segunda-feira, 15 de outubro de 2012

El ombre que tocó las estrellas

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El hombre que tocó las estrellas


El hombre que tocó las estrellas
Fotografía cedida por Red Bull Stratos que muestra al deportista austríaco de alto riesgo Felix Baumgartner durante su salto estratosférico que ha sido seguido en directo por millones de personas en todo el planeta. Sobre los cielos de Roswell (EEUU), la ciudad a la que dio fama un supuesto incidente con un ovni en 1947, el único extraterrestre que se vio ha sido el austríaco, que saltó al vacío desde una altura de 39.000 metros. Así, se ha convertido en el primero en superar la velocidad del sonido sin ayuda mecánica. (Jay Nemeth / EFE) - (20minutos.es)

2013. Orçamento oficial vai ser diferente mas esmagamento está assegurado

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Fuga da versão preliminar do OE trouxe o documento prévio à reunião de 20 horas do Conselho de Ministros
"A versão final do Orçamento do Estado de 2013 que hoje será apresentada na Assembleia da República virá com algumas alterações face à versão preliminar do documento que parte do executivo fez chegar às redacções na última quinta-feira. Segundo o i conseguiu apurar, a versão preliminar que chegou às redacções não era mais que a versão do documento antes da reunião do executivo da passada quarta-feira, que se prolongou até às quatro da madrugada. Esta fuga de informação parcial constitui assim mais um episódio a minar a já explosiva relação de CDS e PSD no governo.
Apesar de a versão preliminar não bater a 100% com a proposta oficial do OE que hoje será apresentada no parlamento, certo é que o esmagamento dos contribuintes portugueses será, na mesma, a palavra de ordem do documento assinado por ambos os partidos. Algumas fontes ouvidas pelo salientaram que o CDS tem batalhado por algumas mudanças ao nível das alterações no IRS previstas para 2013, como a subida do escalão máximo de 80 mil para 100 mil euros, ou por algum aligeiramento nos aumentos previstos para os escalões intermédios – onde o IRS subirá entre 25% e 40% de Dezembro para Janeiro, fruto da eliminação de escalões e subida das taxas –, mas nada de concreto foi adiantado. Ao longo das discussões governamentais sobre o OE, também a reintrodução da cláusula de salvaguarda do IMI tem sido um cavalo de batalha de ambos os partidos. Uma modulação da cláusula era uma das hipóteses em estudo.
“MAIOR AGRAVAMENTO DA HISTÓRIA” Apesar das alterações de última hora que possam surgir no OE2013, que será apresentado na assembleia, é certo que a tónica do documento será semelhante à presente na sua versão preliminar: esmagamento dos contribuintes que ainda chegam ao final do mês com dinheiro e de muitos que já não o conseguem, como poderá suceder com o novo IRS sobre quem ganha 500 euros brutos por mês. Segundo a versão preliminar do OE, o governo quer que estes contribuintes passem de pagar 71 euros/ano para mais de 205 euros, segundo os cálculos da PricewaterhouseCoopers para o i tendo por base o OE preliminar. A subida supera os 1100%.
O esmagamento dos cidadãos chegará de várias frentes, seja através da redução dos escalões e de aumentos nas taxas de IRS, seja pela imposição de taxas nos subsídios de desemprego e de doença, pelos cortes de salários e pensões, ou mesmo através da sobretaxa mensal sobre o salário que vai retirar mais uma fatia da remuneração líquida dos trabalhadores – que perderão cerca de 5% a 7% do salário líquido mensal por via do aumento do IRS e da sobretaxa.
Esta sobretaxa mensal, aliás, é outro dos pontos que dividem as Finanças de algumas franjas dos partidos da coligação. Segundo soube o i, o grupo parlamentar do PSD pondera mesmo avançar com uma proposta que coloque nas mãos dos trabalhadores e das empresas a opção pelo corte mensal ou pelo subsídio de uma vez, caso a proposta de cobrança mensal se mantenha no OE.
Além destas medidas mais visíveis, há também detalhes a reter no OE preliminar, como a imposição de uma taxa sobre os produtos de higiene – outra categoria de produtos que dificilmente se consegue evitar –, ou o aumento do imposto sobre o tabaco, quando a receita deste já está em queda abrupta depois de sucessivos aumentos fiscais.
“A execução orçamental de 2012 tinha--nos mostrado o efeito desastroso de ir ‘além do memorando’ em matéria fiscal. A insistência do governo no erro levará com certeza a uma derrapagem semelhante em 2013. Mas agora com uma expropriação violenta da classe média, que fica sujeita a um cerco fiscal do qual não pode fugir”, comentou Sérgio Vasques sexta-feira, sublinhando que 2013 “traz o maior agravamento fiscal da nossa história moderna”.
Notas do Papa Açordas:  Sem comentários...

