sábado, 12 de outubro de 2013

É bom lembrar...

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Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !

 
Em média os trabalhadores portugueses ganham menos de 50% em relação aos dos restantes 27 países da EU.
Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que Portugal está a viver.
Para que conste, e para que os futuros Faria de Oliveira e outros possam ser respeitados, repasso o presente e-mail esperando com o mesmo contribuir para a moralização da política em Portugal.
Retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os valores de 2010):

    
Presidente - remuneração base:                      371.000,00 €
Prémio de gestão:                                              155.184,00 €
Gastos de utilização de telefone:                         1.652,47 €
Renda de viatura:                                                 26.555,23 €
Combustível:                                                           2.803,02 €
Subsídio de refeições:                                           2.714,10 €
Subsídio de deslocação diário:                               104,00 €
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento).

Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.
 
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1897993 
A directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique Strauss-Kahn.

 O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar sexualmente de uma camareira de hotel em Nova Iorque.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que vai agora receber a francesa.

 Palavras para quê?
Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, for obrigada a tomar posição.
É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).
Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas que acumula com o seu vencimento.
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram. NÃO FOI POR ACASO QUE O  MINISTRO INDIGITADO PARA AS FINANÇAS POR SÓCRATES, SE DEMITIU PASSADO TRÊS MESES, POIS A REFORMA QUE ELE IRIA ASSINAR IRIA ACABAR-LHE COM AS SUAS MORDOMIAS...

 E foi com esta facilidade (legislação imoral mas legal para criar à medida jobs para os boys, com a agravante de desviar a prioridade da atenção do Gestor para as novas solicitações dos Generais dos Partidos do Poder que julgavam também ter direito a um JOB) que a Fátima Felgueiras se escapou da Justiça indo para o Brasil onde viveu com a ajuda da reforma antecipada obtida dois meses antes de ter sabido por fuga de informação que iria ser detida.
 Estima-se que mais de 50% dos autarcas com mais de 55 anos tenham direito a reformas obtidas por antecipação na mesma função (hoje, também impedidos de acumular com os seus vencimentos).

 É uma vergonha a delapidação dos recursos financeiros que deveriam privilegiar o desenvolvimento ou a amortização da dívida pública e externa, que tipifica uma política neoliberal onde a ganância só tem como limite o céu; ou pior, foi preciso ter sido o mercado externo, com a subida vertiginosa dos juros da dívida soberana, a dizer que Portugal já não dá confiança para ter empréstimos.
No início da entrada de Portugal na União Europeia, como se fosse uma Dona Branca quando o dinheiro entrava aos montes, tudo foi possível sem grandes convulsões.
De vez em quando, lá era processado um político ou gestor que, com raras excepções, acabava por ver o seu processo arquivado.
Hoje temos o resultado da gestão da geração dos "soixante-huitard" que tem estado no poder, ao tempo do 25 Abril fanáticos de Mao, agora brilhantes executantes da partidocracia com laivos neoliberais.
É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:
 
· mais 32% do que os americanos;
 · mais 22,5% do que os franceses;
 · mais 55 % do que os finlandeses;
 · mais 56,5% do que os suecos"

 
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)
 Não esquecer que cada um destes meninos têm 2, 3 e 4 "tachos", cada um deles muito bem remunerado.

Recebido por e´mail

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Governo de garotos de um País das Bananas

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GOVERNO DE GAROTOS COM CRIANÇAS ASSESSORAS.

ROUBO DE SALÁRIOS, SUBSIDIOS DE FÉRIAS + NATAL E PENSÕES PARA DAR DE MAMAR A ASSESSORES DO GOVERNO.

Aqui vai parte da malta do PSD e do CDS que foi ao POTE, tal como antes tinha sido a do PS! Todos à custa dos nossos salários e pensões (e da sua redução) e dos nossos subsídios de férias e de Natal!
Também já repararam que quando os ministros aparecem na TV, em Conselho de Ministros, estão todos na galhofa, a rirem com o que todos nós que sofremos? Da mesma forma mal-educada e gozona que o senhor ministro da Educação se referiu à professora que, em Viseu, teve a coragem de se lhe dirigir para que ele explicasse o que estava a fazer ao sistema educativo em Portugal.
Lista de apenas 29 assessores / adjuntos (há mais umas centenas de boys deste tipo) a "trabalhar" nos Ministérios do PPD/PSD e CDS, onde já estiveram outros do PS, todos de idade inferior a 30 anos, havendo entre estes 14 "especialistas Cerelac" com idades entre os 24 e os 25 anos.


*MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)

Cargo: Assessora
Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: João Miguel Saraiva Annes
Idade:28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.183,63 €

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Filipe Fernandes
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.633,82 €

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)

Cargo: Adjunto
Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida
Idade: 26 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.854 €

Cargo: Assessor
Nome: Filipe Gil França Abreu
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.854 €

Cargo: Adjunto
Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)

Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.364,50 €

MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)

Cargo: Especialista
Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: André Tiago Pardal da Silva
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)

Cargo: Adjunta
Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago Lebres Moutinho
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Cristóvão Baptista
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: André Filipe Abreu Regateiro
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte
Idade: 25 anos (deve ser mesmo boa)
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Folgado Verol Marques
Idade: 24 anos (deve ser mesmo bom)
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,34 €

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Antero Silva
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,37 €

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)

Cargo: Assessoria Técnica
Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 4.198,80 €

Cargo: Assessor
Nome: Ricardo Morgado
Idade: 24 anos (deve ser mesmo bom)
Vencimento Mensal Bruto: 4.505,46 €

SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)

Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Filipa Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.950,00 €*
DE CANALHICE EM CANALHICE, MAIS UM ATENTADO A QUEM TRABALHA HÁ VÁRIOS ANOS E QUE TODOS OS MESES É ROUBADO E FICA SEM SUBSIDIOS NAS FÉRIAS E NO NATAL, A PARTIR DO INFANTÁRIO QUE TUTELA ESTA CORJA DE BOYS E GIRLS, ONDE TODOS CONTAM COM O BENEPLÁCITO DO AMIGO DO BOLO REI...

ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR ISTO?!*
Barra da Costa

(E´mail recebido hoje - para ler e meditar)

China y Corea del Norte, unidas por un puente

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China y Corea del Norte, unidas por un puente

China y Corea del Norte, unidas por un puente 


Puente en construcción sobre el río Amrok, también conocido como el río Yalu, en China. El puente, de 3 kilómetros de largo, conectará Corea del Norte y China. Su construcción está enteramente pagada por China. (Yonhap / EFE) - (20minutos.es)


Os cornões de Machete

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Há muito muito tempo, num país muito muito distante, um ministro ousou fazer, no Parlamento, um gesto muito muito pateta. O ultraje foi tal que pouco depois o ministro apresentava a demissão e o PM desculpas pelo ocorrido, enquanto o presidente da Assembleia da República, do partido do Governo, assegurava, cenho franzido: "Aquilo que se passou não se podia ter passado." Garante do funcionamento regular das instituições e farol moral da nação, o então PR pontificava: "Pouco acrescentaria em relação à indignação que foi manifestada na AR por parte de todos os grupos parlamentares e por parte do senhor presidente da AR, o que de alguma forma reflete a gravidade daquilo que aconteceu."

Felizmente, o tal Governo foi, dois anos após o horrífico momento, substituído, sendo instituída uma nova ordem ética. Nesta, nunca há motivo para pedir desculpa, quanto mais para demissão (quem porventura se demita fá-lo por ética a mais: não aguenta "a podridão"). Por exemplo, se um ministro dá uma entrevista à rádio oficial de outro país em que aceita falar sobre processos judiciais "contra altas figuras do Estado" desse país, garantindo consistirem esses processos (que, adverte, pesaroso, "não está na nossa mão evitar" e pelos quais "pedimos diplomaticamente desculpa"), em "um problema puramente técnico de preenchimento de alguns documentos" que, explica, é preciso preencher quando há movimentação de capitais - "lícitas", apressa-se a frisar -, "nada de grave" há a assinalar, segundo o PM, ou que leve o atual PR dar nota de qualquer indignação. Nem o facto de os processos em causa estarem em segredo de justiça e o ministro se aprestar a revelar aquilo em que consistem (cometendo o crime de violação do segredo de justiça, se o que diz é verdade, ou mentindo, se não é) e em garantir que não têm "nenhum grau de gravidade". Tão-pouco que o ministro assevere terem sido "pedidas" "informações" à PGR para "perceber o que é que aconteceu do lado do nosso Ministério Público", as quais "a senhora procuradora-geral deu", enquanto a procuradora garante nada lhe ter sido pedido e nada ter dito, chamando, portanto, mentiroso ao ministro (ou o ministro a ela, é escolher) - que por sua vez nega o pedido e o que disse.

