sábado, 15 de junho de 2013

Protesta por la violencia contra los musulmanes

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Protesta por la violencia contra los musulmanes

Protesta por la violencia contra los musulmanes
Simpatizantes de la organización islamista Jamat-ud-Dawa exigen al Gobierno de Birmania que cese la violencia contra los musulmanes de la minoría rohingya durante una protesta en Karachi (Pakistán). En los primeros meses de este año, la violencia se extendió contra la minoría musulmana, que supone el 6% de la población. (Shahzaib Akber / EFE)-(20minutos.es)

Tempos difíceis

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"São dias estranhos os que vivemos. A 10 de junho, Dia de Portugal, num desabafo público, um cidadão dirige-se ao Presidente da República e, sentindo-se "roubado", recomenda a Cavaco Silva que vá trabalhar. Dois agentes paisanos, ao melhor estilo de uma qualquer polícia política, catam o homem em frente da mulher e dos filhos, levam-no à presença de um juiz e, sumariamente, é julgado e condenado ao pagamento de uma multa de 1300 euros. Bem pode vir agora o Ministério Público requerer a anulação do processo, que não muda a perceção que hoje temos do Estado. Fraco com os fortes e forte com os fracos.
É o mesmo Estado que, por exemplo, fica impassível perante os insultos recorrentes de Alberto João Jardim contra todos os órgãos de soberania da República ou que é tolerante com um ex-secretário de Estado que manda "tomar no cu", por inerência, o seu ex-colega de Governo, o ministro das Finanças.
No mesmo dia, Cavaco protagoniza um dos momentos mais lamentáveis da sua presidência. Num exercício que muitos diriam de inspiração estalinista, o Presidente ignora o pior ano das nossas vidas e tenta a reescrita da história do período em que, como primeiro-ministro, aceitou que o desmantelamento da agricultura portuguesa fosse moeda de troca para a adesão à CEE. Não é mito, é apenas facto. Era o tempo em que se pagava aos agricultores para abandonarem a terra e não produzirem. Perante tamanha desfaçatez, até as vacas dos Açores devem ter deixado de sorrir.
Mas este é também o tempo em que, perante a decisão do Tribunal Constitucional, o Governo decide desobedecer e dar ordens para que não se pague em junho, como manda a lei, o subsídio de férias aos funcionários públicos. E não é por falta de dinheiro, garante o primeiro-ministro. É apenas porque sim. Além de retaliação inaceitável, é só mais um exemplo do irregular funcionamento das instituições que deveria merecer a intervenção do Presidente da República. Mas aos costumes, Cavaco nada diz.
Alinha, aliás, com a maioria PSD/CDS, cada vez mais minoritária no País, quando esta defende o direito à greve desde que não chateie ninguém. Mantém-se em silêncio, como, aliás, todas as forças políticas nacionais e internacionais, órgãos de poder da União e governos europeus, perante o ataque à democracia e o precedente gravíssimo que significa o encerramento por decreto do serviço público de rádio e televisão na Grécia. E subscreve, certamente, os argumentos do seu correligionário dr. Catroga, que, ainda esta semana, justificava o mau desempenho do Governo português e os trágicos resultados do programa de ajustamento com o facto de a economia não ser uma "ciência exata", com a agressividade dos sindicatos que fazem greves por tudo e por nada e com a necessidade de todos oferecermos ao País - "é o mínimo que se pode exigir a um cidadão", dizia sem se rir - 40 ou até mesmo 50 horas semanais de trabalho ganhando menos.
A pátria dispensa, seguramente, os "Catrogas" e outros que tais, que sonham transformar Portugal numa espécie de Lancashire Coketown, a horrível e triste cidade do carvão do livro de Dickens, filha da Revolução Industrial, em que os operários, novos e velhos, eram forçados a trabalhar tantas horas quanto o corpo aguentasse.
Essa pobreza e subjugação é o nosso destino, se não deixarmos urgentemente de dar ouvidos às pantominices que nos impingem sobre o imperativo de cortar nas pensões e nos salários, de despedir gente a eito na administração pública engrossando o gigantesco exército de desempregados - quando todas as estatísticas indicam que o Estado, afinal, não é assim tão gordo quando comparado com a média da UE - ou cortar nas despesas com Educação ou Saúde. A alternativa passa por, além de racionar as despesas, gerir melhor, acabar com os tóxicos swaps, pôr fim às pornográficas rendas da energia ou pela renegociação corajosa e patriótica das obscenas PPP. Mas para que isso aconteça, e para que os tempos deixem de ser difíceis, são precisos patriotas. " (Nuno Saraiva- DN)

