segunda-feira, 18 de maio de 2009

Instituto de Emprego: Uma "borracha" muito eficiente...

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Sindicato diz que situação tem ocorrido “reiterada e sistematicamente”
15 mil desempregados foram “apagados” do Instituto de Emprego

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O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) “apagou” 15 mil desempregados do seu sistema no final do mês de Março, noticia a edição de hoje do “Diário de Notícias”. O organismo diz ter-se tratado de uma falha pontual e de um erro no cruzamento de dados com a Segurança Social, mas o sindicato do sector denuncia a situação como uma prática reiterada.
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A situação começou por ser denunciada por uma carta anónima enviada por "e-mail" para o Sindicato Nacional dos Técnicos de Emprego (SNTE). Nela, uma fonte interna do instituto diz que o IEFP tem vindo a anular inscrições com base na mudança de categoria de desempregados para empregados em algumas horas.
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De acordo com o DN, que cita o presidente do IEFP, Francisco Madelino, o erro terá sido detectado e corrigido no último dia de Março e resulta de um mau cruzamento de dados com a Segurança Social.
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Depois detectada a falha, Francisco Madelino diz que os números foram repostos mas, ainda assim, admite que 5300 pessoas foram eliminadas do sistema.
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Notas do Papa Açordas: Já por várias vezes tinhamos alertado para este facto que, como diz o Sindicato, tem ocorrido "reiterada e sistematicamente"... para o (des)governo até convém... a percentagem do desemprego sempre é menor e, não atinge os dois dígitos...
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A CULPA É SEMPRE DOS OUTROS

