Segundo o governo, de 1483 carreiras em vigor na Administração Pública,
vão ficar apenas 3.
Creio que a medida tem um objectivo mais vasto, pois já estou a idealizar
a cena de dirigentes, com a firmeza que o seu cartão partidário lhe dá,
chamar um seu funcionário, mas doutra cor política, e dizer-lhe:
"Desculpa lá, mas a tua carreira não se coaduna com qualquer das 3 novas
carreiras, pelo que terás de ir para os supranumerários..."
Preparem-se pois para uma nova vaga de despedimentos, em especial no
Ministério da Agricultura, que já conta com 83 % dos funcionários públicos
em mobilidade especial.
É obra!...
terça-feira, 31 de julho de 2007
BURROCRACIA
Num país em que o principal requisito para "boy" na Administração
Pública é ser banana, só pode dar origem a situações hilariantes,
Vem isto a propósito de, numa direcção regional situada em Faro,
virada para a criação de nabos e porco manso preto, muito falada nos
últimos tempos por ter despedido dezenas de trabalhadores, haver
procedimentos administrativos arcaicos, impostos por dirigentes
exímios em defender as cores partidárias.
Vejam só:
O director regional despacha um determinado assunto para o director
de serviços, este despacha para o chefe de divisão, que por sua vez
despacha para o funcionário.
Uma vez prestada a informação, o funcionário envia para o chefe de
divisão, este para o director de serviços que a remete ao Director.
O director regional dá finalmente o despacho, e manda para o director
de serviços, este para o chefe de divisão que a remete para o funcionário
para ser arquivada.
Ufa!...
Assim, não há Administração Pública que resista...
Pública é ser banana, só pode dar origem a situações hilariantes,
Vem isto a propósito de, numa direcção regional situada em Faro,
virada para a criação de nabos e porco manso preto, muito falada nos
últimos tempos por ter despedido dezenas de trabalhadores, haver
procedimentos administrativos arcaicos, impostos por dirigentes
exímios em defender as cores partidárias.
Vejam só:
O director regional despacha um determinado assunto para o director
de serviços, este despacha para o chefe de divisão, que por sua vez
despacha para o funcionário.
Uma vez prestada a informação, o funcionário envia para o chefe de
divisão, este para o director de serviços que a remete ao Director.
O director regional dá finalmente o despacho, e manda para o director
de serviços, este para o chefe de divisão que a remete para o funcionário
para ser arquivada.
Ufa!...
Assim, não há Administração Pública que resista...
3 CATEGORIAS 3
MENOS CATEGORIAS NO ESTADO DO QUE NO GOVERNO?
Neste Governo há um primeiro-ministro, vários ministros de Estado, muitos ministros e ainda mais secretários de estado, isto, mesmo sem outras categorias como subsecretário de estado ou vice-primeiro-ministro o Governo tem mais categorias do que propõe para os funcionários públicos. No processo de proletarização forçada dos funcionários públicos o ministro das Finanças propõe que haja três categorias de funcionários, no Governo há quatro categoria de governantes.
Brilhante!
Sócrates pouco sabia de Governo quando chegou a primeiro-ministro, mas lá foi aprendendo aos solavancos. Mas de Administração Pública é cada vez mais evidente, nem nas fábricas de conservas de peixe dos tempos de Salazar havia esta uniformização profissional.
In O JUMENTO, 31-07-07
Neste Governo há um primeiro-ministro, vários ministros de Estado, muitos ministros e ainda mais secretários de estado, isto, mesmo sem outras categorias como subsecretário de estado ou vice-primeiro-ministro o Governo tem mais categorias do que propõe para os funcionários públicos. No processo de proletarização forçada dos funcionários públicos o ministro das Finanças propõe que haja três categorias de funcionários, no Governo há quatro categoria de governantes.
Brilhante!
Sócrates pouco sabia de Governo quando chegou a primeiro-ministro, mas lá foi aprendendo aos solavancos. Mas de Administração Pública é cada vez mais evidente, nem nas fábricas de conservas de peixe dos tempos de Salazar havia esta uniformização profissional.
