terça-feira, 9 de julho de 2013

El edificio más grande del mundo

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El edificio más grande del mundo

El edificio más grande del mundo

 Vista panorámica de la entrada principal del edificio New Century Global Center, considerado como el edificio más grande del mundo, en Chengdu, capital de la provincia de Sichuan (suroeste de China). El edificio cuenta con 500 metros de largo, 400 metros de ancho y 100 metros de altura, y podría contener en su interior hasta tres Pentágonos. (Wang Xiaobo / EFE)-(20minutos.es)



La Policía desaloja la plaza Taksim

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La Policía desaloja la plaza Taksim

La Policía desaloja la plaza Taksim

 La policía turca ha desalojado con cañones de agua a presión y con gases lacrimógenos la céntrica plaza Taksim en Estambul, poco después de abrir y clausurar de nuevo el cercano parque Gezi, epicentro de las protestas que sacudieron a Turquía en el mes de junio. (EFE)-(20minutos.es).


Definição de Austeridade

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" É QUANDO O ESTADO NOS TIRA
O DINHEIRO PARA PAGAR AS
SUAS CONTAS, ATÉ NÓS DEIXARMOS 
DE TER DINHEIRO PARA PAGAR AS 
NOSSAS."

Definição de austeridade, por um miúdo de 5 ou 6 anos de idade em resposta a um jornalista da SIC, quando este lhe perguntou o que era para ele a "AUSTERIDADE".

Recebido por e´mail

sábado, 6 de julho de 2013

Portas é vice-primeiro-ministro com coordenação económica, troika e reforma do Estado

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O líder do CDS fica acima da ministra de Estado e das Finanças cuja escolha determinou o seu pedido de demissão na terça-feira.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou neste sábado que o novo acordo de coligação entre o PSD e o CDS prevê a subida de Paulo Portas ao cargo de vice-primeiro-ministro, com a responsabilidade da coordenação das políticas económicas, o relacionamento com a troika e a reforma do Estado.

Com Paulo Portas à sua direita e em silêncio, Passos Coelho confirmou também que Maria Luís Albuquerque se mantém como ministra de Estado e das Finanças. Mas, ao dar ao líder do CDS-PP a coordenação económica e o relacionamento com os credores da troika, coloca-o acima da governante, cuja escolha determinou o seu pedido de demissão na terça-feira.

O primeiro-ministro anunciou também que o acordo prevê outras alterações significativas na orgânica interna do Governo, embora o primeiro-ministro não tenha revelado quais.

Cavaco Silva terá ainda de aceitar as alterações propostas por Passos Coelho e Paulo Portas, sendo a sua divulgação uma prerrogativa do Presidente da República. Mas tal só deverá acontecer na terça-feira, no final das audiências com todos os partidos com assento parlamentar.

Outra novidade anunciada por Passos Coelho é que os dois líderes se comprometeram a apresentar um "manifesto comum de política europeia" que os deverá levar a definir linhas comuns de entendimentos sobre crescimento económico da União e reforma das instituições comunitárias. E que deverá culminar com a apresentação de listas conjuntas às próximas eleições europeias, em Maio de 2014.

Notas do Papa Açordas: Esta união de facto já deu o que tinha a dar, não passando mais que um balão de oxigénio para um doente terminal... Paz à sua alma!...

Epidemia de algas en China

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Epidemia de algas en China

Epidemia de algas en China 
Varios turistas juegan con las algas acumuladas en una playa de la ciudad costera oriental china de Qingdao, en la provincia de Shandong. La epidemia de algas de la especie enteromorpha prolifera ha teñido de verde las aguas afectando al turismo y al ecosistema marino. (GTRES)-(20minuitos.es)


Nos outros blogs

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 Porcaria na ventoinha
   
«Dava tanto mais jeito, hoje, escrever sobre o Egito. Tanta coisa para dizer, tanta reflexão para fazer, sobre o derrube, pelo Exército, de um presidente que resultou das eleições democráticas pós-revolução de fevereiro de 2011, num golpe que, incrivelmente, tem o apoio da mesma rua moderna e laica que iniciou há dois anos e meio o movimento para destituir o poder militar. Um derrube pelas armas de um Governo eleito democraticamente saudado em nome da democracia? É muito paradoxo junto. Mas é também uma coisa grandiosa, épica, para filmes de Eisenstein, com doses prodigiosas de risco, coragem e esperança. Em contrapartida, aqui a coisa está ao nível dos Malucos do Riso.
  