sábado, 13 de outubro de 2012

Un 'ojazo' en aguas de Florida

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Un 'ojazo' en aguas de Florida


Un 'ojazo' en aguas de Florida
El enorme globo ocular de más de diez centímetros de diámetro encontrado en una playa de Florida, Estados Unidos. Los expertos sopesan la posibilidad de que fuera de un calamar gigante, una ballena o algún tipo de pez de grandes dimensiones. (EFE/ COMISIÓN PARA LA PESCA Y FAUNA SALVAJE DE FLORIDA.)-(20minutos.es)

Cavaco avisa Passos: não se pode cumprir o défice a “todo o custo”

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Cavaco Silva já o tinha dito ainda que por outras palavras, mas, em véspera de apresentação do Orçamento do Estado, elas ganham outro peso. Não se pode cumprir o objectivo do défice “a todo o custo”.


“Nas presentes circunstâncias, não é correcto exigir a um país sujeito a um processo de ajustamento orçamental que cumpra a todo o custo um objectivo de défice público fixado em termos nominais”, afirma o Presidente da República numa mensagem colocada na sua página no Facebook na tarde deste sábado.

O chefe de Estado lembra que, durante a última reunião anual do FMI, na passada semana, Christine Lagarde, Directora-Geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), já tinha dado esta orientação.

“Vindo de quem vem, esperemos que chegue aos ouvidos dos políticos europeus dos chamados países credores e de outras organizações internacionais. Trata-se de um ensinamento elementar da política de estabilização”, acrescenta.

Cavaco defende ainda que “devem ser definidas políticas que garantam a sustentabilidade das finanças públicas a médio prazo e deixar funcionar os estabilizadores automáticos”.

“Se o crescimento da economia se revelar menor do que o esperado, o défice nominal será maior do que o objectivo inicialmente fixado, porque a receita dos impostos é inferior ao previsto e as despesas de apoio ao desemprego superiores”, acrescenta, num reparo claro às políticas seguidas por alguns países da União Europeia, nomeadamente por Portugal. 

A finalizar, o Presidente da Républica cita o economista chefe do FMI, Olivier Blanchard, para dizer que não se deve “impor a adopção de medidas orçamentais adicionais, o que tornaria a situação ainda pior”.

Notas do Papa Açordas: Será que o sr. Passos Coelho sabe ler? Ou o sr.Cavaco não lhe merece crédito?  Dá até ideia que este desgoverno quanto mais austeridade impôr ao povo, mais comissão recebe... Será?...

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Una piedra marciana muy terráquea

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Una piedra marciana muy terráquea


Una piedra marciana muy terráquea
Fotografía de la página web de la NASA que muestra una piedra marciana encontrada por el Curiosity, que se parece más a algunas volcánicas terrestres que a otras muestras encontradas en dicho planeta hasta la fecha. Según ha informado la agencia espacial estadounidense NASA en su sitio web, la piedra, una de las primeras piedras marcianas que estudia en profundidad el robot 'Curiosity', resulta ser un ejemplar insólito y ha sorprendido a los expertos (EFE)-(20minutos.es)