In O JUMENTO, 31-07-07
3 CATEGORIAS 3
MENOS CATEGORIAS NO ESTADO DO QUE NO GOVERNO?
Neste Governo há um primeiro-ministro, vários ministros de Estado, muitos ministros e ainda mais secretários de estado, isto, mesmo sem outras categorias como subsecretário de estado ou vice-primeiro-ministro o Governo tem mais categorias do que propõe para os funcionários públicos. No processo de proletarização forçada dos funcionários públicos o ministro das Finanças propõe que haja três categorias de funcionários, no Governo há quatro categoria de governantes.
Brilhante!
Sócrates pouco sabia de Governo quando chegou a primeiro-ministro, mas lá foi aprendendo aos solavancos. Mas de Administração Pública é cada vez mais evidente, nem nas fábricas de conservas de peixe dos tempos de Salazar havia esta uniformização profissional.
Neste Governo há um primeiro-ministro, vários ministros de Estado, muitos ministros e ainda mais secretários de estado, isto, mesmo sem outras categorias como subsecretário de estado ou vice-primeiro-ministro o Governo tem mais categorias do que propõe para os funcionários públicos. No processo de proletarização forçada dos funcionários públicos o ministro das Finanças propõe que haja três categorias de funcionários, no Governo há quatro categoria de governantes.
Brilhante!
Sócrates pouco sabia de Governo quando chegou a primeiro-ministro, mas lá foi aprendendo aos solavancos. Mas de Administração Pública é cada vez mais evidente, nem nas fábricas de conservas de peixe dos tempos de Salazar havia esta uniformização profissional.
sábado, 28 de julho de 2007
É TUDO IGUAL!
SÓCRATES É O PRODUTO DE UMA EMPRESA DE CASTING
Foi esta a acusação que Vasco Pulido Valente fez na sua coluna da última página do Público, é bem capaz de ter razão ainda que o jornalista não consiga ver outras personagens com as mesmas características na política portuguesa. O último upgrade de Paulo Portas, o tal que se propunha liderar a direita contra Sócrates, não é um produtos do mesmo tipo? É, mas como Vasco Pulido Valente simpatiza com Paulo Portas não descobre as semelhanças.
A verdade é que os políticos que não são casting têm-se revelado desgraças tão grandes que os novos políticos ganham eleições com a maior das facilidades. Se Vasco Pulido Valente fizer um esforço conseguirá ver dezenas de autarquias a serem geridas por políticos com as características que encontra em Sócrates.
in JUMENTO, 28-07-07
Foi esta a acusação que Vasco Pulido Valente fez na sua coluna da última página do Público, é bem capaz de ter razão ainda que o jornalista não consiga ver outras personagens com as mesmas características na política portuguesa. O último upgrade de Paulo Portas, o tal que se propunha liderar a direita contra Sócrates, não é um produtos do mesmo tipo? É, mas como Vasco Pulido Valente simpatiza com Paulo Portas não descobre as semelhanças.
A verdade é que os políticos que não são casting têm-se revelado desgraças tão grandes que os novos políticos ganham eleições com a maior das facilidades. Se Vasco Pulido Valente fizer um esforço conseguirá ver dezenas de autarquias a serem geridas por políticos com as características que encontra em Sócrates.
in JUMENTO, 28-07-07
quinta-feira, 26 de julho de 2007
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Entrevista do sr.Sócrates à SICNotícias
Os funcionários públicos podem estar descansados que as
avaliações de desempenho não vão ser arbitrárias e nem com
base em perseguições políticas, pois a "garantia", diz Sócrates,
de que isso não acontecerá "está na lei".
Boa mentira para o 1º de Abril...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
O PS APOIA MANUEL ALEGRE
PS: Manuel Alegre ataca Sócrates e o "medo de discordar"
O deputado socialista Manuel Alegre escreve, esta quarta-feira, um artigo de opinião no jornal Público, no qual denuncia um «clima propício» ao cerceamento das liberdades e reclama que «o PS não pode auto-amordaçar-se».
Afirmando-se «agora e sempre contra o medo, pela liberdade», o histórico socialista defende que «no PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra», sendo que, agora há o «medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado».
