sábado, 30 de abril de 2011

Beso en Buckingham Palace


Los duques de Cambridge, el príncipe Guillermo y Kate Middleton, se besan en el balcón del Palacio de Buckingham, tras la celebración de su enlace en la abadía de Westminster, en Londres. (REUTERS)(20minutos.es)
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Balsemão: Sócrates deve ser substituído se impedir acordo PS/PSD

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Quando cada vez mais vozes apelam a um governo maioritário o i ouviu antigos ministros de governos de coligação. A opinião é unânime: é preciso uma maioria alargada. Com urgência


O governo que sair das próximas eleições deverá ser maioritário. A ideia parece consensual, os protagonistas é que não o são. Francisco Pinto Balsemão admite ao i que José Sócrates deve sair se puser em causa um entendimento entre os partidos.


"Tem de ser um governo amplamente maioritário, de modo que possa haver acordo, se possível para duas legislaturas", afirma Balsemão, primeiro-ministro do governo da Aliança Democrática (coligação formada por PSD, CDS e PPM) de 1981 a 1983. Pinto Balsemão considera "possível" um governo PS/PSD/CDS-PP, mas, quando questionado sobre se será viável com José Sócrates, afirma que "antes de se discutirem pessoas devemos discutir os objectivos". "As pessoas podem ser sacrificadas se for por elas que as coisas não avançam. Dou prioridade aos objectivos sobre as pessoas", acrescenta.


Uma coligação entre os três partidos não é consensual. "Não vejo possível nem desejável um governo PS/PSD/CDS", diz Ângelo Correia, ministro do governo de Pinto Balsemão e conselheiro de Pedro Passos Coelho. "É impossível pedir ao PS, depois do que diz todos os dias em campanha, sem mostrar qualquer dúvida nem arrependimento em relação ao que fez no passado, pedir para voltar atrás nessas palavras. Seria uma humilhação muito grande para o PS", garante o antigo ministro da Administração Interna. Também Bagão Félix, que esteve nos governos de coligação entre PSD e CDS com Durão Barroso e Santana Lopes, considera "muito mais provável um governo PSD-CDS do que PS-PSD".


Notas do Papa Açordas: Sócrates é parte do problema, não é da solução. O melhor. é ir dar uma volta ao bilhar grande e nunca mais aparecer ou então, ir fazer "casinhas" para a Guarda...
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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Búsqueda de Diamantes


Dos hombres se afanan en la búsqueda de diamantes en Cempaka, al sur de Borneo, en Indondesia, donde centenares de mineros conservan los métodos artesanales de hace 200 años para horadar la tierra. (Paula Regueira Leal / EFE) - (20minutos.es)
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Mendes acusa Sócrates de mentir sobre ausência de Teixeira dos Santos no 25 de Abril

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O social-democrata Marques Mendes acusou esta quinta-feira o primeiro-ministro de mentir sobre as razões da ausência do ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, na cerimónia do 25 de Abril.
José Sócrates justificou a ausência de Teixeira do Santos nas comemorações no Palácio Belém por este estar a trabalhar em Lisboa com a troika da ajuda externa. “É mentira”, assegurou o ex-líder do PSD no seu comentário habitual na TVI24. E justifica: “Foi visto por várias pessoas no Norte, no Alto Minho, na sua casa de Vila Nova de Cerveira.”

Marques Mendes afirmou que a relação entre Sócrates e Teixeira dos Santos acabou, porque o ministro das Finanças “há muito tempo defendia que a ajuda externa era necessária” e o primeiro-ministro “não a queria”.

“Teixeira dos Santos forçou” a ajuda externa e agora José Sócrates “vingou-se”. “Vinga-se sempre. Colocou Pedro Silva Pereira [ministro da Presidência] como interlocutor da troika e não convidou Teixeira dos Santos” para as listas de deputados do PS.

Confrontado pelo jornalista Paulo Magalhães com o facto de José Sócrates já ter afirmado que as suas relações com Teixeira dos Santos são boas, o ex-líder social-democrata afirmou: “Não podia fazer outra coisa. O primeiro-ministro é um actor. Isto [o corte de relações] só é mais grave porque o Governo está a chegar ao fim”.

