sexta-feira, 14 de março de 2014

LA REVOLUCIÓN EN IRÁN EMPIEZA EN EL TEATRO

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La revolución en Irán empieza en el teatro

LA REVOLUCIÓN EN IRÁN EMPIEZA EN EL TEATRO

El equipo de la representación En los últimos días de marzo,en el Teatro Vahdat de Teherán, recibe el aplauso de un público ávido de escuchar música contemporánea en inglés en Irán. Es la primera vez que se hace un musical tipo Broadway desde la revolución islámica (1979) y, por primera vez en 35 años, se escucha a una mujer en Irán cantar solos, encima de música pop, en inglés y temas de intérpretes icónicos de Estados Unidos (archirrival de Irán) como Fran Sinatra o Nat King Cole. El teatro vive en Irán una revolución silenciosa. (Ehsan Neghabat / EFE)-(20minutos.es)


Carta a um pontapé

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"Escrevo quatro dias depois de te ter visto. É com perplexidade que reconheço que poderia nunca ter sabido de ti, já que os canais de TV que habitualmente sigo te ignoraram, e os jornais que leio, a começar por este em que trabalho, só te noticiaram porque houve um canal de cabo que te mostrou. Não fosse esse canal, que tenho por exemplo do que o jornalismo não deve ser, terias ficado clandestino, graças ao que, levaram estes dias a explicar-me, seria um nobre acordo de cavalheiros entre quem te desferiu, o vai para 40 anos assessor de imprensa do PSD José Mendonça (Zeca para todos) e quem levou contigo, o meu colega Paulo Spranger - porque o Zeca pediu desculpa ao Paulo, que aceitou as desculpas. E pronto, dizem-me: é circular, faz favor, não há mais nada para dizer.

Mas olho para ti e não vejo nada de cavalheiro, nem de nobre, nem de senhor. Ou por outra, vejo um senhor pontapé. Gratuito, deliberado, discreto, profissional - um pontapé de quem sabe dá-los. É o que se vê no corredor do hotel onde decorreu no domingo o Conselho Nacional do PSD: o Zeca, acompanhando Relvas, afasta-se dele e caminha, calmo e ligeiro, para Spranger, que está a fotografar Relvas. Pespega-lhe um pontapé e a seguir segura-o (para que não caia?). É o pontapé de um assessor de imprensa, no desempenho das suas funções, a um jornalista a tentar desempenhar as suas. É o pontapé do funcionário de um partido, o principal partido do Governo, a agredir fisicamente alguém ao serviço de um jornal - portanto, o jornal. É o pontapé de um membro do Conselho de Opinião da RTP - porque Zeca Mendonça é-o - a fazer algo que, além de constituir uma ofensa à integridade física, pode ser configurado como "atentado à liberdade de informação", punido com prisão até dois anos caso "o infrator for agente ou funcionário do Estado ou de pessoa coletiva pública e agir nessa qualidade."

É muito para ver num pontapé? Vindo de quem, na minha experiência profissional, sempre foi, além de eficiente, simpático? É. Diz Zeca que se descontrolou. Pois não vejo ali, em ti, pontapé, descontrolo nenhum. Pelo contrário: vejo um controladíssimo pontapé, a controlar.

"Um pontapé não define uma pessoa", garante, em procissão de elogios no Facebook do Zeca, um ror de gente, muita dela habitualmente inflamada contra "tentativas de controlo" e "asfixias democráticas". Em estando uma pessoa em causa, poder-se-ia discutir isso (aliás, resumir o caso a uma escolha entre linchar e perdoar Mendonça define bem aquilo a que chegou a nossa vida pública). Mas não está. Está um funcionário do PSD a zelar pela imagem do partido. Está a imagem do partido. E se o silêncio do PSD sobre o ocorrido mostra quão bem lhe vai este pontapé ao parecer (uma semana depois do discurso da pancada, até rima), o do jornalismo mostra que merece. Até à próxima, pois, pontapé."
(Fernanda Câncio - Diário de Notícias)

quinta-feira, 13 de março de 2014

AVIONES PARA VIGILAR LA CRISIS DE CRIMEA

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Aviones para vigilar la crisis de Crimea

