terça-feira, 13 de maio de 2014

LOS GLACIALES DE LA ANTÁRTIDA SE DERRITEN

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Los glaciales de la Antártida se derriten

LOS GLACIALES DE LA ANTÁRTIDA SE DERRITEN


El deshielo de los glaciales de la Antártida es imparable, según un estudio que publica la revista Science. En la imagen, una imagen proporcionada por la expedición Aurora de un barco turístico pasando entre un iceberg antártico. (GTRES)-(20minutos.es)


segunda-feira, 12 de maio de 2014

PIDEN LA DEMOLICIÓN DE EL ALGARROBICO

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Piden la demolición de El Algarrobico

PIDEN LA DEMOLICIÓN DE EL ALGARROBICO


Fotografía facilitada por Greenpeace de la fachada del hotel de 21 plantas y 411 habitaciones construido por Azata,en el paraje de El Algarrobico, en Carboneras (Almería), despúes de que más de 100 activistas de esta organización pintaran un punto negro de 8.000 m2 en la fachada del edificio. Los activistas exigen su desmantelamiento inmediato. (Pedro Mestre / EFE)-(20minutos.es)


Sousa Tavares: Cortes encaminham Portugal a um "país de terceiro mundo"

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Referindo-se à intenção do Governo em proceder a cortes nos salários, por via dos suplementos, ou de suspender o pagamento de todas as remunerações, à exceção do salário base e das diuturnidades dos trabalhadores, cuja convenção caduque, Miguel Sousa Tavares, na SIC, afirma que a medida “é uma vergonha para este Governo”.

“A proposta do Governo é obscena”. É desta forma, curta e frontal, que Sousa Tavares abordou, esta noite, a alegada intenção do Governo em proceder à caducidade das convenções coletivas e eventuais cortes salariais.

Para o comentador a medida é nada mais que uma “aposta numa economia de baixos salários” e que abre as portas ao país para que se torne “num país de terceiro mundo”, refere.

Crente de que o futuro de Portugal dependerá da Europa, para Miguel Sousa Tavares o Executivo de Passos Coelho está a ser mais “troikista que a própria troika”.(Notícias ao Minuto)

domingo, 11 de maio de 2014

RESCATADOS DOCE INMIGRANTES CERCA DE TARIFA

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Rescatados doce inmigrantes cerca de Tarifa

RESCATADOS DOCE INMIGRANTES CERCA DE TARIFA

Salvamento Marítimo ha rescatado a 15 millas al suroeste de Tarifa (Cádiz) a nueve varones, dos mujeres y un bebé que trataban de alcanzar la costa española en una patera. En la foto, el patrón de la embarcación "Salvamar Alkaid", de Salvamento Marítimo, posa con el bebé. (EFE)-(20minutos.es)



INE: Desapareceu um quinto dos que ganhavam acima de 1.800 euros

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Nos três anos de troika, aumentou o número de pessoas que ganham menos de 310 euros, ao mesmo tempo que baixou o número dos que ganhavam acima de 1.800 euros, adianta o Jornal de Notícias, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Entre 2011 e 2014, a tendência mantém-se clara: desapareceu mais de um quinto dos que ganhavam acima de 1.800 euros. No sentido inverso, aumento o número de trabalhadores por conta de outrem que ganham menos de 310 euros, pormenoriza o Jornal de Notícias.

Há menos 46.700 pessoas no patamar salarial dos 1.800 euros em diante. Ao mesmo tempo, há também cerca de 4.100 pessoas a mais a declarar um salário mensal inferior a 310 euros, um valor considerado abaixo do valor usado para medir o limiar da pobreza.

Ao Jornal de Notícias, o economista João Duque refere que este aumento do número de pessoas na categoria salarial até aos 310 euros pode estar associado ao facto de os que ficaram sem trabalho no início da crise estarem agora a chegar ao fim do subsídio de desemprego, aceitando part-times como principal rendimento.

É no Norte do país que se encontram mais pessoas a ganhar 310 euros ou menos por mês, com Lisboa a surgir em segundo lugar.

