quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

NUEVO EDIFICIO DEL COI EN LAUSANA

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NUEVO EDIFICIO DEL COI EN LAUSANA


Vista de la maqueta del nuevo edificio del Comité Olímpico Internacional durante la ceremonia para colocar la primera piedra de la futura sede en Lausana, Suiza. (Salvatore Di Nolfi / EFE)-(20minutos.es)


O predador

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Foi diretor do Caixa BI, o banco de investimento da CGD, onde se especializou em parcerias público-privadas. Esteve do lado da banca, a desenhar a estrutura financeira dos contratos que mais tarde se revelaram ruinosos para o Estado: as PPP rodoviárias da Beira Interior, do Pinhal Interior, do Litoral Oeste, do Baixo Tejo, do Baixo Alentejo, do Litoral Algarve, entre outras. Foi ainda enquanto representante do consórcio privado ELOS que assinou o contrato de financiamento, e respetivos swap, associados à construção da linha de TGV Poceirão-Caia entretanto cancelada. No processo foi nomeado administrador-executivo do banco.
Em 2011, passa a secretário de Estado, com duas funções principais: a renegociação para o Estado dos contratos feitos enquanto gestor e a privatização de empresas públicas. Para o assessorar na difícil tarefa, contratou em exclusividade Teresa Falcão, advogada da Vieira de Almeida, um dos maiores escritórios do país, onde trabalhava precisamente na área de Infraestruturas. No dia 22 de janeiro de 2014, a advogada é exonerada com louvores, para logo a seguir ter sido assinado um contrato de prestação de serviços, em que recebia 31 mil euros por assessoria jurídica. No total, só em 2014, a Vieira de Almeida recebeu do Estado e entidades públicas 1 milhão e 160 mil euros.
Privatizou a ANA, com direito a alterações na regulamentação do setor aeroportuário à medida do comprador (segundo o próprio relatório de acompanhamento). Vendeu os CTT em Bolsa à finança estrangeira que encaixou largos milhões com a súbita valorização em Bolsa da empresa. Foi responsável pelo gigante embuste que foi a privatização da TAP, despachou a CP Carga e concessionou os transportes urbanos de Lisboa e Porto, cujos contratos (da Carris e Metropolitano de Lisboa) foram barrados pelo Tribunal de Contas.
Ainda não tinha terminado o mandato, e já se sabia dos seus novos voos: responsável pela venda do Novo Banco, contratado pelo Banco de Portugal (BdP), por um período de 12 meses, pela quantia de 30 mil euros mensais (descontos para a Segurança Social incluídos). É o dobro do que recebe o governador e muito acima, já agora, do que recebem os atuais administradores da Caixa BI.
Ainda assim, segundo o BdP, o valor equivale ao anterior salário como administrador, esquecendo-se que o lugar na Administração já foi preenchido por outra pessoa, e que nada garante que o gestor para lá volte com o seu salário milionário.
Assim foram os cinco anos meteóricos de Sérgio Monteiro, gestor, facilitador, governante. Sob a capa da competência técnica, a eterna confusão entre o público, o privado e os escritórios de advogados que, sendo privados, trabalham para ambos.(Mariana Mortágua - Jornal de Notícias)

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA, mês de JANEIRO/2016

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:


Aviso n.º 14377/2015, Diário da República n.º 240/2015, 2.ª Série, de 2015-12-09. Declaração n.º 242/2015, Diário da República n.º 240/2015, 2.ª Série, de 2015-12-09. Declaração de Retificação n.º 1084/2015, Diário da República n.º 240/2015, 2.ª Série, de 2015-12-09. Declaração de Retificação n.º 1085/2015, Diário da República n.º 240/2015, 2.ª Série, de 2015-12-09.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nos outros blogs

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 Descaramento político made in PaF
   
«Não estraguem”, dizem PSD e CDS. Não estraguem a devolução da sobretaxa. Não estraguem o PIB que estagnou. Não estraguem o emprego que está em queda desde julho. Não estraguem o investimento que, depois de recuar a níveis de meados dos anos 80, está estagnado. Não estraguem a meta do défice que nós nunca cumprimos e que tornámos mais difícil de cumprir, como revelaram os dados vindos recentemente a público sobre a execução orçamental. Depois da propaganda pré-eleições, a farsa descarada.