Estrada Nacional 125 tem quase três vezes mais carros que a Via do Infante

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O tráfego na principal estrada do Algarve subiu 3 mil carros por dia no Verão com a fuga às portagens. É um cenário mau para o Estado, que perde receita e paga mais à concessionária
O tráfego na Estrada Nacional 125 no Algarve cresceu em média 3 mil carros por dia no Verão face ao mesmo período do ano passado.
Os dados da Estradas de Portugal para os meses de Junho a Agosto revelam que este crescimento de 12% em média ponderada global não foi equivalente para todos os troços onde existe contagem de tráfego. Em Agosto, no sublanço de Odiáexere/Estombar, que cobre a ligação entre Lagos e Portimão, o movimento diário chegou a registar mais 5400 carros do que no mesmo mês do ano passado. Esta evolução, que deixa de fora alguns dos sublanços com mais procura por ausência de pontos de contagem, é a resposta dos automobilistas à introdução de portagens na Via do Infante. Esta ex-Scut tem apresentado uma das perdas de tráfego mais expressivas no conjunto das sete auto-estradas que passaram a ser cobradas desde 2010 e 2011.
Em Junho deste ano, o último mês para o qual existem dados para a Via do Infante, o tráfego médio diário foi de 8587 veículos. O número representa uma quebra de 49% face ao movimento registado em Junho do ano passado, quando esta via ainda era grátis. No mesmo mês, o tráfego médio diário da Nacional 125 foi de 23 848. Isto quer dizer que por cada carro que passou na Via do Infante passaram 2,6 na Nacional 125.
Do ponto de vista do Estado, a queda de tráfego na Via do Infante e o aumento de movimento na Nacional 125 conjugam o pior dos cenários. Significa que recebe menos receita na estrada que é portajada, ao mesmo tempo que tem de pagar mais à concessionária que explora a Nacional 125. Isto porque uma das componentes dos pagamentos públicos às concessionárias é a taxa de serviço que varia em função do tráfego. Há mesmo quem defenda que, no caso do Algarve, o Estado poderia ganhar com uma redução de portagens na Via do Infante ou mesmo isenção de portagens em alguns troços.
Notas do Papa Açordas: Deviam de falar também no aumento de sinistralidade na Nacional 125, nos mortos e nos feridos graves que enchem os hospitais da região... Os residentes, praticamente, já esqueceram a proscrita A22...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Conheça os novos escalões de IRS para 2013. Veja aqui mais medidas

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Os escalões de IRS para 2013 vão variar entre os 14,5%, em rendimentos até sete mil euros e os 48%, para rendimentos superiores a 80 mil euros, segundo uma versão preliminar da proposta de Orçamento do Estado (OE).
O segundo escalão, a taxa passa para os 28,5% para valores entre os sete mil e os 20 mil euros.
Quem receber entre 20 mil e 40 mil euros terá uma taxa de 37%, ao passo que a partir dos 40 mil até aos 80 mil euros a contribuição será de 45%.
O quinto e último escalão refere-se a salários superiores a 80 mil euros anuais, que serão taxados a 48%.
Haverá ainda uma sobretaxa de IRS equivalente a 4% do rendimento colectável que exceda o salário mínimo que será cobrada todos os meses.
Especialistas ouvidos pelo i, estes escalões são anuais. No entender dos mesmos, "estas alterações vão inevitavelmente mexer nas tabelas de retenção de fonte no final do mês, já que o Estado precisa de receita ainda em 2013".  
Os novos escalões de IRS
Até 7.000€ - 14,5%
Entre 7.000 e 20.000 - 28,5%
Entre 20.000 e 40.000 - 37%
Entre 40.000 e 80.000 - 45%
Mais de 80.000 - 48%
O modelo anterior de IRS
Até 4.898€ - 11,5%
Entre 4.898 e 7.410€ - 14%
Entre 7.410 e 18.375€ - 24,5%
Entre 18.375 e 42.259€ - 35,5%
Entre 42.259 e 61.244€ - 38%
Entre 61.244 e 66.045€ - 41,5%
Entre 66.045 e 153.300€ - 43,5%
Mais de 153.300€ - 46,5%
Notas do Papa Açordas:  É o que estes FDP sabem fazer: lixar o povo... Até quando o mesmo povo vai aguentar isto? Para quando uma revolução?...

Christine Lagarde advierte sobre el paro juvenil

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Christine Lagarde advierte sobre el paro juvenil


Christine Lagarde advierte sobre el paro juvenil
La directora gerente del Fondo Monetario Internacional (FMI), Christine Lagarde, ofrece una rueda de prensa durante la reunión del FMI y el Banco Mundial en Tokio (Japón). Lagarde pidió a las economías avanzadas que tengan más acción y responde con mayor rapidez para resolver los problemas de la economía mundial. (Franck Robichon / EFE)-(20minutos.es)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Taiwán celebra su Dia Nacional

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Taiwán celebra su Día Nacional