São «casos pontuais», reconhece o vice-presidente da Assembleia da República, mas, mesmo assim, «inquietantes», porque relevam de «um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE».
De resto, os ataques de Alegre às políticas seguidas pelo Governo de José Sócrates são muitos: à «progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde»; ao regime do vínculo da Administração Pública; ao Estatuto dos Jornalistas; ao «precedente grave» do cruzamento de dados na função pública; à «tendência privatizadora» de «sectores estratégicos», como a electricidade, a água e o ensino superior.
«Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa», refere Alegre, lamentando a falta de «alternativas à sua liderança», dentro do próprio PS, mas também no PSD.
No artigo publicado no Público, Manuel Alegre recusa o «álibi» nacional da «necessidade de reduzir o défice» e também «o álibi da presidência da União Europeia» - que, até agora, merece o seu «aplauso».
«O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias», contrapõe, lamentando a «tradição governamentalista», que leva um partido, quando está no Governo, a transformar o «seguidismo» «em virtude».
in Diário Digital, 25-07-07
O deputado socialista Manuel Alegre escreve, esta quarta-feira, um artigo de opinião no jornal Público, no qual denuncia um «clima propício» ao cerceamento das liberdades e reclama que «o PS não pode auto-amordaçar-se».
Afirmando-se «agora e sempre contra o medo, pela liberdade», o histórico socialista defende que «no PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra», sendo que, agora há o «medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado».
São «casos pontuais», reconhece o vice-presidente da Assembleia da República, mas, mesmo assim, «inquietantes», porque relevam de «um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE».
De resto, os ataques de Alegre às políticas seguidas pelo Governo de José Sócrates são muitos: à «progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde»; ao regime do vínculo da Administração Pública; ao Estatuto dos Jornalistas; ao «precedente grave» do cruzamento de dados na função pública; à «tendência privatizadora» de «sectores estratégicos», como a electricidade, a água e o ensino superior.
«Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa», refere Alegre, lamentando a falta de «alternativas à sua liderança», dentro do próprio PS, mas também no PSD.
No artigo publicado no Público, Manuel Alegre recusa o «álibi» nacional da «necessidade de reduzir o défice» e também «o álibi da presidência da União Europeia» - que, até agora, merece o seu «aplauso».
«O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias», contrapõe, lamentando a «tradição governamentalista», que leva um partido, quando está no Governo, a transformar o «seguidismo» «em virtude».
in Diário Digital, 25-07-07
30 €
30 €/HORA
Parece que o PS tomou o gosto pelas encenações e tal como os funerais dos romanos ricos contavam com carpideiras contratadas, as encenações partidárias ou governamentais contam com figurantes contratados. Registe-se o progresso alcançado na apresentação do plano tecnológico para a educação, onde os figurantes se pareciam mais com estudantes do que os velhotes arregimentados para vitoriar António Costa que se percebia à milha não serem de Lisboa.
Isto significa que os nabos do governo são um pouco menos nabos do que os nabos da candidatura de António Costa. Mas não deixaram de ser nabos pois era mais do que previsível que os jornalistas fossem perguntar aos falsos estudantes como tinham ido parar ali. É que gato escaldado de água fria tem medo, toda a gente já percebeu que as cerimónias socráticas têm tanto de genuíno com as cadeiras feitas no fim-de-semana.
Em Portugal já tudo serviu de argumento para inventar sinais de retoma, desde as cotações da bolsa às colheitas de caracóis, tudo tem sido invocado para aumentar a esperança dos portugueses num futuro risonho. Mas finalmente os sinais existem, graças ao aparelho do PS até jovens e velhos encontram trabalho, um dia destes as filas o Largo do Rato para os castings do PS serão maiores do qu as dos candidatos a participar nos Morangos com Açúcar.
In.JUMENTO, 25-07-07
Parece que o PS tomou o gosto pelas encenações e tal como os funerais dos romanos ricos contavam com carpideiras contratadas, as encenações partidárias ou governamentais contam com figurantes contratados. Registe-se o progresso alcançado na apresentação do plano tecnológico para a educação, onde os figurantes se pareciam mais com estudantes do que os velhotes arregimentados para vitoriar António Costa que se percebia à milha não serem de Lisboa.