Não; grave, de ir às lágrimas, é o "assassinato político" de que o pobre ministro se queixou no Parlamento. Grave é, nas imortais palavras do deputado Rodrigues do PSD, chamar mentira a "uma inverdade" (que antes fora "incorreção factual"). Grave é fazer corninhos. Cornões mesmo chifrudos, dos que humilham o País e a democracia, arrastam a justiça na lama e fazem da separação de poderes uma piada, oh, isso?, é "uma expressão menos feliz".

Ocorre, porém, um quesito: se os processos que o ministro mandou arquivar por entrevista forem mesmo arquivados, como fica a cara da PGR? E se avançarem para acusação, como fica a do Governo e a relação com Angola? Os cornos chegam para todos. (Fernanda Câncio - Diário de Notícias)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Governo corta 10% a salários da função pública a partir dos 600 euros

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Medida vai integrar o Orçamento do Estado para o próximo ano.

Os salários dos funcionários públicos a partir dos 600 euros terão um corte de 10% já no próximo ano. A proposta que está a ser discutida no Conselho de Ministros desta quinta-feira alarga significativamente o universo de funcionários que terão reduções nos seus salários.

A notícia de que o Governo pretende reduzir os salários de forma definitiva no Orçamento do Estado (OE) para 2014 foi avançada pelo Correio da Manhã e confirmada pelo PÚBLICO.

Contudo ainda não é clara a forma como este corte será aplicado. Se, num primeiro cenário, poderá afectar a totalidade dos salários acima dos 600 euros ou, num segundo cenário, se apenas se aplicará sobre a parcela que excede esse valor. O resultado é substancialmente diferente. No primeiro cenário, um trabalhador a receber um salário de 800 euros terá um corte de 80 euros, enquanto no segundo a redução seria de 20 euros.

Na prática, o objectivo do Governo é reflectir na tabela salarial da função pública a redução temporária dos salários que está em vigor desde 2011 mas, ao mesmo tempo, alargar dos cortes a mais trabalhadores.

Desde o OE para 2011 os funcionários públicos com salários acima de 1500 euros têm um corte de 3,5% a 10%. O corte é progressivo. Entre 1500 e dois mil euros, o salário tem uma redução de 3,5 %. A partir daqui o corte é de 3,5% sobre o montante de dois mil euros, acrescido de 16% sobre a parte que excede este valor, o que perfaz uma taxa entre 3,5% e 10%. As remunerações acima de 4165 euros têm uma redução de 10%. De fora ficavam os trabalhadores do Estado com salários até aos 1500 euros.

Este corte, que foi renovado nos orçamentos dos anos seguintes, era encarado como uma medida temporária, mas passará a definitiva e irá acumular com a revisão da tabela salarial única. No relatório da sétima avaliação ao programa de ajustamento português, o governo comprometeu-se a rever a tabela salarial e a rever os suplementos remuneratórios para poupar 445 milhões de euros.

Notas do Papa Açordas: Estes f.d.p., mais uma vez nos vão f..... Comportam-se como a Igreja Universal do Reino de Deus... Passa para cá 10% e terás a redenção eterna... Só por isso, vou apostar ainda mais na economia paralela...