Notas do Papa Açordas: É o normal. Mentiras é com o sr.Sócrates! O rapaz não admite que possa haver alguém que tenha outra opinião diferente da sua... Oxalá que no dia 5 de Junho o povo saiba correr com ele...

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

José Sócrates: “Vamos ter saudades do PEC”

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José Sócrates refere que para “defender a dignidade do país, a negociação [da ajuda externa a Portugal] tem de ser discreta e rápida”, acrescentando que “os portugueses podem confiar que o Governo está a fazer o melhor para o acordo ter as menores consequências possíveis quer a nível social quer a nível económico”.

Lamentando a crise pela qual Portugal está a passar, Sócrates disse: “Vamos ter saudades do PEC. Essa solução era melhor do que aquela que vamos ter", adiantando que "o País percebeu que se cometeu um erro que ficará nos anais da história política portuguesa", referindo-se ao chumbo do PEC IV no Parlamento.

Em declarações proferidas no Fórum TSF e um dia depois de ter apresentado o programa eleitoral do PS, José Sócrates reafirmou estar disponível para “um entendimento com os partidos independentemente da sua liderança”.

Tendo no horizonte um novo Governo, o líder do PS afirmou que o PS vai completar a rede de cuidados continuados, “que foi uma das reformas mais importantes que [o PS] fez no Sistema Nacional de Saúde”.

Sobre o sentido de voto da Finlândia em relação à ajuda a Portugal, Sócrates disse: “não tenho nenhuma dúvida em como a Finlândia vai votar a favor porque o que estamos a viver é uma crise sistémica do euro que também afecta a Finlândia”.

Notas do Papa Açordas: A culpa é sempre dos outros, segundo Sócrates. Pelas nossas contas, o PEC IV não ia além dos 5 mil milhões de euros, quansdo o empréstimo do FMI/UE já vai em mais de 80 mil milhões... Então, "sô" Sócrates, a culpa é da oposição? Olhe, vá dar banho ao cão!...



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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Portugal violou "reiteradamente" as regras orçamentais da UE

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O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, afirmou esta quarta-feira que Portugal violou reiteradamente as normas orçamentais da União Europeia e lembrou que a participação de Portugal na área do Euro implica a aceitação de regras orçamentais. E defendeu que as regras orçamentais devem ser “adequadamente desenhadas” e assentar “num consenso social e político alargado”.

Carlos Costa, que falava num colóquio comemorativo dos 35 anos da Constituição disse que a atual crise orçamental é “reveladora de uma persistente falha do regime financeiro da administração pública” e defendeu que “a inscrição na Constituição de uma regra sobre saldos orçamentais pode ajudar a criar um círculo virtuoso de qualidade institucional do ponto de vista da disciplina orçamental e do crescimento”.

O responsável do Banco de Portugal sublinhou, no entanto, que para que este ciclo se materialize é necessário “que as regras orçamentais sejam adequadamente desenhadas e complementadas por procedimentos orçamentais que promovam o seu cumprimento” e que assente num consenso social e politico alargado quanto à importância destes princípios.

Carlos Costa salientou que os níveis atuais da dívida pública representam encargos significativos para as gerações futuras e constituem um entrave ao crescimento económico do país.

Notas do Papa Açordas: Afinal, o sr. Carlos Costa não é tão maleável como o sr. Constâncio... Este diz o que pensa e chama os bois pelos nomes...


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Un tanque derribado

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Un tanque de las fuerzas de Gadafi, bombardeado por la fuerza aérea de la OTAN, en la carretera entre Ajdabiyah y Brega, al oeste de Libia. (Yannis Behrakis / REUTERS)-(20minutos.es)

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Sócrates disponível para negociar com Passos

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Primeiro-ministro diz que está disponível para negociar com os sociais-democratas, “qualquer que seja o líder”.


Em plena negociação da ajuda externa e depois dos apelos do Presidente da República, José Sócrates vem garantir que está disponível para entendimentos com o PSD, “qualquer que seja o seu líder”. “Acho possível e desejável um entendimentos entre o PS e o PSD e outros partidos que estiverem interessados.” Foi com esta frase que José Sócrates respondeu à pergunta sobre o pedido de Cavaco Silva para que os partidos tenham contenção nas palavras para não inviabilizarem um acordo depois das eleições.