Desde o momento da sua apresentação, os objetivos orçamentais que constavam do Orçamento de 2015 sempre foram considerados demasiado otimistas. Se dúvidas houvesse, os dados da execução orçamental de Outubro confirmam a tradição dos últimos 4 anos: a meta do défice inicialmente orçamentada não será cumprida. Mesmo com os juros e o petróleo a ajudar, o défice vai mesmo ficar acima dos 2.7% orçamentados, sendo muito difícil atingir a meta dos 3% que permite a Portugal sair do procedimento por défices excessivos.

Dois partidos que violaram todas as metas e todos os compromissos, e que, seja na frente económica, seja na frente orçamental, deixam o país num estado bastante pior do que o seu discurso eleitoral apregoava, não têm qualquer autoridade para dizer “não estraguem”. Quando a meta do défice está em perigo, não há nada para não estragar. Há um mês para tentar consertar uma execução orçamental que garanta aquilo que os 11 meses anteriores não garantiram.

O facto da situação económica e orçamental do país não corresponder ao que era dito no discurso eleitoral do PSD e do CDS não torna a situação do Governo mais difícil. O PS sempre partiu do pressuposto que o défice de 2015 ficaria acima do orçamentado. O PS sempre soube que ia ser difícil porque nunca embarcou na propaganda do anterior Governo e desenhou o seu programa com base na realidade, e não com base no que PSD e CDS diziam sobre a realidade.

Em 2011, PSD e CDS inventaram a desculpa do desvio colossal para rasgarem todos os seus compromissos eleitorais. Em 2015, o desvio colossal entre o discurso do PSD e do CDS e a realidade económica e orçamental do país não serve de desculpa para o PS fazer o mesmo. Apenas confirma o acerto do seu discurso e a urgência de pôr em prática um programa de Governo que reafirma todos os compromissos eleitorais do PS.» [Expresso]
   
Autor:

João Galamba.

In "O Jumento"

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Memória curta

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O tempo da política é sempre imediato. E abusa o mais que consegue das acrobacias permitidas pela memória curta. Mas há piruetas que, de tão rebuscadas, não enganam nem sequer o mais distraído dos portugueses que tem assistido à forma agressiva de bater bolas com que os políticos, mais bipolarizados que nunca, se têm entretido nas últimas semanas.
Marco António Costa, vice-presidente do PSD, assumiu ontem que é tempo de ser oposição, fiscalizando a "defesa do interesse nacional". Esta declaração seria responsável e séria, se não estivesse armadilhada no que a antecedeu e no que lhe sucedeu. Em ambos os casos, pelo meio das habituais expressões de que o poder foi tomado "de assalto", Marco António Costa referiu-se a contas.
Lembrou os cofres cheios e a dotação previsional de 62 milhões disponíveis para fazer face a imprevistos em dezembro (a tal almofada que não está tão macia como os recheados cofres). E voltou a garantir que os três por cento de défice serão atingidos "sem grande dificuldade", desde que António Costa e restante equipa "não estraguem", em 29 dias, o que PSD e CDS tão esforçadamente conseguiram em "1610 dias de trabalho".
O programa do PS foi aprovado no Parlamento há cinco dias, a 2 de dezembro. O país está a ser conduzido com base no Orçamento deixado pela coligação e começará 2016 a ser gerido em duodécimos. Por muito que o PS e a Esquerda sejam gastadores e responsáveis por nos deixar a troika à perna, é preciso ter esta cantiga entranhada no ouvido para acreditar que, se falharmos a meta do défice, a culpa só poderá ser destes terríveis assaltantes ilegítimos do poder.
Mas como a lógica não basta, olhemos então para as contas divulgadas, a fechar a semana, pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental. Nos primeiros nove meses do ano, o Estado terá tido um défice de 3,7%, o que torna "exigente e de difícil concretização" a meta estipulada por Passos Coelho para o ano - exatamente um ponto abaixo. Mas se há derrapagem nas metas, esqueça-se quem esteve no poder 336 dias. A culpa será sempre dos últimos 29. Estranha matemática.
Marco António Costa tem razão: é tempo de PSD e CDS serem oposição. E para isso têm de deixar o PS governar. A fiscalização é uma missão política tão nobre como a governação. Mas nós, os que somos governados, estamos fartos que Esquerda e Direita andem a apontar o dedo uma à outra. E, sobretudo, que nos tentem baralhar quanto a quem é responsável por quê. A nossa memória é curta, mas nem tanto.(Inês Cardoso - Jornal de Notícias)

