domingo, 13 de janeiro de 2013

"El arte del ladrillo"

-
'El arte del ladrillo'


'El arte del ladrillo'
Aspecto de una escultura hecha con fichas de Lego durante la exhibición The Art of Brick (El arte del ladrillo, en castellano) del artista Nathan Sawaya en el ArtScience Museum en Singapur (Singapur). (Stephen Morrison / EFE)-(20minutos.es)

Só há um pecado

-

"A Ana Teresa é presidente da Câmara de Palmela. Faz 47 anos no final do mês. Ficam desde já os meus parabéns. É mais nova do que eu e já tem direito a uma reforma superior a 1800 euros. Eu ainda vou ter de trabalhar mais 20 anos e não sei se vou ter reforma.
A minha indignação nem sequer se dirige à Ana Teresa em particular, mas cresce quando me ponho a pensar nos milhares de Anas Teresas e Manuéis Josés da política à portuguesa. E no que diz respeito à teta autárquica, tudo isto acontece com muita frequência no PSD, no PS e na CDU. Bloco e CDS só não têm muitos reformados porque têm poucos autarcas.
Ana Teresa é do PCP, esse partido com paredes de vidro, que reclama com muita frequência contra os privilégios das classes dominantes. Vergonha na cara é que estes dirigentes comunistas não têm. Eles saberão explicar-nos que seriam parvos se não beneficiassem do mesmo que os outros e muitos portugueses ficarão tentados a dar razão à hipocrisia.
Acontece que a espiral recessiva de direitos não tem poupado os pensionistas do regime geral, mas continua a permitir reformas de "mérito político". O PCP é contra, mas deixa andar. Pudera, os privilégios dos outros é que são injustificados, os nossos são da mais elementar justiça.
Seja, não pode haver leis que se aplicam a uns e não a outros. Mas os políticos têm ou não têm direito a estas reformas? A lei diz que sim, mas esse direito foi obtido com juízo em causa própria. Políticos que legislam sobre privilégios de que beneficiam apenas políticos é bem capaz de ser uma coisa em que o homem comum também gostaria de participar.
Agora que, em Portugal, está na moda ser "constitucionalista", também me ando a esforçar para ter umas equivalências e queria, portanto, recordar que o parágrafo 2 do artigo 13.º da Constituição, que define o princípio da igualdade, não se preocupa apenas com quem possa ser "prejudicado ou privado de qualquer direito". Começa, aliás, por dizer que "Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado [...] em razão de...". Ora, estas reformas de que beneficiam são um claro privilégio em razão de eles próprios se considerarem uma classe à parte, porque o trabalho político vale mais do que outro trabalho qualquer.
Este texto pode parecer populismo antipartidos, mas é tão-só a mais pura indignação contra o pior da natureza humana que aqui se revela. Tirado de ouvido do filme O Menino de Cabul, que passou na SIC uma destas madrugadas e que resulta do livro de Khaled Hosseini, "Só há um pecado, o roubo. Todos os outros são uma derivação. Quando mata, está a roubar uma vida. Quando mente, está a roubar o direito de alguém saber a verdade. Quando trapaceia, está a roubar o direito à justiça." (DN - Pedro Baldaia)