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António Barreto
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«O magistrado Lopes da Mota não deve sair do Eurojust. Não deve suspender o seu cargo. Nem pedir a demissão. Nem ser demitido. Se a representação de um Estado deve traduzir a verdade, ele é o homem certo no lugar certo. Não se compreenderia, por exemplo, que o representante do Estado português, em qualquer organização internacional, não soubesse falar a língua materna. Nem que o delegado de Portugal à NATO fosse um pacifista militante e um notório objector de consciência. Lopes da Mota é discutido e comentado em todos os jornais. É acusado de ter sido autor ou instrumento de pressões pessoais e políticas exercidas sobre outros magistrados. Por causa dessa acusação e após averiguações, é alvo de um processo disciplinar mandado fazer pelo procurador-geral da República. A maioria dos políticos e dos comentadores diz que se deve demitir e não reúne condições para exercer o cargo. O primeiro-ministro, que o nomeou, diz que não tem nada a ver com o caso. Este currículo, limitado a uns factos recentes de conhecimento geral, faz dele o representante ideal num organismo europeu de coordenação entre os sistemas judiciários. Ele é o genuíno e fiel símbolo da justiça portuguesa.
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A justiça portuguesa é cara, lenta e burocrática. Está geralmente mais interessada no processo do que no apuramento da verdade dos factos e na prova. Os magistrados não são avaliados por entidade independente. Os sindicatos de magistrados são máquinas de poder político e corporativo a que o Estado democrático não soube opor-se. Os conselhos superiores servem os interesses das corporações e impedem que a voz dos cidadãos tenha alguma força e que a legitimidade democrática tenha eficácia na sua organização.
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A justiça portuguesa é um condomínio fechado, hermético e impermeável ao interesse público e às ansiedades dos cidadãos. A circulação entre conselhos superiores, sindicatos e tribunais superiores, passando, por vezes, por cargos políticos, consagra o poder de uma casta impune e inamovível.
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Muitos agentes da justiça, juízes, procuradores, polícias e advogados participam, sem contenção nem reserva, nos debates públicos, têm presença garantida nas televisões, nas rádios e nas capas dos jornais. Alguns orgulham-se dos seus sindicatos, entidades híbridas e absurdas dedicadas a organizar duas classes profissionais, a dar-lhes peso e força política e a preservar privilégios. Dirigem-se à opinião pública com ilimitada arrogância, evocando a sua independência, que consideram autogestão e soberania.
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As técnicas de investigação são toscas e, por vezes, atentatórias dos direitos dos cidadãos. Questões de família são adiadas anos, por vezes até à morte de um dos interessados. Conflitos comerciais não têm resolução, a não ser pelo desaparecimento das respectivas pessoas ou empresas. Por causa do processo e do atraso, as compensações obtidas pelas vítimas ficam aquém dos prejuízos causados. Crimes de corrupção, apesar de provados, são desculpados.
Os procuradores têm poder a mais e não têm qualquer reserva na sua intervenção política, nem no modo como querem condicionar juízes, advogados e políticos. As fugas de informação e as famigeradas quebras de segredo e sigilo de justiça, geralmente dirigidas e deliberadas, são o mais impressionante retrato do estado a que a justiça portuguesa chegou.
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A reputação da justiça portuguesa no estrangeiro é medíocre e risível. A opinião pública portuguesa considera os magistrados e a justiça como um dos sectores da vida pública que menos merecem respeito e confiança. A justiça portuguesa cria, não resolve problemas.
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A culpa é um fenómeno errático e fugidio. A sua trajectória é circular. Juiz, procurador, oficial de justiça, advogado, solicitador, polícia, ministro e deputado: cada um tem a certeza do seu comportamento exemplar e não hesita em culpar o vizinho ou todos eles.
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Para o juiz, a culpa do estado em que se encontra a justiça portuguesa é, sem dúvida, dos agentes do Ministério Público, dos advogados e dos políticos incompetentes.
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Já o procurador se queixa do Governo, da falta de meios que este lhe concede, dos deputados que fazem más leis, dos juízes que se julgam infalíveis, dos advogados que não cessam de criar problemas e das polícias que estão às ordens do Governo.
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Os advogados não têm dúvidas e apontam o dedo aos deputados, aos magistrados e aos procuradores, sem esquecer as polícias.
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O ministro, por sua vez, invoca a independência dos juízes para justificar o seu absentismo, ao mesmo tempo que se queixa das polícias, dos advogados e da verdadeira máquina de poder que é a Procuradoria-Geral. Os polícias consideram os juízes brandos, os deputados inúteis, o Governo oportunista e os advogados obstáculos à justiça.
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Em comum, os corpos judiciais e outros "operadores" condenam os cidadãos impacientes, os comentadores e os jornalistas. Também em comum, o seu desinteresse pela causa pública e pela reforma deste estado de coisas.
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Há centenas de magistrados, procuradores, polícias e advogados que cumprem os seus deveres, que se esforçam por ser bons profissionais, que trabalham mais horas do que deles se esperaria, que resolvem casos a tempo, que dirimem conflitos, que nunca são fonte e origem de problemas e que resistem à volúpia do protagonismo televisivo e jornalístico. Mas essa não é a percepção que os cidadãos têm da justiça. Essa não é a marca da justiça portuguesa. Algumas características do sistema e o comportamento de uns punhados de "operadores" fazem da justiça o pior da sociedade, quando deveria ser o melhor.
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A justiça portuguesa sofre, no seu conjunto, da má reputação que alguns dos seus dirigentes ou responsáveis têm na opinião pública. É atingida pela incompetência dos deputados e pelo medo dos governantes. Colhe as consequências das políticas públicas. Tem a má fama causada pela rede de cumplicidades tecida há muito entre políticos e magistrados e fielmente traduzida na génese e na actividade dos sindicatos de magistrados. A justiça deveria ser a última instância de confiança. Deveria ser o exemplo. Em vez disso, é um caso. Um problema. O mais grave problema português.» [Público assinantes]
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"EUROPEIAS": autêntica burricada...

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Comício em Gaia
Cabeça-de-lista do PS acusa restantes partidos de terem listas "fantasma"

