sábado, 2 de abril de 2016

UN ELÉCTRICO PARA EL GRAN PÚBLICO

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UN ELÉCTRICO PARA EL GRAN PÚBLICO

El nuevo Tesla Model 3 fue presentado este jueves en Hawthorne, California (EE UU). El fabricante estadounidense quiere convertir este coche en el primer modelo eléctrico de consumo de masas del mundo. Su precio rondará los 30.000 euros. (Tesla / EFE)-(20minutos.es)


MARATÓN POR LA LIBERTAD

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MARATÓN POR LA LIBERTAD

Participantes compiten junto al muro de separación, entre Israel y la ciudad palestina de Belén, durante la Maratón Derecho al movimiento. Unas 4.300 personas han recorrido las calles de esta ciudad para reivindicar el derecho de tener libertad de movimiento. (Abed Al Hashlamoun / EFE)-(20minutos.es)

PASANDO REVISTA

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PASANDO REVISTA

La joven transexual Panitan Nuchpramool espera para presentar una documentación que la exime del servicio militar en Bangkok (Tailandia). Las mujeres transexuales que ya están operadas del pecho y demás intervenciones de cambio de sexo, están exentas del servicio militar obligatorio. (Rungroj Yongrit / EFE)-(/20minutos.es)

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 O PSD e o CDS andam muito mudados
   
«O texto de condenação votado pelo PSD e pelo CDS em 2003 denunciava uma pena “escandalosamente pesada” de 12 ativistas políticos, a 20 anos de prisão. Dessa vez não era em Angola. Era em Cuba. Nesse ano, quando os dois partidos estavam coligados no Governo chefiado por Durão Barroso, o líder parlamentar do PSD era Guilherme Silva. Este antigo dirigente social-democrata diz ao Observador que não compreende o voto do seu partido esta quinta-feira, no Parlamento, contra a condenação dos presos políticos em Angola. “Tenho alguma dificuldade em perceber, nesta altura da nossa vida coletiva, que abdiquemos dos nossos princípios. Em matéria de princípios, o voto do PSD devia ter sido de condenação. Eu teria votado a favor. É a minha posição pessoal”, afirma o antigo deputado madeirense.

À semelhança dos votos apresentados pelo PS e pelo Bloco de Esquerda em relação à condenação do grupo dos 15+2 em Angola, o voto de condenação de 2003, apresentado pelo próprio CDS, mostrava-se contra as sentenças por delito de opinião. Estas condenações, ainda do tempo de Fidel Castro, ocorreram ao abrigo da apelidada “Lei da Mordaça”, que previa sentenças até 20 anos para quem tentasse lesar a soberania e identidade de Cuba, sendo usada para travar ativistas políticos e dos direitos humanos. Apesar de uma iniciativa do Bloco de Esquerda no mesmo sentido ter sido rejeitada no Parlamento, o texto de condenação do CDS foi aprovado pelos centristas, pelo PSD e pelo PS.» [Observador]
   
Parecer:

Não convém estragar os negócios de amigos como o Miguel Relvas.

Por cá dizem cobras e lagartos do perigo comunista e do extremismo do PCP e do BE, mas quando está em causa dinheiro que unta os votos foi o espectáculo triste que se viu.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»

In "O Jumento"


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E o cata-vento é o Marcelo?


Começou por dizer que a intenção de cortar salários era uma falsa acusação da acusação, inventou um desvio colossal para o fazer dizendo que era por um ano, depois disse que era para o período de ajustamento, em Bruxelas disse que era os cortes eram definitivos, na campanha eleitoral garantiu que eram para mais uma legislatura, quando tentou o apoio do PS propôs acelerar a reposição, para depois dizer que a reposição mais rápida era uma desgraça. E o Cata-vento é o Marcelo?

Cortou todas as pensões e Tribunal Constitucional declarou a medida como inconstitucional, esclarecendo que não se podia chamar reforma a um corte linear das pensões. Desde então deixou de falar em cortes para falar de reforma, ainda que tenha voltado a informar Bruxelas que o país se comprometia a cortar nas pensões. Agora diz que não quer cortes, que isso é o jargão da esquerda, o que ele quer é uma reforma. E o cata-vento é o Marcelo?