MADURA ACEPTA LA HISTÓRICA DERROTA ELECTORAL

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MADURA ACEPTA LA HISTÓRICA DERROTA ELECTORAL 

Fotografía cedida por prensa de Miraflores del presidente de Venezuela, Nicolas Maduro, quien habla en la ciudad de Caracas (Venezuela). El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, dijo que acepta los resultados muy adversos para el oficialismo de las elecciones parlamentarias con la "moral y la ética del chavismo" y destacó que "ha triunfado la Constitución y la democracia". (EFE)-(20minutos.es)



PROTESTA DE 'ECOLOGISTAS EN ACCIÓN

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PROTESTA DE 'ECOLOGISTAS EN ACCIÓN"


Ecologistas en Acción ha protestado este lunes ante la factoría de Repsol en Cartagena (Murcia) porque esta multinacional refina en ella crudo de arenas bituminosas, un proceso que emite un 23% más de gases de efecto invernadero que el que se aplica al petróleo extraído de fuentes convencionales. (Javier Carrión / EFE)-(20minutos.es)


EL CENTRO DE MADRID, COLAPSADO

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EL CENTRO DE MADRID, COLAPSADO 

Fotografía de la calle Preciados, una de las principales arterias comerciales del centro de Madrid, repleta de gente. Son muchos los españoles que aprovechan estos días festivos para realizar sus compras navideñas en la capital. (JORGE PARÍS)-(20minutos.es)


Não há "condições" para fim da sobretaxa em 2016, admite Costa

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O primeiro-ministro, António Costa, diz não haver "condições financeiras" para acabar com a sobretaxa do IRS em 2016, como querem PCP e BE, mas que "há várias soluções" que estão a ser trabalhadas na Assembleia da República.