No caso dos que ganham acima de 1,800 euros, se antes da chegada da troika representavam 4,7% do total de trabalhadores por conta de outrem, no início deste ano já só representavam 3,8%. Apenas o grupo de assalariados entre os 900 e 1.800 euros registou uma subida, ainda que ligeira. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: São estes trabalhadores, a ganhar 310 euros, que têm baixado a taxa de desemprego? Para mim, continuam a estar desempregados... Parabéns ao Passos Coelho: conseguiu empobrecer o país e os portugueses...

O irregular funcionamento da Presidência

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O que mais me vem à memória, no dia de hoje, são as afirmações peremptórias de agentes políticos, comentadores e analistas, nacionais e estrangeiros, ainda há menos de seis meses, de que Portugal não conseguiria evitar um segundo resgate. O que dizem agora?"
Não, quem escreveu isto não foi um militante mais excitado de uma juventude partidária. Talvez a um jotinha qualquer a reflexão sobre o significado da chamada "saída limpa" e os riscos a que Portugal está sujeito seja algo desprezível. Talvez, para essa rapaziada, seja mais importante celebrar uma pirrónica vitória sobre os adversários políticos, reais e imaginários, do que refletir sobre uma Europa que deixou de olhar para si mesma como uma comunidade, e deixa um dos seus mais frágeis parceiros à mercê de uma qualquer crise política interna ou internacional ou de um especulador de ocasião (nem o mais crédulo dos apoiantes do Governo acredita que a "saída limpa" foi uma opção governamental). Talvez, para essa gente, perdida na intriga partidária, seja mais apropriado esfregar na cara de alguém uma patranha qualquer do que constatar que nada no nosso sistema produtivo mudou ou que a crucial reforma de Estado continua por fazer.
É uma afirmação que também parece extraída de um qualquer discurso em que o Governo celebrou a despedida de uns senhores que o primeiro-ministro declarou serem os guardiões da verdade; uns que tinham uma política tão boa, tão boa, que era preciso ir além dela. Mas não, não foi nenhum membro do Executivo a proferi-la. Nem esta inacreditável - apesar de eleitoralmente compreensível - euforia governamental, que comemora o não se ter atingido um único objetivo do memorando, que levou a uma emigração sem memória desde os anos 1960, a um desemprego estrutural e jovem destruidor da comunidade, a um crescimento de impostos imoral, a um patamar de investimento que bloqueará o nosso desenvolvimento por décadas, a cortes em salários e pensões, conseguiu atingir o alheamento do cavalheiro que abriu o Facebook para desabafar.
Pode ser que a um indivíduo que não consegue ver a política para além de uma guerra de trincheiras, lhe venha mais depressa à memória afirmações peremptórias e comentários de agentes políticos do que soluções para sairmos da espiral de empobrecimento em que nos encontramos. É natural que esteja mais preocupado com analistas do que com a situação real das pessoas. Até pode acontecer que um personagem desse calibre passe mais tempo a atirar umas setas a fotografias de pessoas de que não gosta do que a criar um clima em que os vários atores políticos se possam entender.
Havia uma última hipótese. Seria um cavalheiro tão certo de que se ia chegar a este ponto, ou seja, que não teríamos segundo resgate, nem um plano cautelar, e que repetiu tantas vezes essa sua certeza que, num assomo de raiva impensada, teria tido um desabafo celebratório da sua infalibilidade. Não é, outra vez, o caso. É alguém que defendeu com unhas e dentes outro tipo de saída, que pôs variadíssimas vezes em questão as políticas suicidas prosseguidas, que chegou mesmo a afirmar que estávamos numa espiral recessiva ou num círculo vicioso que se tinha de interromper. Apetecia-me muito, por ser essa a minha opinião, dizer que o cavalheiro tinha toda a razão na questão do círculo vicioso, mas não se pode dar razão a quem diz tudo e o seu contrário, que tem mesmo o descaramento de mandar as pessoas lerem o que escreve como se lá estivesse outra coisa qualquer.
Aquele comentário revanchista, ressabiado, digno de um jotinha, normal em alguém que olhe para a política como um campo de vitórias e derrotas pessoais, foi feito, como é do conhecimento geral, por Cavaco Silva na sua página de Facebook. Afirmações ao nível do discurso de vitória na noite da sua reeleição, e que fez, logo ali, ferver de arrependimento tantos que votaram nele.
São, mais uma vez, declarações indignas de um Presidente da República. Declarações que servem para ajudar a cavar fossos entre os portugueses numa altura em que os entendimentos são tão importantes. Frases que bloqueiam posições, que fazem que o Presidente deixe de ser um mediador, um balanceador, uma válvula de escape do sistema, para ser um representante acirrado de uma fação, um dos que não hesitam em apoucar os adversários. Como é possível o Presidente da República achar que o podemos levar a sério, quando terça-feira comporta-se como um agente da dissensão, da crispação, da revanche, do ressabiamento, e sexta-feira apregoa a "cultura de compromisso"?
Mal estamos quando até a instituição que deve zelar pelo regular funcionamento das instituições democráticas teima em não funcionar regularmente. Mas a que deuses fizemos tão mal?
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 10 de maio de 2014