Isto significa que os nabos do governo são um pouco menos nabos do que os nabos da candidatura de António Costa. Mas não deixaram de ser nabos pois era mais do que previsível que os jornalistas fossem perguntar aos falsos estudantes como tinham ido parar ali. É que gato escaldado de água fria tem medo, toda a gente já percebeu que as cerimónias socráticas têm tanto de genuíno com as cadeiras feitas no fim-de-semana.
Em Portugal já tudo serviu de argumento para inventar sinais de retoma, desde as cotações da bolsa às colheitas de caracóis, tudo tem sido invocado para aumentar a esperança dos portugueses num futuro risonho. Mas finalmente os sinais existem, graças ao aparelho do PS até jovens e velhos encontram trabalho, um dia destes as filas o Largo do Rato para os castings do PS serão maiores do qu as dos candidatos a participar nos Morangos com Açúcar.
In.JUMENTO, 25-07-07
terça-feira, 24 de julho de 2007
É o mínimo que se pode pedir: VERGONHA!
Antigamente era a Mocidade Portuguesa a fornecer crianças e
adolescentes para abrilhantar (de borla) os eventos do Estado
Novo, mas hoje é mais requintado: Sócrates contrata, através
de uma agência de "casting", crianças e adolescentes a 30 € a
cabeça, para figurarem numa apresentação do Plano Tecnológico.
Há parecenças e coincidências que não se podem escamotear...
adolescentes para abrilhantar (de borla) os eventos do Estado
Novo, mas hoje é mais requintado: Sócrates contrata, através
de uma agência de "casting", crianças e adolescentes a 30 € a
cabeça, para figurarem numa apresentação do Plano Tecnológico.
Há parecenças e coincidências que não se podem escamotear...
NOVAS REGRAS NA FUNÇÃO PÚBLICA
O diploma relativo ao novo regime de vínculos, carreiras e remunerações
da Função Pública foi aprovado na Assembleia da República, depois de
uma negociação de seis meses com os sindicatos do sector, que levou
ao acordo com uma das estruturas, a Fesap. Uma das grandes mudanças
é a redução do vínculo por nomeação às funções nucleares do Estado.
O novo regime entra em vigor no início de 2008.
In Expresso, 21.07-07
domingo, 22 de julho de 2007
E NÓS, DEIXAMOS?
Que liberdade de imprensa?
Como blogger poderia abster-me de opinar sobe o debate em torno das alterações que o governo pretende introduzir na actividade jornalística, poderia simplesmente dizer eu moro noutra freguesia, sou um cidadão comum que exerce o seu direito de opinião.
Mas não tenho dúvidas que depois de meter os jornalistas na ordem o governo (este ou qualquer outro) vai querer fazer o mesmo aos blogues, depois irá ter com os jornais de paróquia e acabará por impor regras para os desdobráveis do Continente.
Vivemos num país de boas maneiras, não podemos dizer tudo o que pensamos, no momento de opinar temos que cuidar da honorabilidade da mãe do senhor primeiro-ministro, respeitar as convicções e preferências sexuais do senhor prior, ter muito respeitinho pelas autoridades e ter cuidado com os magistrados. A vingança pode ser terrível, pode chegar sob a forma de queixa-crime, de um processo vitalício no Ministério Público inaugurado com buscas domiciliárias a partir das 7 da manhã, marginalização social ou mesmo a terrível excomunhão que nos deixará nas portas do inferno.
Vivemos numa democracia onde elegemos os que nos governam mas quando estes estão no poder não podemos dizer o que pensamos deles, podem enganar-nos, podem empregar os amigos na Caixa Geral de Depósito, podem vender a empresa pública por ajuste directo, podem mandar-nos para a guerra. A nós cidadãos resta-nos esperar quatro anos para voltar a votar, mesmo que tenhamos a convicção de que, afinal, aqueles que escolhemos são uns requintados filhos de mães pouco recomendáveis temos que ficar calados.