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O líder da lista de candidatos do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, Vital Moreira, acusou hoje em Gaia os restantes partidos de terem listas "fantasma" das quais só se conhece os cabeças-de-lista.
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"A lista do PS é feita de pessoas conhecidas, é uma lista visível de pessoas eminentes. As listas dos outros partidos não se conhecem, tirando os cabeças-de-lista", afirmou Vital Moreira durante a apresentação do manifesto da Juventude Socialista às europeias que decorreu esta tarde em Gaia. "Temos muito orgulho em mostrar-nos, ao contrário de outros que são quase fantasmas", salientou.
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O cabeça-de-lista do PS acrescentou também que "no caso do PSD [a lista] foi objecto de saneamento geral" com "deputados como Graça Moura e outros que desapareceram sem justicação". Para Vital Moreira, esta situação "só pode provar que não deram boa conta do recado" e que esse "é um problema que o PS não tem".
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O candidato voltou a criticar a "hegemonia de direita" que persiste na Europa e afirmou que "neste debate político, CDS e PP argumentam como se tivessem na oposição quando fazem parte da maioria". "Há uma tentativa da direita portuguesa para se apresentar como oposição àquilo que é a maioria de direita da EU e se desresponsabilizar nas políticas que contribuíram para que a Europa não respondesse como devia a esta recessão", frisou,
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Notas do Papa Açordas: E a lista do Avô Cantigas, é a lista das candidatas à presidência de Câmaras Municipais... como não têm a certeza de ganhar as autárquicas, vamos lá garantir um lugarzinho em Bruxelas... São os chamados chulos da política...
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Aparato de tortura

Eric Thayer / REUTERS
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Esta es una pieza usada en el siglo XVI para realizar torturas a los detenidos. El aparato, que será subastado por la casa Guernsey, servía para agrandar la boca de los torturados. (20minutos.es)
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domingo, 17 de maio de 2009

Freeport: É chover no molhado...

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Caso Freeport
Rangel acusa Governo de "prejudicar a imagem de Portugal" ao manter Lopes da Costa no Eurojust

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O cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias, Paulo Rangel, disse hoje que o Governo "está a prejudicar a imagem de Portugal" ao manter Lopes da Costa na presidência do Eurojust.
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O social-democrata disse em Castelo Branco que "neste momento há um grande mal estar na Europa com esta situação [do processo disciplinar que foi movido a Lopes da Mota pelo Conselho do Ministério Público por alegada interferência no caso Freeport] e acusa o Governo de José Sócrates de não "acautelar os interesses de Portugal". "Pelo contrário está a prejudicar a imagem de Portugal ao manter em funções uma pessoa que admitiu utilizar indevidamente o nome do ministro da Justiça", acusa.
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"A simples admissão de que houve uma instrumentalização, uma utilização indevida do nome do ministro da Justiça, desqualifica a pessoa que faz esta admissão para o exercício da representação de Portugal" disse Paulo Rangel. O candidato do PSD às Europeias afirmou que agora "já não interessa se há pressões ou não". "Como é que pode estar, para a imagem de Portugal em representação externa do país ao mais alto nivel, alguém que admite que é capaz de utilizar indevidamente o nome do ministro da justiça" questiona o candidato social democrata.
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Notas do Papa Açordas: Vou limitar o meu comentário à opinião de António Barreto: " LOPES DA MOTA É O REPRESENTANTE IDEAL. ELE É O GENUÍNO E FIEL SÍMBOLO DA JUSTIÇA PORTUGUESA".
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Nuno Melo sobre caso Freeport: "é bom que o PS não impeça o que o país espera"

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O candidato do CDS-PP ao parlamento europeu revelou hoje que o requerimento do seu partido para pedir a presença do presidente do Eurojust na Assembleia da República será entregue amanhã de manhã. O cabeça-de-lista quer as explicações de Lopes da Mota [presidente do Eurojust] ao Parlamento, na sequência do processo disciplinar que lhe foi movido pelo Conselho do Ministério Público por alegada interferência no caso Freeport. Isto é, aliás, o que "o país espera" e o PS não deve impedir Portugal de o ter. "O doutor Vitalino Canas [porta-voz do PS] aguarde, que amanhã bem cedo terá esse requerimento e poderá dizer ao país que Lopes da Mota poderá ser ouvido".
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No sábado, o semanário Sol noticiou que Lopes da Mota admitiu ter invocado o nome do ministro da Justiça, Alberto Costa, em conversas com procuradores que investigam o caso Freeport. Sobre o assunto, Nuno Melo referiu que "não é normal um membro do Eurojust reconhecer que usou mal o nome do ministro e manter-se no cargo, não é normal que o ministro da Justiça não se indigne e não peça responsabilidades". E concluiu: "A posição do Ministério diz tudo".
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Notas do Papa Açordas: Vejo o PS muito preocupado em ocultar tudo o que diga respeito ao Freeport, porque será? E o facto de manterem Lopes da Mota no Eurojust, local por onde passam os contactos com a polícia inglesa, mais intriga os portugueses...
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A MENTIRA DO DIA D'O JUMENTO

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José Sócrates seguiu o exemplo do primo Huguinho e também está com os monges de Shaolin para se treinar no Kung-Fu, preparando assim a sua primeira entrevista a Manuela Moura Guedes no seu pasquim televisivo da sexta-feira. (JUMENTO)
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Educação: Certinhos e direitinhos...