Uns tristes malucos do riso, de resto, porque o que isto suscita mesmo é tristeza e desalento. A tristeza de ver Portugal ir pelo buraco e o desalento de não saber como o evitar nem ver quem, podendo, o faça. Um Presidente reduzido a bobo palaciano, que dá posse ao que aparece mesmo quando toda a gente sabe que está a acolher uma farsa, e considera que tudo é melhor que eleições - inclusive isto. Um primeiro-ministro que no seu ricto de boca fina e olhar esvaziado se julga um predestinado, decidido a, mesmo abandonado e traído pelo seu sagrado piloto Gaspar, amarrar-se sozinho ao leme do barco para o levar, pelo mapa abjurado por aquele, ao naufrágio final. Um presidente do segundo partido da coligação que se demite com estrondo, anunciando a irrevogabilidade da decisão e explicitando ser incapaz de conviver mais com aquilo que descreve como total desconsideração, sendo a seguir mandatado pelo seu partido para se entender com quem, publicamente, lhe chamou duas vezes mentiroso (no episódio da TSU e neste da nomeação da nova ministra das Finanças). Um líder do principal partido da oposição percecionado como tão fraco e incapaz que não permite a projeção de esperança que levantaria o País. E dois outros partidos dos quais ninguém espera qualquer solução.
  
Sim: somos neste momento um país acabrunhado. Um país que aprendeu à sua custa o que dá acreditar que qualquer coisa é melhor do que o que está. Um país que saiu duas vezes à rua para se fazer ouvir e percebeu que lida com surdos. Um país que vê o défice com o freio nos dentes (10,6% no primeiro trimestre), o desemprego previsto (pelo Governo) de 19% para o fim do ano - este ano que nos garantiram ser o da retoma, depois de ter garantido o mesmo de 2012 -, a dívida a 127,3% do PIB, os juros quase nos 8% e a recessão estimada (por Gaspar; INE prevê pior) em 2,3% e não pode deixar de perguntar porque é que se muito menos era em 2011 apelidado de "bancarrota" isto é, na boca de banqueiros e troika, "sucesso" e "bom caminho", que não pode ser "deitado a perder". Um país que tem todos os motivos para concluir, como os egípcios que anteontem saudaram a queda de Morsi, que às vezes a democracia dá nós que ninguém sabe como desatar.» [DN]
   
Autor:
 
Fernanda Câncio.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Egipto

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Egipto

Egipto 
Un simpatizante del presidente depuesto Mohamed Mursi yace muerto en el suelo tras ser disparado por el Ejército egipcio durante una manifestación frente a la sede de la Guardia Republicana en El Cairo, Egipto. Al menos una persona ha muerto a causa de los disparos del Ejército egipcio contra los seguidores de Mursi. (EFE)-(20minutos.es)


Calor asfixiante en Sevilla

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Calor asfixiante en Sevilla

Calor asfixiante en Sevilla 
Una mujer pasea hoy en bicicleta junto a un termómetro que marca 47 grados junto a la Torre Pelli, en Sevilla, donde se ha producido un incendio en un descampado de los alrededores. (Julio Muñoz / EFE)-(20minutos.es)


Lobo Xavier: “O CDS não pode apresentar-se como vítima nem Paulo Portas porque são os causadores disto”

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Antigo dirigente do CDS-PP fez duras críticas ao partido da coligação e responsabiliza Portas e Passos Coelho por eventuais eleições antecipadas.

António Lobo Xavier, antigo dirigente do CDS-PP, teceu duras críticas ao CDS-PP, dizendo que “é muito difícil perceber que o partido das empresas, da iniciativa privada e da economia esteja em silêncio, num silêncio vago numa crise destas, sem nenhuma declaração política forte”. Por isso, Lobo Xavier entende que “o CDS não pode apresentar-se como vítima, nem Paulo Portas pode apresenta-se como vítima, porque são os causadores disto”.

