhã, sexta-feira, entre as 10.00 e as 17.00.

Notas do Papa Açordas: O PS precisa de um líder parlamentar mais enérgico e, logicamente de vice-presidentes mais politizados e de esquerda.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a NOVEMBRO - 2013:

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:


Aviso n.º 12485/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09. Declaração n.º 206/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09. Declaração n.º 207/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Pensões: Reformados querem cortes enviados ao Constitucional

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A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRE) pediu hoje ao Presidente da República para que envie para o Tribunal Constitucional o dossier dos cortes das pensões de sobrevivência, porque viola o princípio da confiança.

A APRE foi hoje recebida por Cavaco Silva, tendo depois a presidente da associação, Maria do Rosário Gama, afirmado aos jornalistas que todas as pensões foram atribuídas com base na lei em vigor, pelo que não se pode depois alterar.

Maria do Rosário Gama disse não ter dúvidas de que os cortes nas pensões de sobrevivência, de "grande insensibilidade social", são "uma forma disfarçada de TSU" (Taxa Social Única) e se o vice-primeiro ministro diz que não "é uma hipocrisia política e só desacredita os políticos".

Paulo Portas rejeitou hoje comparações entre os cortes nas pensões de sobrevivência e a chamada TSU dos pensionistas. No domingo o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social confirmou o corte, em 2014, das pensões de sobrevivência, quando acumuladas com uma segunda reforma.

A audiência da APRE tinha sido marcada antes de se saber da nova medida do Governo mas foi um tema discutido com Cavaco Silva, disse Maria do Rosário Gama, que ao Presidente se queixou dos cortes das pensões em geral e lhe apresentou casos, desde pessoas que tiveram de entregar casas, a outras que estão a sair de lares ou outras ainda que estão a apoiar filhos desempregados.

"Se somarmos a contribuição extraordinária, mais o corte de 10 por cento, mais a pensão de sobrevivência", além de todos os impostos, disse a responsável que a situação para os aposentados é de uma grande violência.


"Pedimos ao Presidente da República para que envie para o Tribunal Constitucional esta documentação", disse Maria do Rosário Gama. A presidente da APRE considerou que uma pensão pouco superior a 600 euros não é suficiente, porque os reformados estão sujeitos a outros cortes, o que leva "a situações dramáticas que se vivem diariamente".

Notas do Papa Açordas: Estes desgoverno anda a marrar demasiado com as pessoas... São malfeitorias atrás de malfeitorias... Enquanto durou a campanha das autárquicas, estiveram com o rabinho entre meio das pernas, agora... é o que se vê!...BANDIDOS!

Inundaciones en Camboya

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Inundaciones en Camboya

Inundaciones en Camboya 

Unos niños reman con los brazos en unos barreños gigantes para moverse por las calles inundadas de Kandal en Camboya. Según el Comité Nacional de Gestión de Desastres, al menos 83 personas han muerto y más de 800.000 se han visto afectadas por las inundaciones. (Mak Remiss / EFE)-(20minutos.es)



domingo, 6 de outubro de 2013

Inmigrantes en Lampedusa

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Inmigrantes en Lampedusa

Inmigrantes en Lampedusa 


Un grupo de inmigrantes recién llegados a Lampedusa caminan por el puerto de la ciudad antes de ser trasladados a Sicilia. Las autoridades italianas trasladaron 100 inmigrantes desde Lampedusa, después de que el naufragio de una barcaza con más de 500 indocumentados a bordo se cobrara la vida de al menos 111 personas. (Ettore Ferrari / EFE).(20minutos.es)