AVIONES PARA VIGILAR LA CRISIS DE CRIMEA

Un avión AWACS (sistema aerotransportado de alerta y control) despega de la base de la OTAN en Geilenkirchen (Alemania). El Consejo del Atlántico Norte decidió enviar aviones de vigilancia AWACS para realizar vuelos de reconocimiento sobre Polonia y Rumanía, a fin de realizar un seguimiento de la crisis ucraniana. (Oliver Berg / EFE)-(20minutos.es)




BARRICADAS CONTRA EL GOBIERNO DE MADURO

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Barricadas contra el gobierno de Maduro

BARRICADAS CONTRA EL GOBIERNO DE MADURO

Un grupo de manifestantes encienden una barricada con fuego durante enfrentamientos con integrantes de la Policía Nacional Bolivariana en una protesta contra el gobierno del presidente venezolano Nicolás Maduro, en la plaza Altamira en Caracas (Venezuela). Estudiantes de la oposición venezolana encabezan una gran marcha en Caracas para recordar el primer mes del inicio de las protestas contra el Gobierno de Nicolás Maduro. (Miguel Gutiérrez / EFE)-(20minutos.es)


Presidente da República: Cavaco veta aumento dos descontos para ADSE, SAD e ADM

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O Presidente da República informou hoje que vetou o diploma que altera o valor dos descontos dos funcionários públicos, militares e forças de segurança para os respetivos subsistemas de saúde, ADSE, ADM e SAD.

A devolução do diploma ao Governo sem promulgação, que foi feita a 11 de março, é justificada em nota hoje publicada na página da Presidência da República com o facto de terem existido "sérias dúvidas relativamente à necessidade de "aumentar as contribuições dos 2,5% para 3,5%, para conseguir o objetivo pretendido".

"Numa altura em que se exigem pesados sacrifícios aos trabalhadores do Estado e pensionistas, com reduções nos salários e nas pensões, tem de ser demonstrada a adequação estrita deste aumento ao objetivo de autossustentabilidade dos respetivos sistemas de saúde", pode ler-se.

Na fundamentação do veto presidencial à iniciativa do Governo, Belém recorda que "de acordo com o preâmbulo do diploma, a medida visa a autossustentabilidade dos sistemas em causa".

No entanto, refere Belém, "a Nota Informativa fornecida pelo Governo no âmbito do pedido de esclarecimento desta matéria revela que o valor de 3,5% proporcionará uma receita que excede significativamente a despesa prevista no orçamento da ADSE".

"Verifica-se até que, mesmo que o aumento pretendido fosse apenas de metade, ou seja, de 0,5 pontos percentuais, ainda assim haveria um saldo de gerência positivo não despiciendo", sustenta, acrescentando: "Sendo indiscutível que as contribuições para a ADSE [sistema de proteção social aos trabalhadores em funções públicas], ADM [Assistência na Doença aos Militares] e SAD [Divisão de Assistência na Doença] visam financiar os encargos com esses sistemas de saúde, não parece adequado que o aumento das mesmas vise sobretudo consolidar as contas públicas".

Belém aponta ainda "as mesmas dúvidas" relativamente ao "montante previsto de 60 milhões de euros de transferência do orçamento da ADSE para o SNS, a título de pagamento das comparticipações devidas com a aquisição de medicamentos por parte dos beneficiários" já que, assinalam, "tais comparticipações são igualmente devidas pelo SNS a quem não seja beneficiário destes subsistemas".(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Com este aumenta o desgoverno apenas pretendia financiamento para o SNS, através das contribuições da ADSE...

Cavaco exonera consultores que assinaram 'manifesto dos 70'

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Ex-ministro da Agricultura Sevinate Pinto e o antigo secretário de Estado Vítor Martins afastados de Belém.