É evidente que o jornalista não se pode limitar a pensar e opinar, cabe-lhe informar, mas informar o quê? A grande fonte de informação é o Estado, a maioria das manchetes ou resultam de “fugas de informação” ou de favores do poder, em ambos os casos estamos perante manipulações da informação.
Se um jornal beneficia da ajuda de um magistrado e queima um cidadão na praça pública muito antes de qualquer condenação é certo de que não foi condenado, o jornalista limitou-se a divulgar algo que é verdade e o “garganta funda” da magistratura nunca será descoberto, quando isso suceder será o primeiro. Se o mesmo jornal divulgar em primeira-mão uma medida governamental que ainda não saiu do projecto Ada lhe sucederá, o ministro que promoveu a fuga da informação nunca será denunciado por violar as mais elementares regras da democracia. É raro o dia em que um governando não manda as regras da democracia às urtigas e em vez de discutir as suas propostas em locais próprios as envia para divulgação e debate público através de um jornalista amigo.
Mas se alguém questionar a origem do dinheiro com que a filha do senhor ministro comprou o último modelo da Mecedes é o “ai Jesus”, a menina tem direito à sua privacidade, o ministro é homem íntegro que faz um grande sacrifício ao exercer um cargo público, está-se a cometer uma grave violação dos deveres deontológicos. Os governantes podem aumentar impostos, podem prejudicar o futuro dos portugueses com medidas incompetentes, mas não se pode duvidar da sua bondade. Nem dos actuais, nem de outros que depois de terem passado pelo governo deixaram d ser modestos cidadãos para serem banqueiros bem sucedidos.
Soa muitos mais os prejudicados pela censura, pela auto regulação ou qualquer outra forma de condicionamento da liberdade do que os portugueses lesados por governantes que beneficiam de uma total impunidade, que podem manipular a informação para se auto elegerem ou abafar os seus abusos ou incompetências. Menos liberdade de opinião e de informação apenas terá um resultado: menos democracia e mais corrupção, e quem defende fórmulas mais ou menos subtis de condicionar a liberdade de expressão está a defender a incompetência e a corrupção.
In JUMENTO, 21-07-07
Como blogger poderia abster-me de opinar sobe o debate em torno das alterações que o governo pretende introduzir na actividade jornalística, poderia simplesmente dizer eu moro noutra freguesia, sou um cidadão comum que exerce o seu direito de opinião.
Mas não tenho dúvidas que depois de meter os jornalistas na ordem o governo (este ou qualquer outro) vai querer fazer o mesmo aos blogues, depois irá ter com os jornais de paróquia e acabará por impor regras para os desdobráveis do Continente.
Vivemos num país de boas maneiras, não podemos dizer tudo o que pensamos, no momento de opinar temos que cuidar da honorabilidade da mãe do senhor primeiro-ministro, respeitar as convicções e preferências sexuais do senhor prior, ter muito respeitinho pelas autoridades e ter cuidado com os magistrados. A vingança pode ser terrível, pode chegar sob a forma de queixa-crime, de um processo vitalício no Ministério Público inaugurado com buscas domiciliárias a partir das 7 da manhã, marginalização social ou mesmo a terrível excomunhão que nos deixará nas portas do inferno.
Vivemos numa democracia onde elegemos os que nos governam mas quando estes estão no poder não podemos dizer o que pensamos deles, podem enganar-nos, podem empregar os amigos na Caixa Geral de Depósito, podem vender a empresa pública por ajuste directo, podem mandar-nos para a guerra. A nós cidadãos resta-nos esperar quatro anos para voltar a votar, mesmo que tenhamos a convicção de que, afinal, aqueles que escolhemos são uns requintados filhos de mães pouco recomendáveis temos que ficar calados.
É evidente que o jornalista não se pode limitar a pensar e opinar, cabe-lhe informar, mas informar o quê? A grande fonte de informação é o Estado, a maioria das manchetes ou resultam de “fugas de informação” ou de favores do poder, em ambos os casos estamos perante manipulações da informação.