Com a troika a terminar o trabalho até ao final de Maio, garantiu o primeiro-ministro, é necessário, “num momento como este”, que os “políticos ponham de parte questões pessoais”, por isso, admitiu, está disposto a dialogar com “qualquer que seja o líder do PSD”.

Um entendimento que Sócrates também quer ver já no compromisso que vai ter de ser assumido pelo Estado português com a troika que está em Portugal a negociar a ajuda externa. Já o Presidente da República deve ficar de fora, diz José Sócrates. A responsabilidade é agora dos partidos – excluindo o PCP e o BE que, “infelizmente”, se colocaram de parte das negociações, disse. “Não quero agora que o Presidente da República venha rubricar um acordo”, explicou na entrevista à TVI ontem à noite.

Sócrates quer um acordo alargado até porque diz que não quer “comprometer o país sem ter o mandato necessário”, por o governo estar em gestão. “Não posso garantir que vou fazer algo que está dependente da vontade dos portugueses”, explicou. A propósito, Sócrates até diz que “teria sido preferível pedir ajuda depois das eleições”, para que já fosse um governo legitimado a conduzir as negociações.

Notas do Papa Açordas: Sócrates comporta-se como o afogado: qualquer tábua de salvação serve... A entrevista que deu à TVI foi, como vimos e Pacheco Pereira já comentou e muito bem, um chorrilho de mentiras. Ele vive num país cor de rosa e não no país que ajudou a levar à bancarrrota...



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terça-feira, 26 de abril de 2011

25 aniversario de Chernóbil


Una mujer enciende velas junto a los decenas de retratos de víctimas del desastre nuclear en la central de Chernóbil, con motivo del 25 aniversario de la catástrofe. (REUTERS) - (20minutos.es)
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Catroga escreve a Silva Pereira

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Eduardo Catroga - responsável pelo PSD para acompanhar as negociações com a Troika - escreveu a Pedro Silva Pereira para pedir várias explicações sobre a situação económica do país.

"Tanto na carta de 13 de Abril passado que o Senhor Presidente do PSD dirigiu ao Senhor Primeiro-Ministro, como na carta de 20 de Abril que eu próprio dirigi a Vossa Excelência, o PSD solicitou um conjunto de informações de carácter económico-financeiro que considera essenciais para o devido acompanhamento do processo negocial. Registamos que, até à data, ainda nenhuma informação nos foi prestada", escreve na carta.

No entender do responsável, "o PSD manifestou sérias preocupações sobre a situação real das contas públicas, tanto do sector público administrativo (SPA), como do Sector Empresarial do Estado (SEE), das Empresas Municipais e Regionais, e das Parcerias Público Privadas e Concessões (PPPC)".

Catroga vai mais longe ao afirmar que o partido social democrata tem preocupações sobre o perímetro de consolidação contabilística do sector público. "O PSD chama a especial atenção do Governo que devem ser prestadas à Missão todas as informações que lhe permitam, em cada ano do período abrangido pelas projecções rever o conteúdo desse universo contabilístico. Este deve integrar todos os contágios previsíveis, tanto quer do SEE, como das Empresas Municipais e Regionais, PPPC"s e outras entidades, sobre as contas das Administrações Públicas", salienta o documento.


Notas do Papa Açordas: Como é que o "rapazinho" vai responder se não sabe ler e só agora estão a reinaugurar as escolas... Quanto aos esqueletos no armário, eles são tantos que nem todas as urnas disponíveis no país chegavam...

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Eurostat confirma défice de 2010 em 9,1% do PIB e dívida em 93%

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Défice público de Portugal em 2010 foi o quinto maior da UE. Irlanda ocupou o primeiro lugar com um défice de 32,4 por cento


O Eurostat validou hoje o défice orçamental português de 2010 transmitido pelo INE fixando-o em 9,1 por cento do PIB, assim como a dívida pública em 93,0 por cento.

A evolução do défice orçamental português foi assim de 3,1 por cento do produto interno bruto (PIB) em 2007, 3,5 em 2008, 10,1 em 2009 e 9,1 por cento no ano passado.