Taiwán celebra su Día Nacional
Un grupo de taiwaneses realizan bailes tradicionales durante las celebraciones del Día Nacional en el parque Liming de Zhongli, en la provincia de Taoyuan, al norte de Taiwán. El Día Nacional de Taiwán conmemora la fundación en 1911 de la República de China, estado del que se considera heredero el estado taiwanés, y que según Taipei se trasladó de China a Taiwán en 1949, tras la derrota de su ejército en China a manos de los comunistas de Mao Zedong. (David Chang  / EFE)-(20minutos.es)

Portugal teve o segundo maior aumento da carga fiscal nos países desenvolvidos

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Portugal é a segunda economia desenvolvida do mundo com maior aumento da carga fiscal entre 2009 e 2012. É ultrapassado apenas pela Argentina, segundo o relatório do FMI Fiscal Monitor, divulgado esta semana.


Para chegar a esta conclusão, o FMI não incluiu ainda nos cálculos os novos aumentos anunciados pelo Governo em termos genéricos, e que irão constar na proposta do Orçamento do Estado para 2013.

Mesmo assim, apesar do aumento de 2,8 pontos percentuais do PIB (produto interno bruto) nos últimos anos, a carga fiscal portuguesa não é ainda das mais elevadas da Europa, diz oDiário de Notícias, que avançou com a notícia. 

O FMI, um dos membros da troika (a par da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu) que tem condicionado a política portuguesa em troca de um empréstimo internacional, vê também Portugal a cair no ranking do poder de compra e do desemprego até 2017, inclusive.

Este ano será ultrapassado pela Eslováquia, em 2015 pela Estónia e em 2017 pela Lituânia, segundo um outro relatório, sobre as perspectivas económicas globais.

Na última noite, o FMI divulgou um outro relatório, sobre estabilidade financeira, em que alerta para riscos associados ao programa do Banco Central Europeu para a compra de dívida pública dos países da zona em dificuldades.

A incerteza recai nas condições que são impostas aos países que aderirem ao programa. O FMI relembra que são países em dificuldade, aos quais é exigido um esforço acrescido para consolidarem as contas públicas.

A instituição considera que o programa não garante categoricamente o regresso a um nível de dívida sustentável e avisa que pode mesmo dificultar o crescimento económico e agravar o défice. O FMI diz ainda, segundo a rádio TSF, que também não é certo o retorno da totalidade do dinheiro investido no programa de ajuda.

Notas do Papa Açordas: Incluindo a  enorme nova carga fiscal, certamente que ficamos em primeiro. Não há dúvida, para fazer merda somos os primeiros...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Merkel ya está en Grecia

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Merkel ya está en Grecia


Merkel ya está en Grecia
El primer ministro Griego, Andonis Samarás (der), recibe a la canciller alemana, Angela Merkel (izq), en el aeropuerto internacional de Atenas, en Grecia. La canciller alemana, Angela Merkel, viaja a Atenas para ofrecer su apoyo al Gobierno del conservador Andonis Samarás y a su nuevo programa de medidas de austeridad en medio de una gran tensión social y con varias protestas convocadas. (Pantelis Saitas / EFE)-(20minutos.es)


Mário Soares diz que Portas deve demitir-se "o quanto antes"

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 Soares defende a demissão de Paulo Portas
Soares defende a demissão de Paulo Portas (Foto: Daniel Rocha)

O histórico socialista Mário Soares considera que “o Governo está moribundo e ninguém o toma a sério”, e sugere que Paulo Portas deixe de ser ministro rapidamente.


No seu espaço de opinião semanal no Diário de Notícias, o ex-Presidente da República diz que tanto Paulo Portas, como o CDS-PP ficaram “sem saber o que dizer e fazer” perante o anúncio do aumento de impostos e refere um “silêncio envergonhado”. “Portas, por mais que goste de ser ministro, e ao que parece gosta muito, não pode continuar a sê-lo, sem perda total da sua dignidade e prestígio. Deve demitir-se o quanto antes. As sondagens mostram o seu partido a descer, abaixo do PCP e do Bloco de Esquerda”, acrescenta o socialista.