Manto de jamón para la virgen

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Manto de jamón para la virgen

Manto de jamón para la virgen 

La Virgen del Pilar viste un manto de lonchas de jamón serrano en el escaparate de una tienda de alimentación que se encuentra en el recorrido que hará la Ofrenda de Flores el día 12 de octubre, Día de la Hispanidad. (Javier Cebollada / EFE) - (20minutos.es)


Navantia pide más trabajo

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Navantia pide más trabajo

Navantia pide más trabajo 

La plantilla de Navantia, más de 2.300 trabajadores directos y casi un millar en industrias auxiliares, ha vuelto a movilizarse por las calles de Ferrol para reclamar carga de trabajo "urgentísima" que garantice el futuro de las factorías de Ferrol y Fene. (Kiko Delgado / EFE) - (20minutos.es)


Prosigue la búsqueda de Marta

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Prosigue la búsqueda de Marta

Prosigue la búsqueda de Marta 

Antonio del Castillo (izquierda), junto a los miembros de la Policía Nacional que han reanudado la búsqueda del cuerpo de su hija, Marta, en la finca Majaloba de La Rinconada (Sevilla). (Raúl Caro / EFE) - (20minutos.es)


Alberto Martins 'recupera' "vice" que se tinha demitido

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Candidato a líder parlamentar do PS divulgou agora a sua lista. Há seis novos vice-presidentes para a direção da bancada socialista. Pedro Nuno Santos é um deles
Alberto Martins divulgou há pouco a sua lista candidata à direção do grupo parlamentar do PS e, nesta lista, recupera como um dos 12 vice-presidentes Pedro Nuno Santos, que em abril de 2012 tinha batido com a porta das mesmas funções, por então discordar da orientação política de António José Seguro (de quem tinha sido apoiante em 2011). Este deputado eleito por Aveiro, abriu o último congresso do PS, na qualidade de anfitrião, em abril passado, com um discurso que se distanciava de propostas do secretário-geral do partido na reestruturação da dívida pública portuguesa.
Na lista há sete novos nomes, incluindo o presidente candidato, incluindo outras vozes críticas ou mais distantes da direção socialista. Ana Catarina Mendes, António Braga, António Gameiro, Fernando Jesus, Hortense Martins, José Junqueiro, Marcos Perestrello, Mota Andrade, Odete João, Pedro Marques, Pedro Nuno Santos e Sónia Fertuzinhos são os candidatos a "vice" que acompanham Alberto Martins.
Da anterior direção mantêm-se António Braga, Fernando Jesus, José Junqueiro, Mota Andrade, Odete João e Sónia Fertuzinhos.
A votação desta lista única decorre amanhã, sexta-feira, entre as 10.00 e as 17.00.

Notas do Papa Açordas: O PS precisa de um líder parlamentar mais enérgico e, logicamente de vice-presidentes mais politizados e de esquerda.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a NOVEMBRO - 2013:

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:


Aviso n.º 12485/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09. Declaração n.º 206/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09. Declaração n.º 207/2013, D.R. n.º 195, 2.ª Série, de 2013-10-09.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Pensões: Reformados querem cortes enviados ao Constitucional

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A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRE) pediu hoje ao Presidente da República para que envie para o Tribunal Constitucional o dossier dos cortes das pensões de sobrevivência, porque viola o princípio da confiança.

A APRE foi hoje recebida por Cavaco Silva, tendo depois a presidente da associação, Maria do Rosário Gama, afirmado aos jornalistas que todas as pensões foram atribuídas com base na lei em vigor, pelo que não se pode depois alterar.

Maria do Rosário Gama disse não ter dúvidas de que os cortes nas pensões de sobrevivência, de "grande insensibilidade social", são "uma forma disfarçada de TSU" (Taxa Social Única) e se o vice-primeiro ministro diz que não "é uma hipocrisia política e só desacredita os políticos".

Paulo Portas rejeitou hoje comparações entre os cortes nas pensões de sobrevivência e a chamada TSU dos pensionistas. No domingo o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social confirmou o corte, em 2014, das pensões de sobrevivência, quando acumuladas com uma segunda reforma.

A audiência da APRE tinha sido marcada antes de se saber da nova medida do Governo mas foi um tema discutido com Cavaco Silva, disse Maria do Rosário Gama, que ao Presidente se queixou dos cortes das pensões em geral e lhe apresentou casos, desde pessoas que tiveram de entregar casas, a outras que estão a sair de lares ou outras ainda que estão a apoiar filhos desempregados.

"Se somarmos a contribuição extraordinária, mais o corte de 10 por cento, mais a pensão de sobrevivência", além de todos os impostos, disse a responsável que a situação para os aposentados é de uma grande violência.