Somos todos Masoquistas

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"1- Há um clima de embuste, de perda de vergonha, de mentiras, de desprezo absoluto pelos cidadãos que começa a ser asfixiante. Ainda não se tinha acabado de contar os votos das eleições autárquicas e já o Presidente da República, o vice-primeiro-ministro mais a sua assistente Maria Luís e os senhores da troikavinham colaborar na absurda farsa que o País está a viver.
Que o Presidente da República diga tudo e o seu contrário não constitui propriamente uma novidade. Apelidar de masoquistas todos os economistas da esquerda à direita é lá com ele, dizer que os políticos e analistas também o são vá que não vá. Já afirmar com um ar definitivo que o que disse há nove meses é próprio de um masoquista pode perturbar, convenhamos, a confiança que alguns portugueses ainda têm no Presidente da República.
Que Paulo Portas ande a brincar com o primeiro-ministro dizendo desde Fevereiro que vai apresentar um projecto de reforma do Estado e que Passos Coelho lhe chame a atenção em público por ainda não o ter feito são apenas mais umas das garotices com que os dois nos presenteiam habitualmente. Que o vice-primeiro-ministro venha dizer que faltam três avaliações para retomarmos a nossa soberania financeira, quando sabe perfeitamente que nessa altura, com a economia destruída, vamos estar mais dependentes do que nunca, enfim, é só mais uma mentira. Que diga, sem se rir, que não vai existir outro pacote de austeridade, quando ele sabe melhor do que ninguém que um gigantesco pacote que vai ser concretizado no próximo orçamento já foi apresentado dia 3 de Maio, é um teste à nossa paciência. Que ele, a troika, Passos Coelho, Banco de Portugal e qualquer português que saiba somar dois mais dois tenham a certeza de que o limite de quatro por cento de défice para 2014 não vai ser atingido e que vai ser negociado lá para Março e renegociado em Maio e voltar a ser negociado em Setembro, mas prefiram fingir que estão a falar a sério, já estamos habituados. Afinal, é isso que tem acontecido nos últimos anos.
Agora que nos venham dizer que o plano está a correr bem, já é de mais. A não ser que o jogo seja uma espécie de "perdes ganhas". Estão as contas públicas em ordem? Está o endividamento mais baixo? O desemprego desceu? O salvífico regresso aos mercados de dia 23 de Setembro terá acontecido sem que tenhamos dado conta? A reforma do Estado está em marcha?
Mas que raio mede a troika? A capacidade de Portas conseguir falar sem dizer nada durante duas horas ? A falta de vergonha que permite a um país civilizado continuar a ter Rui Machete no Governo apesar de todas as mentiras, faltas de memória e sugestões feitas no estrangeiro de que em Portugal não há uma efectiva separação de poderes?
A troika não quer assumir que o seu plano foi um falhanço completo e prefere continuar a destruir um país a ter de arrepiar caminho. Talvez seja mau para o currículo dos arquitectos do plano admitir que não resultou. Talvez dizendo muitas vezes que o plano está a resultar os mercados acreditem e resolvam baixar as taxas. Talvez não queiram embaraçar o primeiro-ministro que achava o plano tão bom, tão bom que o levaria sempre a cabo e até iria para além dele.
A troika pode querer tudo. Não pode é criticar o nosso Tribunal Constitucional, não pode ameaçar uma instituição fundamental da nossa democracia. E foi o que fez numa carta que em qualquer país que se desse ao respeito produziria uma unânime condenação, um gigantesco coro de indignação. O Governo, o Presidente da Republica, podem concordar com tudo. Ajudar a atirar toda a gente para o desemprego, fazer falir tudo o que é empresa, enviar os portugueses todos para o estrangeiro, atrasar o País quarenta anos. O que os nossos representantes não podem consentir, com o que não podem pactuar é com a interferência nos nossos mais sagrados direitos de soberania, com a nossa independência. O que está em causa é muito mais do que uma opção política ou económica: é a dignidade de uma comunidade inteira, as suas instituições mais relevantes.
O que a troika fez foi humilhar um povo e um dos pilares da democracia. Um Governo e um Presidente que consintam humilhações destas não merecem representar os portugueses. Um povo que não se sinta insultado com esta vergonha só pode ser portador do terrível vírus da apatia. Ou, se calhar, Cavaco Silva tem razão: somos um bando de masoquistas.
2- Ontem, pela primeira vez em muito tempo, o dia da implantação da República não foi feriado. Uma comunidade que não celebra a sua memória colectiva, que não comemora os seus valores fundamentais, definha. É uma comunidade condenada.
Viva a República."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 5 de outubro de 2013