"Essa questão ainda está a ser trabalhada na Assembleia da República. Nós, infelizmente, não temos condições financeiras para eliminar integralmente a sobretaxa para todos os contribuintes", afirmou o também secretário-geral do PS, numa entrevista ao Público que o jornal divulga hoje.
António Costa acrescenta que, no entanto, "há várias soluções possíveis" entre aquilo que defendem o PCP e o BE e uma "eliminação de metade em 2016 e outra metade em 2017" ou "uma eliminação variável, em função do escalão de rendimento" dos contribuintes.
"Há várias soluções possíveis e estão a ser trabalhadas de forma a poder beneficiar o mais rapidamente possível um maior número de contribuintes, mas dentro daquilo que são os limites da capacidade financeira do Estado", afirmou.
O primeiro-ministro garante, por outro lado, que o Governo encurtou o mais possível todos os prazos para começar a "funcionar em pleno" e está agora "a desenvolver os trabalhos" para o Orçamento do Estado de 2016 e para "assegurar a melhor execução possível" do deste ano, "tendo em vista a assegurar e contribuir" para a meta de 3% do défice público, o que fará Portugal sair do procedimento europeu por défice excessivo.
Sobre a intenção de manter a maioria do capital da TAP nas mãos do Estado, António Costa diz que as negociações já começaram, mostrando-se "convencido" de que será possível chegar a um acordo com os compradores da companhia aérea.
No que toca às subconcessões dos transportes coletivos em Lisboa e no Porto, diz que a reconversão é "simples", uma vez que "não há contrato".
António Costa garante, por outro lado, que o Governo não vai alterar qualquer lei orgânica de serviços da Administração Pública em 2016 e que trabalhará com os atuais dirigentes em funções, se eles assim o quiserem.
Por outro lado, diz estar disponível para ouvir os parceiros sociais sobre o aumento do salário mínimo nacional, mas garante que "não será por ausência de acordo na concertação social que o Governo deixará de tomar as decisões que te de tomar" nessa matéria.
Dizendo que tem "confiança" na maioria parlamentar que apoia o Governo e que não tem "qualquer sinal que perturbe" essa confiança, António Costa diz esperar cumprir toda a legislatura, com base nos acordos assinados com PCP, BE e PEV.
"O que aconteceu desta vez de novo foi que todos tivemos a maturidade de dizer: ok, já sabemos bem o que nos distingue, sobre essa matéria não vamos discutir porque não faz sentido. Agora vamo-nos entender sobre um conjunto de matérias que são urgentes", afirmou, sublinhando que, por exemplo, para haver um entendimento sobre o aumento do salário mínimo não têm todos de pensar o mesmo sobre a NATO.(Notícias ao Minuto)

sábado, 5 de dezembro de 2015

Nos outros blogs

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 A geringonça em que está a oposição

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In "O Jumento"

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

TRASPLANTE DE CÉLULAS MADRE

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TRASPLANTE DE CÉLULAS MADRE


La pequeña Mirabella Horvath juega con un móvil en los brazos de su madre en el departamento de trasplante de células madre y hematología infantil del hospital Szent Laszlo de Budapest (Hungría). (Szilard Koszticsak / EFE)-(20minutos.es)


SANTA CLAUS EN MOTO

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SANTA CLAUS EN MOTO


Un hombre vestido de Santa Claus a bordo de una "scooter" de camino a una fiesta navideña cerca de Laubbach (Alemania). (Thomas Warnack / EFE)-(20minutos.es)

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 Enfim, BE e PCP descobrem-se "burgueses"
   
«Como a simplicidade pelos olhos dentro, a famosa prova do algodão, ficou ontem óbvio, de vez, o princípio que faz uns governarem e outros não: a famosa prova da aritmética. Com uns, dá maioria, com outros, não... Podemos passar a outros assuntos, ok? Falemos, então, de outro assunto que ontem também ficou arrumado: o regresso do filho pródigo, aliás, dois. A Assembleia da República é a casa da democracia. A casa de todos. Como líder partidário, António Costa só tem um mérito firmado até agora (e grande): ele declarou ainda antes da campanha eleitoral que nenhum partido tem peste. Por ter deixado essa porta aberta a todos, Costa, depois dos votos, recolheu uma maioria. Seja dito, a direita (CDS e PSD) e o PS sempre defenderam que o governo de Portugal era para ser feito pela vontade saída do Parlamento. E eles estavam certos. Porém, dois partidos alheavam-se, por tradição, da responsabilidade total. Estavam na AR mas com um pé, uma vontade e muitos discursos de fora. Para o BE e o PCP, o Parlamento era um mero patamar porque era "burguês". Em toca e foge, aprovavam uma ou outra lei, mas nunca um governo. Com o apoio a este governo PS, aconteceu agora uma revolução. Ontem, Catarina Martins explicitou-a: "O BE reconhece que que este programa foi feito com base no que discutimos e que assenta sobre pontos essenciais." Isto é, este é o governo de PS, BE e PCP. Amanhã, outras variantes. Já podemos contar, para tudo, com todos.» [DN]
   
Autor:

Ferreira Fernandes.