"Pedimos ao Presidente da República para que envie para o Tribunal Constitucional esta documentação", disse Maria do Rosário Gama. A presidente da APRE considerou que uma pensão pouco superior a 600 euros não é suficiente, porque os reformados estão sujeitos a outros cortes, o que leva "a situações dramáticas que se vivem diariamente".

Notas do Papa Açordas: Estes desgoverno anda a marrar demasiado com as pessoas... São malfeitorias atrás de malfeitorias... Enquanto durou a campanha das autárquicas, estiveram com o rabinho entre meio das pernas, agora... é o que se vê!...BANDIDOS!

Inundaciones en Camboya

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Inundaciones en Camboya

Inundaciones en Camboya 

Unos niños reman con los brazos en unos barreños gigantes para moverse por las calles inundadas de Kandal en Camboya. Según el Comité Nacional de Gestión de Desastres, al menos 83 personas han muerto y más de 800.000 se han visto afectadas por las inundaciones. (Mak Remiss / EFE)-(20minutos.es)



domingo, 6 de outubro de 2013

Inmigrantes en Lampedusa

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Inmigrantes en Lampedusa

Inmigrantes en Lampedusa 


Un grupo de inmigrantes recién llegados a Lampedusa caminan por el puerto de la ciudad antes de ser trasladados a Sicilia. Las autoridades italianas trasladaron 100 inmigrantes desde Lampedusa, después de que el naufragio de una barcaza con más de 500 indocumentados a bordo se cobrara la vida de al menos 111 personas. (Ettore Ferrari / EFE).(20minutos.es)


Somos todos Masoquistas

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"1- Há um clima de embuste, de perda de vergonha, de mentiras, de desprezo absoluto pelos cidadãos que começa a ser asfixiante. Ainda não se tinha acabado de contar os votos das eleições autárquicas e já o Presidente da República, o vice-primeiro-ministro mais a sua assistente Maria Luís e os senhores da troikavinham colaborar na absurda farsa que o País está a viver.
Que o Presidente da República diga tudo e o seu contrário não constitui propriamente uma novidade. Apelidar de masoquistas todos os economistas da esquerda à direita é lá com ele, dizer que os políticos e analistas também o são vá que não vá. Já afirmar com um ar definitivo que o que disse há nove meses é próprio de um masoquista pode perturbar, convenhamos, a confiança que alguns portugueses ainda têm no Presidente da República.
Que Paulo Portas ande a brincar com o primeiro-ministro dizendo desde Fevereiro que vai apresentar um projecto de reforma do Estado e que Passos Coelho lhe chame a atenção em público por ainda não o ter feito são apenas mais umas das garotices com que os dois nos presenteiam habitualmente. Que o vice-primeiro-ministro venha dizer que faltam três avaliações para retomarmos a nossa soberania financeira, quando sabe perfeitamente que nessa altura, com a economia destruída, vamos estar mais dependentes do que nunca, enfim, é só mais uma mentira. Que diga, sem se rir, que não vai existir outro pacote de austeridade, quando ele sabe melhor do que ninguém que um gigantesco pacote que vai ser concretizado no próximo orçamento já foi apresentado dia 3 de Maio, é um teste à nossa paciência. Que ele, a troika, Passos Coelho, Banco de Portugal e qualquer português que saiba somar dois mais dois tenham a certeza de que o limite de quatro por cento de défice para 2014 não vai ser atingido e que vai ser negociado lá para Março e renegociado em Maio e voltar a ser negociado em Setembro, mas prefiram fingir que estão a falar a sério, já estamos habituados. Afinal, é isso que tem acontecido nos últimos anos.
Agora que nos venham dizer que o plano está a correr bem, já é de mais. A não ser que o jogo seja uma espécie de "perdes ganhas". Estão as contas públicas em ordem? Está o endividamento mais baixo? O desemprego desceu? O salvífico regresso aos mercados de dia 23 de Setembro terá acontecido sem que tenhamos dado conta? A reforma do Estado está em marcha?
Mas que raio mede a troika? A capacidade de Portas conseguir falar sem dizer nada durante duas horas ? A falta de vergonha que permite a um país civilizado continuar a ter Rui Machete no Governo apesar de todas as mentiras, faltas de memória e sugestões feitas no estrangeiro de que em Portugal não há uma efectiva separação de poderes?
troika não quer assumir que o seu plano foi um falhanço completo e prefere continuar a destruir um país a ter de arrepiar caminho. Talvez seja mau para o currículo dos arquitectos do plano admitir que não resultou. Talvez dizendo muitas vezes que o plano está a resultar os mercados acreditem e resolvam baixar as taxas. Talvez não queiram embaraçar o primeiro-ministro que achava o plano tão bom, tão bom que o levaria sempre a cabo e até iria para além dele.
troika pode querer tudo. Não pode é criticar o nosso Tribunal Constitucional, não pode ameaçar uma instituição fundamental da nossa democracia. E foi o que fez numa carta que em qualquer país que se desse ao respeito produziria uma unânime condenação, um gigantesco coro de indignação. O Governo, o Presidente da Republica, podem concordar com tudo. Ajudar a atirar toda a gente para o desemprego, fazer falir tudo o que é empresa, enviar os portugueses todos para o estrangeiro, atrasar o País quarenta anos. O que os nossos representantes não podem consentir, com o que não podem pactuar é com a interferência nos nossos mais sagrados direitos de soberania, com a nossa independência. O que está em causa é muito mais do que uma opção política ou económica: é a dignidade de uma comunidade inteira, as suas instituições mais relevantes.
O que a troika fez foi humilhar um povo e um dos pilares da democracia. Um Governo e um Presidente que consintam humilhações destas não merecem representar os portugueses. Um povo que não se sinta insultado com esta vergonha só pode ser portador do terrível vírus da apatia. Ou, se calhar, Cavaco Silva tem razão: somos um bando de masoquistas.
2- Ontem, pela primeira vez em muito tempo, o dia da implantação da República não foi feriado. Uma comunidade que não celebra a sua memória colectiva, que não comemora os seus valores fundamentais, definha. É uma comunidade condenada.
Viva a República."
(Pedro Marques Lopes - Diário de Notícias)