sábado, 12 de janeiro de 2013

Os políticos que temos

-

"A desconsideração Temos um relatório de técnicos do FMI encomendado pelo Governo, cuja realização já em curso foi anunciada por Marques Mendes num canal de TV por cabo sem que ninguém, da oposição e dos parceiros sociais, tivesse sido convidado para o debate. Temos a versão preliminar desse relatório, datada de dezembro, divulgada como uma bomba atómica por um jornal económico, quando era desconhecida quer da oposição e dos parceiros sociais quer também de vários membros do Governo, entre eles os do outro partido da coligação. Temos um secretário de Estado e também um primeiro-ministro a garantirem, entre elogios ao trabalho "bem feito" apesar dos inúmeros "pressupostos errados", que a versão final desse mesmo relatório chegara coincidentemente ao Governo na manhã do dia em que o jornal a divulgou. E temos novamente o comentador político a revelar que o Governo vai criar uma comissão para estudar todas as medidas propostas no mês e meio que falta para que o plano final seja apresentado à Europa e - a sério - a convidar o PS para a liderar. Ou seja, temos um documento, que, não sendo a Bíblia do Governo, inclui seguramente muitos dos mandamentos que este vai aplicar ao País, anunciado entre programas televisivos, jornais e segundos planos do Executivo. Temos pois muito mais que o gravíssimo problema de comunicação governamental sublinhado por Pinto Balsemão. Temos uma tremenda falta de consideração pelos portugueses.
O descrédito
Temos um primeiro-ministro que nos propôs no seu programa eleitoral discutir o Estado que podemos pagar, mas que só vai cumprir essa promessa por imposição externa, quando já perdeu todo o consenso político e social para a fazer, e ainda por cima à pressa e sob pressão, à conta de um corte anunciado mas nunca explicado de 4 mil milhões. Temos o líder de um Governo que tem nas mãos um relatório que, expurgado da ideologia - e obviamente dos dados errados que alguém disponibilizou para que torturados dessem o resultado final desejado --, elenca problemas graves do País, cujas reformas necessárias e há muito identificadas têm sido sempre empurradas com a barriga, que só o vai aplicar porque sim e para que os números finais do Excel fiquem a verde. Ou seja, temos mais uma oportunidade política perdida, porque a forma e o método com que tudo vem sido feito deixou este PM sem margem, credibilidade ou aceitação para a discussão séria, serena e decisiva que se impunha.
O maquiavelismo
Temos um Presidente que anuncia o envio do Orçamento do Estado para o Tribunal Constitucional numa mensagem televisiva, mas que nunca fez uma declaração de interesses pelo facto de uma das normas que manda fiscalizar o atingir diretamente e a muitos dos que lhe são próximos. E temos o mesmo Presidente que, apesar do seu passado, garante que não é dado a intrigas e jogos políticos, mas que, dias depois do discurso de Ano Novo violento contra o Governo, dá uma entrevista em que fala sobre a RTP e a obrigação constitucional de manter um serviço público usando exatamente o mesmo argumento (e até as mesmas palavras) que o CDS-PP e que troca o semblante carregado por sorrisos, salamaleques e elogios ao receber Paulo Portas nas comemorações do dia da diplomacia.
O equilibrismo
Temos um parceiro de coligação sempre com um pé fora e outro dentro do Governo, sempre a pesar os custos políticos de bater com a porta ou continuar a pisar as areias movediças. Temos um líder da maioria que num dia põe os seus acólitos em uníssono a criticar as pressões do Governo ao Tribunal Constitucional e lança às canelas dos seus colegas do Executivo o líder-sombra da oposição, o protocandidato-presidencial-com-grandes-hipóteses Bagão Félix, e no dia seguinte é ele próprio, o estadista, a dizer que o atual momento obriga a um consenso político.
As atitudes
Temos um ministro das Finanças que há meses justifica as mais duras medidas de sempre para os portugueses dizendo que as mesmas são a única forma de se evitar o despedimento maciço de funcionários públicos e agora mantém silêncio sobre um relatório, por ele encomendado, que agrava as medidas já em curso e sugere que se despeçam ainda mais trabalhadores e por menos dinheiro.
Temos outro ministro, neste tempo em que o Governo prepara o pacote de austeridade IV, a achar que pode exibir as suas capacidades financeiras num resort de luxo do outro lado do Atlântico, na companhia de quem quiser e sem se importar que o vejam.
Temos um líder da oposição que, enquanto se entretém a escolher para câmaras importantes os primeiros alvos inimigos do seu antecessor, propõe tão timidamente eleições antecipadas que todos percebem que o que quer mesmo é que o atual Governo aplique este plano infernal e passe pelo purgatório até ao juízo final quando for tempo de, com o caminho limpo dos pecados, começar de novo e fazer diferente.
E temos um FMI que tem metade dos seus altos responsáveis a dizer que a austeridade é um mau remédio e que é preciso mudar a prescrição para a crise ao mesmo tempo que a outra metade recomenda que se aumente a dosagem da receita em curso.
Só se espera que não tenhamos portugueses a acharem que tudo isto é já normal. Até os adeptos do Sporting estão a forçar mexidas no clube."
Filomena Martins (Diário de Notícias)