RUSIA CONMEMORA LA VICTORIA SOBRE LOS NAZIS

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Rusia conmemora la victoria sobre los nazis

RUSIA CONMEMORA LA VICTORIA SOBRE LOS NAZIS


Un pelotón de soldados participa en el tradicional desfile militar en la Plaza Roja que conmemora el Día de la Victoria sobre la Alemania nazi, en Moscú (Rusia). El presidente ruso, Vladimír Putin, rindió tributo a los casi 27 millones de civiles y soldados rusos caídos en la Gran Guerra Patria, como se llama en este país el capítulo soviético (1941-45) de la Segunda Guerra Mundial. (Yuri Kochetkov / EFE)-(20minutos.es)






Miguel Sousa Tavares: "O que eu penso de Cavaco é bem pior que palhaço"

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Ao i, Miguel Sousa Tavares revelou que há duas pessoas na política portuguesa, desde o 25 de 1974, por quem não tem “nenhuma consideração política”: Cavaco Silva e Durão Barroso.

Em entrevista ao i, o comentador deixa duras críticas a Cavaco Silva e a Durão Barroso. Miguel Sousa Tavares admite que nunca lê programas eleitorais, que ainda não decidiu em quem vai votar nas próximas europeias e que está à espera de uma abstenção alta no próximo dia 25 de maio.

O jornalista e escritor admite que se excedeu, no episódio em que tratou o Presidente da República por ‘palhaço’. Mas ao mesmo tempo é perentório “Eu disse isso num contexto (…) mas, politicamente, o que eu penso de Cavaco é bem pior que palhaço”.

O jornalista fez questão de dizer que não tem “nada de pessoal contra nenhum dos dois”. Ainda assim, apesar de ser contra o ‘bota-abaixo’ dos políticos e de considerar que “governar Portugal é o pior emprego do mundo”, Miguel Sousa Tavares teceu duras críticas aos dois antigos primeiros-ministros.

Sobre o atual Presidente da República, Sousa Tavares revela que nunca votou nele, mas descreve Cavaco Silva como um “simpatizante do antigo regime no 25 de Abril”.

Quanto a Durão Barroso, o filho de Sophia Mello Breyner carateriza-o como um “maoísta, contra a democracia”, e “um ‘salta-pocinhas’ ao sabor dos acontecimentos.

O comentador abordou ainda as próximas eleições europeias, alertando para a falta de debates sobre a Europa, em Portugal, e para o risco de elevada abstenção. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Parece que Miguel Sousa Tavares não é o único a pensar assim destas sinistras personagens...

sexta-feira, 9 de maio de 2014

UCRANIA CELEBRA EL DÍA DE LA VICTORIA

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Ucrania celebra el Día de la Victoria

UCRANIA CELEBRA EL DÍA DE LA VICTORIA

Un niño posa junto a un monumento de bronce durante un evento para celebrar el aniversario del Día de la Victoria sobre la Alemania nazi en la Segunda Guerra Mundial en Kiev (Ucrania). (Sergey Dolzhenko / EFE) - (20minutos.es)


Anonymous: crime ou justiça?