Liderou o governo mais à direita que Portugal teve em democracia, não escondia as suas leituras do salazarismo, chamou requalificação aos despedimentos, disse que o despedimentos era uma oportunidade para os trabalhadores, sugeriu aos portugueses que emigrassem, chamou democracia económica à venda de grandes empresas estratégicas nacionais ao partido Comunista da China. Agora, porque lhe ´+a jeito, afirma “social-democracia sempre!”. E o cata-vento é o Marcelo?

Adoptou o seu ar mais choros para pedir desculpa aos portugueses por ter aprovado uma meia dose de austeridade no tempo do governo de Sócrates. Mal se apanhou no governo adoptou o programa de austeridade mais brutal que a Europa conheceu, quase comparável ao que os Boys de Chicago aplicaram no Chile de Pinochet, e ainda chamou piegas ao povo português. E o cata-vento é Marcelo.

975 dos militantes do PSD escolheram Passos para continuar a liderar o seu partido, agora estão em Espinho para o aclamar, estão escolhendo um líder sem palavra, que hoje é uma coisa e amanhã é outra, em quem já ninguém acredita e que em tempos, num momento de falta de vergonha na cara, chamou cata-vento a um ex-presidente do seu próprio partido. O PSD deve estar doido ao fazer esta encenação espinhosa, pondo um cata-vento na sua liderança.

Enfim, há por ali muitos cata-ventos que ontem diziam cobras e lagartos de Passos, ainda que em privado, que em Espinho o  aclamam e que mal termine o congresso começam a pensar numa alternativa. E o cata-vento é o Marcelo?

In "O Jumento"


sexta-feira, 1 de abril de 2016

PSD: Ventos adversos

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"Sopram ventos adversos Junto à praia que se quis E há sentimentos dispersos Que são barcos submersos No mar do que não se diz"
As palavras são da genial Manuela de Freitas e a voz que as canta é de Camané, mas podiam ser entoadas como prólogo para o congresso do PSD com a força que a poesia tem para nos dar o essencial.
Não há dúvida que "sopram ventos adversos" para Pedro Passos Coelho que foi alguém que, mesmo criticando os "cata-ventos mediáticos", soube aproveitar as correntes dominantes que lhe surgiram de feição. Atacou o discurso temeroso de Ferreira Leite, mesmo que mais tarde viesse a corporizar muito do rigor que ela defendia. Atacou Sócrates pelos cortes que o socialista queria impor, para de seguida deixar-se levar pelo furacão austeritário de Bruxelas. Justiça lhe seja feita, nunca deixou cair a sua face liberal, mas é preciso aprender a navegar à bolina.
Agora que o projeto de poder do PSD feneceu "junto à praia que se quis", o que sobra são "sentimentos dispersos", muito influenciados pela derrota recente e por um mapa político que não para de se alterar. Passos, que corporizou a cartilha alemã, não deu ainda sinais de ser capaz de colocar o PSD a produzir um discurso e um conjunto de ideias que surja como uma alternativa que não pareça só um regresso ao passado. O congresso precisa de ser o ponto de partida para este caminho.
Perante alguns meses de uma oposição sem muito futuro, os "barcos submersos" dos opositores internos começaram a emergir, mas ainda não parecem ter força suficiente para influenciar decisivamente um congresso que tem tudo para ser o "mar do que não se diz".
Esse é o resultado dessa mortífera invenção para a democracia partidária que são os congressos com líderes pré-eleitos. Mesmo num partido que tem tudo para discutir, podem ser um vazio total de confrontação de ideias porque estão formatados para ser um momento de consagração do líder.
Se Passos Coelho vai viver um momento de consagração sincero ou um exercício de hipocrisia com tons de velório, depende muito mais dele do que de quaisquer obstáculos que potenciais adversários lhe criem. Precisa de firmar um discurso que olhe o futuro e de renovar convincentemente a sua equipa para os ventos adversos que sopram. Se não for capaz disto, estamos só no princípio do fim.(David Pontes - Jornal de Notícias)

quarta-feira, 30 de março de 2016

EL PASEO MÁS ESPERADO

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EL PASEO MÁS ESPERADO 

Los líderes del PSOE, Pedro Sánchez, y de Podemos, Pablo Iglesias, a su llegada al Congreso, donde se reúnen hoy para explorar si es posible que sus partidos vuelvan a negociar la formación de gobierno, sin que los socialistas renuncien a su pacto con Ciudadanos, con el fin de evitar la repetición de elecciones. (Juan Carlos Hidalgo / EFE)-(20minutos.es)


