sexta-feira, 6 de junho de 2014

Orçamento Pensões milionárias escapam a nova CES

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Os novos cortes nas pensões, que serão implementados no próximo ano, irão deixar de fora as pensões inferiores a mil euros e as pensões milionárias dos sistemas privados, conta hoje o Jornal de Negócios.

O Governo aprovou, esta quinta-feira, recorda o Jornal Negócios, a medida duradoura para as pensões, que em 2015 deverá substituir de forma permanente a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES).

Já se sabia que esta irá isentar as reformas inferiores a mil euros, mas a novidade é vão ficar também de fora os fundos privados de pensões, onde se incluem as chamadas pensões milionárias.

Como explicou Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade, Trabalho e da Segurança Social, os cortes incidirão “sobre sistemas públicos de pensões e não sobre outros sistemas”, o que significa que ficarão de fora todos os sistemas privados.

Assim, os ex-banqueiros e antigos quadros de grandes empresas, alguns dos reformados mais indignados com os cortes de 30% em pensões de 15 mil euros e de quase metade do valor das pensões de 50 mil euros, podem ficar mais descansados.(Notícias ao MInuto)

Notas do Papa Açordas. Mais uma vez vão os mesmos pagar as contas do Estado, isto é, os reformados da FP. Saliente-se que, apesar de pertencerem ao Estado, vão ficar de fora os reformados do Banco de Portugal e outros que tais...

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA, mês de JULHO 2014

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:



Aviso n.º 6872/2014, D.R. n.º 109, 2.ª Série, de 2014-06-06. Declaração de retificação n.º 591/2014, D.R. n.º 109, 2.ª Série, de 2014-06-06. Declaração de retificação n.º 592/2014, D.R. n.º 109, 2.ª Série, de 2014-06-06. Declaração de retificação n.º 593/2014, D.R. n.º 109, 2.ª Série, de 2014-06-06. Declaração de retificação n.º 594/2014, D.R. n.º 109, 2.ª Série, de 2014-06-06.


UN ROBOT QUE LEE EMOCIONES

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Un robot que lee emociones

UN ROBOT QUE LEE EMOCIONES

El presidente ejecutivo y presidente de SoftBank, Masayoshi Son, se relaciona con el robot humanoide Pepper durante su presentación en Urayasu cerca de Tokio (Japón). Capaz de interaccionar con las emociones y el lenguaje corporal, Pepper es descrito por los desarrolladores como el "primer robot personal del mundo que lee las emociones". Saldrá a la venta en febrero de 2015 con un precio base de 1.420 euros. (Franck Robichon / EFE)-(20minutos.es)


REPARACIÓN ELÉCTRICA EN AFGANISTÁN

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Reparación eléctrica en Afganistán

REPARACIÓN ELÉCTRICA EN AFGANISTÁN


Trabajadores eléctricos afganos reparan cables en la planta de energía en Qasaba, distrito de Kabul, Afganistán. Kabul ahora goza de una ininterrumpida corriente eléctrica gracias a la importación de este servicio desde Tayikistán, país vecino. (Jawad Jalali / EFE)-(20minutos.es)