O Presidente da República exonerou esta terça-feira dos seus cargos de consultores da Presidência da República o ex-ministro da Agricultura Sevinate Pinto e o antigo secretário de Estado Vítor Martins, disse fonte de Belém.
A fonte confirmava assim a notícia avançada no 'site' do semanário Expresso sobre a exoneração dos dois consultores do chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, que tinham assinado o "manifesto dos 70", que defende a reestruturação da dívida portuguesa.
O antigo ministro da Agricultura Sevinate Pinto desempenhava o cargo de consultor para a Agricultura e Vítor Martins, que foi secretário de Estado dos Assuntos Europeus num dos Governo e Cavaco Silva, era consultor para os Assuntos Europeus.
Segundo o Expresso, a exoneração foi feita a pedido dos próprios e nenhum dos dois consultores informou previamente o chefe de Estado da sua iniciativa de subscrever o "manifesto dos 70".
Em declarações anteriores ao semanário, Sevinate Pinto disse ter subscrito o documento "num assomo de liberdade" e admitiu que dois pontos do manifesto lhe levantaram 'reticências': o título e a oportunidade. "O termo renegociação tem uma conotação negativa por dar a ideia de que não queremos pagar, quando não é isso. Trata-se de defender uma renegociação no quadro europeu", afirmou o ex-ministro, reconhecendo também que a oportunidade de tornar público o documento, a dois meses de Portugal fechar o programa de ajustamento, é questionável. (Correio da Manhã)
Notas do Papa Açordas:  Vá lá, ainda assim, não perderam a vida!... Trabalhando com esta gente nunca se sabe como vai acabar...

quarta-feira, 12 de março de 2014

O que dizem os outros blogs

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 Acabar com o RSI com recurso a erros e a burocracia
   
«Maria Luísa, de 58 anos, vai comendo de forma intermitente. “Às vezes, a minha filha mais velha, quando lhe sobra comida, telefona: ‘Mãe, anda cá, que tenho qualquer coisa para ti’”. As facturas da água e da luz de Laura Daniela, de 26 anos, estão numa gaveta, a ameaçar cortes no fornecimento destes serviços. “O meu menino vai à avó comer. Hoje, por acaso, a minha cunhada emprestou-me dez euros e vou poder ir ao supermercado”. Manuel, de 59 anos, dorme nas instalações de um campo de futebol e, em termos alimentares, safa-se numa cantina comunitária. “Pago 15 euros por mês para almoçar todos os dias, mas se continuar sem receber…” Em comum, estas pessoas têm o facto de lhes ter sido cortado o Rendimento Social de Inserção (RSI). Sem qualquer aviso prévio. E não é que tenham deixado de cumprir os requisitos legais para receber aquela prestação. O problema é que o processo se tornou tão complexo que os técnicos deixaram de conseguir cumprir as formalidades necessárias nos prazos legais.

“Com a regulamentação da nova legislação, (…) são todos os dias excluídos milhares de pobres deste apoio [RSI] económico de miséria. Os beneficiários renovam o seu pedido de esmola ao Estado, mas, mesmo assim, porque não são convocados atempadamente pelo técnico gestor para assinarem o chamado ‘contrato de inserção’, ficam automaticamente com este apoio cessado sem um único tostão para sobreviverem”, denunciou José António Pinto, assistente social na Junta de Freguesia de Campanhã, uma das mais pobres do Porto, em artigo de opinião assinado no PÚBLICO.» [Público]
   
Parecer:

Parece que o Lambretas quer acabar com o RSI sem dar a cara.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Proteste-se.»


FOTOGRAFÍA PREMIADA

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Fotografía premiada

FOTOGRAFÍA PREMIADA

Esta fotografía de Pedro Armestre ha ganado el Premio Internacional de Periodismo Rey de España en su categoría. La foto refleja la calle Estafeta de Pamplona abarrotada de gente durante el primer encierro de esas fiestas conocidas mundialmente, y fue publicada por El Periódico de Catalunya y otros medios de España y del mundo. (Pedro Armestre / EFE)-(20minutos.es)


UNA DE LAS ESTRELLA MÁS GRANDES JAMÁS VISTA

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Una de las estrella más grandes jamás vista

UNA DE LAS ESTRELLA MÁS GRANDES JAMÁS VISTA


Fotografía sin fechar facilitada por el Observatorio Europeo Austral (ESO) de HR 5171, la estrella más brillante justo debajo del centro de esta imagen. La hipergigante amarilla es un tipo de estrella muy poco común ya que solo se conocen una docena de esta clasa en nuestra galaxia. Su tamaño es unas 1.300 veces el del Sol y es una de las diez mayores estrellas encontradas hasta la fecha. Las observaciones hechas desde ESO mostraron que realmente es una estrella doble, con la pareja en contacto con la principal. La estrella es aproximadamente un 50% mayor que la famosa supergigante roja Betelgeuse y un millón de veces más brillante que el Sol. (ESO / EFE)-(20minutos.es)