Em declarações durante o programa Quadratura do Círculo, na quinta-feira na SIC Notícias, Lobo Xavier comentava a crise política que estalou na segunda-feira. Nesse dia o ministro das Finanças apresentou a sua demissão e na terça-feira foi a vez do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas – em parte por não concordar com a escolha da secretária de Estado Maria Luís Albuquerque para suceder a Vítor Gaspar na pasta das Finanças, justificando que isso representa uma manutenção no caminho até agora seguido.

Numa análise muito dura para Portas e o CDS, o antigo dirigente popular acrescentou também que “o mesmo partido que a única solução que tem é pôr o seu presidente demitido do Governo a negociar com o primeiro-ministro de quem ele diz não se poder ter confiança nenhuma e de cuja competência ele duvida de forma absolutamente ostensiva é um partido que não está preparado para uma solução como esta”.

O comentador afirma ainda que ficou “espantado” por estar a ver todas as eventuais explicações sobre a instabilidade governativa “nas palavras do primeiro-ministro”.

O tema das eventuais eleições antecipadas foi introduzido no mesmo programa da SIC Notícias por Pacheco Pereira que disse abertamente que quer legislativas mais cedo, culpando Paulo Portas e Passos Coelho por esse cenário estar agora de forma mais certa em cima da mesa. Uma opinião que foi corroborada por Lobo Xavier, que ainda que não defenda esse caminho, também responsabiliza Portas e Passos por essa possibilidade.

Notas do Papa Açordas: Como se pode verificar, Paulo Portas está a ser contestado no partido pela posição que tomou, especialmente por aqueles que têm receio de perder os seus "tachos"...

Cavaco Silva sugere que segundo resgate se tornou mais provável nos últimos dias

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Presidente da República defendeu que o sucesso do período pós-troika em Portugal depende da estabilidade política.

O Presidente da República mostrou-se, nesta sexta-feira, preocupado com a possibilidade de nos últimos dias se ter tornado mais provável um cenário em que Portugal não consegue obter acesso ao mercado a taxas de juro razoáveis, sendo forçado a recorrer a um segundo resgate.

Na sua intervenção inicial, esta manhã no encontro de economistas que a Presidência está a promover no Palácio de Belém, Cavaco Silva repetiu por diversas vezes que existia a possibilidade de, nos últimos dias, as probabilidades de Portugal conseguir o regresso bem-sucedido aos mercados terem mudado.

A traçar cenários para o período após a conclusão do programa de ajustamento português em Junho de 2014, o Presidente disse que ou Portugal consegue obter financiamento nos mercados a taxas razoáveis, o que era considerado ate há poucos dias a hipótese mais provável, (...) ou verifica-se a hipótese mais negativa, a que os analistas atribuíam até há poucos dias baixa probabilidade, de se verificar uma incapacidade de Portugal recorrer aos mercados.

O Presidente salientou ainda, como uma das condições para o sucesso de Portugal no período pós-troika, a necessidade de existência de estabilidade política.

No lançamento do debate, que reúne 30 economistas portugueses de diversas universidades, Cavaco disse também que o objectivo do encontro era debater a situação após o final do programa de ajustamento, independentemente do Governo que estiver em funções nessa altura.

Cavaco Silva tem gerido a crise política nos bastidores e na quinta-feira exigiu que o acordo entre o PSD e o CDS passe pela manutenção dos líderes dos dois partidos da coligação. O Presidente considera que não é viável um Governo de coligação em cujo Conselho de Ministros não se sentem os responsáveis máximos dos dois partidos.

Notas do Papa Açordas: Não se compreende como o "amigo" de Miguel Sousa Tavares anda tão preocupado com o pós-troika, e não com o presente. Afinal, queira ou não, este é um governo que está sob a sua protecção...