La Puerta de Damasco se 'tiñe' de blanco

-
La Puerta de Damasco se 'tiñe' de blanco


La Puerta de Damasco se 'tiñe' de blanco
Niños palestinos juegan a tirarse bolas de nieve frente a la Puerta de Damasco en la vieja Jerusalén, en Israel. Oriente Medio sufre una ola de frío con fuertes nevadas en los últimos días. (Abir Sultan / EFE)-(20minutos.es)
-

Adriano Moreira avisa que o Governo está a perder “legitimidade”

-

O executivo está a aplicar um programa diferente do sufragado, aponta o antigo líder do CDS-PP, que tem dúvidas se “o país aguenta mais dois anos esta situação de tensão”.
O antigo líder do CDS-PP, Adriano Moreira, considera que o Governo de Passos Coelho está a perder “legitimidade” por estar a aplicar um programa “bem diferente” daquele que com que se apresentou a eleições.
Em entrevista à Antena 1 nesta sexta-feira, Adriano Moreira afirmou que é “absolutamente evidente que entre o programa oferecido e o programa que está a ser executado não há coincidência e aí começa a perda da legitimidade do exercício”.
Reconhecendo que o memorando da troika é “uma condicionante” para o Executivo, realçou, no entanto, que o documento já existia quando o PSD foi a eleições. E admitiu mesmo que o se Tribunal Constitucional decidir pela inconstitucionalidade de algumas normas do Orçamento do Estado essa legitimidade ainda ficará mais frágil. Nesse caso, o Governo terá que “encontrar soluções de emergência e de urgência para colmatar os vazios” provocados pelo chumbo dessas normas.
Adriano Moreira também disse duvidar se “o país aguenta mais dois anos esta situação de tensão”. “Dentro do próprio Governo e da representação parlamentar da maioria, na consciência e inteligência das pessoas, há divergências”, e só se conseguem convergências pela pressão a que o país e o Governo estão sujeitos para cumprir o acordo com a troika.
Esta situação de condicionamento devido à troika “tem reflexos preocupantes”, observa Adriano Moreira, nomeadamente na “tendência que há em alguns lugares e intervenções para tratar a Constituição como se fosse uma lei ordinária”. Ora, o antigo líder centrista diz que este é o cenário dos “protectorados”, e no caso de Portugal quem dá as orientações são as instituições internacionais.
Notas do Papa Açordas: Este desgoverno não tem já legitimidade   para nada!... Era bom que o sr.Coelho ouvisse e tentasse compreender os avisos de um homem experiente como Adriano Moreira e, talvez fizesse menos asneiras!...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Bajo el fuego

-
Bajo el fuego


Bajo el fuego
El fuego que ha quemado miles de hectáreas en el sureste de Australia a punto estuvo de acabar con la vida de la familia Holmes, que en la imagen, aparece refugiándose bajo un embarcadero junto a su hogar, en Dunalley. La abuela Tammy abraza a sus nietos, de edades comprendidas entre los 2 y los 11 años, a la espera de que lleguen los equipos de rescate.
(GTRES)-(20minutos.es)


Tercer aniversario del terremoto de Haiti

-
Tercer aniversario del terremoto de Haití


Tercer aniversario del terremoto de Haití
Una mujer camina por el campamento Carradeux en Puerto Príncipe (Haití) a dos días de que se cumplan tres años del terremoto que arrasó esta capital. (Orlando Barría / EFE)-(20minutos.es)
-

Carlos Carreiras pede demissão de Carlos Moedas

-

Presidente da Câmara de Cascais questiona declarações do secretário de Estado Adjunto do Primeiro-ministro sobre relatório do FMI.
O presidente da Câmara Municipal de Cascais e dirigente do PSD, Carlos Carreiras, pediu na noite desta quarta-feira a demissão do Governo de Carlos Moedas, secretário de Estado Adjunto do Primeiro-ministro.
Numa mensagem da sua página do Facebook, Carreiras escreve: “Um membro de um qualquer Governo que tem a ‘inteligência’ de produzir uma afirmação desta natureza, perante um relatório com este teor, só pode ter uma atitude - abandonar as funções governativas, deixar a política e assumir que aspira a ser consultor técnico.”
O presidente da Câmara de Cascais não refere o nome de Moedas, mas remete a sua mensagem para uma notícia do semanário Solintitulada "Relatório [do FMI] é muito bem feito e envolveu consultas ao Governo - Carlos Moedas".
O também presidente do Instituto Sá Carneiro por convite de Pedro Passos Coelho afirma numa outra mensagem no Facebook: “É legítimo pensarmos que se o FMI afirma que as medidas agora propostas são as 'mudanças inteligentes' todas as outras que sugeriram até agora foram as 'estúpidas'? Não há dinheiro, mas também não há paciência”.
Notas do Papa Açordas: Quando os próprios companheiros de partido comentam assim, então o que dirão os outros? 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A esquerda envergonhada