Quanto à dívida pública, passou de 68,3 por cento do PIB em 2007 para 71,6 em 2008, 83,0 em 2009 e 93,0 no ano passado.

O organismo responsável pelas estatísticas comunitárias explica que os aumentos do défice e da dívida para os anos de 2007 até 2009, em relação à notificação feita em outubro passado, se deve "à classificação de três empresas públicas no setor das administrações públicas".
Essas alterações implicaram um aumento do défice de 0,4 pontos por cento em 2007, 0,6 em 2008 e 0,8 em 2009 e da dívida de 5,5 em 2007, 6,3 em 2008 e 6,9 em 2009.


Notas do Papa Açordas: As mentiras e as aldrabices têm perna curta... logo, o sr.Sócrates é desmentido pelo Eurostat... Só lamento é que hajam eleitores que insistam em votar em tão grande mentiroso...


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La 'gran evasión' de Kandahar


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Un funcionario en la celda de uno de los cientos de presos fugados en la cárcel de Kandahar, en Afganistán. (REUTERS) - (20minutos.es)
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Incendiadas estruturas de apoio às portagens da Via do Infante

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Três estruturas de apoio ao funcionamento dos pórticos na Via Infante de Sagres (A22), no Algarve, foram incendiadas na última madrugada.
As estruturas vandalizadas localizam-se em Boliqueime, Loulé e Olhão e no seu interior estariam resguardados os equipamentos eléctricos para o funcionamento das futuras portagens.

Segundo o porta-voz do Comando Territorial de Faro da GNR, as portas dessas três pequenas casas de betão foram arrombadas, tendo depois sido colocados pneus a arder dentro das mesmas.

A mesma fonte acrescenta que os incidentes se terão verificado “entre as 6h00 e as 7h00”. A GNR acredita que estas acções foram concertadas entre “um grupo de pessoas”, embora até ao momento não tenha sido identificado qualquer suspeito.

A Polícia Judiciária está a investigar o caso.

Notas do Papa Açordas: Esta acção caiu no agrado de todos algarvios e, oxalá, se mantenha por muito tempo. É uma vergonha que, a Via do Infante, batizada agora de A22, não tendo nascido SCUT, pague comop tal!... Portanto, o desgoverno que não se admire...

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Défices. "Surpresas" nas contas já vão em 16,42 mil milhões

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Em nove revisões às contas de 2009 e 2010, o défice subiu 16,4 mil milhões. Em Março, governo previa dívida de 82,4% do PIB. Vai em 93%

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Previsões económicas erradas, medidas anticrise falhadas, quebras nas receitas fiscais ignoradas até à última hora, alterações contabilísticas impostas pelos organismos europeus e eleições: estas são as principais razões que explicam a derrapagem sem precedentes das contas públicas nos exercícios de 2009 e 2010.

Em Outubro de 2008, data em que o impacto da crise internacional já era sentido, o governo avançou com uma previsão de 2,2% para o défice de 2009 e de um crescimento do produto interno bruto (PIB) de 0,6% para esse ano. Desde então, e nove revisões aos números depois, o buraco total nas contas dos anos de 2009 e 2010 atingiu 32,7 mil milhões de euros. Mais do dobro do previsto: o governo apontava para um défice de 2,2% em 2009 e de 7,3% em 2010 - valores que representariam um prejuízo acumulado de 16,3 mil milhões.

Os 32,7 mil milhões de prejuízo - défice, em economês - conta já com as revisões feitas em plena Páscoa, que situaram o crescimento do défice face ao previsto nesses dois anos em mais 16,42 mil milhões. Em resultado destas revisões às contas, a dívida pública disparou: em 2007 era de 68,3%, em 2009 já ia em 83% e fechou 2010 nos 93% do PIB, segundo a reavaliação feita pelo INE/Eurostat este sábado. No PEC IV, que acabou chumbado, o governo previa fechar 2010 com uma dívida de 82,4% do PIB.