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Educação
ME escreve as frases que os professores têm de dizer nas provas de aferição

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Mais de 200 mil crianças entre os nove e os 12 anos vão mostrar amanhã e na quarta-feira o que aprenderam em Língua Portuguesa e Matemática mas, para as provas nacionais de aferição do 4.º e 6.º anos, quem precisa de levar cábulas são os professores.
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Estas têm a forma de um chamado Manual do Aplicador, através do qual o Ministério da Educação (ME) ensina aos professores o que têm de dizer aos alunos no início, no meio e no final das provas. As ordens do ME são claras: "Não procure decorar as instruções ou interpretá-las, mas antes lê-las exactamente como lhe são apresentadas ao longo deste manual".
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Com contagem de tempo, seguem--se as frases que os docentes deverão ler. São coisas como estas: "Em primeiro lugar, chamo a atenção para o facto de não poderem falar com os vossos colegas" ou "Acabou o tempo. Não podem escrever mais nada. Agora vão ter o intervalo".
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O conjunto preenche oito páginas. "No dia lemos tudinho como está no guião", confirma Paulo Guinote, autor do blogue Educação do Meu Umbigo e professor de História e Português do 2.º ciclo, que amanhã estará de novo entre os milhares de professores mobilizados para estas provas. A leitura demora tempo, é "entediante" e frequentemente os alunos não entendem o que se pretende. Nestes casos, depois da leitura obrigatória, os professores fazem o seu próprio resumo, com as instruções mais importantes.
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Notas do Papa Açordas: É a parvoíce e a incompetência ao mais alto nível. Querem os professores a trabalhar todos na mesma forma, dizendo as mesmas orações... Deste modo, atrevo-me a sugerir à senhora ministra, que ordene aos professores o uso de uma farda igual para todos... e estávamos mais perto do reino de Kim Jong-il / Sócrates...
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Sichuan

REUTERS
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Los soldados del Ejército chino rescatan a una niña de entre los escombros de unos edificios que sufrieron un terremoto en Sichuan. (20minutos.es)
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sábado, 16 de maio de 2009

Venham os protestos dos agricultores!...

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Programa de accões será definido na próxima quarta-feira
CAP promete Verão de protestos de rua contra política agrícola do Governo

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A direcção da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) vai definir, na próxima quarta-feira, um programa de acções públicas de contestação da política agrícola do Governo. Manifestações, cortejos, sessões de esclarecimento e grandes concentrações de agricultores, a primeira das quais poderá realizar-se já no início de Junho, durante a Feira Nacional da Agricultura, são algumas das iniciativas previstas.
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A CAP terminou, sexta-feira à tarde, em Santarém, um conjunto de oito reuniões regionais com as suas associações filiadas em que concluiu que “a agricultura está hoje pior do que há quatro anos” e que o ministro Jaime Silva tem tomado um conjunto de medidas contra os próprios agricultores.
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“O balanço geral é muito negativo em relação à actuação do Governo na área da agricultura nos últimos quatro anos. Esse é o sentimento geral de todas as associações. Foram quatro anos perdidos para a agricultura portuguesa, com consequências muito negativas para os agricultores e, em muitos casos, irreversíveis”, disse, ao PÚBLICO, o presidente da CAP, frisando que já há bastantes casos de agricultores que “tiveram que abandonar a actividade” e que não tem havido investimentos financiados pela União Europeia.
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A digressão iniciada pela direcção da CAP no passado dia 8 na Guarda incluiu também reuniões nas delegações da confederação em Mirandela, Marco de Canavezes, Arruda dos Vinhos, Beja, Évora e Santarém. Visavam fazer um balanço de quatro anos de “(des) governação” no sector, considerando que a agricultura portuguesa “vive uma situação dramática” devido aos “sucessivos constrangimentos criados pelo ministro Jaime Silva”.
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Notas do Papa Açordas: É mais uma luta pela sobrevivência da agricultura portuguesa contra as medidas draconianas de um (des)governo irracional...
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Pagar com moedas sai mais barato