Andam a extorquir-nos

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"Está no senso comum a ideia de que andamos a ser extorquidos pelo monstro cobrador - o Estado - que segundo dizem, de tanto crescer e engordar, se tornou insaciável. Passos Coelho, em plena campanha autárquica, em Sintra, verberou o Estado que, segundo ele, nos anda a extorquir e nos retribui cada vez menos.
O Governo cobra-nos impostos em nome do Estado, isso não há dúvida! Mas será que essas receitas são canalizadas para as funções e obrigações que o Estado, em democracia, tem para com os cidadãos?
O primeiro-ministro é o primeiro responsável pela forma como são utilizados os meios de que o Estado dispõe. Ora, o atual Governo PSD/CDS é, seguramente, aquele que mais agravou os impostos aos portugueses, o que mais cortes fez nos salários, nas pensões, na saúde, na educação, nos apoios sociais, nos direitos sociais fundamentais, o que mais emprego destruiu, afastando centenas de milhar de cidadãos do direito e do dever de produzir riqueza, o que mais desigualdades e pobreza gerou. Ou seja, utilizando poderes que o Estado lhe confere, ou apropriando-se deles à margem das leis, o Governo vem agindo contra o cumprimento das obrigações do Estado em democracia.
Diz o Governo, em sua defesa, que tem de adotar essas políticas por causa dos desequilíbrios que vinham do passado. Mas esse argumento cai por terra quando vemos que nenhum desequilíbrio foi resolvido, e que o efeito das suas políticas se resumiu ao empobrecimento das pessoas e do país, agora mais endividado.
Para onde vai o nosso dinheiro? O Governo saca-nos o dinheiro em nome do monstro Estado, para o entregar aos interesses parasitários que se alimentam dos negócios dos mercados da dívida, da saúde, do ensino e outros. O nosso dinheiro é colocado ao serviço de dívidas que no final nunca se conseguem pagar, porque, na sua lógica penalizadora, jamais param de crescer.
Todos sabemos que o Estado pode servir para cobrar impostos progressivos, mas também pode servir para ajudar quem mais tem a não os pagar, sobrecarregando quem vive apenas do rendimento do seu trabalho.
A governação feita em nome do Estado pode substituir negócios por serviços públicos para servir as pessoas mas também pode, como faz o Governo, liquidar serviços públicos para criar oportunidade de chorudos negócios a privados.
O Estado pode dispor de um Banco Central, mas os governos tanto podem decidir colocá-lo a participar no financiamento da despesa pública, como proibi-lo de o fazer para alimentar um mercado da dívida pública. Em nome do Estado, um Governo pode sujeitar a Banca a estrita supervisão, mas também pode deixá-la em roda livre e correr a socorrê-la, com o nosso dinheiro, quando esta descarrila.
Não é o Estado em si mesmo, mas sim as políticas dos governos que transformam obras de construção de estradas e hospitais em promíscuos e altamente rentáveis negócios PPP; que endividam os portugueses - o Estado - para cobrir roubos feitos na Banca e não só; que desbaratam milhões em swaps; que privatizam empresas públicas lucrativas; que legislam para facilitar a evasão fiscal. O monstro Estado criado por esta governação é um instrumento de uma lógica de conservação do poder do dinheiro e de uma acumulação ilimitada de riqueza às escalas nacional, europeia e global.
A riqueza está a acumular-se aceleradamente no topo da pirâmide, cavando desigualdades e provocando fraturas sociais insustentáveis. Manter-se-á democrático durante muito tempo um Estado que é colocado a utilizar o nosso dinheiro para servir uma ínfima minoria?
Precisamos, urgentemente, de outro Governo no comando. Para que exista um projeto de desenvolvimento da sociedade portuguesa, uma economia mais sã e geradora de emprego, um Estado menos monstruoso que nos assegure mecanismos retributivos, que redistribuem o rendimento de cima para baixo, baseados em impostos progressivos e justos, prestação de serviços de qualidade, direitos sociais fundamentais com acesso universal.
Estas são as funções primordiais do Estado numa democracia." 
(Manuel Carvalho da Silva - Jornal de Notícias)

Passos diz que Machete teve apenas "uma expressão infeliz"

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Primeiro-ministro minimiza importância das declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros sobre investigação da Procuradoria-Geral da República.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reafirmou a confiança no ministro dos Negócios Estrangeiros, reduzindo a “uma expressão infeliz” as declarações que Rui Machete fez em Angola sobre investigações em curso na Procuradoria-Geral da República.