Em 2009 Além do crescimento de 0,6% do PIB, e de metas para receitas fiscais pensadas nesse cenário, o executivo antecipava encaixar 1,2 mil milhões em privatizações. Previsões demasiado optimistas segundo relatórios do Tribunal de Contas e da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI), que em 2008 já antecipavam contracção. Segundo escreveu o "Público" em Maio de 2010, durante 2009 os funcionários da DGCI alertaram várias vezes para a degradação nas receitas, algo que as Finanças terão ignorado. Assim, o tamanho do buraco só viu luz depois de Setembro. "Não há descontrolo", dizia Teixeira dos Santos em Julho de 2009. A 20 de Setembro, dias antes das legislativas, o ministro referiu: "A evolução encontra-se em linha com o previsto." Não estava. Juntando a estas más previsões um plano anticrise mal feito - segundo a análise do Tribunal de Contas - e um aumento das despesas, fruto do aumento salarial de 2,9% de 2009 e do lançamento de 11 parcerias público-privadas só nesse ano, o défice que era de 2,2%, passou para 3,9%, depois para 5,9%, 8,5% e 9,3%. Com a mudança contabilística imposta pelos organismos europeus, acabou em 10,1%.

Notas do Papa Açordas: Estas aventesmas do desgoverno de Sócrates, nem para governar a casa deles servem!... Quando mais um país!... Já era altura dos esqueletos saírem fora do armário...

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Fisco aumenta IVA às escondidas

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O Fisco está a alterar as taxas de IVA aplicadas a vários bens tendo como base despachos dos serviços e evitando desta forma o Parlamento, avança o “Correio da Manhã”.

Primeiro foram alterados os tapetes de relva – passou de 13 para 21% (taxas em vigor na altura) – alegando que estes “não podiam ser comparados às plantas ornamentais para efeitos de imposto”.

Agora é a vez da água oxigenada que passou da taxa reduzida para a máxima. De acordo com o Fisco, o Infarmed considera que a água oxigenada a 190 volumes não é considerada medicamento, avança o mesmo jornal.

Além destes produtos, o Fisco já decidiu aplicar a taxa máxima de imposto aos serviços de condomínio e à figura do administrador do condomínio em relação às decisões que abranjam as partes comuns do edifício.

Outra mudança que poderá estar em cima da mesa diz respeito ao golfe. Mas neste caso, em sentido contrario. Os serviços do IVA estão a estudar a redução da taxa geral de 23% para uma taxa reduzida de 6%.

Notas do Papa Açordas: Sorrateiramente, lá vão aplicando os 23% à revelia da Assembleia da República. É a confirmação de um facto há muito constatado: Portugal é uma República das Bananas!...


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domingo, 24 de abril de 2011

Búsqueda en Japón



Miembros de los equipos de rescate de la guardia costera japonesa buscan entre los escombros a las personas que permanecen desaparecidas desde el terremoto y posterior tsunami del 22 de marzo, en la localidad de Higashimatsushima. (Kimimasa Mayama / EFE)-(20.minutos.es)

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Trabalhadores do Continente e Pingo Doce pressionados para trabalhar a 1 de Maio

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A tradição diz que os comerciantes não trabalham no Dia do Trabalhador e o direito até está consagrado mas este ano pode não ser assim. O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio veio hoje alertar que há pressões sobre funcionários do Continente e do Pingo Doce para que trabalhem no feriado do 1º de Maio, depois de ter entregue um pré-aviso de greve para esse dia.

«As chefias estão a chamar os trabalhadores individualmente, fazendo-lhes ver que têm de trabalhar porque senão são objecto de processos disciplinares e de castigo», afirmou Jorge Pinto, em declarações à TSF, esclarecendo que a pressão se sente sobretudo nos grupos Sonae e Jerónimo Martins.

Se nas lojas do Continente, pertencentes ao grupo Sonae, os trabalhadores estão a ser convidados a assinar um documento em que dizem estar de acordo com trabalhar no feriado, já
«no Pingo Doce, a pressão é doutro tipo: é reunir com os trabalhadores a dizer que têm de trabalhar senão são objecto de processos disciplinares e faltas injustificadas e que isso vai penalizá-los na apreciação que fazem no seu trabalho», revelou Jorge Pinto.

O pré-aviso de greve para 1 de Maio foi entregue tendo em conta uma alegada reunião entre a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição e os patrões dos supermercados e hipermercados. Do encontro saíu a decisão que estas superfícies estariam abertas no Dia do Trabalhador.