In "O Jumento"


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

KERBALA CELEBRA EL ARBAIN

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KERBALA CELEBRA EL ARBAIN


Miles de peregrinos musulmanes chiíes se congregan alrededor del santuario del imán Husein durante la conmemoración del Arbain en la ciudad santa de Kerbala, a unos 110 km al sur de Bagdad (Irak). (Str / EFE)-(20minutos.es)

PRIMER BOMBARDEO BRITÁNICO EN SIRIA

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PRIMER BOMBARDEO BRITÁNICO EN SIRIA

Vista de un avión Tornado GR4 de la RAF británica, a su regreso a la base aérea de Acrotiri, Chipre, tras haber cumplido su primer misión en Siria. (Stavros Koniotis / EFE)-(20minutos.es)


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

DIBUJOS OCULTOS EN LA ALHAMBRA

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DIBUJOS OCULTOS EN LA ALHAMBRA


Una restauradora señala las piezas de madera que conforma la cúpula del templete oeste del Patio de los Leones de la Alhambra de Granada, cuyos trabajos de restauración de madera y yeso han desvelado dibujos de la época nazarí escondidos en el reverso de las piezas. (Pepe Torres / EFE)-(20minutos.es)

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 O exame da quarta classe, a nova batalha da direita

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O exame da quarta classe tem um efeito mítico para a nossa direita, marca um antes e um depois, dantes sabia-se tudo, depois veio a bandalhice, dantes era o Salazar, depois foi a democracia. Não importa que não sirva para nada, não importa que seja de um tempo em que a escolaridade obrigatória era de 4 anos, o que importa é que o futuro de Portugal está comprometido porque deixa de existir um exame que só por cá existia. Curiosamente o Crato desapareceu e já ninguém fala dele, desapareceu o homem mas ficou a ora, obras como o exame da quarta classe e o desinvestimento no ensino do inglês.

In "O Jumento"

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

SIGUE DESPIERTO

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SIGUE DESPIERTO


El volcán de Fuego de Guatemala continúa en fase eruptiva hoy, lunes 30 de noviembre de 2015, con constantes explosiones y ondas de choque que hacen vibrar algunos techos y ventanas de casas aledañas, en Escuintla (Guatemala) (Juan Martinez Espinosa / EFE)-(20minutos.es)



segunda-feira, 30 de novembro de 2015

"Afinal, o que foi dito em campanha não passava de um embuste"

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António Filipe lamenta que PSD/CDS tenham transmitido uma informação errada e demasiado otimista aos portugueses antes das eleições legislativas.

O Partido Comunista reagiu, pela voz de António Filipe, aos números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

“Quando dirigentes do PSD/CDS davam conta de crescimento da economia portuguesa, ficámos a saber que a economia estagnou no terceiro trimestre relativamente ao anterior e desacelerou relativamente ao homólogo de 2014”, nota o deputado.
Em declarações aos jornalistas, António Filipe disse entender, portanto, que “afinal, o que foi intensamente dito aos portugueses nos meses de campanha eleitoral não passava de um grande embuste”.
Tendo em conta a “desaceleração do investimento, consumo privado e exportações”, a “evolução da economia não foi aquilo que se disse”, lamenta.(Notícias ao Minuto)
Notas do Papa Açordas: Ainda vão cair muitos esqueletos dos armários...

CUMBRE DEL CLIMA EN PARÍS

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CUMBRE DEL CLIMA EN PARÍS


El presidente galo, François Hollande (centro), y el ministro francés de Asuntos Exteriores, Laurent Fabius (izda), reciben al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon (dcha), a su llegada a la cumbre sobre cambio climático COP21 que se celebra en Le Bourget, en París. (Christophe Ena / ) .(20minutos.es)