“Ninguém pode ficar diminuído politicamente por ter tido uma expressão infeliz”, disse Passos Coelho, à saída das comemorações do 5 de Outubro, nos Paços do Concelho, em Lisboa.

Numa entrevista à Rádio Nacional de Angola, a 18 de Setembro, Rui Machete pediu desculpas ao país pelas investigações que o Ministério Público português tem em curso a várias figuras angolanas. Disse ainda que a investigação não tinha gravidade, segundo um pedido de informações alegadamente feito à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Depois do caso ter vindo a público, Joana Marques Vidal negou ter feito qualquer comentário sobre o caso e Rui Machete também disse que não perguntou nada nem à procuradora-geral, nem a qualquer outra instância judicial.

Passos Coelho disse este sábado que “não houve qualquer contacto privilegiado” do Governo sobre a investigação em curso no Ministério Público. “Nós não intervimos no poder judicial. Respeitamos a autonomia do Ministério Público e a independência dos tribunais”, disse este sábado Pedro Passos Coelho.

O primeiro ministro referiu que está-se “a aumentar um caso que vale aquilo que se percebeu o que vale” e completou: “Não há casos à volta de Rui Machete”.

Referindo-se à polémica em torno da antiga ligação Machete à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), ex-proprietária do malogrado BPN, Passos Coelho disse que esta participação ocorreu “em condições que estão esclarecidas e que não têm nenhum problema do ponto de vista política, ético ou social”.

"Não se trata de uma expressão infeliz", reagiu o secretário-geral do PS, António José Seguro, logo a seguir às declarações de Passos Coelho. "É um caso da maior gravidade", referiu Seguro, que defendeu este sábado a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros.

Notas do Papa Açordas: É a trapalhada do costume! Estes rapazes aprenderam com o sr.Sócrates! Mentir, mentir e só MENTIR!...


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Ministro com versões contraditórias sobre como obteve dados de inquérito a dirigentes angolanos

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Rui Machete disse a rádio angolana que PGR lhe garantiu que investigação não tinha gravidade. Agora garante que não perguntou nada a ninguém.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, enviou nesta sexta-feira uma declaração às redacções a esclarecer o teor de uma entrevista que deu à Rádio Nacional de Angola, a 18 de Setembro, apresentando agora uma versão contrária ao que afirmou no mês passado.

Machete disse à rádio angolana que a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, lhe assegurou que a investigação não tinha gravidade, mas agora garante que não perguntou nada à procuradoria ou a qualquer outra instância judicial.

Para justificar como obteve as informações que transmitiu na entrevista, Rui Machete diz que recorreu a um comunicado com perto de um ano, de Novembro de 2012. Nessa pequena nota, o Ministério Público apenas confirma a “existência de um processo-crime contra altos dirigentes angolanos” e que o mesmo não tem ainda quaisquer arguidos.

“O processo encontra-se em segredo de justiça, pelo que não é possível, neste momento, prestar quaisquer outros esclarecimentos”, alega-se na mesma nota divulgada há cerca de um ano.

Dados bastante diferentes dos que foram agora referidos pelo ministro na entrevista à rádio angolana. “Tanto quanto sei, não há nada de substancialmente digno de relevo, e que permita entender que alguma coisa estaria mal, para além do preenchimento dos formulários e de coisas burocráticas”, afirmou Machete àquela rádio, acrescentando depois ter informado as “autoridades de Angola pedindo, diplomaticamente, desculpa, por uma coisa que, realmente, não está na [sua] mão evitar”.

Na mesma entrevista, o ministro faz ainda referências concretas a um pedido de informações alegadamente feito a Joana Marques Vidal. “E, simultaneamente, perceber o que aconteceu do lado do nosso Ministério Público. Penso que, nesse aspecto, a senhora procuradora-geral deu informações genéricas, como, aliás, foram pedidas, que nos asseguram que as coisas não tinham nenhum grau de gravidade”, afirmou.

Notas do Papa Açordas: Se este desgoverno tivesse um pingo de vergonha, já há muito que este ministro tinha ido para a rua. Sinceramente, o povo português já não aguenta mais as suas mentiras... RUA!!!