Aclarando a nulidade

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"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus atos e pelas suas ações." É do Tribunal Constitucional (TC) que fala Passos, o tal que, diz ele, é composto por juízes "mal escolhidos", a quem "falta bom senso", que fazem acórdãos "obscuros" a precisar de "aclaração", tornando "problemática a necessária consolidação orçamental para os próximos anos", e que, para cúmulo, "não foram escrutinados democraticamente"? Só pode, pensa o leitor, arregalando os olhos: "Ena pá, o tipo quer levar os juízes do Constitucional a tribunal. Mas, espera, que tribunal?"
Pois. Acima deste não há nenhum, pelo que não podia ser ao TC, que acusa de tudo e um par de botas, mas sobretudo de querer "governar sem mandato", que Passos queria, quando proferiu a primeira frase citada (em 2010), responsabilizar "civil e criminalmente"; era mesmo a quem governa com mandato. Sim: o primeiro-ministro que se lança, lancinante, sobre o TC por, não sendo "objecto de escrutínio democrático", "invadir o campo da governação", queria juízes a escrutinar o "ter um orçamento e não o cumprir, dizer que a despesa devia ser 100 e ela ser de 300". Ou seja: a julgar a governação.
Estapafurdiamente contraditório, não é? Mas, convenhamos, chegámos ao ponto em que se Passos não for estapafurdiamente contraditório achamos que foi trocado por alienígenas. Veja-se, por exemplo, setembro de 2013: "Nenhum dos acórdãos do TC que chumbou medidas importantes para a reforma do Estado encontrou na Constituição um óbice. Foi por causa da interpretação que o juízes fazem da Constituição. Não é preciso rever a Constituição para cumprir o memorando de ajustamento. É preciso bom senso." Abril de 2010: "Não vale a pena esconder. Há quem pense que com esta Constituição podemos fazer tudo e que só não se veste bem nela quem está de má vontade. Não é assim."
Não há como esconder, realmente. Mas são tantas que esquecem. O "Conselho Superior da República", lembram-se? "Grande proposta" de Passos ao chegar à liderança do PSD, seria "um órgão composto por aqueles que têm durante a sua vida o encargo de julgar os outros e as situações e que mostram no fim da sua carreira que são impolutos e que têm uma vida pública sem mácula", para "ajudar o parlamento", "funcionando como um crivo de idoneidade". E quem seriam estes deuses que Passos frisava "apartidários"? Adivinhou: juízes.
Sim; custa a acreditar, quanto mais perceber. Mas a um tal primeiro-ministro, o que imputa ao TC ambiguidade, obscuridade e falta de senso, não vale a pena pedir aclaração, muito menos nulidade - já no-la deu toda."
(Fernanda Câncio - Diário de Notícias)


quarta-feira, 4 de junho de 2014

CONTINÚA LA BÚSQUEDA DE MADELEINE

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Continúa la búsqueda de Madeleine

CONTINÚA LA BÚSQUEDA DE MADELEINE

Un agente de policía británico y un perro adiestrado participan en la búsqueda de Madeleine McCann en Praia da Luz, Portugal. Agentes de la Policía portuguesa y de Scotland Yard se encuentran en suelo luso para colaborar con la búsqueda de Madeleine McCann en los alrededores de la zona del sur de Portugal donde desapareció hace más de siete años. La cooperación entre las autoridades de los dos países se produce después de que Scotland Yard solicitara hace meses a la Fiscalía lusa "asistencia judicial" para poder avanzar con sus investigaciones en Portugal. (Luis Forra / EFE) - (20minutos.es)


INSTANTÁNEA 'TRAMPOSA'

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Instantánea 'tramposa'

INSTANTÁNEA 'TRAMPOSA'

La canciller alemana, Angela Merkel (d), se reúne con actores del teatro Uckermaerkische Buehne Schwedt, que la invitaron al espectáculo teatral de fantasía La maldición de la mujer blanca (Der Fluch der weien Frau en alemán), en Schwedt (Alemania). El encuadre de la foto, que hace que la canciller aparezca con cuernos, por su posición delante de uno de los actores, ha hecho que triunfe en las redes sociales. (Wolfgang Kumm / EFE) - (20minutos.es)