Retificativo: Cavaco diz 'sim' a corte de pensões acima de mil euros

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O Presidente da República promulgou o Orçamento Retificativo e o corte nas pensões acima de mil euros vai mesmo avançar. Segundo o Jornal de Negócios, a medida está prevista para abril, juntamente com a redução adicional das pensões superiores a 4.611 euros. Os partidos da oposição prometem levar a nova versão da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) ao Tribunal Constitucional.

Cavaco Silva já tomou uma decisão e deu luz verde ao corte das pensões acima de mil euros. Com a promulgação do Orçamento Retificativo para este ano avança assim a nova versão da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES).

Segundo o Jornal de Negócios, os cortes nas pensões acima de mil euros deverão avançar em abril, assim como a redução adicional das pensões superiores a 4611 euros.

Ao contrário do ano passado, este ano Cavaco Silva deixou passar a versão que afeta os pensionistas da função pública e do regime geral da Segurança Social. A decisão era esperada depois do chefe de Estado não ter pedido fiscalização preventiva do Orçamento no final do mês de fevereiro.

Com a nova medida, os cortes passam a incidir nas pensões a partir de mil euros mensais e não nos atuais 1.350 euros. Os cortes começam em 3,5% a partir deste valor e vão até 10%, com taxas adicionais para as pensões mais elevadas.

A CES irá afetar 506 mil pensionistas da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações, o que significa que mais 165 mil pensionistas terão a sua reforma cortada quando o Retificativo entrar em vigor, contra os atuais 340 mil que já estavam a ser afetados, segundo dados são da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).

O PS tinha-se comprometido a pedir a fiscalização pelo Tribunal Constitucional, caso houvesse uma aprovação do corte resultante da nova versão da CES.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Mais uma "calinada" do sr. de Belém a dar o amén a mais uma malfeitoria deste desgoverno... Saliente-se que o sr. de Belém, como reformado do Banco de Portugal, não é abrangido por este imposto...

A "circunstância" de António Barreto

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"A entrevista de António Barreto ao DN, 9. Março, pp, é um documento caracterizado pela prudência e pelo verbo pausado. Não é de estranhar; a partir de certa altura da vida, Barreto tornou-se parcimonioso, deixando à inteligência dos outros o que a sua própria inteligência desejava divulgar apenas pela metade. É um exercício curioso ler ou ouvir as injunções do discurso de Barreto, as habilidades malabares, as zonas sombrias ou reticentes, para ele não dizer o que, talvez, desejasse. Ou o que de ele se esperava ser dito. Toda a entrevista é uma espécie de compromisso do não-compromisso, e diz quem o conhece bem que ele sempre foi assim. Nada de mal. Afinal, António Barreto é detentor de um percurso intelectual e político comum a muitos homens da geração a que pertence. Comunista pró-soviético, maoísta, depois conservador, Reformador (com Francisco Sousa Tavares e Medeiros Ferreira), a seguir militante do PS, e por aí fora. Não é problema. Só o será quando este tipo de flutuações influencia negativamente os outros. Cada um que julgue por si. Barreto escreveu ensaios meritórios e desenvolveu, finalmente, um importante trabalho de sociologia, na Fundação Francisco Manuel dos Santos, permitindo o acesso e informações únicas e rigorosas numa base de dados, Prodata, de utilidade indiscutível. Pelo meio, desferiu uns golpes mortais na Reforma Agrária, arregimentando uma série de inimigos e o desprezo dos que haviam confiado na sua integridade.
Na entrevista a João Marcelino e Paulo Baldaia, diz, e a afirmação serve de título: "Estamos melhor mas ainda não estamos bem." E, logo-logo: "Estamos ligeiramente melhor do que há três anos, no estrito sentido de que parece termos evitado a bancarrota e o pior, de que havíamos de pagar cem anos (...) As pessoas não estão a viver melhor, ainda estão a viver pior do que há quatro ou cinco anos, quando só havia a dívida."
Estas declarações são um modelo da ambiguidade do pensamento de um homem inquestionavelmente inteligente, cuja voz seria importante aclarar-se, numa altura em que a confusão é reinante e em que os nossos intelectuais parece terem deposto as armas da análise, da reflexão e da participação na vida cívica e política. O vazio da nossa vida cultural e política atinge sinais inquietantes. Claro que ninguém está amarrado ao seu passado, mas o passado das pessoas é uma lei de memória que não figura acima das contingências. Cito o muito citado Ortega: "O homem é ele e a sua circunstância."
A "circunstância" de António Barreto não devia ser a adaptação acrítica a esta insignificância dos tempos que correm. Dizer por dizer não corresponde à dimensão de quem, como ele, em tempos, arguiu contra a perda de sentido do pensamento e da autoridade na acção. É pena.
(Baptista Bastos - Diário de Notícias)