Notas do Papa Açordas: Este país e este desgoverno dão-me náuseas! Uma das conquistas de Abril foi, precisamente, podermos comemorar, em liberdade, o dia 1 de Maio. Mas... foi sol de pouca dura... agora vêm estes senhores, quais novos Salazares, obrigar os seus empregados a trabalhar... Até quando?...

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Casais sem emprego quase triplicaram em cinco meses

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O número de casais em que nenhum dos cônjuges tem emprego quase triplicou em cinco meses, passando de 1.530 em outubro do ano passado para os 4.369 em Fevereiro, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

O IEFP passou a recolher desde outubro de 2010 informação relativa à situação laboral do cônjuge, identificando o número de casais em que ambos estão registados como desempregados na área de residência.

No final de fevereiro, os casais desempregados eram 4.369, mais 5,2% que em janeiro (4152) e mais 185,5% do que em outubro (1530).

Segundo o IEFP, este "aumento poderá não refletir ainda um crescimento do desemprego nestas situações, mas sim um maior número de casos registados", isto tendo em conta que esta informação só começou a ser recolhida no último trimestre do ano passado.

No final de fevereiro, estavam registados nos centros de emprego do continente 531.266 desempregados, dos quais 50,7% eram casados ou viviam em situação de união de facto, perfazendo um total de 269.447.

Em janeiro, o total de desempregados registados era de menos 5%, ou seja, 533.980 inscritos.

Apesar do decréscimo do desemprego registado face ao mês anterior, o instituto salienta o crescimento de 9,8% das união de facto, em resultado da atualização continuada dos registos no que diz respeito ao estado civil do desempregado.

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Notas do Papa Açordas: Ah, grande Sócrates, só tu conseguias uma coisas destas!... Quando se diz que fostes o pior primeiro-ministro de sempre, temos carradas de razão!... Por tudo isto, RUA!!!

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sábado, 23 de abril de 2011

Corazón gigante

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Bet Cantallops, que forma parte del estudio de arquitectura Saeta, de Barcelona, posa junto a "Con el corazón", una escultura, de unas dos toneladas de peso y 3,5 metros de altura, en forma de corazón humano creado a partir de más de 3.000 toalleros de porcelana blanca de los años setenta y que puede verse en Roca Madrid Gallery. (Gustavo Cuevas / EFE)(20minutos.es)
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Governo corta nos apoios aos alunos com deficiências

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Equipas vão ser reduzidas e os centros terão mais encargos, ficando comprometidos


No próximo ano lectivo os alunos com necessidades especiais vão ter menos apoios nas escolas. As equipas dos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) que acompanham as crianças portadoras de deficiências nos agrupamentos escolares vão ficar reduzidas a um fisioterapeuta, dois terapeutas ocupacionais e da fala e um psicólogo. De foram ficam assistentes sociais, monitores e ainda os técnicos de psicomotricidade que asseguram outras necessidades que os estabelecimentos de ensino poderiam solicitar às instituições privadas (psicoterapia, musicoterapia ou outras terapêuticas que envolvem expressões artísticas).

São algumas das regras do novo modelo de financiamento para os CRI impostas pelo Ministério da Educação às instituições privadas, mas há outros cortes anunciados que podem comprometer a sobrevivência destes centros criados há três anos quando o governo decidiu retirar estas crianças das instituições e integrá-las nas escolas com os outros alunos.

"A tutela não se compromete a pagar os encargos obrigatórios como seguros e consultas de medicina do trabalho, segurança social ou subsídios de refeições e nem sequer definiu critérios para pagar as deslocações dos técnicos às escolas", critica João Dias, dirigente da Federação Portuguesa para a Deficiência Mental - Humanitas. Em causa estão também as indemnizações aos técnicos decorrentes dos contratos a prazo, interrompidos sempre que os projectos educativos são suspensos pelo ministério: "Esses custos passam igualmente a serem suportados pelas instituições."

Notas do Papa Açordas: Desde que vi o sr.Sócrates taxar o golfe a 6% e as cadeiras de rodas a 23%, desta gente que está a desgovernar Portugal espero tudo... Oxalá o eleitorado português saiba dar uma grande sova nestes políticos de meia tijela...

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