As derivas

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"A crise no PS talvez servisse para aclarar a natureza daquele partido e definir, ideologicamente, o que ele representa, ou quer representar. Não creio que isso vá acontecer. O PS, desde a fundação, anda numa deriva, não apenas doutrinária como de carácter político. Aliou-se ao CDS, ao PSD, criou um "centrão" indefinido e uma rede inextrincável de interesses que invoca, constantemente, para justificar os seus processos e a racionalização das escolhas orçamentais.
Teve, por escasso tempo, um estribilho: "Partido Socialista / Partido Marxista", o punho esquerdo cerrado, e a afirmação de que se destinava a construir uma sociedade fraterna e, naturalmente, sem classes. A referência a um qualquer bem comum e o desiderato de modificar o mundo para alterar a vida "correspondiam ao ar do tempo", como futilmente "esclareceu" um dos fundadores, para justificar as flutuações do partido. Enfim: as coisas são como são, e até o PPD, actual PSD, afinou pelo mesmo diapasão, chegando, mesmo, os seus militantes a tratar-se, amorosamente, por "camaradas."
Esta crise no PS, outra das muitas, resulta dessa ambiguidade ideológica, a que os prosélitos mais conhecidos dissimulam com a retórica da "pluralidade". Afinal, que é ser "socialista"?, num universo dominado pelas leis do "mercado" e por um capitalismo desregularizado (como se o capitalismo alguma vez se deixou ou deixasse "regularizar"). A resposta só pode ser dúbia, porque a própria característica das sociedades se tornou confusa. Mas chegar-se ao ponto em que o étimo "socialismo" foi deliberadamente confrontado com as incertezas trabalhadas pelo adversário, aí, tudo muda de figura. É verdade que não foi o pobre Seguro o único responsável por tal mixurafada. Mas foi ele, acaso por ignorância, acaso por tola ambição, quem transformou o PS num decalque do PSD, sem ninguém saber, realmente, o que é, hoje, o PSD, se alguma vez se soube. A balbúrdia é geral.
É este imbróglio doutrinário, político e ideológico que tem determinado a fadiga dos eleitores e a desconfiança ampliada do povo nos políticos. Seguro foi vítima deste enredo, que ele próprio animou. E Costa, emergindo dos prudentes silêncios, põe em causa a circulação do poder, assumindo o papel de salvador em uma situação que me parece não ter salvação possível. A grande questão reside no sistema (capitalista, bem entendido), e na inversão de uma política predadora que se tornou endémica, previsão de Marx e, calcule-se!, de Aron no ensaio Marxismes Imaginaires, Idées / Galimard (possuo a edição de Fevereiro de 1970).
Há uma remodelação a fazer-se como um todo. É uma tarefa aparentemente impossível, por abalar as estruturas centenárias e cristalizadas, até agora inabaláveis. Até agora não quer dizer para sempre. E pure si muove."
( Baptista Bastos - Diário de Notícias)


terça-feira, 3 de junho de 2014

RUMBO A LAS PROSPECCIONES FRENTE A CANARIAS

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Rumbo a las prospecciones frente a Canarias

RUMBO A LAS PROSPECCIONES FRENTE A CANARIAS


La plataforma GSF Arctic I pasa junto al parque marítimo César Manrique en dirección al puerto de Santa Cruz de Tenerife. El Gobierno de España ha autorizado recientemente las prospecciones petrolíferas en aguas de Canarias. (Ramón de la Roch / EFE)-(20minutos.es)


O que dizem os outros blogs

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 Doações a Jonet em queda
   
«Em comunicado, a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, agradeceu o apoio de todos, apesar de salientar que houve "algum decréscimo registado em relação à campanha homóloga do ano anterior", justificando-o com a menor presença de pessoas nas lojas devido a "diversos eventos musicais, desportivos e de ter sido o primeiro fim-de-semana de bom tempo".

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram 2.081 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em 1.995 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu, Terceira, Madeira.» [DN]
   
Parecer:

Sou um dos muitos que deixara de fazer doações ao Banco Alimentar contra a Fome desde que Jonet decidiu colocar a sua imagem ao serviço do governo e da austeridade. Justificar uma quebra de 15% com o Rock in Rio ou com um fim de semana quase impróprio para ir á praia é gozar com os portugueses, a verdade é que são muitos os que dizem "não, obrigado" aos voluntários que lhe estendem um saco.