-

Portugal pobre de pedir paga impostos de montantes superiores aos que se praticam na Europa dos ricos. Por outro lado, o Governo inunda com milhares de milhões de euros bancos que parecem estar na penúria. O último caso em presença é o auxílio de mais de um milhão prestado ao Banif, cujo património é muito inferior à generosa entrega. O apoio e a defesa do sistema capitalista são característicos dos governos deste tipo. Não é de surpreender. O pior é que a doutrina amparada por Passos Coelho convive, dificilmente, com a democracia. Estamos numa situação de ruptura total e esta existência problemática não parece convencer a trupe que dirige o País. Por outro lado, vozes qualificadas opõem, a esta governação cega, uma visão que recusa a redução do humano ao estrito conceito de homo oeconomicus. Há outros caminhos. Todavia, o mito da inevitabilidade, proclamado pela clique, parece sólido. Mas não é. O próprio carácter do neoliberalismo é frágil na essência porque pretende ocultar o homem e atribuir-lhe, apenas, o valor que o "mercado" lhe dá.

O regabofe que por aí vai está associado ao descalabro. No último fim-de-semana, o jornal i revelou que o Governo dispõe de 164 "especialistas", com vencimentos até 5775 euros mensais e cuja "experiência" é mais do que duvidosa. Quinze por cento desses animosos espíritos têm entre os 24 e os 29 anos. O Tribunal de Contas franze o nariz, dubitativo. Torna-se manifesto o nepotismo que comporta a expressão "empregos para a rapaziada." O cerco foi habilmente montado e fortalecido através de enunciações como "modernidade", "reforma" ou "reestruturação." E, também, com a inércia da esquerda, cuja melancolia passadista chega a ser deprimente. As consequências da "perda" sucessiva de batalhas, a ausência de respostas à ofensiva do capitalismo e o recurso a chavões já sem sentido foram ocasiões privilegiadas para o avanço das forças mais retrógradas da sociedade. O curioso de isto tudo é que Walter Benjamin (tão esquecido quanto desprezado) já previra a degenerescência da esquerda ["Thèses sur la Philosophie de l'Histoire"], cuja leitura receio tenha sido alguma vez frequentada pelas criaturas que dirigem os PS europeus.

A verdade é que se esta esquerda deixou de ler, esta direita recorre a livros cheios de azebre. Se há, na direita, quem tenha o ânimo de citar Brasillach ou Drieu La Rochelle, ou, mesmo, Maurras, a esquerda marginaliza-se ocultando os seus grandes autores, como se procedesse a uma incómoda autopunição. Como exemplo modesto recordo-me de, há anos, João Cravinho, a propósito de qualquer interpelação provocatória, ter afirmado: "Sim, senhor, sou de formação marxista, e depois?!" A esquerda parece ter vergonha dos seus escritores e contribuir, com as suas omissões deliberadas, para se colocar, a ela mesma, num limbo associado à confusão de ideias. (Baptista-Bastos - DN)



Entrenamiento militar bajo cero

-
Entrenamiento militar bajo cero


Entrenamiento militar bajo cero
Un grupo de soldados participa en un entrenamiento en la nieve con el torso desnudo en el monte Hwangbyeong en PyeongChang, al noreste de Corea del Sur. Los soldados participan en un entrenamiento que les prepara para soportar temperaturas extremadamente frías. (Yonhap / EFE)-(20minutos.es)