sábado, 5 de outubro de 2013

Andam a extorquir-nos

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"Está no senso comum a ideia de que andamos a ser extorquidos pelo monstro cobrador - o Estado - que segundo dizem, de tanto crescer e engordar, se tornou insaciável. Passos Coelho, em plena campanha autárquica, em Sintra, verberou o Estado que, segundo ele, nos anda a extorquir e nos retribui cada vez menos.
O Governo cobra-nos impostos em nome do Estado, isso não há dúvida! Mas será que essas receitas são canalizadas para as funções e obrigações que o Estado, em democracia, tem para com os cidadãos?
O primeiro-ministro é o primeiro responsável pela forma como são utilizados os meios de que o Estado dispõe. Ora, o atual Governo PSD/CDS é, seguramente, aquele que mais agravou os impostos aos portugueses, o que mais cortes fez nos salários, nas pensões, na saúde, na educação, nos apoios sociais, nos direitos sociais fundamentais, o que mais emprego destruiu, afastando centenas de milhar de cidadãos do direito e do dever de produzir riqueza, o que mais desigualdades e pobreza gerou. Ou seja, utilizando poderes que o Estado lhe confere, ou apropriando-se deles à margem das leis, o Governo vem agindo contra o cumprimento das obrigações do Estado em democracia.
Diz o Governo, em sua defesa, que tem de adotar essas políticas por causa dos desequilíbrios que vinham do passado. Mas esse argumento cai por terra quando vemos que nenhum desequilíbrio foi resolvido, e que o efeito das suas políticas se resumiu ao empobrecimento das pessoas e do país, agora mais endividado.
Para onde vai o nosso dinheiro? O Governo saca-nos o dinheiro em nome do monstro Estado, para o entregar aos interesses parasitários que se alimentam dos negócios dos mercados da dívida, da saúde, do ensino e outros. O nosso dinheiro é colocado ao serviço de dívidas que no final nunca se conseguem pagar, porque, na sua lógica penalizadora, jamais param de crescer.
Todos sabemos que o Estado pode servir para cobrar impostos progressivos, mas também pode servir para ajudar quem mais tem a não os pagar, sobrecarregando quem vive apenas do rendimento do seu trabalho.
A governação feita em nome do Estado pode substituir negócios por serviços públicos para servir as pessoas mas também pode, como faz o Governo, liquidar serviços públicos para criar oportunidade de chorudos negócios a privados.
O Estado pode dispor de um Banco Central, mas os governos tanto podem decidir colocá-lo a participar no financiamento da despesa pública, como proibi-lo de o fazer para alimentar um mercado da dívida pública. Em nome do Estado, um Governo pode sujeitar a Banca a estrita supervisão, mas também pode deixá-la em roda livre e correr a socorrê-la, com o nosso dinheiro, quando esta descarrila.
Não é o Estado em si mesmo, mas sim as políticas dos governos que transformam obras de construção de estradas e hospitais em promíscuos e altamente rentáveis negócios PPP; que endividam os portugueses - o Estado - para cobrir roubos feitos na Banca e não só; que desbaratam milhões em swaps; que privatizam empresas públicas lucrativas; que legislam para facilitar a evasão fiscal. O monstro Estado criado por esta governação é um instrumento de uma lógica de conservação do poder do dinheiro e de uma acumulação ilimitada de riqueza às escalas nacional, europeia e global.
A riqueza está a acumular-se aceleradamente no topo da pirâmide, cavando desigualdades e provocando fraturas sociais insustentáveis. Manter-se-á democrático durante muito tempo um Estado que é colocado a utilizar o nosso dinheiro para servir uma ínfima minoria?
Precisamos, urgentemente, de outro Governo no comando. Para que exista um projeto de desenvolvimento da sociedade portuguesa, uma economia mais sã e geradora de emprego, um Estado menos monstruoso que nos assegure mecanismos retributivos, que redistribuem o rendimento de cima para baixo, baseados em impostos progressivos e justos, prestação de serviços de qualidade, direitos sociais fundamentais com acesso universal.
Estas são as funções primordiais do Estado numa democracia." 
(Manuel Carvalho da Silva - Jornal de Notícias)