Pobre Gaspar... desta vez é o pior aluno da turma

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In "O JUMENTO"


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Neste caso o ladrão fez a ocasião

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In Wehavelkaosinthegarden

Protesta de los afectados por las preferentes

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Protesta de los afectados por las preferentes

Protesta de los afectados por las preferentes
Afectados por participaciones preferentes y deuda subordinada de Novagalicia Banco se manifiestan con bolsas de basura en la sede principal del banco en Vigo para simbolizar la devolución de los "productos tóxicos" que les "vendieron malamente". (Salvador Sas / EFE)-(20minutos.es)

PGR requer nulidade do julgamento de Elvas

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PGR requer nulidade do julgamento de Elvas

por Paula SáHoje
O Ministério Público requereu a "declaração de nulidade" do julgamento do Tribunal de Elvas, em processo sumário, pelo crime de "ofensa à honra do Presidente da República, que levou à condenação de um jovem de 25 anos, Carlos Costal.(
Em nota à comunicação social, a Procuradoria-Geral da República justifica a decisão por "não ser admissível", no caso deste crime, o uso do "processo sumário", tal como estabelece o artigo 381.º, n.º2 do Código do Processo Penal.
Na prática, o julgamento e a condenação de que foi alvo o jovem de 25 anos, Carlos Costal, ficam anulados e o Tribunal de Elvas terá que proceder a novo julgamento, se assim entender.
Carlos Costal, residente em Campo Maior, mas que se deslocou a Elvas por ocasião da celebração do 10 de Junho, foi condenado, dois dias depois, pelo referido Tribunal a uma multa de 1300 euros por invetivado Cavaco Silva com "vai mas é trabalhar!"

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Seguro: “Se há dinheiro, paguem-se os subsídios”

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“Não arranjem desculpas. O país está a viver uma crise”, diz secretário-geral do PS.

Seguro, que falava esta quinta-feira em Santarém à margem da Feira Nacional da Agricultura que decorre até domingo, desafiou o Governo a pagar os subsídios, sublinhando que “os subsídios são sempre pagos aos trabalhadores quando vão de férias”. 

O socialista reagia às declarações desta quarta-feira de Pedro Passos Coelho, que afirmou que os subsídios só podem ser processados depois de publicado o Orçamento Rectificativo. “Não arranjem desculpas. O país está a viver uma crise”.

Seguro diz que “os trabalhadores estão a viver e a passar dificuldades e esse dinheiro faz-lhes falta”. “E se o dinheiro faz falta aos trabalhadores também faz falta à nossa economia, porque de certeza que esse dinheiro não é para os trabalhadores irem fazer férias de luxo fora de Portugal é pelo contrário para ajudarem a fazer face às dificuldades do dia-a-dia. Esse é dinheiro que entra no nosso comércio e que entra na nossa economia”, defendeu.

Na quarta-feira o primeiro-ministro afirmou que há dinheiro para os subsídios de férias e de Natal mas que actualmente não existem condições legais para proceder ao pagamento. O primeiro-ministro disse que o pagamento do subsídio de férias “já está a ser feito desde Janeiro”, em duodécimos, e que o de Natal “será processado em Novembro”.

O primeiro-ministro garantiu que “há dinheiro e que o problema não é um problema de financiamento” e que o importante agora é que os serviços comecem a preparar os procedimentos necessários para o que subsídio de Natal possa ser processado a partir do momento em que o Orçamento de Estado Rectificativo seja publicado”.