Deputada do PS detida por conduzir com 2,41 g de álcool por litro de sangue

-

Glória Araújo foi detida em Lisboa por crime ao volante no dia do seu 37.º aniversário.
Glória Araújo, deputada do Partido Socialista (PS), foi detida na passada sexta-feira em Lisboa, por conduzir com excesso de álcool no sangue (2,41 gramas por litro), bem acima do limite a partir do qual esta infracção é qualificada como crime (1,2 g/l).
A notícia foi avançada pela Rádio Renascença. Contactada pelo PÚBLICO, a deputada socialista recusou fazer qualquer comentário.
“Agradeço o seu contacto, mas não vou fazer qualquer comentário”, respondeu Glória Araújo, deputada desde 2005, eleita pelo círculo do Porto. Também o porta-voz do grupo parlamentar socialista, Luís Rego, recusou fazer qualquer comentário sobre o assunto.
Segundo a Renascença, tudo aconteceu na sexta-feira, dia em que Glória Araújo completou 37 anos.
A deputada foi detida numa operação stop no centro de Lisboa às 3h20 da madrugada e foi depois notificada para comparecer perante o Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa, desconhecendo-se o resultado da audiência com o juiz.
Ao abrigo do Código da Estrada, os condutores são punidos se apresentarem uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 0,5 g/l (contra-ordenação grave). A partir de 0,8 g/l, é considerada uma contra-ordenação muito grave e uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l é considerada crime.
Notas do Papa Açordas: A Lei prevê que, todos os condutores apanhados com mais de 1,2 gramas/l, passem o tempo na cadeia até serem apresentados a um juiz... Mais uma vez verificamos existirem portugueses de primeira e portugueses de segunda...

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA, mês de FEVEREIRO - 2013

-

 » Lista mensal de Aposentados e Reformados:


Aviso n.º 353/2013, D.R. n.º 5, 2.ª Série, de 2013-01-08.
   

   

   

Destino a ninguna parte

-
Destino a ninguna parte


Destino a ninguna parte

Un haitiano mira a través de una reja mientras participa en una protesta en la frontera entre Haití y la República Dominicana, en Dajabón (República Dominicana). Miles de inmigrantes hacen presencia en el lugar para protestar, ante la vigilancia de autoridades dominicanas, por la negativa de las fuerzas de seguridad de permitir su entrada al país por no tener documentos en regla. (José Bueno / EFE)-(20minutos.es)
-

Clima económico e confiança dos consumidores voltam a piorar em Dezembro em Portugal

-

O indicador de clima económico e a confiança dos consumidores continuaram a agravar-se em dezembro em Portugal, mas a queda foi menos intensa do que nos meses anteriores, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.
Segundo o INE, o indicador de confiança dos consumidores (calculado através de inquéritos a particulares) “diminuiu nos últimos meses, atingindo em dezembro um novo mínimo da série”, alcançando os -59,8 pontos.
“A diminuição em dezembro foi, no entanto, menos intensa do que a verificada nos meses anteriores”, acrescenta.
O indicador de clima económico (calculado através de inquéritos a empresas de vários setores de atividade), por sua vez, agravou-se uma décima para os 4,4 pontos.
Notas do Papa Açordas:  Quem é que consegue ter confiança neste desgoverno? Nem a mãe deles!...

sábado, 5 de janeiro de 2013

OE 2013. Luís Morais Sarmento afirma que chumbo do TC pode bloquear empréstimo da troika

-


O secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, afirmou, este sábado, que uma eventual declaração de inconstitucionalidade de normas contidas no Orçamento do Estado para 2013 pode pôr em risco a próxima tranche da troika.
Em entrevista à Renascença, o secretário de Estado disse que um chumbo do Tribunal Constitucional pode levar ao “incumprimento do programa” e pôr em perigo o financiamento externo ao país.
"A declaração de inconstitucionalidade tem consequências, mas parece-me que a consequência principal não é nem para o governo, nem para o Tribunal Constitucional. A primeira consequência que nós temos que pensar é qual é a consequência para o país", argumentou.
Para Luís Morais Sarmento, o resultado “pode ser o incumprimento do programa a que estamos obrigados e cujo cumprimento tem garantido o nosso financiamento".
O Orçamento do Estado foi enviado na semana passada, pelo Presidente da República, Cavaco Silva, para o Tribunal Constitucional. A fiscalização sucessiva do documento também vai ser pedida pelos partidos da oposição.
Notas do Papa Açordas:  Agora, até já o sub-ajudante do desgoverno manda bitaites sobre o desOrçamento2013!"... Os rapazinhos, que têm a certeza que o desorçamento possui normas inconstitucionais, não se conformam, e toca a debitar todo o fel que têm pela democracia...~