O banco alimentar está pagando um preço elevado pela ambição política de Jonet, a própria comunicação social dá menos destaque às suas iniciativas desde que decidiu dizer algumas gracinhas de má memória.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se a Jonet que abandone a caridade e se filie no PSD para se dedicar à política a tempo inteiro.»


Enfim, o Tribunal Constitucional falou

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"Demorou muito tempo a pronunciar-se. É verdade. Sofreu muitas pressões dos portugueses ligados ao atual Governo, mesmo estando em funções no estrangeiro e não devendo falar, como foi o caso de Durão Barroso e de outros súbditos dos mercados e indiferentes às pessoas.
Seguramente, o Tribunal Constitucional não quis falar antes das eleições, como se compreende, dadas as pressões que sobre ele foram descaradamente feitas por portugueses e alguns estrangeiros.
Contudo, pela terceira vez, voltou a chumbar um Governo que não tem senso nem emenda.
O senhor Presidente da República, que sempre tem protegido o atual Governo, não pode agora continuar a falar da legitimidade de um Governo de coligação que não se entende entre si, não tem senso e é incapaz de acertar com um único Orçamento, que há três anos têm sido sempre chumbados. Seria ignorar o Tribunal Constitucional e expor-se ao ridículo perante o País inteiro, ignorando a Constituição da República, que jurou cumprir, e deixando de ter qualquer respeito pelas pessoas, sobretudo as mais conscientes.
Além disso, está muito próximo de ser um Presidente que tendo ainda dois anos de mandato deixa de ter em breve qualquer poder. Vide a Constituição da República.
Espero, por isso, que o senhor Presidente da República tenha a consciência da situação e não volte a falar da legitimidade de um Governo incapaz, incompetente e desvairado, que chegou ao fim, não se entende na própria coligação, não sabe o que quer nem que futuro o espera. Certo é que não pode deixar de sair sujo, muito sujo, da triste posição em que se encontra.
Se o Presidente da República continuar a desculpar um tal Governo, acabará muito mal.
Se o senhor Presidente da República não falar e à última hora voltar a considerar que o Governo é legítimo - e não ter a coragem de o demitir -, continuará a ser cúmplice desta desastrada coligação, como tem sido até agora, e corre o risco de não poder sair à rua sem ser vaiado pelo povo português, como tem sido inúmeras vezes.
O povo português é um grande povo e não se engana. Viu-se nas últimas eleições, em que a esmagadora maioria não votou apesar do seu apelo nem perdoou ao PS, cujo líder é António José Seguro, ter estado ou à direita ou crítico da direita, conforme as situações. Mas nunca claramente à esquerda, como foi sempre a posição do PS desde que se tornou um partido em 1973, data da sua constituição. E, por isso, perante a crise atual nunca passou dos 30 e poucos por cento. Resultado inaceitável para um partido como o PS, se estivesse realmente à esquerda.
Voltando ao senhor Presidente da República, permito-me insistir: não volte a proteger o Governo. Demita-o! Se o não fizer, não tem desculpa nem perdão. O povo, que é muito consciente e quem mais ordena, nunca lhe perdoará."
(Mário Soares - Diário de Notícias)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sousa Tavares: "Novo aumento de impostos será desastroso"

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Poucos dias depois de o Tribunal Constitucional ter declarado inconstitucionais três normas do Orçamento do Estado, Miguel Sousa Tavares sublinhou que um novo aumento de impostos “será desastroso” para a economia que começa a dar pequenos sinais de retoma. No seu habitual comentário no Jornal da Noite, na SIC, o escritor disse ainda que “não está provado que o Governo tenha feito tudo o que pode para poupar”.


“Nestes últimos três anos temos visto a mesma história repetir-se. O Governo não teve coragem de cortar na dimensão do Estado, então atacou salários e pensões. Depois vem o Tribunal Constitucional declarar parte desse corte inconstitucional e a seguir o Governo sobe os impostos”, começou por dizer Miguel Sousa Tavares.