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O governo de coligação PSD-CDS tem falhado em muitos aspetos e - como já se percebeu - arrisca a ser considerado um dos piores desde o 25 de Abril de 1974. Há - contudo - um conjunto nuclear de matérias em que as incompetências e as falhas graves destes políticos acarretam consequências ainda mais gravosas do que as habituais, colocando vidas em risco. É por isso mesmo - e uma vez mais - espantoso que o atual ministro da Administração Interna Miguel Macedo (do PSD) não tenha tido uma palavra de preocupação ou de firmeza perante os ataques informáticos de que as entidades tuteladas pela ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz (também do PSD) têm sido alvo. Não se trataria apenas - bem entendido - de encontrar uma solução no curto prazo para procurar minimizar eventuais danos pessoais, mas seria - sobretudo - uma demonstração de que há uma estratégia de proteção e de combate ao cibercrime.
Contudo - e em meu entender - as ações do "grupo inorgânico" Anonymous que têm levado à exposição pública mundial na internet de dados de procuradores (e até de detalhes da vida privada e pessoal de alguns deles) podem ter uma dupla leitura. Serei - por isso - o mais direto e franco como sempre. Se - por um lado - semelhantes ações são certamente condenáveis e até colocam em causa a popularidade e o ideário de justiça a que muitos associam os Anonymous (basta, para tanto, ler os comentários publicados nas notícias mais recentes), a verdade é que também - e por outro lado - muitos sentem alguma simpatia por este tipo de lutas. Explicando melhor: perante a incompetência reiterada de um péssimo governo, perante a cobrança excessiva e amoral de impostos, perante uma justiça que muitos sentem que não funciona e perante a situação de pobreza e de desespero de muitos portugueses quem - no seu íntimo - não sentirá que qualquer ato de "guerra" contra este estado de coisas é um pequeno sinal de justiça e de resiliência?
Na verdade, e num momento em que se aproximam as eleições europeias de 25 de maio, este até seria o pretexto ideal para se discutirem as políticas europeias em Portugal e - por maioria de razão - os sucessos na sua aplicação ou as graves na sua implementação. Ora no caso particular do cibercrime e do ciberterrorismo, a inércia e os atrasos sucessivos têm tido consequências muito graves e deveriam - no mínimo - levar à demissão dos responsáveis por semelhantes vulnerabilidades. Um ato que seria do mais natural bom senso em democracias modernas e desenvolvidas. Mas estamos - infelizmente - em Portugal e somos governados por um dos piores governos da nossa história democrática recente. Portanto...

(Paulo Pereira de Almeida - Diário de Notícias)