Para Mário Soares, “o Governo está moribundo e ninguém o toma a sério”. Mas o ex-líder socialista rejeita um cenário de eleições antecipadas, sugerindo antes uma intervenção presidencial, dando o exemplo do Presidente italiano que se “livrou” de Berlusconi e nomeou Mario Monti como primeiro-ministro. “Há momentos em que as eleições não se justificam porque não resolverão nada e podem antes complicar muito a situação”, afirma. “Aproxima-se o momento em que [Cavaco Silva] não pode continuar a fazer discursos vazios e que será obrigado a tomar decisões. A não ser que se demita também. Dada a crise profunda do Governo é ao Presidente que compete actuar, por muito que lhe custe”, lê-se na crónica de Soares.

Ainda a propósito das últimas medidas do Governo, Soares lamenta que o recuo de Passos Coelho nas mudanças na taxa social única não signifiquem que tenha “finalmente compreendido que era necessário mudar de rumo”. “Pelo contrário. Resolveu pôr o ministro das Finanças a dizer na Assembleia, com a sua voz tão peculiar, que os impostos vão aumentar imenso e em conjunto a vida dos portugueses – com destaque para a classe média – ia piorar muito. Que falta de sensibilidade política e de vergonha”, afirma. E acrescenta que “a própria troika teme, seriamente, pelo que pode acontecer ao nosso país, no plano social, dado o desespero e a violência crescente nos portugueses”.

O histórico socialista lamenta, ainda, a forma como foram conduzidas as cerimónias do 5 de Outubro, nas quais “o Presidente Cavaco Silva teve a ideia peregrina de excluir o povo da cerimónia”. “Um 5 de Outubro sem povo não faz sentido nenhum. É próprio de uma ditadura, não de um regime que ainda se diz democrático. (...) Quando os governantes (quer sejam ministros, secretários de Estado ou o Presidente da República) manifestam medo do Povo – e fogem dele – algo vai muito mal”, conclui, no mesmo jornal.

Ainda assim, Soares sublinha que “sem partidos não há democracia” e critica algumas das campanhas anti-partidárias que têm sido feitas, reforçando que os “movimentos cívicos não substituem partidos” e devem antes contribuir para melhorar a sua acção.

Notas do Papa Açordas: Sem comentários...

“Daqui a um ano teremos o mesmo problema que agora”, adverte Augusto Mateus

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O economista Augusto Mateus diz que, a concretizarem-se as medidas de austeridade anunciadas e se o Governo não corrigir a sua estratégia, daqui a um ano Portugal estará com os mesmos problemas que tem hoje.


“O que está anunciado [para o Orçamento de 2013] significa que, grosso modo, daqui a um ano teremos o mesmo problema que temos agora e que dará aos portugueses uma desesperança total”, lamenta o economista em entrevista à Lusa.

“Estaremos a perceber que, apesar de aumentarmos muito as taxas dos impostos, os impostos arrecadados não vão crescer aquilo que se pensava e, ao não crescerem aquilo que se pensava, vão precipitar em baixa aquilo que é um não cumprimento das metas de défice traçadas”, assegura o professor universitário, que foi ministro da Economia quando António Guterres (do PS) era primeiro-ministro.

O Governo anunciou no dia 3 “um enorme” aumento de impostos, nas palavras do ministro das Finanças, com especial incidência no IRS, com uma redução de escalões de oito para cinco e a criação de uma sobretaxa de 4%. Foram ainda anunciadas mexidas de agravamento no IRC e nos impostos sobre o consumo.

Notas do Papa Açordas:  Mas estes cabeçudos do desgoverno não ligam ao que é dito e aconselhado por alguns professores de economia. Depois, depois só fazem merda...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Se a crise é o que dizem ser...

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"Estamos mesmo à beira do desastre? Sei que muitos consideram o ponto de interrogação supérfluo. Mas eu vejo nos líderes um tal deixa andar que o desastre iminente só pode ser tremendismo a mais. Se a crise fosse o que dizem que ela é, os responsáveis políticos já teriam reagido como se impunha. Porque o problema de Portugal é, antes do mais, um problema da direção de Portugal. De todos os países críticos semelhantes ao nosso, a Itália é o que se tem comportado melhor: soube arranjar um líder. Tinha um com um problema reconhecido: era desrespeitado. Trocou-o pelo oposto, por um Mario Monti credível. Se a crise fosse o que dizem que ela é, faríamos o mesmo. Há certamente legítimos e legais mecanismos extraordinários para a mudança. Se a crise fosse o que dizem que ela é, nos mudados haveria o patriotismo da renúncia - e eles saíam pelo seu pé. Umas eleições presidenciais ad hoc devolviam--nos um Chefe do Estado respeitado, e o candidato natural seria Ramalho Eanes. A liderança do PSD passaria de um impreparado para alguém competente. Seguindo igual método (detetar o defeito maior e substituí-lo pelo oposto), no PS um fraco daria lugar a um forte. No CDS não se mexia, para as suas funções está bem entregue. Com uma liderança assim tínhamos a nação convencida de que estávamos no mesmo barco, meio caminho andado para aplicar um programa, com prazo, só virado para a crise. Isso, claro, se a crise fosse o que dizem que. ela é.(Ferreira Fernandes - Diário de Notícias)