No seu comentário semanal, na SIC, o escritor referiu ainda que “um novo aumento de impostos, seja ele qual for, será desastroso para a tímida recuperação económica que se iniciou”.

Sobre a decisão dos juízes do Palácio Ratton, Sousa Tavares considerou-a “contraditória”, uma vez que o acórdão não prevê a retroatividade dos cortes.

“Se uma medida é inconstitucional, é inconstitucional desde que começou”, frisou, acrescentando que o Governo não fez tudo o que estava ao seu alcance para poupar nas gorduras do Estado.

“Não está provado que o Governo tenha feito tudo o que pode para poupar noutros setores como as Parcerias Público-Privadas ou até os custos da energia, que continuam caríssimos”, apontou.

Nesta senda, Sousa Tavares acredita que o Governo “ainda não esgotou a sua capacidade de poupar em despesas inúteis na administração pública”.(Notícias ao Minuto)


SE REACTIVA LA BÚSQUEDA DE MADELEINE

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Se reactiva la búsqueda de Madeleine

SE REACTIVA LA BÚSQUEDA DE MADELEINE


Policías portugueses y británicos colaboran en las labores de búsqueda de la desaparecida Madeleine McCann en Praia da Luz en el Algarve (Portugal). La policía continúa investigando la desaparición de la niña, entonces de 3 años, después de que desapareciera del apartamento en el que pasaba las vacaciones junto a su familia. (Luis Forra / EFE)-(20minutos.es)


PASO DE PEATONES 'INTELIGENTE'

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Paso de peatones 'inteligente'

PASO DE PEATONES 'INTELIGENTE'

El Ayuntamiento de Valladolid ha instalado el primer sistema de paso de peatones 'inteligente', "un proyecto pionero a nivel mundial", que consiste en aparatos de nueva tecnología (en la imagen, en la farola de la izquierda) que miden el número de peatones que están esperando en tiempo real para cruzar y permiten que el semáforo se abra el tiempo necesario según estas estadísticas. (Nacho Gallego / EFE)-(20minutos.es)


EL AVIÓN SOLAR QUE DARÁ LA VUELTA AL MUNDO

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El avión solar que dará la vuelta al mundo

EL AVIÓN SOLAR QUE DARÁ LA VUELTA AL MUNDO

El segundo prototipo de Solar Impulse II, durante su primer vuelo de prueba en la base aérea de Payerne en Suiza. El avión Solar Impulse II, el primero que dará la vuelta al mundo sin usar combustible, realizó con éxito su primer vuelo de prueba. La nave voló dos horas y 15 minutos en su primer ensayo y hará pruebas similares durante los próximos diez meses para prepararse para circunvalar la Tierra en 2015. E (Laurent Gillieron / EFE)-(20minutos.es)