Se um jornal beneficia da ajuda de um magistrado e queima um cidadão na praça pública muito antes de qualquer condenação é certo de que não foi condenado, o jornalista limitou-se a divulgar algo que é verdade e o “garganta funda” da magistratura nunca será descoberto, quando isso suceder será o primeiro. Se o mesmo jornal divulgar em primeira-mão uma medida governamental que ainda não saiu do projecto Ada lhe sucederá, o ministro que promoveu a fuga da informação nunca será denunciado por violar as mais elementares regras da democracia. É raro o dia em que um governando não manda as regras da democracia às urtigas e em vez de discutir as suas propostas em locais próprios as envia para divulgação e debate público através de um jornalista amigo.
Mas se alguém questionar a origem do dinheiro com que a filha do senhor ministro comprou o último modelo da Mecedes é o “ai Jesus”, a menina tem direito à sua privacidade, o ministro é homem íntegro que faz um grande sacrifício ao exercer um cargo público, está-se a cometer uma grave violação dos deveres deontológicos. Os governantes podem aumentar impostos, podem prejudicar o futuro dos portugueses com medidas incompetentes, mas não se pode duvidar da sua bondade. Nem dos actuais, nem de outros que depois de terem passado pelo governo deixaram d ser modestos cidadãos para serem banqueiros bem sucedidos.
Soa muitos mais os prejudicados pela censura, pela auto regulação ou qualquer outra forma de condicionamento da liberdade do que os portugueses lesados por governantes que beneficiam de uma total impunidade, que podem manipular a informação para se auto elegerem ou abafar os seus abusos ou incompetências. Menos liberdade de opinião e de informação apenas terá um resultado: menos democracia e mais corrupção, e quem defende fórmulas mais ou menos subtis de condicionar a liberdade de expressão está a defender a incompetência e a corrupção.
In JUMENTO, 21-07-07
sexta-feira, 20 de julho de 2007
A HISTÓRIA REPETE-SE....
MAIAKOVSKI
(poeta russo, vítima de Lenine)
Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor do nosso jardim
e não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem
pisam as flores, matam nosso cão
e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra
sózinho en nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.
BERTOLD BRECHT (1898-1956)
Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho um emprego
também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
SUCESSO ECONÓMICO?
GRANDE MAIORIA DAS PME NACIONAIS ESTÃO ENDIVIDADAS
Segundo um estudo de confiança empresarial da Eurofactor de Portugal,
a grande maioria das pequenas e médias empresas portuguesas do sector
do comércio têm créditos em dívida incobráveis e os prazos de pagamento
ultrapassam os três meses.
Eis a "recuperação económica" pura e dura do nosso Pinto de Sousa...
Segundo um estudo de confiança empresarial da Eurofactor de Portugal,
a grande maioria das pequenas e médias empresas portuguesas do sector
do comércio têm créditos em dívida incobráveis e os prazos de pagamento
ultrapassam os três meses.
Eis a "recuperação económica" pura e dura do nosso Pinto de Sousa...
CONTROLO DOS MEDIA
COMISSÁRIA EUROPEIA DÁ PUXÃO DE ORELHAS A SANTOS SILVA
«A comissária europeia para os media condenou ontem qualquer tipo de intervenção tanto das instâncias europeias como dos governos dos Estados-membros em matéria de regulação de conteúdos editoriais dos órgãos de comunicação social ou de códigos de conduta dos jornalistas. Viviane Reding defende, pelo contrário, que estas matérias devem ser alvo de auto-regulação por parte da classe.» [Público assinantes]
Parecer:
Este assunto ainda vai custar muito caro ao governo.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao ministro se as alterações que está a fazer faziam mesmo falta.»
In JUMENTO, 19-07-07
«A comissária europeia para os media condenou ontem qualquer tipo de intervenção tanto das instâncias europeias como dos governos dos Estados-membros em matéria de regulação de conteúdos editoriais dos órgãos de comunicação social ou de códigos de conduta dos jornalistas. Viviane Reding defende, pelo contrário, que estas matérias devem ser alvo de auto-regulação por parte da classe.» [Público assinantes]
Parecer:
Este assunto ainda vai custar muito caro ao governo.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao ministro se as alterações que está a fazer faziam mesmo falta.»