BRINDIS REVOLUCIONARIO

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BRINDIS REVOLUCIONARIO

Imagen facilitada por la editorial Malpaso del libro Cuaderno de Cuba, la obra del ilustrador francés Lapin en la que recorremos la isla a través de sus dibujos. En en el dibujo se puede observar un homenaje a La última cena de Leonardo Da Vinci en forma de caricatura de los líderes cubanos, con Fidel Castro brindando en el centro. (Lapin / EFE)-(20minutos.es)



Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/actualidad/las-mejores-fotos-del-dia-11011/#xtor=AD-15&xts=467263

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 Jumento do dia
    
José Matos Correia

É preciso ter uma imaginação muito fértil para ver a comunicação de Marcelo povoada de dúvidas e de recados ao governo e Marcelo parece ter essa qualidade. Deve ter sido muito difícil digerir a comunicação do Presidente da República ao ponto de terem de a elogiar. Até parece que ainda estamos no consulado cavaquista, quando cada discurso obrigava a complexas interpretações.

Mas o mais curioso é o "vá lá, vá lá", sinal de que o pessoal de Passos Coelho está com muito medo de Marcelo, daquele que Passos designou de forma jocosa como cata-vento.

«Vá lá, vá lá!” Foi esta a expressão que correu nos bastidores da direção do PSD depois de terem ouvido Marcelo Rebelo de Sousa falar do Orçamento de Estado de António Costa. A comunicação do Presidente da República ao país não chegou onde o partido sonhava - Marcelo manteve o benefício da dúvida ao Executivo socialista - mas reconfortou os “laranjinhas” ao deixar uma série de dúvidas sobre os resultados do modelo socialista que o PR diz só ter a prova dos nove lá mais para 2017.

“Sem se comprometer, o Presidente defendeu-se. E ao defender-se reforçou a sua independência política face ao Governo”, ouviu o Expresso. A reação oficial do partido, pela voz de José Matos Correia, ainda que seca, traduziu isso mesmo. Considerando que a promulgação do OE era absolutamente “expectável”, o vice-presidente de Passos Coelho preferiu salientar os dois pontos da comunicação presidencial que mais colam com o discurso do PSD. A saber: a “exigência” de boa execução orçamental e de “rigor”; e a defesa da estabilidade política.» [Expresso]

In "O Jumento"

terça-feira, 29 de março de 2016

AVIÓN SECUESTRADO

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AVIÓN SECUESTRADO

Un avión de EgyptAir que realizaba el trayecto entre Alejandría y El Cairo ha sido secuestrado, según ha confirmado la aerolínea. La aeronave, que transportaba a 81 personas, ha sido obligada a aterrizar en el aeropuerto internacional de Larnaca, en Chipre. El presidente chipriota, Nicos Anastasiades, ha asegurado que el secuestrador no es un terrorista, según apunta Euronews. (Katia Christodoulou / EFE)-(20minutos.es)

