-
Trofa: Ourivesaria continua fechada desde o assalto, em 2 de Julho de 2009
Ourives em tribunal por ter morto ladrão
-
"É uma injustiça o que lhe estão a fazer. Deviam era dar--lhe um louvor por ter tentado defender o que era dele". A opinião é de Manuel Carvalho, um antigo cliente da ourivesaria Vilaça, em S. Romão de Coronado, na Trofa, que foi assaltada em Julho do ano passado por um grupo de quatro homens armados. O ourives começa hoje a ser julgado pela morte de um dos assaltantes.
-
O comerciante, Fernando Vilaça, senta-se no banco dos réus no Tribunal de Santo Tirso e está acusado de "homicídio privilegiado", um crime que é punível com prisão de um a cinco anos. Está prevista na lei para os casos em que o acto surge num estado de "emoção violenta".
O comerciante, Fernando Vilaça, senta-se no banco dos réus no Tribunal de Santo Tirso e está acusado de "homicídio privilegiado", um crime que é punível com prisão de um a cinco anos. Está prevista na lei para os casos em que o acto surge num estado de "emoção violenta".
-
O assalto aconteceu no dia 2 de Julho de 2009, quando quatro jovens entraram na ourivesaria Vilaça, partiram as montras e roubaram vários artigos em ouro. Tresloucado, o ourives pegou numa caçadeira e atingiu um dos ladrões, que tinha disparado contra si. O jovem de 18 anos acabou por morrer à porta de casa, em Rio Tinto, onde foi deixado depois do assalto.
O assalto aconteceu no dia 2 de Julho de 2009, quando quatro jovens entraram na ourivesaria Vilaça, partiram as montras e roubaram vários artigos em ouro. Tresloucado, o ourives pegou numa caçadeira e atingiu um dos ladrões, que tinha disparado contra si. O jovem de 18 anos acabou por morrer à porta de casa, em Rio Tinto, onde foi deixado depois do assalto.
-
Manuel não assistiu aos acontecimentos de Julho de 2009, mas é da opinião que o ourives "devia ser um exemplo". "Talvez assim os ladrões pensassem duas vezes antes de entrar por aí a roubar", afirma.
Manuel não assistiu aos acontecimentos de Julho de 2009, mas é da opinião que o ourives "devia ser um exemplo". "Talvez assim os ladrões pensassem duas vezes antes de entrar por aí a roubar", afirma.
-
O início do julgamento é tema de conversa na freguesia. "É a justiça que temos. Um homem sério e trabalhador vai ser julgado por não querer que lhe roubassem o que era dele", considerou.
O início do julgamento é tema de conversa na freguesia. "É a justiça que temos. Um homem sério e trabalhador vai ser julgado por não querer que lhe roubassem o que era dele", considerou.
-
Os antigos clientes de Fernando Vilaça lamentam que o ourives não tenha voltado ao negócio e lembram que o empresário "ficou muito abalado com tudo o que aconteceu" e que não voltou a abrir a loja "com medo do que lhe pode vir a acontecer". Desde o assalto, é seguido por um psiquiatra.
Os antigos clientes de Fernando Vilaça lamentam que o ourives não tenha voltado ao negócio e lembram que o empresário "ficou muito abalado com tudo o que aconteceu" e que não voltou a abrir a loja "com medo do que lhe pode vir a acontecer". Desde o assalto, é seguido por um psiquiatra.
-
Notas do Papa Açordas: Incrível! Só em Portugal!... Segundo a notícia, o ladrão, depois de ferido e a sangrar muito, ainda continuou com a onda de assaltos. Os outros ladrões, também podiam ser acusados de falta de auxílio... Fernando Vilaça merece sim, ser condecorado no Dia de Portugal, por contribuir para a eliminação dos criminosos e assassinos...
-