India está de celebración

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India está de celebración


India está de celebración
Devotos sij portan el libro sagrado de su religión, el Sri Guru Granth Sahib Ji, durante una procesión religiosa realizada en la víspera del 478 aniversario del nacimiento del cuarto gurú, Sri Guru Ramdas Ji, en la ciudad de Amritsar, India (Raminder Pal Singh / EFE)-(20minutos.es)

Empresa de que Passos foi gestor dominou fundo gerido por Relvas

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A Tecnoforma, uma empresa de que Passos Coelho foi consultor e administrador, dominou por completo, na região Centro, um programa de formação profissional destinado a funcionários das autarquias que era tutelado por Miguel Relvas, então Secretário de Estado da Administração Local


Os números são esmagadores: só em 2003, 82% do valor das candidaturas aprovadas a empresas privadas na região Centro, no quadro do programa Foral, coube à Tecnoforma. E entre 2002 e 2004, 63% do número de projectos aprovados a privados pelos responsáveis desse programa pertenciam à mesma empresa. 

Ao nível do país, no mesmo período, 26% das candidaturas privadas que foram viabilizadas foram também subscritas pela Tecnoforma.

Miguel Relvas era então o responsável político pelo programa, na qualidade de secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso, Paulo Pereira Coelho era o seu gestor na região Centro, Pedro Passos Coelho era consultor da Tecnoforma, João Luís Gonçalves era sócio e administrador da empresa, António Silva era seu director comercial e vereador da Câmara de Mangualde. Em comum todos tinham o facto de terem sido destacados dirigentes da JSD e, parte deles, deputados do PSD.

O programa Foral foi lançado por António Guterres em 2001, com dinheiro do Fundo Social Europeu e do Estado português. E ao longo dos cerca de seis anos da sua execução absorveu cerca de 100 milhões de euros. 

Notas do Papa Açordas: Continuará a comadre Cândida de Almeida a dizer que os políticos não são corruptos? Espero que já tenha mudado de opinião... agora que perdeu a esperança de ir para a PGR... Afinal, o sr. Passos Coelho tem muitos telhados de vidro...

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA - mês de Novembro/2012

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:




Aviso n.º 13310/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08. Declaração n.º 201/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08. Declaração n.º 202/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08. Declaração n.º 203/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08. Declaração n.º 204/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08. Declaração de retificação n.º 1277/2012, D.R. n.º 194, 2.ª Série, de 2012-10-08.

domingo, 7 de outubro de 2012

Pela boca morre o peixe

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 Pela boca morre o peixe
   
«Em 1999, salvo erro, Paulo Portas - então "Paulinho das Feiras" - recitava à exaustão uma ladainha de campanha eleitoral que era, no fundo, a sua cartilha contra "o esbulho" fiscal com que o Ministério das Finanças de então massacrava os contribuintes. Rezava mais ou menos assim: "Se bebo um café, pago IVA; se trabalho, pago IRS; se tenho uma empresa, pago IRC; se compro um carro, pago imposto automóvel; se fumo um cigarro, pago imposto sobre o tabaco; se morro, pago imposto sucessório, a mais criminosa das taxas, em que o Estado, depois de nos tirar tudo o que pode em vida, vem buscar o resto depois da morte..." E seguia por aí adiante.
   
Treze anos passados, o CDS - que à época era PP - entra para a história como cúmplice do maior assalto fiscal de que há memória na história recente de Portugal. E, Paulo Portas, queira ou não, será recordado como um dos principais rostos do "esbulho"e do "bombardeamento fiscal" praticados pelo atual Governo.
   