terça-feira, 11 de março de 2014

TERCER ANIVERSARIO DEL TERREMOTO Y TSUNAMI DE JAPÓN

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Tercer aniversario del terremoto y tsunami de Japón

TERCER ANIVERSARIO DEL TERREMOTO Y TSUNAMI DE JAPÓN

Chiyoko Hirata (2ºizda) y su hermana Hisako Matsuda (izda) rezan por sus padres Choji y Yoriko Suzuki junto a su casa derruida en el área destruida de Namie en la prefectura de Fukushima al norte de Japón. La casa se encuentra a unos 5 km de la planta nuclear de Daiichi. Localidades de todo Japón recuerdan con un minuto de silencio el terremoto y tsunami que hace justo tres años causaron más de 18.000 muertos y desaparecidos en el noreste del país. (Kimimasa Mayama / EFE)-(20minutos.es)


DE NUEVO EN LA TIERRA TRAS SEIS MESES EN LA EEI

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De nuevo en la Tierra tras seis meses en la EEI

DE NUEVO EN LA TIERRA TRAS SEIS MESES EN LA EEI

Fotografía facilitada por la agencia espacial estadounidense NASA que muestra a los cosmonautas rusos Serguéi Riazanski (2-i) y Oleg Kótov (c) , y al astronauta estadounidense Michael Hopkins (d) tras el aterrizaje del módulo de descenso de la nave rusa Soyuz TMA-10M, en Zhezkazgán, en las estepas de Kazajistán. La cápsula trajo de regreso a la Tierra a los astronautas después de una misión de casi seis meses a bordo de la Estación Espacial Internacional (EEI). (Bill Ingalls / EFE)-(20minutos.es)


Mário Soares: "Não é a insultar pessoas que se conseguem consensos"

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O antigo Presidente da República Mário Soares disse hoje que "não é possível" um entendimento entre os maiores partidos em Portugal envolvendo o PS, sublinhando que "não é a insultar pessoas que se conseguem consensos".
"Já disse o suficiente para perceberem que não concordo com isso", disse o antigo chefe de Estado, quando questionado pelos jornalistas sobre as declarações de hoje do Presidente Cavaco Silva, que insistiu nas vantagens de um compromisso político entre os partidos do arco da governação para o pós-'troika'.
"Não é a insultar pessoas que se conseguem consensos", advertiu, sem concretizar, Mário Soares, que falava à margem da cerimónia do prémio de personalidade do ano de 2013 da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal, que reconheceu a importância das intervenções públicas de Soares, "que não se tem calado ante a dificuldade dos portugueses".
No discurso de aceitação do prémio, o antigo chefe de Estado lembrou a sua relação com os jornalistas, de quem "sempre gostou muito", e lembrou os 40 anos do 25 de Abril, que se vão assinalar em breve.
"O 25 de Abril devemo-lo exclusivamente aos militares de Abril. E é bom dizê-lo agora quando estamos a chegar ao mês de abril e quando se sabe que a ideia que existe do atual Governo de vir a fazer qualquer coisa pelo 25 de Abril é tão ridícula que não é verdadeiramente nada", advogou.
Mário Soares disse ainda que a efeméride que se aproxima deve servir "para provar que o 25 de Abril não morreu, que os militares de abril não morreram e que foram quem salvou o país da primeira ditadura".
"Agora é preciso que acabemos com a ditadura que se está a fazer sem se perceber que é uma ditadura ainda. Mas vai perceber-se", acrescentou o antigo governante.
A distinção a Mário Soares foi introduzida pelo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), que destacou a "grande figura da liberdade de expressão" que foi e é o socialista.
"Seria certamente difícil encontrar uma figura que em 2013 mais merecesse a entrega deste prémio", frisou António Costa.(Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: Mais uma vez Mário Soares tem razão. Este desgoverno já ultrapassou toda a margem de tolerância... O seu caminho é... a RUA!... Aconselhamos que leve também o seu apêndice que está em Belém...