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Tomando un baño en Irán

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Tomando un baño en Irán

Tomando un baño en Irán 
Una mujer iraní y su hija disfrutan en la playa de Anzali, ciudad portuaria situada en la provincia de Gilán (Irán). Las mujeres iraníes están obligadas a tapar su cuerpo en público y no pueden llevar trajes de baño, no obstante existen playas aisladas donde sólo se permite la entrada a mujeres. (Abedin Taherkenareh / EFE)-(20minutos.es)

O país do tremoço

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Não sei se ainda é assim, mas há uns anos os fiscais de malas nos voos da companhia aérea israelita El Al não só vasculhavam tudo como no fim eram obrigados a embarcar com os restantes passageiros. Uma situação extrema, o terrorismo, recebia assim uma resposta extrema: os funcionários punham a própria pele em jogo quando abriam uma mala, quando estavam ensonados, quando se deixavam vencer pela complacência.

Não tenho bem a certeza se é possível compreender a enormidade do que aconteceu nas últimas 48 horas. Os nossos bagageiros não só deixaram passar tudo até aqui, tudo o que a troika quis e Passos Coelho um dia sonhou, como se encarregaram eles próprios de dinamitar todo o processo político e a estabilidade mínima do país. O primeiro custo fez-se sentir na Bolsa de Valores, que perdeu ontem 2,2 mil milhões de euros - a banca nacional, já em adiantada fase de raquitismo, liderou as perdas -, mas fez pior. Os juros da dívida pública subiram para lá do suportável.

A aritmética é simples: estamos a falar de uma perda potencial superior a 3% do PIB. Este dinheiro pode até nem ser pago imediatamente, a fatura será diluída no tempo, mas é uma fatura que já vem a caminho e que será repartida pelos contribuintes, em forma de impostos, e pelas empresas, em forma de lucros e negócios que não se farão agora ou talvez deixem mesmo de se fazer. Pense lá: emprestava dinheiro a uns tipos assim? Emprestava dinheiro a um primeiro-ministro incapaz de garantir a estabilidade mínima da coligação que sustenta o Governo? Tinha confiança num Presidente da República que só usa a Constituição para se desresponsabilizar? Nos negócios chama-se prémio ao preço que se atribui ao contexto. Portugal tem literalmente a cabeça a prémio e tudo o que possa ser feito daqui para a frente - privatizações, negociações do memorando, alongamento dos pagamentos da dívida - irá contabilizar este dano irreversível.

Na rua, o Governo está perdido. Não tem salvação possível. Só lhe falta uma sequência de banhos de multidão e protestos para ir definitivamente ao tapete sem qualquer réstia de decoro. Os investidores privados de dívida pública (os poucos que ainda sobravam) venderam ontem baldes de obrigações portuguesas ao preço do tremoço e vão demorar muito tempo a refazer-se do trauma: perderam milhões e não vão esquecer-se disso. Se o País estabilizasse, talvez pudessem começar a comprar títulos a dois anos (com o tal prémio - juro - incorporado), mas esse caminho está longe de recomeçar. Para já, tremoços.

Sobra a troika, este triunvirato delirante, corresponsável pela falência acelerada do País. Há pelo menos duas partes dela que ainda estão dispostas a fazer de conta de que isto ainda vai lá. Comissão e BCE são os únicos que seguram o País e que até ver lhe emprestam dinheiro. Estamos literalmente nas mãos de terceiros como nunca estivemos. Daqui para a frente, a soberania é só um faz-de-conta, com este ou outro Governo. Isso devemos a Passos e a Portas.(André MacedoDiário de Notícias)


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Terremoto en Indonesia

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Terremoto en Indonesia

Terremoto en Indonesia
Afectados por el terremoto que ha afectado al norte de la isla de Sumatra permanecen frente a sus casas por temor a las réplicas en Lampahan (Indonesia). Al menos 22 personas murieron y centenares han resultado heridas a causa del terremoto de 6,1 grados de magnitud. (Hotli Simanjuntak / EFE-(20minutos.es)

Aterrizaje forzoso de Morales

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Aterrizaje forzoso de Morales

Aterrizaje forzoso de Morales
El presidente austriaco, Heinz Fischer (derecha), y el presidente boliviano, Evo Morales (izquierda), atienden a la prensa tras un encuentro mantenido en el aeropuerto de Viena (Austria). El avión de Morales tuvo que realizar un aterrizaje forzoso en Austria después de que varios países europeos le prohibieran sobrevolar su territorio. (Helmut Fohringer / EFE)-(20minutos.es)