O mesmo Paulo Portas que, bruscamente no verão passado, escreveu uma carta aos militantes do seu partido garantindo que não autorizaria mais aumentos de impostos porque o País atingiu "o limite" em matéria fiscal. O mesmo Paulo Portas que, na última campanha eleitoral, se assumia como uma espécie de provedor do contribuinte que recusaria qualquer agravamento fiscal.
   
Em suma, o mesmo Paulo Portas que jurara a pés juntos que só iria para o Governo caso tivesse força. Ora o que o novo pacote de austeridade, melhor dito, brutalidade, veio demonstrar foi a inutilidade deste CDS. A sua incapacidade e falta de força para influenciar ou condicionar a governação.
   
Dito isto, aqueles que pensavam que as notícias do fim da coligação PSD-CDS eram manifestamente exageradas, enganaram--se. O casamento de conveniên- cia chegou ao fim e os dois partidos, como disse Miguel Sousa Tavares, limitam-se agora a dormir em quartos separados até que o divórcio seja consumado.
   
Quinta-feira, na Assembleia da República, findo o debate das moções de censura, Paulo Portas voltou a vestir o fato de líder da oposição ao Governo de que faz parte, e demarcou-se do "enorme" aumento de impostos anunciado na véspera por Vítor Gaspar. E, ficou a saber-se no dia seguinte, o CDS prepara uma "bateria de alterações" ao Orçamento do Estado - como se, estando no Governo, não fosse corresponsável pela elaboração do documento original - e equaciona mesmo a possibilidade de abandonar o barco.
   
Como se percebe, continuamos em ambiente de crise política. E Cavaco Silva, ao fazer questão de recordar os poderes presidenciais como "moderador em caso de conflitos" institucionais, mostrou estar consciente de que a rutura está iminente. O mesmo Presidente da República que, no discurso do 5 de Outubro, fez questão de ignorar o "melhor povo do mundo" que desespera por uma palavra de esperança. O mesmo Presidente da República que, por muito menos do que isto - por ventura terá mudado de opinião -, denunciou que "há limites para os sacrifícios que se podem pedir ao comum dos cidadãos". Enfim, o mesmo Presidente da República que hasteou a bandeira nacional de pernas para o ar, na metáfora perfeita de um País em sobressalto que não vislumbra o limite para os sacrifícios que podem ser-lhe pedidos, por uma coligação que agoniza ligada ao ventilador, e com políticos que fogem e se escondem do povo.
  
É evidente que a consolidação orçamental tem de ser feita. As nossas dívidas têm de ser pagas. Os nossos compromissos têm de ser honrados. Por ventura, a austeridade é inevitável. Mas por que carga de água não nos disseram tudo? Porque diabo nos prometeram, há pouco mais de um ano, que as medidas que estavam em execução eram suficientes? Por que que raio não nos contaram que o objetivo era empobrecer, matar a classe média e liquidar a economia? Por que razão nos querem agora sacar seis vezes mais do que é oficialmente necessário, alcandorando os remediados à categoria de ricos? Porquê?
  
Como diz o povo, seguramente o melhor do mundo, pela boca morre o peixe.» [DN]
   
Autor: 
 
Nuno Saraiva. 


Passos Coelho

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Passos Coelho diz que sabe para onde vai. O problema é que não recebeu mandato para saber para onde vai mas sim para cumprir um programa eleitoral com que ganhou as eleições. É essa a diferença entre os ditadores, mesmo os imbecis, e os democratas, uns sabem para onde vão, os outros respeitam a vontade do povo quanto ao caminho a seguir.

Mesmo assim é muito duvidoso que Passos Coelho saiba para onde vai na condição de timoneiro de um governo naufragado, a verdade é que ele não passa de um mero grumete de um barco onde o verdadeiro capitão é o Gaspar. E chamar grumete a Passos Coelho já é um elogio, ele faz lembrar os papagaios dos barcos de piratas.
  
«O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou neste sábado que o Governo sabe para onde vai, depois de ser questionado sobre a advertência feita pelo Presidente da República, Cavaco Silva, de que Portugal precisa de ter um rumo.» [CM]

In "O JUMENTO"

sábado, 6 de outubro de 2012

El regalo del Führer

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El regalo del Führer


El regalo del Führer
Un Mercedes Benz de 1932 regalado por el dictador Adolf Hitler al antiguo rey iraquí Ghazi se expone en un museo de Bagdad, Irak.
(EFE)-(20minutos.es)