segunda-feira, 10 de março de 2014

ISRAEL INTERCEPTA UN BARCO QUE TRASPORTABA COHETES

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Israel intercepta un barco que trasportaba cohetes

ISRAEL INTERCEPTA UN BARCO QUE TRASPORTABA COHETES


Una soldado israelí permanece junto a las armas y la munición encontrada en el barco interceptado por las Fuerzas de Defensa de Israel en el Mar Rojo en Israel este lunes. Israel interceptó un barco que transportaba docenas de cohetes y munición cuyo destino final, según Israel, era la Franja de Gaza. (Abir Sultan / EFE)-(20minutos.es)


domingo, 9 de março de 2014

PPP rodoviárias acumularam défice de 432 milhões até Setembro

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Apesar do aumento de 23% nas receitas com portagens, os gastos do Estado continuam elevados, atingindo 96% do orçamentado para todo o ano.

As parcerias público-privadas (PPP) do sector rodoviário acumulavam, em Setembro, um défice superior a 430 milhões de euros, fruto da diferença entre os proveitos e os gastos que o Estado tem com as estas concessões. Apesar de as receitas com portagens terem aumentado 23% no terceiro trimestre do ano passado, os encargos para os cofres públicos atingiram até esse período 96% do total orçamentado para 2013.

De acordo com o boletim da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projectos (UTAP), divulgado na semana passada, o défice entre Janeiro e Setembro situou-se em 431,9 milhões de euros. Este valor corresponde aos encargos do Estado com as PPP rodoviárias, excluindo os proveitos com a cobrança de portagens, que alcançaram 218,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano passado. Só no terceiro trimestre de 2013, estes proveitos cresceram 23%, passando de 68,8 para 84,5 milhões de euros. Uma tendência que já se tinha registado entre Janeiro e Março (com uma subida de 24%), mas que nos três meses seguintes se atenuou (período em que aumentou apenas 6%).

Os encargos líquidos suportados pelos cofres públicos até Setembro representaram 96% do montante total que estava orçamentado para todo o ano de 2013 (449,4 milhões de euros). No boletim, a UTAP alerta, no entanto, para o facto de esperar “uma redução de pagamentos durante os últimos meses do ano, face às alterações contratuais que vierem a ocorrer” na sequência da renegociação de contratos com as concessionárias das ex-SCUT (as antigas auto-estradas sem custos para o utilizador).

Notas do Papa Açordas: Façam como eu, evitem sempre que puderem, as portagens! Apesar de residir em Faro, ainda não paguei uma única portagem na A22. Embora caótica, prefiro a EN 125...