domingo, 1 de junho de 2014

Habituem-se

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"Há cerca dum ano, António José Seguro era contra as eleições primárias no Partido Socialista. Nas suas palavras, "não fazia sentido". Ontem, surpreendendo toda a gente e desdizendo tudo o que sempre defendeu, resolveu defender essa solução. Parece que o secretário-geral só se apercebeu de que havia um problema entre os partidos e o eleitorado nas últimas eleições. As eleições que deram ao PS uma estrondosa vitória, que até lhe permitia pedir ao Presidente da República legislativas antecipadas - não fossem os problemas no PS, segundo Seguro. Pelo meio, e como é da praxe sempre que não se tem nada para dizer, propõe-se uma mudança no sistema político, uma regeneração dos partidos "para separar os negócios da política" e uma diminuição do número de deputados. Onde é que já ouvimos isto? É mesmo à saída duma reunião interna, em que se discute a vida interna dum partido, que se devem propor ao País alterações estruturais no sistema político.
Entretanto, o cumprimento rigoroso dos estatutos do partido, que tanto preocupava os apoiantes de Seguro durante a semana, já não é tão relevante: o que é preciso é mais democracia, transparência e participação dos cidadãos. Não parece que seja fácil de entender o conceito de democracia e participação quando se recusa qualquer tipo de debate.
Seguro não se demite, não convoca um congresso extraordinário, mas quer primárias. De que forma as quer? Ninguém sabe. Abertas a todos? Com voto dependente duma declaração de simpatia? Criando a categoria de simpatizante? Pois, de alguma forma será. O problema é que nos estatutos dos socialistas não estão previstas primárias, e muito menos o método a utilizar.
A Comissão Política estudará. Estudará arduamente, claro está. É possível que até sejam ouvidos especialistas americanos, franceses, italianos e outros para que a proposta da Comissão Política seja boa e fique pronta. Levará o seu tempo. Se levar o tempo que Seguro levou para perceber que, afinal, as primárias são um bom método, teremos um Congresso para aprovar as novas regras lá para 2030.
Deixemo-nos de tretas, Seguro é um político medíocre, tem mostrado uma confrangedora capacidade política, não consegue agregar, não consegue definir uma linha política coerente, mas é um especialista na arte da sobrevivência dentro do partido. Um verdadeiro exemplo do homem que nunca conheceu outra realidade que não fossem as lutas partidárias internas, os truques para preservar o poder. Seguro é um político frágil, fraco, indeciso e incoerente, mas é um leão da politiquice de máquina partidária. À imagem do primeiro-ministro, aliás. A forma como estes homens se agarram ao poder é quase admirável. Como o poder para eles não é instrumental e é, sim, a medida de todas as coisas, chega a ser assustador.
Desta vez, nem toda a habilidade de conservar o poder no partido estava a chegar. O partido, percebendo que as legislativas estavam em risco e que Costa seria um vencedor bem mais provável, prestava-se para correr com ele. E eis que Seguro tira o coelho da cartola: primárias. Se alguém tivesse dúvidas de que ele sabia que perderia o poder, esta fuga para a frente dissipou-as completamente. É que nem o mais indefetível seguidor de Seguro ignora que numas primárias o atual secretário-geral seria copiosamente derrotado por Costa.
Para Seguro, neste momento, poderiam ser primárias, secundárias, pestes suínas, chuvas ácidas, javalis ao lume ou outra coisa qualquer. Seguro apenas quer ganhar tempo. Muitos estudos, muitas reuniões, muitas comissões. Que o tempo corra depressa para que não haja forma de o PS ter outro candidato a primeiro-ministro. Quer lá ele saber da vontade do partido, da vontade do eleitorado tradicional socialista, da opinião pública. Do que se esquece é que o tempo que quer a toda a força ganhar é inversamente proporcional ao resultado que obterá. Seguro, com a sua inqualificável conduta, ao recusar uma solução rápida para a crise no partido, conduzirá o PS à mais estrondosa derrota eleitoral de sempre.
Para não variar, esta gente pensa que as pessoas não estão a ver. Ou então julgam que as pessoas são estúpidas e não percebem que tudo isto não passa dum jogo medíocre e mesquinho de quem olha o poder como um objetivo em si mesmo e está disposto a rigorosamente tudo para o manter. Regeneração, pois claro.
Seguro precisava mesmo de berrar "habituem-se". É que já estávamos habituados a poucas-vergonhas, mas não a um nível destes.
(Devido à loucura instalada, convém dizer que este artigo acabou de ser escrito às 17.00.)"
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 31 de maio de 2014

E vão oito!