Golpe al turismo de Kenia

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Golpe al turismo de Kenia

Golpe al turismo de Kenia 

Un grupo de turistas de safari observan un rinoceronte negro en la reserva natural keniana del Maasai Mara. El turismo en Kenia se ha visto afectado por el asalto al centro comercial Westgate de Nairobi, perpetrado por los integristas islámicos de Al Shabab. (EFE) - (20minutos.es)


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Naufragio frente a Lampedusa

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Naufragio frente a Lampedusa

Naufragio frente a Lampedusa 


Decenas de cadáveres son cubiertos en el puerto de Lampedusa en Italia. Ascienden a 82 los inmigrantes indocumentados que han muerto, mientras que más de 250 resultan desaparecidos, tras el naufragio de la barcaza en la que viajaban unas 500 personas. (Nino Randazzo / EFE) - (20minutos.es)




Escola do Porto suspende aulas por falta de funcionários

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Direcção do Agrupamento de Escolas diz que está em causa a segurança dos alunos

A falta de funcionários que assegurem a segurança dos alunos levou a direcção do Agrupamento de Escolas Clara de Resende, no Porto, a interromper as aulas nesta quinta e sexta-feira à tarde.

Os alunos foram previamente informados na quarta-feira.

No site da escola, há um “aviso importante”, assinado pela directora do Agrupamento de Escolas que refere por falta de funcionários a escola não consegue assegurar a segurança dos seus alunos nos edifício sede, pelo que será forçada a interromper o normal desenrolar das actividades na tarde de quinta e sexta-feira (tarde dos dias 3 e 4 de Outubro)”.

Este agrupamento inclui a escola do 2.º e 3.º ciclos e secundária Clara de Resende, bem como a Eb1 João de Deus.

Notas do Papa Açordas: Esta notícia, já corriqueira no panorama,  faz-me lembrar a explicação do espanhol para a morte do seu cavalo: "Agora que ele estava habituado a não comer é que morre...". Pois é, este ministro Crato apostou na destruição do ensino público,...Depois de marrar contra os professores, contra o ensino especial, contra os funcionários, tudo de mau é de esperar... ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, JÁ!...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Las inundaciones en Tailandia provocan al menos 22 muertos

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Las inundaciones en Tailandia provocan al menos 22 muertos

Las inundaciones en Tailandia provocan al menos 22 muertos 

Un hombre se abre paso subido a su vehículo en una calle inundada en la provincia de Ayutthaya (Tailandia). Las inundaciones y corrimientos de tierra provocados por las lluvias monzónicas ya han costado la vida al menos a 22 personas en Tailandia y han afectado a 2,7 millones de personas. (Narong Sangnak / EFE) -  (20minutos.es)


PSD/CDS chumbam envio de queixa sobre Machete ao Ministério Público

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Maioria argumenta que o actual ministro não mentiu numa comissão de inquérito sobre BPN, mas deu informações numa carta dirigida ao BE.

A maioria parlamentar PSD/CDS travou o envio de uma participação ao Ministério Público sobre as diferentes versões dadas por Rui Machete, actual ministro dos Negócios Estrangeiros, em torno da sua ligação à SLN (dona do BPN).

A decisão foi tomada nesta quarta-feira pela maioria, em conferência de líderes, e com a oposição do PS, PCP e BE, a bancada que pediu para o Parlamento enviar o caso para o Ministério Público.

Em causa está a garantia dada por Rui Machete em 2008, em carta enviada ao líder do BE, de que não tinha acções da SLN.

A carta foi distribuída na comissão de inquérito sobre o caso, que então decorria, e na qual o social-democrata prestou declarações. Mas nenhum deputado lhe perguntou se era ou não detentor de acções da SLN. O próprio veio a confirmar que tinha acções daquela sociedade e classificou a situação como uma "incorrecção factual". Mas o facto de não ter falado sobre isso na comissão de inquérito sustenta a posição da maioria. "[Machete] não faltou à verdade na comissão de inquérito, enviou uma carta antes para a comissão e nao foi alvo de perguntas" sobre as acções da SLN, disse aos jornalistas Luís Montenegro, líder da bancada do PSD, considerando que "não se justificava instrumentalizar o Parlamento como pretendia o Bloco".