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Incautan 1.300 kilos de colmillos de elefante

-
Incautan 1.300 kilos de colmillos de elefante

Incautan 1.300 kilos de colmillos de elefante

Varios agentes de Aduanas dan una rueda de prensa para informar de la incautación de colmillos de elefante en las instalaciones de Aduanas en Tsing Yi, Kowloon, Hong Kong (China). Las autoridades se incautaron ayer de un total de 779 colmillos de elefantes valorados en un millón de euros. Los 1.300 kilos de marfil estaban escondidos en un contenedor de "piedras arquitectónicas" procedentes de Kenia. (Alex Hofford / EFE)-(20minutos.es)


Justiça brasileira determina penhora de avião da TAP para pagar dívida do Estado

-

A Justiça brasileira determinou a penhora de uma aeronave da TAP como garantia do pagamento de dívidas a trabalhadores num processo movido contra o Estado português por uma funcionária da embaixada portuguesa em Brasília.
A ordem, expedida no dia 19 de dezembro pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, do Tribunal Regional do Trabalho de Brasília, determina a penhora da aeronave Airbus 330-200 da companhia aérea TAP, "cuja totalidade do poder acionário detém o Governo português".
O processo, aberto em 2010, já chegou ao fim, com ganho de causa para a funcionária brasileira, que deverá receber o valor de 750 mil reais (280 mil euros) em avenças e benefícios atrasados, disse à Lusa o advogado responsável pela ação, Renato Rezende.
Na fase da execução da ordem de pagamento, no entanto, surgiu a dificuldade criada pela imunidade diplomática, uma vez que os bens, imóveis e conta bancária da missão diplomática portuguesa no exterior estão protegidos pela Convenção de Viena.
A solução encontrada foi a penhora de um bem que pertence ao Estado português, mas não à representação diplomática.
"Quem tem a prerrogativa da imunidade de execução é a representação diplomática, não o Estado português", explicou à Lusa o advogado Renato Rezende, responsável pela ação.
Notas do Papa Açordas: Antigamente, o Estado Português era considerado uma pessoa de bem! E hoje, como será! Um Estado falido e que não cumpre as suas obrigações!...


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

El paro baja en diciembre

-
El paro baja en diciembre


El paro baja en diciembre

Los secretarios de Estado, de Empleo, Engracia Hidalgo (i), y de Seguridad Social, Tomás Burgos (d), durante la rueda de prensa que han ofrecido este jueves para valorar los datos de paro registrado en diciembre. El paro ha bajado en diciembre de 2012 en 59.094 personas, dato que contrasta con el de diciembre de 2011, cuando el desempleo subió en 1.897 personas. (Ángel Díaz / EFE)-(20minutos.es)

PS vota contra redução das indemnizações por despedimento

-

UGT acusa governo de "fraude" e CDS está disponível para alterar diploma
O deputado do PS Miguel Laranjeiro afirmou hoje que se o governo mantiver posição na redução das indemnizações por despedimento, não há negociação possível.
“Isto torna quase a concertação social como uma fraude do ponto de vista do Governo, porque se a concertação social é para ser levada a sério, deve ser para tratar, trabalhar, decidir, negociar aquilo que é importante para os trabalhadores. Seja a Taxa Social Única (TSU), seja a redução das indemnizações por despedimento”, declarou Miguel Laranjeiro no Fórum TSF.
A proposta do executivo para reduzir as indemnizações por despedimento de 20 para 12 dias por cada ano de trabalho deu ontem entrada no parlamento.
A UGT já ameaçou em romper com acordo assinado em concertação social e acusa governo de “fraude”. Também o CDS já se mostrou disponível para alterar a proposta e está disponível para melhorar o diploma.
Notas do Papa Açordas: Estamos metidos num grande sarilho... Ao desgoverno interessa-lhe a UGT para fazer aqueles acordos que nem lembra ao diabo mas, por outro lado, trai o acordo que tem com a UGT e que tanto jeito faz...