Angola: fraca com os fortes, forte com os fracos

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O regime angolano condenou 17 ativistas a penas entre os dois e os oito anos de prisão, pelo crime de estarem a ler um livro. Esta decisão política do poder judicial é, antes de mais, a expressão da fratura social provocada pelo regime. Mas revela também o desespero do fim de um ciclo de quase quatro décadas: é que o regime, ao condenar estes ativistas, não faz mais do que revelar o seu próprio medo do fim.
Em Angola, como escreveu Ondjaki, existe um país em que gente superior "que está a mandar mais do que Deus". É o país de José Eduardo dos Santos, da sua família, dos seus ministros e generais. Sob a retórica da nova economia liberalizada, esconde-se a velha corrupção de uma oligarquia milionária que se alimenta do petróleo e diamantes. As cumplicidades que têm em Portugal podem ser ouvidas no silêncio de quem elogia a influência do capital angolano na economia portuguesa mas se cala perante as sucessivas violações dos direitos humanos.
O país dos 17 ativistas condenados é outro. É a Angola real, que tem a maior taxa de mortalidade infantil do Mundo e onde uma parte significativa da população vive com menos de um dólar por dia. Ao contrário do que o poder insiste em repetir, o que estes ativistas fizeram não é um atentado contra o Estado angolano; é uma homenagem à sua persistente história de luta.
Não nos esqueçamos destes nomes: Luaty Beirão, Domingos da Cruz Maninho, Nuno Alvaro Dala, Sedrick de Carvalho, Manuel Nito Alves, Inocência de Brito, Laurinda Manuel Gouveia, Fernando António Tomás, Mbanza Hamza, Osvaldo Sérgio Correia Caholo, Arante Kivuvu, Albano Evaristo Bingo, Nelson Dibango Santos, Itler Samassuku e José Gomes Hata. Perante a violência de quem usa a repressão, repetir o nome destes ativistas é, por si só, um ato de liberdade.(Mariana Mortágua - Jornal de Notícias)


BES e Banif são resultado "da incompetência do Governo e supervisão"

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Francisco Louçã enumera os três fatores que criaram a "tempestade perfeita" no setor bancário português.

É já amanhã que os dirigentes financeiros do Banif vão ser ouvidos na comissão de inquérito parlamentar. O objetivo é descobrir o que se passou no banco para justificar a queda de mais uma entidade portuguesa tão pouco tempo depois do que aconteceu com o BES.

Na ótica de Francisco Louçã, exposta no tempo de antena da TVI, o atual estado da Banca é fruto de “uma tempestade perfeita” composta por três fatores: “a incompetência da supervisão”, “as imparidades” e a “pressão política do Banco Central Europeu (BCE)”.
Sobre o primeiro aspeto, o antigo líder do Bloco diz que “a irresponsabilidade atingiu os limites da indecência”, referindo-se tanto ao Governo como ao Banco de Portugal, lembrando que “durante um ano, Portugal teve informações sobre as dificuldades no império Espírito Santo e devia ter atuado a tempo”. Se evita intervir no Banif porque há uma campanha eleitoral em curso, significa que está a desprezar as suas funções de supervisão”, acrescenta.
Quanto ao segundo ponto, o economista diz não perceber como Portugal chegou ao ponto de ter “40 mil milhões de imparidades”, ou seja, ativos cujo valor não era verdadeiro. “São jogos contabilísticos, são facilidades e a conexão que a Banca portuguesa teve com o triângulo da construção civil e do imobiliário”, explicou.
Por fim, as responsabilidades que competem ao Banco Central Europeu, que Louçã diz ter agido “sem proteger a Banca portuguesa e com muitos jogos de estratégia de poder”.
“O BCE, percebendo que há dificuldades de financiamento de capital no Santander, decidiu injetar o Banif no Santander para resolver esse problema”, apontou, terminando o comentário com uma pergunta tanto retórica como irónica: [O Santander] comprou o Banif a 19 de dezembro e no dia 31 registou um lucro de 190%, tudo em 11 dias. Não está mau, pois não?”.(Notícias ao Minuto)

segunda-feira, 28 de março de 2016

ATENTADO SUICIDA EN UN PARQUE DE PAKISTÁN

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ATENTADO SUICIDA EN UN PARQUE DE PAKISTÁN

Varias personas lloran durante el funeral en honor a una víctima del ataque suicida del parque Gulshan Iqbal, en Lahore (Pakistán). El número de muertos en el atentado suicida perpetrado ayer en un parque público de la ciudad paquistaní de Lahore aumentó hoy a 72, entre ellos 17 niños, mientras que la cifra de heridos asciende a 359, 20 de ellos en situación crítica. Las fuerzas de seguridad del país han detenido a 50 personas sospechosas de estar implicadas en el atentado, informó el Gobierno del Punjab. (Rahat Dar / EFE)-(20minutos.es)

PROCESIÓN DEL JESUCRISTO RESUCITADO

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PROCESIÓN DEL JESUCRISTO RESUCITADO 

Penitentes a la salida de la catedral de la procesión de la Hermandad de Jesucristo Resucitado, Señor de la Vida, y María Santísima del Triunfo, en Almería. (Carlos Barba / EFE)-(20minutos.es)

Condenação de activistas reforça ideia de que Angola “vive uma ditadura”

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Quem pensa, quem fala e quem age diferente é castigado, acusa Elias Isaac da Open Society. Advogados contestam acusação de “malfeitoria” de última hora. Penalista diz que decisão é inconstitucional. Escritor José Eduardo Agualusa prevê reforço da contestação ao regime.