In JUMENTO, 19-07-07
terça-feira, 17 de julho de 2007
CURIOSIDADES
APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ASSIM...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.Porque pintas porcarias? - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo parapraticar profissão perfeito: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto: Pararei!·
E há quem se ache o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma."!!!
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.Porque pintas porcarias? - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo parapraticar profissão perfeito: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto: Pararei!·
E há quem se ache o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma."!!!
ANTES DE ABRIL/74, ERA VULGAR
ESPECTÁCULO TRISTE
Os festejos da vitória de António Costa foram um espectáculo triste, revelador da qualidade duvidosa da máquina do PS que se envolveu nesta campanha. Se já era muito duvidoso que houvesse grandes motivos para festa, foi triste ter-se percebido que o PS meteu umas centenas de velhotes em autocarros para virem a Lisboa vitoriar um candidato autárquico com quem nada têm que ver.
Como seria de esperar os jornalistas deram rapidamente com a farsa e foi o que se viu, houve quem tivesse feito muitas centenas de quilómetros para virem a Lisboa bater palmas a alguém que nem sabiam quem era.
Mais de trinta anos depois das famosas manifestações do antigo regime Lisboa volta a assistir a manifestações de caciquismo.
In JUMENTO, 17-07-07
Os festejos da vitória de António Costa foram um espectáculo triste, revelador da qualidade duvidosa da máquina do PS que se envolveu nesta campanha. Se já era muito duvidoso que houvesse grandes motivos para festa, foi triste ter-se percebido que o PS meteu umas centenas de velhotes em autocarros para virem a Lisboa vitoriar um candidato autárquico com quem nada têm que ver.
Como seria de esperar os jornalistas deram rapidamente com a farsa e foi o que se viu, houve quem tivesse feito muitas centenas de quilómetros para virem a Lisboa bater palmas a alguém que nem sabiam quem era.
Mais de trinta anos depois das famosas manifestações do antigo regime Lisboa volta a assistir a manifestações de caciquismo.
In JUMENTO, 17-07-07
JÁ FEZ A ESTREIA EM LISBOA
A MENTIRA DO DIA D'O JUMENTO
José Sócrates, o secretário-geral do PS, anunciou que o partido vai criar uma agência de viagens especializada em turismo político, aproveitando uma nova procura que a generalizar-se a todas as forças políticas poderá ter mais peso que o turismo religioso atraído por Fátima.
Assim, espera-se que nas próximas autárquicas de Lisboa os festejos sejam feitos por turistas da Covilhã, nas autárquicas de Faro os manifestantes embarcarão a partir de Matosinhos e em Évora a vitória será festejada por pessoal vindo de Bragança. Os turistas com mais recursos poderão deslocar-se aos Açores, estando mesmo a ser planeada uma viagem à Madeira, ainda que neste caso ainda não haja data marcada.
In JUMENTO, 17-07-07
José Sócrates, o secretário-geral do PS, anunciou que o partido vai criar uma agência de viagens especializada em turismo político, aproveitando uma nova procura que a generalizar-se a todas as forças políticas poderá ter mais peso que o turismo religioso atraído por Fátima.
Assim, espera-se que nas próximas autárquicas de Lisboa os festejos sejam feitos por turistas da Covilhã, nas autárquicas de Faro os manifestantes embarcarão a partir de Matosinhos e em Évora a vitória será festejada por pessoal vindo de Bragança. Os turistas com mais recursos poderão deslocar-se aos Açores, estando mesmo a ser planeada uma viagem à Madeira, ainda que neste caso ainda não haja data marcada.
In JUMENTO, 17-07-07
domingo, 15 de julho de 2007
ELEIÇÕES EM LISBOA
Certamente que não foi novidade nenhuma António Costa ganhar
a Câmara Municipal de Lisboa. Todos nós estávamos à espera deste
desenlace.
Mas, para mim, já o facto de o PS ter ido arregimentar pessoas a
Mirandela, Alandroal, Cabeceiras de Basto e outras terras, para
as trazer a Lisboa a fim de participarem na festa de consagração
do A. Costa e baterem palmas ao lº, mereceu-me uma repulsa que
não tem adjectividade.