Limpinho

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O sistema de pensões é insustentável. A troika diz, o Governo assevera, especialistas reiteram, colunistas afiançam, jornalistas ecoam.
A grande questão é pois perceber como é que, com uma coisa desta gravidade a meter-se pelos olhos adentro, nada se fez até ao advento de tão bravo Executivo. Pior: ainda há pouco tempo havia uns tresloucados que queriam aumentar as pensões e estabelecer a impossibilidade de as diminuir. Por exemplo um Pedro Mota Soares, decerto sem nada a ver com o atual ministro da Segurança Social, propunha em janeiro de 2008 acrescentar às pensões "um fator de correção da inflação para aumentar o poder de compra". Em 2010, o mesmo Mota Soares, ou seja, outro, apresentava um projeto de lei em que pontificava serem "os pensionistas um grupo social bastante vulnerável aos impactos negativos da crise económica" e, preocupando-se com o facto de "a introdução do Complemento Solidário para Idosos", criado pelo Governo PS, "estar longe de atingir a grande maioria dos pensionistas" (o ministro de nome igual diminuiu o valor de referência do CSI e operou uma descida de mais de 30 mil no número dos beneficiários deste complemento que exige condição de recursos, ou seja, prova de efetiva necessidade), terminava com um artigo único: "As pensões atribuídas pelo sistema de Segurança Social não podem diminuir o seu valor, mesmo nos anos em que o Índice de Preços do Consumidor for negativo." Vá lá que no mesmo ano, em junho, o PSD, pela voz de um Miguel Relvas, anunciava um projeto de lei para limitar o pagamento de pensões do regime público a um máximo de 5034,64 euros - mas ressalvava logo que "sem retroatividade", tratando--se de "uma medida excecional, que poderá ser revogada quando o País estiver com boa saúde financeira".
A 24 de março de 2011 (dia seguinte ao do chumbo do PEC IV), um líder do PSD de nome Passos Coelho assegurava em Bruxelas que jamais faria cortes nas pensões. E a 19 de abril reforçava: "Todos aqueles que produziram os seus descontos no passado e que têm hoje direito às suas reformas e às suas pensões deverão mantê-las no futuro, sob pena de o Estado se apropriar daquilo que não é seu."
Felizmente nenhum destes irresponsáveis ignaros está no Governo que nos garante que a única forma de sanar a por si decretada "insustentabilidade" é introduzir uma TSU específica e definitiva para pensões em pagamento que penaliza mais os que recebem menos, aumentando ao mesmo tempo a TSU geral 0,2% e juntando-lhe 0,25% de IVA. O Governo que apresenta isso como "uma reforma" enquanto mantém na gaveta um suposto projeto de reforma que encomendou a um grupo de especia- listas e anuncia a encomenda de outro projeto de reforma a outro grupo de especialistas. O Governo, em suma, das saídas limpas - e das verdades irrevogáveis.
(Fernanda Câncio - Diário de Notícias)


quinta-feira, 8 de maio de 2014

O que dizem os outros blogs

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 Há imagens que valem por mil palavras


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Na página da PR

In "O JUMENTO"

LA BANDERA DE MADRID ONDEARÁ EN LISBOA

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La bandera de Madrid ondeará en Lisboa

LA BANDERA DE MADRID ONDEARÁ EN LISBOA


La alcaldesa de Madrid, Ana Botella, y el alcalde de Lisboa, Antonio Costa, muestran la bandera de Madrid  en el Palacio de Cibeles, sede del Ayuntamiento de la capital de España, que ondeará el próximo día 24 en Lisboa para que los aficionados del Atlético y del Real Madrid que se desplacen a la capital portuguesa para presenciar la final de la Liga de Campeones en el Estadio da Luz se sientan como en casa. (Ballesteros / EFE)-(20monutos.es)



Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente ao mês de JUNHO 2014

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:




Aviso n.º 5768/2014, D.R. n.º 88, 2.ª Série, de 2014-05-08

quarta-feira, 7 de maio de 2014

INCENDIO FORESTAL EN EL MUNICIPIO OURENSANO DE RUBIÁ

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Incendio forestal en el municipio ourensano de Rubiá

INCENDIO FORESTAL EN EL MUNICIPIO OURENSANO DE RUBIÁ


Incendio forestal, que continúa activo favorecida por los cambios en la dirección del viento, cercano al pueblo de Oulego, en el municipio de Rubiá, en Ourense, que ha arrasado más de 150 hectáreas, la mayoría de monte raso. Las llamas afectan a vaguadas de difícil acceso, lo que dificulta la labor de los equipos the extinción. (Brais Lorenzo / EFE)-(20minutos.es)



LOS BARES HOLANDESES SE PREPARAN PARA EL MUNDIAL

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Los bares holandeses se preparan para el mundial

LOS BARES HOLANDESES SE PREPARAN PARA EL MUNDIAL


Vista de la decoración del café "'Scheiwijck" alusiva al Mundial de Brasil, en la ciudad de Beverwijk (Holanda). En el mural se pueden ver a los jugadores de la selección holandesa Daley Blind y Robin van Persie en bikini con el entrenador Louis van Gaal (d), con la Copa Mundial en sus manos. (EFE) - (20minutos.es)


Limpa, suja ou encardida?