O bafo do Minotauro

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"No prefácio ao Roteiros VIII, ontem divulgado pelo Expresso, o Presidente da República não podia ser mais claro: depois de todos os cortes, de todas as subidas de impostos, de todo o desemprego criado, de toda a emigração forçada, de todas as falências, as nossas contas públicas continuam desequilibradas.
A boa notícia é que há uma fórmula que as equilibrará; a má, é que essa fórmula é impossível. Para que não restem dúvidas: toda a devastação criada serviu para rigorosamente nada.
Bem sabemos que o humor não é o forte de Cavaco Silva, mas até ele não terá deixado de sorrir ao escrever que "pressupondo um crescimento anual do produto nominal de 4%, para atingir, em 2035, o valor de referência de 60% para o rácio da dívida, seria necessário que o orçamento registasse, em média, um excedente primário anual de cerca de 3%. Em 2014, prevê-se que será de 0,3% do PIB". Ou seja, e como recordava Pedro Santos Guerreiro no Expresso, teríamos de "ter em cada um dos próximos vinte anos o que não tivemos num único dos últimos quarenta".
Nós, portugueses, sabemos que há milagres. Pode acontecer que através dum grande consenso entre os partidos do arco da governação as coisas possam melhorar. E quais serão as bases do consenso?
Pois claro, a reafirmação das políticas que foram seguidas neste últimos três anos. O primeiro consenso, aliás, pode começar por ser o anunciado pelo primeiro-ministro, esta semana, no Parlamento: os cortes e as descidas de salários passam a definitivos. O segundo consenso será o pré-anúncio de mais cortes nas pensões e descidas salariais provisórios (talvez já em Abril), que daqui a um ano passam a definitivos. O terceiro, pode ser o de termos impostos ainda mais altos. O quarto, limitar ainda mais o acesso a prestações sociais. O quinto, acabar com a saúde e a educação públicas. Com esta consensualização toda, o crescimento económico virá a toda a brida. Tira-se o que resta de dinheiro à economia, com os fantásticos resultados conhecidos, e tratamos de exportar tudo e mais alguma coisa. Talvez mesmo as pessoas que ainda cá estão. Vão gozar com o outro. Um consenso para deitar fogo é bom? Como é que se pode obter um consenso com um primeiro-ministro que diz que as outras partes têm de aceitar a realidade como ela é? Sabendo que é ele que define o que é ou não real. E que por acaso é, quase sempre, uma gigantesca fantasia que diz que todas as nossas desgraças têm causas nacionais. Ou com um líder da oposição que tem posições que desdizem em absoluto o tratado orçamental que assinou? Pois claro, programa cautelar, saída à irlandesa. Seguro contra todos os riscos, contra terceiros (os malfadados mercados e as suas pulsões especulativas). Muito importante podermos arranjar dinheiro a bom preço e sem sobressaltos. Mas será que ainda há alguém que consiga dizer sem rir às gargalhadas que a nossa dívida é pagável, nas condições existentes, e que é possível crescer economicamente com os encargos que ela nos impõe? O mercado vai-nos emprestar dinheiro a taxas simpáticas - Cavaco, no dito prefácio, diz-nos indiretamente que terá de ser abaixo, muito abaixo de 4%. E o resto, e o que está para trás? Sim senhor, ficaremos a coberto dum segundo resgate. Não morreremos de ataque de coração fulminante, ficaremos ligados à máquina até que a eletricidade acabe.
Andamos para aqui com jogos florais, com amuos no Parlamento, com fitas nas escadarias da Assembleia, com patéticos relógios, com programas eleitorais decorados com cães pintalgados, a fingir que discutimos o futuro da comunidade, e não saímos do labirinto.
O Minotauro cada vez mais próximo e nós a sermos convencidos de que a sensação que temos no pescoço não é o bafo do monstro, mas sim uma brisa de bonança. Cavaco Silva tem razão: correu mal.
Cavaco Silva volta a ter razão: é preciso consenso. Mas não se pode dizer, como de facto se diz, que correu mal e se quer consenso para continuar a implementar a mesma política. Além de que essa política impõe que os erros até agora cometidos se aprofundem mais e mais e se repitam indefinidamente até que não haja país para os praticar.
É inexplicável a sensação de todos sabermos que estamos a caminhar para o precipício, e continuamos, como se o suicídio fosse a única alternativa. Mas pior é dizerem- -nos que temos de ir todos de mãos dadas como se isso fosse o nosso destino. Não é. Não pode ser." (Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)


sábado, 8 de março de 2014

Pacheco Pereira: "Passos sabe que valor da sua palavra é nulo mas isso não o preocupa"

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O historiador e comentador político, Pacheco Pereira, comenta este sábado, num artigo que assina no jornal Público, o episódio entre o Bloco de Esquerda e o primeiro-ministro que marcou o debate quinzenal da passada semana, frisando que “Passos Coelho sabe muito bem que o valor da sua palavra não vale é nulo” mas “isso não o preocupa”. Pacheco Pereira considera, aliás, que “isso deve-se” ao facto de “o Governo e o primeiro-ministro acharem que dar explicações (…) é um desperdício de tempo".