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Usar cartões facilita gastos excessivos
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Se gosta de ter sempre moedas na carteira, saiba que isso é uma má ideia. Sempre que possível, troque-as por notas, quanto maiores, melhor. É que pagar com moedas dá a sensação de que as coisas são mais baratas.
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Parece-lhe estranho? Nós explicamos. Vários estudos norte-americanos mostram que as pessoas têm tendência para gastar mais ou menos consoante o meio de pagamento que usam. Por exemplo, quando se paga alguma coisa com moedas, seja uma revista, um café, um pacote de pastilhas ou mesmo uma conta de supermercado, fica-se com a sensação de que se gasta menos. Custa menos a pagar e, por isso mesmo, compra-se com mais frequência, sem pensar muito nisso. Andar com notas grandes é um bom truque. Provavelmente poucas pessoas trocariam uma nota de 50 euros para comprar uma coisa pequena e supérflua mas não hesitaria muito em gastar algumas moedas nisso.
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Isto foi aquilo a que os investigadores chamaram de «Domination Effect» («Efeito de Dominação»). Priya Raghubir e Joydeep Srivastava levaram a cabo vários estudos nos Estados Unidos e na China, que provaram tudo isto.
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E com o cartão é ainda pior. O cartão de débito é um dos meios de pagamento favoritos dos portugueses. Com uma rede de terminais de pagamento e caixas automáticas Multibanco que é das mais avançadas da Europa, não admira. Mas cuidado. Alguma vez notou que assim gasta mais? Simplesmente não parece que estamos a gastar dinheiro real.
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E isso explica porque é que tanta gente sente dificuldade em manter um acompanhamento fiel dos gastos que faz com os cartões de crédito e débito. Quem nunca sentiu surpresa ao olhar para o saldo num talão do Multibanco, vendo o quanto o montante desceu sem se ter dado por isso e sem se saber como? Enquanto vamos fazendo pequenos pagamentos, não parece significativo, mas tudo somado, faz diferença. E se fizéssemos esses pagamentos com notas em vez de «trocos» ou com um cartão de plástico, será que gastávamos da mesma maneira? Ou ao ver as notas saírem da carteira, apercebíamo-nos melhor do quanto estávamos a gastar? (Agência Financeira)
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Freeport: Todos desmentem Sócrates...


“Expresso” foi à China falar com Hugo Monteiro
Freeport: Primo garante que José Sócrates conhecia Charles Smith

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José Sócrates conhecia Charles Smith e Manuel Pedro, disse Hugo Monteiro ao semanário “Expresso”, contrariando assim as declarações do seu primo no âmbito do processo de alegada corrupção no licenciamento do outlet Freeport em Alcochete caso Freeport. O jornal viajou até à China onde Hugo Monteiro está a aprender Kung Fu.
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Hugo Monteiro, que só deve voltar a Portugal no Natal, disse ao jornal que ficou com a impressão de que Sócrates conhecia Smith e Pedro. "Eu acho que eles tiveram uma reunião juntos. Pelo menos foi o que o meu pai me transmitiu".
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Uma vez num café, Hugo Monteiro tentou contar ao primo Sócrates que ia utilizar o grau de parentesco para fechar um negócio mas não lhe pediu autorização para o fazer. "O meu primo não me autorizou e provavelmente não me autorizaria se eu lhe pedisse", contou ao "Expresso".
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Monteiro inventou ainda um email com o nome de Sócrates "na tentativa de ganhar um cliente a todo o custo" e hoje reconhece que tem de lhe pedir desculpa.
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Notas do Papa Açordas: Há um ditado alentejano que diz: "Quando a vida nos corre mal, até os cães mijam para as calças"... É o mesmo que acontece com Sócrates. Agora é o primo que afirma, que o actual primeiro-ministro conhecia Smith e Pedro, coisa que ele sempre desmentiu... Em que ficamos?
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a frase

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"O gesto de Alegre será visto pela
Esquerda como uma rendição
calculista, que a trupe irá penalizar já
em 2009. E quando 2011 chegar, nada
garante que Sócrates honrará o seu
compromisso, apoiando um candidato
presidencial demasiado indigesto".
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João Pereira Coutinho, "Correio da Manhã", 16-05-2009
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(In Público)
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Sobre el agua...