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Uma pessoa de recta consciência não pode deixar de se indignar, com nojo e abominação, ante o cerimonial em que o inexcedível Passos Coelho anunciou a "saída limpa" da nossa subalternidade. A comunicação social e os comentadores estipendiados usaram, como na Idade Média, tubas e atabales de regozijo perante tão fausto acontecimento. E o primeiro-ministro, useiro e vezeiro em manter com a verdade uma relação conflituosa, disse a um país perplexo a seguinte bojarda: "A liberdade de decisão foi reconquistada."
A simulação da realidade brada aos céus. Portugal continuará, por mais algumas décadas, sob vigilância apertada, e a gulodice daqueles indicados nossos "credores" não se apaziguará. Os portugueses não sabem a quem devem dinheiro; mas, parafraseando a frase imortal daquele banqueiro impante, agressivo e tolo, lá que devem, devem.
Continuamos, pois, imersos na miséria, na fome e no desespero sem esperança. Um pequeno grupo de burocratas ignorantes prosseguirá na tarefa infame de dar ordens a quem quer que esteja no Governo. Nada sabe da nossa história, da nossa cultura, das idiossincrasias que, apesar de tudo, nos diferenciam. Um deles fez uma declaração comovente: iria voltar a Portugal, como turista, por causa dos pastéis de nata de Belém! A rede foi estendida com sagaz competência, e as estruturas do capitalismo tornaram-se cada vez mais vorazes, porque não confrontadas com um antagonismo competente e sólido. O "socialismo democrático" é uma desgraça por toda a Europa; há governos que o são sem estar avalizados pelo voto, como acontece em Itália. A indigência moral, política e ideológica da "esquerda moderada" abriu caminho à avalancha da extrema-direita, cuja soberba começa a ser assustadora.
Os partidários desta política, caso de Passos Coelho e dos que tais, presos na insanidade de um suicídio colectivo, já não constituem uma decepção permanente porque tornaram "natural" a aberração histórica sob a qual vivemos. Manifesta--se uma ofensiva ampliada contra o ideal democrático, e a sub-reptícia proposta de despersonalização ética, substituída pela ordem que inculca a ideia da desnecessidade de governos eleitos. O "Estado mínimo" e a entrega da representatividade política e social aos privados, tão do agrado da catequese neoliberal, não encontra resposta nos partidos "socialistas", os mais próximos de uma confrontação urgente e fundamental.
Hollande é um desgraçado sem tino, que colocou nas funções de primeiro-ministro um direitinha contumaz. Nós, por cá, tudo mal ou embezerrado. Os reforços de Jorge Coelho e José Sócrates, assomados para socorrer António José Seguro da flexibilidade demonstrada, não chegam para "dar a volta" a um partido que perdeu há muito as distintivas de "esquerda."
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo acordo ortográfico)
(Alçada Baptista - Diário de Notícias)

domingo, 4 de maio de 2014

Foi você que pediu uma política de verdade?