Pedro Filipe Soares, líder da bancada bloquista, considerou que a posição assumida pela maioria "é uma tentativa de silênciar a Assembleia" e mostra que "a direita tem duas caras, já que ainda há pouco tempo o líder da bancada do PSD disse que quem mentisse numa comissão de inquérito cometia um crime". O dirigente bloquista admite que o próprio partido pode enviar o caso para que seja investigado pelas autoridades, mas pretende primeiro que "o espaço do Parlamento esteja esgotado".

O caso será debatido nesta quarta-feira à tarde nas declarações políticas em plenário. Quanto à posição da presidente da Assembleia da República que levou a decisão do envio da participação criminal para a conferência de líderes (e não a assumiu sozinha), Pedro Filipe Soares não se quis pronunciar, dizendo apenas que em situações semelhantes foram tomadas as suas opções.

Na bancada socialista, Carlos Zorrinho salienta que o PS "não se oporia" ao envio da queixa e referiu que se tem vindo a verificar "um padrão de comportamento de ministros a faltar à verdade no Parlamento e em comissões de inquérito".

Notas do Papa Açordas: Mais uma vez a maioria que, infelizmente, nos desgoverna, protegeu descaradamente um dos seus, e logo um "senador"!... É pena que o líder da bancada do PSD, diga que "quem mentisse numa comissão de inquérito cometia um crime". e tenha, na realidade, outra atitude para com os seus... Bem prega Frei Tomás...

Homenage a Gandhi

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Homenaje a Gandhi

Homenaje a Gandhi 

Un grupo de niños vestidos como Mohandas Karamchand Mahatma Gandhi participan en una ceremonia de homenaje y conmemoración del 144 aniversario de nacimiento del líder religioso y político indio en Bhopal (India). El aniversario del nacimiento de Gandhi es un día festivo en la India y ha sido reconocido internacionalmente como el Día de la No Violencia. Homenaje a Gandhi (Sanjeev Gupta / EFE) - (20minutos.es)


O PS numa encruzilhada

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"O PS ganhou, o PSD perdeu. Ambos estrondosamente. E nós? Pedro Passos Coelho, solene e severo, advertiu logo que tudo vai ficar na mesma, porque o "rumo prossegue". O líder "social-democrata" está no seu papel de duro e implacável, embora os resultados das eleições possam, e devam, ter uma interpretação nacional. Essa interpretação resulta numa evidência: o País está cansado deste Governo. Ante a insistente indiferença das palavras de Passos e o paulatino mutismo de Seguro, as horas têm decorrido na paz dos anjos.
O Executivo arrasta-se numa irremediável degenerescência, e estas eleições confirmaram o seu penoso estado cataléptico. A confirmar-se o que se pressente, o PS está à beira do poder, o que causa festiva perplexidade nos seus áulicos e razoável inquietação nos portugueses. Que fará António José Seguro nessa previsibilidade?
Restaurará o que resta ao PS de um vago "socialismo", cuja natureza e objectivos fundadores estão cada vez mais longe? Ou continuará nesta ambiguidade e evasiva ideológicas, em que até o punho esquerdo cerrado e erguido desapareceu da liturgia? A vitória obtida agora não significa que o bulício interno contra Seguro irá sossegar. E a estrepitosa vantagem em Lisboa de António Costa aumenta a predisposição para o conflito. Diz-se que foi apesar de Seguro que o PS saiu ganhador da contenda, também ela marcada pela decadência dos "sociais-democratas", cujas escolhas nominais para as autárquicas se pautaram por total disparate.
Seja como for, o PS está numa encruzilhada dilemática, desprovido de doutrina e com um secretário-geral débil, semaplomb, sem garra e sem fibra. Por outro lado, a subida vertiginosa da CDU é de molde a causar preocupações a um partido cuja propensão histórica é a de se aliar à Direita. Uma CDU forte causa sempre embaraço no PS, mais acentuado, agora, esse embaraço com a queda do Bloco de Esquerda, eventualmente o apoio desejado por alguns sectores "socialistas" e não enjeitado por dirigentes "bloquistas", que viam nessa possibilidade uma vereda para o poder.
A ascensão do PS não deixa de causar problemas à actual direcção. Porque a vitória não foi escassa nem mitigada, a exigência de uma responsabilidade séria, que corresponda aos desígnios expressos pelos votos, exige alterações substanciais na orientação do partido. Com perdão da palavra, mas, francamente, não me parece que António José Seguro seja capaz de inverter a marcha por ele próprio seguida e que tem desfigurado a essência do que deverá ser um partido socialista. O progresso da CDU deve-se, igualmente, à deformação política, ideológica, moral e ética do PS. Não tenhamos dúvidas.
A instância de uma "alternativa", em vez da habitual sordidez da "alternância", é uma imposição da própria evolução dos tempos, cujas incertezas intimam a respostas ajustadas e honestas." (Baptista-Bastos - Diário de Notícias)