Jonathan Bainbridge / REUTERS
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Sobre el agua... Un grupo de artistas de la compañía francesa Ilotopie realizan esta actuación sobre en el Canary Wharf, en Londres. El show Fous de Bassin (Waterfools) forma parte del Festival de Greenwich y del festival internacional Docklands. (20minutos.es)
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sexta-feira, 15 de maio de 2009

O resultado das medidas avulso tomadas pelo (des)governo de Sócrates...

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Previsão do défice é de 5,9 por cento
Governo reconhece gravidade da recessão prevendo queda de 3,4 por cento do PIB
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As previsões do Governo apontam para uma queda de 3,4 por cento do produto interno Bruto (PIB) e um défice público de 5,9 por cento, acaba de anunciar o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, reconhendo assim uma recessão mais grave que previa anteriormente.
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As revisões em baixa das estimativas - em que admitia um recuo do PIB de apenas 0,8 por cento -, estão agora mais perto da última estimativa do Banco de Portugal, que em Abril apontou para um recuo de 3,5 por cento.
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O FMI prevê uma contracção de 4,1 por cento e a Comissão Europeia de 3,7 por cento.
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O Governo reconhece, assim, a gravidade da recessão, em linha com os dados divulgados hoje pelo Eurostat e pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que avançam que a aconomia portuguesa regrediu 3,7 por cento no primeiro trimestre de 2009, face a igual período do ano passado, naquele que é o pior resultado desde pelo menos 1977.
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As estimativas para evolução da dívida pública, hoje anunciadas pelo Governo, apontam para 74,6 por cento do PIB, contra 66 por cento em 2008.
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Notas do Papa Açordas: É triste ver a figura de Teixeira dos Santos, debitando números negativos, já amplamente divulgados por organismos internacionais, sobre a economia portuguesa. por qualquer motivo, ele é considerado o pior ministro das finanças da UE...
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Desemprego: 8,9 ou 12%?...

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Taxa de desemprego sobe aos 8,9 por cento no primeiro trimestre
Portugal tem quase 500 mil desempregados

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O número de desempregados em Portugal deu um salto de 13,3 por cento. São quase 500 mil (495,8 mil) os desempregados oficialmente registados no primeiro trimestre do ano, equivalente a uma taxa de desemprego de 8,9 por cento, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
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O número de desempregados em Portugal deu um salto de 13,3 por cento entre o quarto trimestre de 2008 e o primeiro deste ano e 16,1 por cento, face ao trimestre homólogo transacto. Estes números estão em sintonia com o período de recessão actual e o fecho de fábricas e de empresas um pouco por todo o país.
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A taxa de 8,9 por cento deste primeiro trimestre supera em uma décima a meta revista hoje pelo Governo para este ano. Era de quatro décimas antes do anúncio feito hoje pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
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Notas do Papa Açordas: Sócrates deve estar feliz. Já conseguiu ultrapassar todos os recordes do desemprego... embora este número de 8,9% seja irreal, pois o verdadeiro será de cerca de 12%...
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Hubble

EFE / NASA
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Los astronautas John Grunsfeld (d) y Andrew Feustel durante la primera de las cinco jornadas previstas de reparaciones y mejoras en el telescopio orbital Hubble, a casi 600 kilómetros de la Tierra. (20minutos.es)
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

ADFA: Eleitoralismo puro e duro!...