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"Não são medidas que incidam em matéria de impostos, salários ou pensões", Passos Coelho.
O que leva um primeiro-ministro a apresentar um Documento de Estratégia Orçamental que desdiz completamente o que há quinze dias garantia? Que passará pela cabeça do maior responsável pela condução dos destinos duma comunidade, quando num dia são anunciados aumentos de impostos e contribuições, e, no dia seguinte, ele diz que não houve aumento nenhum?
Há quem diga que não vale a pena perder tempo a analisar os constantes ziguezagues do primeiro-ministro; que o importante é refletir sobre as medidas concretas. Este tipo de raciocínio tem alguma lógica, provavelmente não a que quem o exprime pensa. De facto, a capacidade de o primeiro-ministro dar o dito pelo não dito, de recuar e avançar, de prometer e esquecer é tão avassaladora, que é sempre melhor esperar pela atuação propriamente dita. Mais, e como ficou provado na entrevista que deu à SIC, Passos Coelho é capaz, mesmo de, no espaço de alguns minutos, dizer tudo e o seu contrário com uma descontração desconcertante. O problema é a total descredibilização da personagem que tem este tipo de atuação, ainda para mais num momento em que vivemos um período de crise tão profunda económica e institucional. Ter um primeiro-ministro em que não é possível acreditar é pior do que ter um mau primeiro-ministro. Infelizmente, Passos Coelho tem os dois defeitos. Um líder que no espaço de quinze dias muda radicalmente de opinião em assuntos tão relevantes para a comunidade tem um problema grave. E, claro está, o problema passa a ser nosso.
Fica, pela enésima vez, pornograficamente exposto que não há, não houve, nem haverá qualquer plano para a reforma do Estado; que as fusões, extinções, consultadorias de serviços do Estado que iam gerar poupanças de 1400 milhões de euros são uma fantasia (e se fosse verdade, porque se teria esperado três anos para as fazer?), gorduras do Estado, pois, pois; que as únicas medidas que o Governo tem para nos apresentar são subidas de impostos e contribuições ou cortes nos salários e pensões; que a nova tabela de remunerações da função pública é a de Sócrates; que os cortes provisórios são, espanto dos espantos, definitivos - o grupo de sábios que ia estudar a reforma da Segurança Social deve estar ausente em parte incerta ; que o salário mínimo afinal vai descer quando era suposto subir.
Mas a deterioração na confiança entre representantes e representados, a sensação de que tudo o que se diz ou anuncia pode ser mudado no minuto seguinte, a evidência de que quem governa não tem um plano, não tem estratégia ou acredita no último tipo inteligente que ouve são sintomas tão graves como as próprias medidas em si.
Todos conhecemos, infelizmente, promessas de campanha não cumpridas, súbitas mudanças de opinião, bruscas alterações de políticas. Há, normalmente, uma justificação, uma razão mais ou menos legítima, a ocorrência dum qualquer facto superveniente. O próprio Passos Coelho, numa atitude que elogiei neste mesmo espaço, teve a dignidade em 2010 de pedir desculpas aos portugueses por ter aprovado o PEC III contra o que tinha prometido. Onde vai esse tempo? Agora, em quinze dias nega as suas próprias promessas. Agora, cria uma névoa tal de afirmações e contradições que chega a ser impossível fazer uma análise do seu discurso, que é inviável encontrar uma lógica de raciocínio, uma linha condutora. Não há quem não esteja saturado de tantas medidas anunciadas com pompa e circunstância que nunca vieram a concretizar-se por simples incompetência, por ignorância chocante da realidade ou por outra razão qualquer. É por estas e por outras, aliás, que estão enganados os que pensam que há a mínima hipótese de o DEO contribuir para um melhor desempenho eleitoral da Aliança Portugal: nada pior do que a perda de confiança do eleitor, uma vez perdida não é recuperável.
A falta de previsibilidade na atuação dos agentes políticos, o facto de nunca estarmos seguros se estas ou aquelas medidas vão ser implementadas geram uma desconfiança generalizada na comunidade. É evidente que não há memória de tão grande desprezo pela verdade, pelos cidadãos, pelas próprias instituições democráticas, e isso penalizará, como é lógico, mais Passos Coelho e o Governo, mas desengane-se quem pensar que isto não se arrasta para todo o sistema e a todos os intervenientes no processo político.
Esta semana adubou-se abundantemente, mais uma vez, o campo onde nasce toda a descrença na democracia, todo o ódio aos políticos, toda a aparição de salvadores."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 3 de maio de 2014

Luanda: Detidos jovens em manifestação pela liberdade de imprensa

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Oito jovens foram hoje detidos pela polícia na Praça da Independência, em Luanda, quando pretendiam assinalar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, e deixados horas depois a mais de 60 quilómetros, disse à Lusa um dos manifestantes.