Efectivamente, e vimos isso através da SIC, pessoas do Alandroal
disseram que lhes tinham oferecido uma viagem, de camioneta, a
Mafra, e que depois rumaram a Lisboa sem mais qualquer informação.
Ora bem, estas pessoas não apitam, nem vaiam e nem assobiam, pelo
que as palmas são garantidas.
Palavra de honra, este Partido de Sócrates está cada vez mais parecido
com a União Nacional!...
a Câmara Municipal de Lisboa. Todos nós estávamos à espera deste
desenlace.
Mas, para mim, já o facto de o PS ter ido arregimentar pessoas a
Mirandela, Alandroal, Cabeceiras de Basto e outras terras, para
as trazer a Lisboa a fim de participarem na festa de consagração
do A. Costa e baterem palmas ao lº, mereceu-me uma repulsa que
não tem adjectividade.
Efectivamente, e vimos isso através da SIC, pessoas do Alandroal
disseram que lhes tinham oferecido uma viagem, de camioneta, a
Mafra, e que depois rumaram a Lisboa sem mais qualquer informação.
Ora bem, estas pessoas não apitam, nem vaiam e nem assobiam, pelo
que as palmas são garantidas.
Palavra de honra, este Partido de Sócrates está cada vez mais parecido
com a União Nacional!...
CHAVEZIÇÃO DAS REPÚBLICAS DAS BANANAS
Segundo o jornal "Público", o Presidente do Equador, Rafael Correa, está
cansado do Congresso, com quem não consegue trabalhar e da comunicação
social, que acusa de parcialidade, dois obstáculos que, diz ele, está disposto
a tirar do seu caminho político.
Este senhor, simpatizante do seu homólogo venezuelano Hugo Chávez,
posiciona-se para ser mais um ditador de uma república das bananas...
E, em "Portugall", José Sócrates prepara-se para calar os jornalistas...
É o resultado das maiorias absolutas...
cansado do Congresso, com quem não consegue trabalhar e da comunicação
social, que acusa de parcialidade, dois obstáculos que, diz ele, está disposto
a tirar do seu caminho político.
Este senhor, simpatizante do seu homólogo venezuelano Hugo Chávez,
posiciona-se para ser mais um ditador de uma república das bananas...
E, em "Portugall", José Sócrates prepara-se para calar os jornalistas...
É o resultado das maiorias absolutas...
sábado, 14 de julho de 2007
CGA - O escândalo continua...
Conforme o tempo vai passando, vamos tomando conhecimento de
novas incongruências da Caixa Geral de Aposentações e das suas
afamadas juntas médicas.
Agora, veio a lume o caso da professora que teve 3 cancros (mama,
útero e língua), foi a uma junta médica, esta deu-lhe razão e parecer
positivo com vista à aposentação mas, o chefe da "banda" não aceitou
o parecer e, passou o sim a NÃO.
Resultado, em Setembro, esta professora de Ovar, terá de voltar à
sua escola, sem para isso estar em condições físicas e psicológicas.
Dado que o chefe dos ministros já disse que vai mandar investigar
as juntas médicas, aproveito para sugerir que estas sejam constituídas
por médicos da especialidade da doença apresentada pelo requerente.
Parafreseando o inegável ajudante do chefe, Mário Lino, "jamé"
apresentar reumatologistas ou ortopedistas a analisar doentes da
área de oncologia.
novas incongruências da Caixa Geral de Aposentações e das suas
afamadas juntas médicas.
Agora, veio a lume o caso da professora que teve 3 cancros (mama,
útero e língua), foi a uma junta médica, esta deu-lhe razão e parecer
positivo com vista à aposentação mas, o chefe da "banda" não aceitou
o parecer e, passou o sim a NÃO.
Resultado, em Setembro, esta professora de Ovar, terá de voltar à
sua escola, sem para isso estar em condições físicas e psicológicas.
Dado que o chefe dos ministros já disse que vai mandar investigar
as juntas médicas, aproveito para sugerir que estas sejam constituídas
por médicos da especialidade da doença apresentada pelo requerente.
Parafreseando o inegável ajudante do chefe, Mário Lino, "jamé"
apresentar reumatologistas ou ortopedistas a analisar doentes da
área de oncologia.
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