Passos diz que Machete teve apenas "uma expressão infeliz"

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Primeiro-ministro minimiza importância das declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros sobre investigação da Procuradoria-Geral da República.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reafirmou a confiança no ministro dos Negócios Estrangeiros, reduzindo a “uma expressão infeliz” as declarações que Rui Machete fez em Angola sobre investigações em curso na Procuradoria-Geral da República.

“Ninguém pode ficar diminuído politicamente por ter tido uma expressão infeliz”, disse Passos Coelho, à saída das comemorações do 5 de Outubro, nos Paços do Concelho, em Lisboa.

Numa entrevista à Rádio Nacional de Angola, a 18 de Setembro, Rui Machete pediu desculpas ao país pelas investigações que o Ministério Público português tem em curso a várias figuras angolanas. Disse ainda que a investigação não tinha gravidade, segundo um pedido de informações alegadamente feito à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Depois do caso ter vindo a público, Joana Marques Vidal negou ter feito qualquer comentário sobre o caso e Rui Machete também disse que não perguntou nada nem à procuradora-geral, nem a qualquer outra instância judicial.

Passos Coelho disse este sábado que “não houve qualquer contacto privilegiado” do Governo sobre a investigação em curso no Ministério Público. “Nós não intervimos no poder judicial. Respeitamos a autonomia do Ministério Público e a independência dos tribunais”, disse este sábado Pedro Passos Coelho.

O primeiro ministro referiu que está-se “a aumentar um caso que vale aquilo que se percebeu o que vale” e completou: “Não há casos à volta de Rui Machete”.

Referindo-se à polémica em torno da antiga ligação Machete à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), ex-proprietária do malogrado BPN, Passos Coelho disse que esta participação ocorreu “em condições que estão esclarecidas e que não têm nenhum problema do ponto de vista política, ético ou social”.

"Não se trata de uma expressão infeliz", reagiu o secretário-geral do PS, António José Seguro, logo a seguir às declarações de Passos Coelho. "É um caso da maior gravidade", referiu Seguro, que defendeu este sábado a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros.

Notas do Papa Açordas: É a trapalhada do costume! Estes rapazes aprenderam com o sr.Sócrates! Mentir, mentir e só MENTIR!...