No artigo que, este sábado, o social-democrata e comentador político Pacheco Pereira assina, como habitualmente, no jornal Público, a questão predominante é “o valor da palavra” e se ele, o valor, “muda conforme os destinatários e conforme as circunstâncias”.

Em causa está, explica o autor do texto, “a acusação ao primeiro-ministro” feita na passada quarta-feira pela bloquista Catarina Martins, durante o debate quinzenal, “de que a sua palavra”, leia-se do chefe do Governo, “não valia nada”. Na opinião de Pacheco Pereira, “mais do que “indignação” esta situação provocou “um surto de irritação”.

Mas, “na verdade, a começar pelo próprio, ele sabe muito bem que o valor da sua palavra é nulo, e isso não o preocupa muito, não porque seja ‘mau’, mas porque o ‘valor da palavra’ remete para um conjunto de valores que ele e a sua geração acham antiquados e arqueológicos”.

Como exemplo, Pacheco Pereira recupera “o caso do ‘temporário’/’definitivo’ dos cortes” para provar “como a ‘palavra’, no sentido de uma afirmação de honra, não tem nenhum valor”. O que acontece, explica, é que “quando [Passos] fala em modo eleitoral, os cortes (desculpem, as ‘poupanças’) são ‘temporários’”, tal como sucede “quando fala em modo constitucional, para o Tribunal Constitucional”, mas “quando fala em modo troika, diz que os cortes são ‘definitivos’”, como “quando entra em modo mercados”.

Não restando dúvidas de que “na conceção do ‘ajustamento’, o Governo está do lado da troika e que tudo fará para que sejam ‘definitivos’. Que valor tem a ‘palavra’, quando ele muda consoante os destinatários e conforme as circunstâncias?”.

Isto deve-se ao facto de “o Governo e o primeiro-ministro acharem que ter de dar explicações sobre esta matéria (cortes) é um desperdício de tempo e têm um infinito desprezo por aqueles que lhes perguntam sobre as suas contradições”.

“No seu entender, ele, o Governo, fará o que tem de fazer, fará o que quer fazer e, como tem o poder, a faca e o queijo na mão, nem sequer se preocupa muito em disfarçar”, remata Pacheco Pereira. (Notícias ao Minuto)

Notas do Papa Açordas: E o "rapazinho" ainda se ofendeu por a Catarina Martins dizer que a sua palavra não valia nada...





EL MAYOR EDIFICIO IRREGULAR DEL MUNDO

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El mayor edificio irregular del mundo

EL MAYOR EDIFICIO IRREGULAR DEL MUNDO

Fotografía facilitada por el Ayuntamiento de Seúl de la vista nocturna del exterior del nuevo edificio del Dongdaemun Design Plaza & Park, que busca ser el centro neurálgico del diseño en Asia. El edificio ha sido creado por la célebre arquitecta Zaha Hadid y ha sido etiquetado como "el mayor edificio irregular del mundo". Abrirá sus puertas en pleno corazón de Seúl el próximo día 21. (EFE)-()20minutos.es)


Despedimento ilegal

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 Ao que isto chegou
   
«O Governo pretende que as empresas paguem menos aos trabalhadores nos casos do despedimento ilegal. A questão vai ser levada aos parceiros sociais, que entretanto já rejeitaram a proposta, tanto do lado dos patrões, quanto dos trabalhadores.

Uma imposição da troika que ficou explícita num documento com as conclusões da penúltima avaliação feita com o Governo e revelado pela TSF. Em causa estão os despedimentos que os tribunais declaram ilegais. Hoje, qualquer trabalhador que seja, aos olhos da Justiça, demitido de forma ilegal, tem direito a uma indemnização que vai dos 15 aos 45 dias por cada ano de trabalho, com um valor mínimo de três salários. Para a troika, isto é um incentivo para dar entrada de ações contra empresas no âmbito dos despedimentos. A ideia passa por aproximar as indemnizações devidas por despedimento legal, que pode começar nos 12 dias por ano de trabalho, das rescisões sem justa causa.» [CM]
   
Parecer:

Este governo ainda vai decretar que as putas trabalhem a troco de gorjetas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»