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Inundaciones en Tailandia

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Inundaciones en Tailandia

Inundaciones en Tailandia


 Dos granjeros evacuan a sus cerdos de los terrenos inundados en la provincia de Phitsanulok, al norte de Tailandia. Las inundaciones y corrimientos de tierra provocados por las lluvias monzónicas ya han costado la vida al menos a 22 personas en Tailandia y han afectado a 2,7 millones de personas. (Str / EFE) - (20minutos.es)



Seis verdades sobre as eleições

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"1. A abstenção foi elevada mas não atingiu os 47,4% apontados pelos dados oficiais. O censos de 2011 indica que havia então 10 milhões e meio de habitantes em Portugal. Não é possível termos nove milhões e meio de eleitores, como os cadernos eleitorais apontam, pois há pelo menos dois milhões de portugueses sem idade para votar (podem confirmar os dados no site Pordata). A abstenção real de domingo variará entre 39% e 42% dos que realmente poderiam participar no sufrágio. O coro de lamentações habitual sobre uma crise nacional de participação política é, assim, factualmente exagerado.
2. O PS não teve a maior vitória de sempre. Ganhou 150 câmaras (contando com a coligação no Funchal) é verdade, mas perdeu 241 mil votos, ou seja, registou, em relação a 2009, menos 11% de cruzinhas nos boletins de votos camarários, manuscritas no quadrado colocado à frente do seu símbolo. Mesmo em Lisboa, na sua maior vitória, perdeu quase sete mil votos.
3. A hecatombe do PSD soma uma perda, contadas as coligações, superior a 560 mil votos e a 26% de eleitorado. O CDS, apesar do contentinho Paulo Portas, deve estar aflito com a perda de 18 400 votos e de 10,8% de eleitorado. O Bloco tem a maior queda percentual de todas: mais de 45 mil pessoas diminuíram 27% ao universo do seu apoio autárquico.
4. Para onde foram aquelas perdas de votos, quem os ganhou? A abstenção terá ficado com 659 mil mas, dado o ponto 1 deste texto, sei lá se isso é verdade!... Os votos brancos e nulos duplicaram e quase chegaram aos 300 mil eleitores. Os independentes conquistaram 122 mil votos e subiram 45%. A CDU é a única formação partidária a melhorar votação mas subiu 13 600 votos e ganhou apenas 2,5%.
5. Os comentários de José Socrates (PS) e Morais Sarmento (PSD) são interessantes e pertinentes. Acho bom a RTP tê-los no ecrã. Não aceito é essas contratações terem transformado o serviço público de televisão num serviço de pensamento único pela televisão. É incrível uma noite eleitoral penalizadora do bloco central ser analisada, apenas, por dois porta-vozes de fações de dois partidos castigados pelo eleitorado. Soa a frete e viola a mais elementar das obrigações do serviço público.
6. As vitórias mais sublinhadas na noite eleitoral foram as de Rui Moreira, António Costa, Bernardino Soares e Paulo Vistas. Um independente apoiado pelo CDS, um PS que quer ser líder, um prestigiado parlamentar do PCP e um adorador do condenado Isaltino Morais. Quem consegue ver coerência e linhas mestras para o futuro do País, pós Passos Coelho, neste panorama tão diverso? Eu, desculpem, não consigo. Devo ser muito limitado."(Pedro Tadeu - Diário de Notícias)