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Ministro com versões contraditórias sobre como obteve dados de inquérito a dirigentes angolanos

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Rui Machete disse a rádio angolana que PGR lhe garantiu que investigação não tinha gravidade. Agora garante que não perguntou nada a ninguém.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, enviou nesta sexta-feira uma declaração às redacções a esclarecer o teor de uma entrevista que deu à Rádio Nacional de Angola, a 18 de Setembro, apresentando agora uma versão contrária ao que afirmou no mês passado.

Machete disse à rádio angolana que a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, lhe assegurou que a investigação não tinha gravidade, mas agora garante que não perguntou nada à procuradoria ou a qualquer outra instância judicial.

Para justificar como obteve as informações que transmitiu na entrevista, Rui Machete diz que recorreu a um comunicado com perto de um ano, de Novembro de 2012. Nessa pequena nota, o Ministério Público apenas confirma a “existência de um processo-crime contra altos dirigentes angolanos” e que o mesmo não tem ainda quaisquer arguidos.

“O processo encontra-se em segredo de justiça, pelo que não é possível, neste momento, prestar quaisquer outros esclarecimentos”, alega-se na mesma nota divulgada há cerca de um ano.

Dados bastante diferentes dos que foram agora referidos pelo ministro na entrevista à rádio angolana. “Tanto quanto sei, não há nada de substancialmente digno de relevo, e que permita entender que alguma coisa estaria mal, para além do preenchimento dos formulários e de coisas burocráticas”, afirmou Machete àquela rádio, acrescentando depois ter informado as “autoridades de Angola pedindo, diplomaticamente, desculpa, por uma coisa que, realmente, não está na [sua] mão evitar”.

Na mesma entrevista, o ministro faz ainda referências concretas a um pedido de informações alegadamente feito a Joana Marques Vidal. “E, simultaneamente, perceber o que aconteceu do lado do nosso Ministério Público. Penso que, nesse aspecto, a senhora procuradora-geral deu informações genéricas, como, aliás, foram pedidas, que nos asseguram que as coisas não tinham nenhum grau de gravidade”, afirmou.

Notas do Papa Açordas: Se este desgoverno tivesse um pingo de vergonha, já há muito que este ministro tinha ido para a rua. Sinceramente, o povo português já não aguenta mais as suas mentiras... RUA!!!


Golpe al turismo de Kenia

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Golpe al turismo de Kenia

Golpe al turismo de Kenia 

Un grupo de turistas de safari observan un rinoceronte negro en la reserva natural keniana del Maasai Mara. El turismo en Kenia se ha visto afectado por el asalto al centro comercial Westgate de Nairobi, perpetrado por los integristas islámicos de Al Shabab. (EFE) - (20minutos.es)


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Naufragio frente a Lampedusa

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Naufragio frente a Lampedusa

Naufragio frente a Lampedusa 


Decenas de cadáveres son cubiertos en el puerto de Lampedusa en Italia. Ascienden a 82 los inmigrantes indocumentados que han muerto, mientras que más de 250 resultan desaparecidos, tras el naufragio de la barcaza en la que viajaban unas 500 personas. (Nino Randazzo / EFE) - (20minutos.es)




Escola do Porto suspende aulas por falta de funcionários

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Direcção do Agrupamento de Escolas diz que está em causa a segurança dos alunos

A falta de funcionários que assegurem a segurança dos alunos levou a direcção do Agrupamento de Escolas Clara de Resende, no Porto, a interromper as aulas nesta quinta e sexta-feira à tarde.

Os alunos foram previamente informados na quarta-feira.

No site da escola, há um “aviso importante”, assinado pela directora do Agrupamento de Escolas que refere por falta de funcionários a escola não consegue assegurar a segurança dos seus alunos nos edifício sede, pelo que será forçada a interromper o normal desenrolar das actividades na tarde de quinta e sexta-feira (tarde dos dias 3 e 4 de Outubro)”.

Este agrupamento inclui a escola do 2.º e 3.º ciclos e secundária Clara de Resende, bem como a Eb1 João de Deus.

Notas do Papa Açordas: Esta notícia, já corriqueira no panorama,  faz-me lembrar a explicação do espanhol para a morte do seu cavalo: "Agora que ele estava habituado a não comer é que morre...". Pois é, este ministro Crato apostou na destruição do ensino público,...Depois de marrar contra os professores, contra o ensino especial, contra os funcionários, tudo de mau é de esperar... ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, JÁ!...