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Medida deverá entrar em vigor no início de 2010
Militares com deficiência vão ter despesas de saúde reembolsadas na totalidade

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O ministro da Defesa garantiu hoje que o novo modelo de assistência médica e medicamentosa vai permitir aos militares com deficiência o reembolso da totalidade das despesas com cuidados de saúde decorrentes de enfermidades não relacionadas com as lesões que determinaram a deficiência.
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Os mais de dez mil militares que se encontram naquela situação vão poder ser ressarcidos a cem por cento das despesas com a saúde desde que estejam inscritos como beneficiários da Assistência na Doença para Militares (ADM) e que esta assistência seja prestada por hospitais militares, unidades do Serviço Nacional de Saúde ou serviços convencionados (como não há hospitais militares em todo o território, existem acordos com privados).
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O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, durante a cerimónia do 35º aniversário da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), e, segundo uma nota do Ministério da Defesa Nacional, "significa um alargamento considerável do leque de entidades a que os deficientes militares poderão recorrer, em todo o território nacional".
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Esta medida, que decorre da legislação aprovada na semana passada pela Assembleia da República, na sequência das propostas apresentadas por um grupo de trabalho sobre esta matéria, deverá entrar em vigor no início de 2010, período a partir do qual os deficientes militares passarão a ter, para todo o tipo de enfermidades, assistência médica e medicamentosa gratuita.
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Notas do Papa Açordas: E os deficientes civis, são filhos da "dita cuja"? O que este (des)governo está a "dar" aos deficientes, é o que já tinha tirado em 2005 e 2006, mas como este ano é ano de eleições, toca a abrir os cordões à bolsa!...Filhos da p...!
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Vital Moreira em linguagem de futebolês...

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Caso Freeport
Vital Moreira nega ter dito que se estivesse no lugar de Lopes da Mota se demitiria

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Vital Moreira, cabeça de lista do PS às eleições europeias, negou ontem em Coimbra ter afirmado que se estivesse no lugar de Lopes, da Mota, presidente do Eurojust, se demitiria.
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“Não disse tal coisa e não vou dizer o que disse ontem”, afirmou Vital Moreira.
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“Se estivesse naquele lugar, mas não quero julgar ninguém, eu, porventura, pediria suspensão de funções enquanto o processo disciplinar decorresse”, afirmou Vital Moreira, na noite de ontem em Évora.
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Lopes de Mota é neste momento alvo de um processo disciplinar na Procuradoria-geral da república, que investiga alegadas pressões aos magistrados que investigam o processo Freeport.
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Notas do Papa Açordas: É o que acontece aos partidos que não têm o cuidado de escolher o seu cabeça de lista. É só contradições e uma linguagem, tipo futebolês...o que é hoje verdade, amanhã pode ser mentira... Com isto, Vital Moreira está devidamente apresentado aos eleitores..logo, pode servir a Sócrates mas, NÃO SERVE AO VERDADEIRO PARTIDO SOCIALISTA...
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Eurojust/Lopes da Mota: Sócrates entre a espada e a parede...

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Caso Freeport
Rangel acusa PS de estar dividido sobre Lopes da Mota no Eurojust

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Rangel está contra pausa de um mês nos debates parlamentares com o primeiro-ministro.
O líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel acusou hoje o PS de estar dividido na posição sobre a continuidade do procurador Lopes da Mota no Eurojust.
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“Afinal qual é a posição do PS: é a defender o afastamento do membro nacional do Eurojust ou a manutenção no cargo? Não pode manter as duas posições para agradar a gregos e a troianos”, disse Rangel aos jornalistas no Parlamento. O dirigente social-democrata reagia assim à posição do candidato às eleições europeias Vital Moreira que se colocou na posição do procurador, dizendo que no lugar dele pedia a demissão do cargo. “Há uma grande inconsistência, o PS está desnorteado”, frisou Rangel.
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Outro caso que está a indignar o líder da bancada do PSD é a recusa do primeiro-ministro em fazer debates quinzenais no Parlamento, impondo um mês de intervalo. O próximo debate só está agendado para 17 de Junho, o que perfaz mais de um mês sem o primeiro-ministro vir ao Parlamento. “Entre o dia 13 de Maio e o 17 de Junho não há uma manhã ou uma tarde para cá vir? Isso vai contra o regimento da Assembleia da República”, afirmou Rangel, exigindo explicações a José Sócrates.
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Notas do Papa Açordas: Sócrates anda completamente desnorteado com o caso Freeport/Lopes da Mota. Este, faz-lhe falta em Bruxelas, para controlar as diligências vindas da Polícia inglesa, sobre o caso Freeport mas, por outro lado, toda a oposição pede a sua substituição do Eurojust...e o rapaz, não sabe o que fazer...
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