Manuel Nito Alves acrescentou que os oito foram obrigados a subir para uma viatura da polícia quando tentavam entrar na base do monumento ao primeiro Presidente angolano, António Agostinho Neto, para se manifestarem a favor da transmissão em direto dos debates da Assembleia Nacional na comunicação social.
"Agarraram-nos e bateram-nos com porretes. Fomos deixados no Calumbo, no município de Viana e acusaram-nos de só querermos criar confusão em Angola", disse Nito Alves à Lusa.
Antes de serem deixados no Calumbo, que dista mais de 60 quilómetros de Luanda, os agentes da polícia ameaçaram de morte os oito jovens, acrescentou Nito Alves.
Antes da detenção, a Lusa testemunhou a presença de um forte contingente policial na Praça da Independência, com dezenas de agentes da polícia, incluindo efetivos da Polícia de Intervenção Rápida e de um helicóptero a sobrevoar a zona.
Nito Alves, de 17 anos, tornou-se a 12 de setembro de 2013 uma figura conhecida entre os meios da oposição ao regime ao ser preso pela polícia e acusado de "ultraje" ao Presidente José Eduardo dos Santos.
Em causa estava a impressão pelo ativista de camisolas que deveriam ser utilizadas na manifestação de 19 de setembro, e em que José Eduardo dos Santos era apresentado como "ditador repugnante".
Após dois meses de detenção, o menor viria a ser libertado em novembro, aguardando a marcação do seu julgamento.
A Lusa tentou obter um comentário da porta-voz da Polícia Nacional angolana, mas o comissário Aristófanes dos Santos esteve sempre indisponível. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Angola é da família Dos Santos e de mais meia dúzia de galifões... O resto, é povo que leva porrada e bico calado...

PS: Seguro questiona "como se sente" Portas depois de criar TSU

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O secretário-geral socialista questionou hoje "como se sente" o vice-primeiro-ministro depois de criar uma Taxa Social Única (TSU) para idosos, quando garantiu que não "pisaria" essa "linha vermelha", e acusou o Governo de fazer do "engano" forma de estar.

Em Braga, no encerramento da última conferência Novo Rumo Para Portugal, António José Seguro disse ainda que os portugueses "não podem ficar pelo protesto e indignação" e que é preciso votarem no dia 25, nas eleições europeias, porque aquilo que "dói" ao Governo não é o protesto mas o voto.

O voto útil que pode "derrotar o Governo" e a "mentira dos sacrifícios", afirmou, é o voto no PS.

Referindo-se às medidas do Documento Estratégia Orçamental (DEO), o responsável acusou também o primeiro-ministro, Passos Coelho, de "descaramento", por ter negado o aumento de impostos contidos no documento, e considerou que o Governo "não está à altura" dos portugueses.

"Como é que agora o doutor Paulo Portas [vice-primeiro-ministro] se sente no Governo onde ele próprio decidiu que haveria finalmente uma TSU para os idosos?", questionou, depois de lembrar a posição de Paulo Portas quando Passos Coelho equacionou a criação daquela taxa.

"Há cerca de um ano o primeiro-ministro escreveu à 'troika' e propôs-lhe a criação de uma contribuição de sustentabilidade para as pensões. De imediato o vice-primeiro-ministro, o doutor Paulo Portas, na altura ministro dos Negócios Estrangeiros, veio dizer que isso era uma linha vermelha, a TSU dos idosos, que ele nunca pisaria, quanto mais ultrapassaria", referiu.

Seguro afirmou que o primeiro-ministro tinha prometido não cortar salários nem reformas ou despedir funcionários públicos e considerou inaceitável que esta forma de fazer política se tenha tornado "banal".

"Não é aceitável olharmos para o nosso Governo e percebermos que ele não está à altura da dignidade e do respeito que merecem os portugueses", declarou.

António José Seguro sublinhou que no dia 25 o escrutínio europeu é da maior importância porque os portugueses podem, através do voto, mandar uma mensagem: "Enviamos um recado para a Europa de que não queremos mais austeridade, mais pobreza, mas também dizemos com muita clareza que o povo português merece um Governo que cumpra a palavra".(Notícias ao Minuto)