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"À primeira todos erram. À segunda só erra quem quer. E à oitava... erram Passos e Portas. Confesso que não consigo encontrar uma explicação digna desse nome para que, em menos de três anos, o atual Governo tenha apresentado oito propostas legislativas inconstitucionais e três Orçamentos de Estado parcialmente ilegais. Socorro-me de Millôr Fernandes: "Errar é humano, ser apanhado em flagrante é que já é burrice." E então oito vezes...
Com que interesse insistem nos erros que todos antecipam? Com que objetivo apresentam medidas que são sistematicamente chumbadas? Masoquismo, entretenimento da política caseira, ilusão contabilística para Europa ver ou simples incompetência? A resposta é a tal que vale milhões. Neste caso para o buraco das contas públicas.
Com a Constituição pode concordar-se ou não. Pode até tentar-se mudá-la. Mas ela existe e tem de ser cumprida. Aquele juramento político das tomadas de posse não é uma questão formal. É um compromisso para levar a sério.
Pode ainda alegar-se que a constitucionalidade é interpretativa e matéria de opinião - seja. Que os juízes entram demasiado por decisões políticas e económico-financeiras, porque entram. Ou mesmo que ligam aos timings políticos, porque o fazem, como acaba de se ver. A aplicação da lei pode até ser uma enorme chatice, um tremendo obstáculo ou uma simples questão humana, mas é assim. E à oitava vez, não só não o ter percebido como ainda ter teimado na mesma estratégia, obriga a uma qualificação pouco abonatória.
Qualquer um que tivesse lido os argumentos do primeiro chumbo, baseado nos princípios da igualdade e da confiança, saberia como agir. O Governo prefere errar, pressionar e depois reagir. Mas essa reação é sempre a mesma: aumentar impostos.
O que o Governo tem feito é intranquilizar os mercados. Intranquilizar os nossos credores. Intranquilizar os portugueses. A troika até quis lições sobre o que era e o que podia fazer o Constitucional português. Merkel e Lagarde questionaram-se sobre como as decisões constitucionais podiam influenciar o ajustamento nacional. E os trabalhadores, sobretudo os públicos, passaram a ter cortes em janeiro e reposições em junho.
O que Passos e Portas fizeram foi tornar o Tribunal Constitucional a sua maior ameaça. A verdadeira oposição. E com força de lei. Como dizia Sócrates (o grego), "o costume dos tolos quando erram é queixarem-se dos outros, porque os sábios, esses, só se podem queixar de si mesmos".
Como PSD e CDS saíram de fininho
Não, a maior surpresa dos resultados das europeias não foi Marinho e Pinto, ele é apenas a versão nacional de fenómenos semelhantes por toda a Europa. Nem sequer os números pífios do PS, tanto que António Costa estava evidentemente preparado para eles. Verdadeiramente surpreendente foi como o PSD e o CDS saíram de fininho da maior derrota de sempre. Dos 27,7% dos votos obtidos em coligação, aos sociais-democratas caberá pouco mais de 20%, algo a que nem Santana Lopes desceu. E aos democratas-cristãos, metade (ou menos) dos 10% atuais, um novo regresso ao táxi utilitário. Mas não se ouve entre eles um pio sobre a evaporação desses dois milhões de votos. Em circunstâncias políticas normais, PSD e CDS é que estariam neste momento em convulsões internas. Com disputas pela liderança. Mas a grave situação do País não está para aventuras. E foi isso que estas eleições também mostraram: PSD e CDS vão navegar à bolina e guardar-se para o pós-legislativas. Até lá, tentarão limitar-se a assobiar para o ar e ficar a ver os socialistas - e o País - a juntar os cacos. Porque se no PS todos sabem que quem chegar líder às legislativas do próximo ano será naturalmente primeiro-ministro, no PSD (e também no CDS, em versão minimalista) é exatamente o contrário: ninguém tem dúvidas de que os atuais líderes vão perder e desaparecer. Daí este atual ruidoso e elucidativo silêncio.
Populismo e euroceticismo à nossa maneira
O populismo e o euroceticismo assustaram a Europa. Foi assim que se leu os resultados das europeias olhando lá para fora, do UKIP em Inglaterra, passando pelo Syrisa na Grécia ou o 5 Estrelas de Beppe Grillo em Itália (a extrema-direita, essa, é outra ameaça). Mas, observando o que se passa cá dentro, os números de Marinho e Pinto e do PCP mereceram complacência e até elogios. O que é estranho. Afinal, foram as posições populistas do ex-bastonário dos Advogados - algumas consideradas homofóbicas, sublinhe-se - que o colocaram agora em Bruxelas e lhe deram legítimas ambições para o futuro. E foram as posições claras dos comunistas sobre a Europa, os únicos em Portugal a defender a saída do euro e o incumprimento do Tratado Orçamental, que devolveram ao PC o regresso à posição de terceira força política do País. Os populismos, sejam quais foram, podem sempre degenerar em algo potencialmente perigoso. E a coerência comunista, que lhe vale a manutenção da base de apoio de 400 mil votantes, também não devia ser levada com tamanha ingenuidade. As posições do PC não são preocupantes, mas são relevantes. Falhar compromissos com a Europa seria uma tremenda irresponsabilidade. Sair do euro, com a consequente desvalorização da moeda nacional, seria o fim da luta por salários mais equilibrados e competitivos."
(Filomena Martins - Diário de Notícias)