A condenação de 17 activistas angolanos por crimes de “actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores”, esta segunda-feira, não causou especial surpresa, mas está a ser vista como sinal de que Angola “vive uma ditadura”.Analistas de várias áreas acusam o sistema judicial de não ser independente, de estar ao serviço do partido no poder, o MPLA, e de controlar a liberdade de expressão, operando cada vez mais como uma ditadura e menos como umademocracia.

Os 17 foram condenados a penas de prisão efectiva que variam entre os dois e os oito anos e já estão na cadeia de Viana, incluindo as duas activistas, Rosa Conde e Laurinda Gouveia, que passaram o julgamento em liberdade, disse ao PÚBLICO um dos advogados, Zola Ferreira. Domingos da Cruz, autor do livro Ferramentas para Destruir o Ditador e Evitar Nova Ditadura. Filosofia Política da Libertação para Angola, que estava a ser discutido quando eles foram presos a 20 de Junho, e considerado o líder do grupo, foi condenado à pena mais alta: oito anos e seis meses de prisão. O rapper luso-angolano Luaty Beirão foi condenado a cinco anos e seis meses.

Nuno Dala, Sedrick de Carvalho, Nito Alves, Inocêncio de Brito, Laurinda Gouveia, Fernando António Tomás “Nicola”, Afonso Matias “Mbanza Hamza”, Osvaldo Caholo, Arante Kivuvu, Albano Evaristo Bingo-Bingo, Nelson Dibango, Hitler Samussuku e José Gomes Hata foram condenados a quatro anos e seis meses de prisão. Rosa Conde e Jeremias Benedito foram condenados a dois anos e três meses de prisão.  

No decurso do julgamento, que se arrasta desde 16 de Novembro, sempre rodeado de fortes medidas de segurança, e adiado várias vezes, o Ministério Público angolano deixou cair a acusação de actos preparatórios para um atentado contra o Presidente. A 21 de Março, a representante do Ministério Público, Isabel Fançony Nicolau, alegou que não ficou provado que os 15+2 pretendiam atentar contra a vida de José Eduardo dos Santos e aos demais órgãos de soberania e também absolveu o arguido Manuel Chivonde Baptista Nito Alves do crime de falsificação de identidade.(Público)

Notas do Papa Açordas: Eis a DITADURA angolana no seu melhor...


sexta-feira, 25 de março de 2016

LIBERACIÓN DE PALMIRA

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LIBERACIÓN DE PALMIRA


Soldados del Ejército sirio posan durante su avanzada hacia la ciudad de Palmira, en la provincia siria de Homs, después de su "liberación" en el marco de los enfrentamientos con el grupo yihadista Estado Islámico (EI). (EFE/SANA)-(20minutos.es)


Cessação do mandato do governador do BdP é "uma obrigação"

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A polémica em torno das decisões tomadas por Carlos Costa no âmbito da regulação da banca nacional continua a dar que falar.

Desta vez é Ascenso Simões quem defende que o governador do Banco de Portugal deve apresentar a sua demissão do cargo que ocupa desde junho de 2010.

Num texto publicado no jornal digital Ação Socialista, o deputado do PS aponta que “o problema da supervisão financeira carece de uma atenção urgente” e nesta senda defende que “importa segregar atividades que decorrem da nossa presença no sistema europeu; interessa, depois, consagrar uma outra malha de competências e procedimentos a seguir pelo Banco de Portugal e pela Comissão de Mercados; por último, é relevante a clareza nos procedimentos correntes de supervisão e de transparência das operações”.