Marido de Ministra das Finanças contratado pela EDP

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O marido de Maria Luís Albuquerque, a nova Ministra das Finanças, foi contratado pela EDP. António Albuquerque desempenha, na empresa, funções de consultoria nos projetos fora do país, avança a ‘Visão'.
Até há cerca de dois meses, António Albuquerque era jornalista no 'Diário Económico', mas acabou por ser dispensado. O marido da nova ministra das Finanças chegou mesmo a assumir cargos executivos no jornal dedicado à área económica. Quando a mulher foi nomeada para a pasta do Tesouro, no final de junho de 2011, abandonou essas funções.
Recorde-se que a EDP, empresa em que o marido de Maria Luís Albuquerque trabalha, foi privatizada pela própria, enquanto secretária de Estado do Tesouro. Na altura, a governante vendeu uma participação de 21,35% da EDP aos chineses da Three Gorges por 2.700 milhões de euros.
A venda desta participação da EDP aos chineses está sob investigação por parte do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), por suspeita de que Maria Luís Albuquerque possa ter sido sujeita a pressões durante as negociações para a privatização.
Notas do Papa Açordas: Muito parecido com o caso  Catroga... Não basta à mulher de César ser séria é preciso parecê-lo... Esperamos que este assunto seja totalmente esclarecido...

Passos não se demite, nem aceitou ainda a demissão de Portas

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O primeiro-ministro anunciou nesta terça-feira que não se demite e promete "tudo fazer" para garantir o regresso à estabilidade política.

Pedro Passos Coelho não se demite do cargo de primeiro-ministro e promete fazer tudo, "absolutamente tudo", para que o país retome a estabilidade política. Afirmou também que não aceita a demissão de Paulo Portas, acreditando que ainda pode chegar a um acordo com o líder do CDS.

Não me demito. Não abandono o meu país.” Foi assim que Pedro Passos Coelho esclareceu esta terça-feira, numa declaração ao país, a sua posição perante a crise política aberta com a demissão de Paulo Portas do cargo de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

Passos Coelho começou por deixar claro que não foi só o país que foi “apanhado de surpresa” com a demissão do Governo por parte do líder do CDS-PP, mas também ele próprio. “Nada ontem faria prever os acontecimentos de hoje”, frisou.

Mas perante a situação de “crise política”, que reconheceu existir, o primeiro-ministro assumiu-se como o “baluarte da confiança e da estabilidade”.

Por isso, justificou, não apresentou ainda a exoneração de Paulo Portas ao Presidente da República. E prometeu tudo fazer, “absolutamente tudo”, para regressar à estabilidade política.

“Precisamos de clareza. Irei usar as próximas horas para esclarecer o sentido do pedido de demissão do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros”, acrescentou Passos Coelho. “Numa democracia madura, a estabilidade não pode ser posta em causa senão por divergências de enorme gravidade”, considerou.

Notas do Papa Açordas: Mais uma grande mentira do. sr.Coelho, quando diz que foi apanhado de surpresa. Na realidade, as relações entre o sr. Portas e o sr. Passos Coelho há muito que eram frias e, meramente, institucionais... Só que agora, a linha vermelha foi ultrapassada e deu-se o divórcio... Eleições, já!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Prototipo de casa minimalista

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Prototipo de casa minimalista

Prototipo de casa minimalista
Fotografía de un prototipo de minicasa Diogene en el Campus Vitra de Weil am Rhein (Alemania). Diogene es resultado de la colaboración entre el arquitecto italiano Renzo Piano y la empresa de muebles suiza Vitra. La casa minimalista de 2x2 metros cuenta con una cama, una silla y una pequeña mesa. (Georgios Kefala / EFE)-(20minutos.es)



Demissão de Gaspar fragiliza Passos e Cavaco deve tirar consequências, diz provedor

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A demissão de Vítor Gaspar fragiliza o primeiro-ministro e cabe ao Presidente da República, Cavaco Silva, retirar as devidas consequências desse acto, diz o provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa.

“Com o pacto da troika, quem efectivamente funcionou como primeiro-ministro nestes dois anos foi o ministro das Finanças”, observa o provedor, cuja recondução no cargo foi recentemente inviabilizada pelo PSD.