CONCIERTO DE NOCHE DE VERANO EN VIENA

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Concierto de noche de verano en Viena

CONCIERTO DE NOCHE DE VERANO EN VIENA


La Orquesta Filarmónica de Viena, dirigida por el alemán Christoph Eschenbach, se presenta durante su concierto al aire libre Sommernachtskonzert (Concierto de noche de verano) en la plaza Schoenbrunn en Viena (Austria). (Herbert P. Oczeret / EFE)-(20minutos.es)


Remunerações: Constitucional devolve parte do salário da Função Pública

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Quem recebe mil euros por mês vai recuperar 52 euros, noticia a Rádio Renascença. O chumbo do Tribunal Constitucional trouxe alguma folga salarial aos funcionários públicos. Resta saber agora que medidas o Governo ainda irá aplicar, para compensar mais um novo chumbo.

Os funcionários públicos com vencimentos de 1000 euros irão recuperar 52 euros por mês. O valor é dado pela Rádio Renascença e serve de referência para os trabalhadores do Estado, que ontem viram o tribunal Constitucional chumbar novas medidas do Executivo.

A redução para este ano para quem ganhava este valor bruto passou de 0% para 5,2%, o que quer dizer que os funcionários nestas circunstâncias recebiam menos 52 euros desde o início do ano. Para quem ganha dois mil euros brutos, no ano passado já havia 'perdido' 70 euros por mês. Com as últimas medidas esse corte chegava aos 240 euros, situação que o chumbo do Constitucional veio mudar.

Mas a folga salarial estende-se mesmo a quem ganhava menos.

Recorda a rádio que um funcionário público com um salário base de 750 euros – o mesmo de 2010 – não teria qualquer corte até ao ano passado, uma vez que também não houve aumentos. Essa situação, no entanto, mudou no início desde ano.

Desde Janeiro que com a redução de 3,5% que passou a ser aplicada implicava menos 26 euros por mês na conta pessoal. Ou seja, o salário bruto baixou para 724 euros. Com a decisão do Tribunal Constitucional, a partir deste mês de junho que a remuneração volta aos 750 euros, algo que terá também implicações no montante do subsídio de férias.

Veremos agora é se esta situação se mantém ou se as medidas que o Governo escolher irão incidir novamente sobre os ordenados da função pública. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Este desgoverno ficará conhecido pela inconstitucionalidade dos seus Orçamentos e do seu ódio para com os funcionários públicos...

quinta-feira, 29 de maio de 2014

MATERIAL ESCOLAR TÓXICO

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Material escolar tóxico

MATERIAL ESCOLAR TÓXICO

Estudiantes filipinos protestan contra los altos contenidos tóxicos en su material escolar, en la Ciudad de Quezón, al este de Manila (Filipinas). (Ritchie B. Tongo / EFE)-(20minutos.es)