“O caso BPN deixou claro o estado em que estava o Banco de Portugal no momento em que foi obrigatório intervir perante o assalto que gestores e acionistas fizeram a este ‘banco laranja’”, continuou.
Perante isto, Ascenso Simões diz que os “amplos poderes” do Banco de Portugal “não vão ao ponto de se transformar numa entidade ‘autista’ perante o clamor de uma saída”.
“É, por isso, que urge uma leitura e uma obrigação por parte do seu mais alto responsável – a cessação do mandato. Está claro que esta decisão, tomada no silêncio e no isolamento que só as grandes personalidades assumem, nunca é fácil. Mas, a não ser tomada no mais curto espaço de tempo, desgraduará e memorizará quem assume o medo de a tomar”, conclui. (Notícias ao Minuto)

quinta-feira, 24 de março de 2016

CRUCIFIXIONES EN SAN PEDRO CUTUD

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CRUCIFIXIONES EN SAN PEDRO CUTUD

El penitente Ruben Enaje muestra los cuatro clavos que serán utilizados para crucificarle otra vez, como cada año en Semana Santa desde hace 30, en San Pedro Cutud en San Fernando al norte de Manila (Filipinas). (EFE/Francis R. Malasig)-(20minutos.es)

Os javardos

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O meu avô João Florindo não era homem para abusar dos impropérios. E ainda menos de obscenidades. Os dedos de uma mão sobrariam para contar as vezes que o ouvi soltar aquela expressão em que se usa a mãe para insultar o filho (e sempre com a mula como alvo). Mas como qualquer pessoa, também ao meu avô às vezes subia o sangue à cabeça. E era nessas raras situações que recorria à palavra que, quanto a ele, correspondia ao supremo insulto que se podia lançar a outro ser humano: javardo. Sendo que era preciso distinguir entre o uso da palavra enquanto substantivo (quando era usada para se referir ao javali, bicho que detestava, como qualquer agricultor que preze o campo de milho que tanto trabalho dava a construir e que o bicho destruía em poucos minutos) e enquanto adjetivo (quando era usada, em sentido figurado, para se referir a outra pessoa que considerava uma ameaça à sua e à nossa estabilidade).
Lembrei-me do meu avô a propósito dos ataques terroristas de Bruxelas e dos indivíduos que os levaram a cabo. Enquanto assistia às primeiras imagens do rasto de morte e sofrimento que espalharam, atirei-lhes várias das tais expressões em que se usam as mães para insultar os filhos. Não serviu de nada. São expressões já demasiado gastas no uso diário (à conta do tipo que acelera numa zona residencial onde brincam crianças, como à conta das trafulhices de um banqueiro, que depois somos chamados a pagar). E foi nessa altura que me lembrei do velho agricultor de Domingos da Vinha e da expressão que usava de forma bastante parcimoniosa: são uns javardos.
Acontece que, no mesmo dia em que, em Bruxelas e por toda a Europa, se rangiam os dentes e se choravam os mortos, do outro lado do Atlântico duas criaturas que aspiram ao lugar de líder do chamado mundo livre entraram numa espiral de afirmações perigosas que não fazem mais do que conduzir à guerra, ao ódio e a mais terror. Donald Trump, o candidato que lidera a corrida à nomeação para presidente dos EUA pelo Partido Republicano, aproveitou para insistir na institucionalização da tortura. Que se lixe a Convenção de Genebra. Ted Cruz, que vai em segundo na corrida, quer patrulhas policiais especiais nos bairros onde haja muçulmanos. Que se lixem os direitos civis. A troco de votos, optam pela demagogia e pela xenofobia. Em perfeita sintonia com a extrema-direita francesa e alemã. No fundo, caíram na armadilha dos terroristas. Radicalizam-se e garantem a perenidade da guerra, do ódio e do terror. É certo que é preciso dar combate aos assassinos. Mas, para que esse combate seja eficaz, é essencial cuidar do campo de onde germinam os valores da liberdade, dos direitos humanos e da democracia. Protegê-lo dos javardos, que não apenas dos terroristas.(Rafael Barbosa - Jornal de Notícias)

quarta-feira, 23 de março de 2016

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LA TORRE EIFFEL ILUMINADA CON LA BANDERA BELGA

Vista de la torre Eiffel iluminada con los colores de la bandera nacional belga, en París (Francia), en honor a las víctimas de los ataques en Bruselas. (Ian Langsdon / EFE)-(20minutos.es)