“Portanto, se Vítor Gaspar se demite, isto tem de ter consequências na posição do primeiro-ministro. E quem pode tirar essas consequências é o Presidente da República.” Para Alfredo José de Sousa, a saída do ministro das Finanças “é um facto muito grave e de grande importância política”.

“Foi Vítor Gaspar que conduziu a única política que este Governo tem, que é a política financeira. A sua demissão fragiliza o primeiro-ministro e cabe ao Presidente da República tirar as devidas consequências”, conclui o provedor.

Notas do Papa Açordas: O Provedor mais não diz do que aquilo que pensam milhões de portugueses. A demissão de Vitor Gaspar é um atestado de morte a este famigerado desgoverno... e um desafio ao sr. Presidente da República...

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dalai Lama, el profesor

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Dalai Lama, el profesor

Dalai Lama, el profesor
El Dalai Lama (centro), en el templo Tsuglagkhang, cerca de Dharamsala (India), donde ha impartido una clase magistral. La clase forma parte de los cursos de formación dirigidos anualmente por el líder espiritual tibetano. (Sanjay Baid / EFE)-(20minutos.es)

Vítor Gaspar sai e queixa-se de falta de coesão do Governo

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Ministro das Finanças demissionário quis deixar o Governo em Outubro, depois da contestação à TSU. Após o chumbo do TC e terminado o sétima exame da troika, a saída tornou-se inadiável, assume.

Na carta de demissão enviada nesta segunda-feira ao primeiro-ministro, Vítor Gaspar queixa-se da falta de coesão da equipa governativa e avisa Pedro Passos Coelho: “Os riscos e desafios dos próximos tempos são enormes. Exigem a coesão do Governo”. E reconhece que o falhanço nas metas orçamentais “minou” a sua confiança enquanto número dois do Governo.

Gaspar pediu a demissão nesta segunda-feira e vai ser substituído por Maria Luís Albuquerque, até agora secretária de Estado do Tesouro e seu braço-direito na estratégia de regresso de Portugal aos mercados de dívida, uma das bandeiras que Gaspar traçou como sua para o cumprimento das condições do resgate financeiro internacional.

Na missiva ao primeiro-ministro – onde faz referências implícitas às divisões na coligação PSD/CDS-PP – Gaspar diz que caberá a Passos o “fardo da liderança” de uma equipa governativa a quem não poupa críticas pela falta de coesão interna. “Assegurar as condições internas de concretização do ajustamento são uma parte deste fardo”, diz, para a seguir acrescentar: “Garantir a continuidade da credibilidade externa do país também. Os riscos e desafios dos próximos tempos são enormes. Exigem a coesão do Governo. É minha firma convicção que a minha saída contribuirá para reforçar a sua liderança e a coesão da equipa governativa”.

A saída de Gaspar, ao fim de dois anos marcados pela aplicação do programa de ajustamento sobretudo pelo lado da receita, acontece numa altura em que o Governo imprime no seu discurso a necessidade de conciliar a estratégia da austeridade com medidas que promovam o crescimento da economia. Isso mesmo foi vincado pelo próprio ministro das Finanças quando, em Maio, afirmou que, depois do ajustamento, chegara “o momento do investimento”.

Agora, ao discorrer sobre as “próprias limitações e responsabilidades”, diz não estar em condições políticas – de credibilidade e de confiança – para assegurar a transição para aquilo que diz ser a “fase do investimento” do programa de ajustamento. Para o ministro demissionário, o “incumprimento dos limites originais” para o défice e dívida pública  em 2012 e este ano não lhe dão a autoridade necessária para continuar no Terreiro do Paço. “A repetição destes desvios minou a minha credibilidade enquanto o ministro das Finanças”.

Notas do Papa Açordas: Qual é a pressa? Sim, qual é a pressa? Os ratos começam a abandonar o barco e, este, qual virgem em lupanar, vai mesmo cheio de "speed"!... Oxalá leve o restante bando atrás... Quanto à sua sucessora, não lhe  antevemos um grande futuro, pois trata-se de farinha do mesmo saco!...