Notas do Papa Açordas: Primeiro, não havia dinheiro para liquidar o subsídio de férias depois, havia dinheiro mas não havia legislação mas, agora sabemos que há legislação mas há a teimosia em não pagar! F..... da p....! Até quando vai  o "batatinha" permitir isto?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Fotografía espacial

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Fotografía espacial

Fotografía espacial
Fotografía cedida por la NASA donde se ve al astronauta Chris Cassidy, ingeniero de vuelo de la Expedition 36, dentro de la Cúpula de la Estación Espacial Internacional (ISS), fotografiando la Tierra, que se encuentra a unos 400 kilómetros de distancia. (NASA / EFE)-(20minutos.es)



Cierra la televisión pública griega

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Cierra la televisión pública griega

Cierra la televisión pública griega
Empleados de la radiotelevisión pública griega (ERT) permanecen en la sede de la estación en Agia Paraskevi en Atenas (Grecia), después de que el Gobierno griego anunciara su cierre y fuera ocupada su sede como protesta. (Simela Pantzartzi / EFE)-(20minutos.es)
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PS diz que Governo prepara corte definitvo de subsídios aos funcionários públicos

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O vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro afirmou, esta quarta-feira, que o Governo se está a preparar "para não pagar os subsídios de férias aos funcionários públicos", considerando que este é o "primeiro ensaio" para "desobedecer ao Tribunal Constitucional".

Terça-feira à noite foi conhecida, através de uma notícia divulgada pela agência Lusa, a ordem dada pelo Governo aos serviços públicos para que estes não paguem o subsídio de férias em junho, apesar de a suspensão ter sido chumbada pelo Tribunal Constitucional e de não estar em vigor a proposta do executivo que remete para novembro esse pagamento.

Em declarações à agência Lusa, José Junqueiro considerou a "decisão inaceitável, não só porque tinha sido mantida escondida de todas as pessoas, como não corresponde à verdade não existirem suprimentos para cumprir aquilo que é a decisão do Tribunal Constitucional".

"Existe essa verba, não só porque o ministro das Finanças já o tinha declarado, como também o Orçamento Retificativo contempla aquilo que é uma determinação do Tribunal Constitucional. O Governo procura fazer aquilo que tem feito de modo infeliz, ou seja, tem atuado à margem do Tribunal Constitucional", acusou.

Na opinião do socialista, o Governo "prepara-se para não pagar os subsídios de férias aos funcionários públicos".

"Está aqui uma boa explicação para o facto de o Governo querer antecipar as eleições autárquicas, porque nós vamos ser confrontados, no próximo Orçamento do Estado, com o corte definitivo dos subsídios aos funcionários públicos e isso é algo que é absolutamente inaceitável", condenou.

O dirigente socialista defendeu, por isso, que "o Governo tem que cumprir a ordem do Tribunal Constitucional, tem suprimentos necessários para o efeito, porque já foi assegurado isso há mais de um mês pelo senhor ministro das Finanças, e tem um Orçamento Retificativo que contempla exatamente essa orientação do Tribunal Constitucional".

"O PS tem a certeza absoluta de que o Governo está a faltar à verdade. É um expediente para o acerto de contas públicas mas é o primeiro ensaio que o Governo vai fazer para desobedecer ao Tribunal Constitucional e não pagar este ano o subsídio de férias", criticou.

Notas do Papa Açordas:  A falta de dinheiro é uma falsa questão. Recorde-se que, ainda há dias, o sr. Gaspartroika dizia que as contas do Estado, até ao fim do ano, estavam provisionadas... Ou será que, nestes poucos dias que passaram, as contas descambaram?...

O 10 de Junho

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"B lábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá A magistratura presidencial destina-se a manter a coesão nacional blá blábláblblábláblábláblábláblblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblá Não governo nem sou corresponsável pela política do Governobláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblá A agricultura nunca esteve tão bem como nos últimos anos blábláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Chego sempre à mesma conclusão: se tivermos uma crise política, os portugueses ficariam muito pior blábláblábláblá.
Bláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Estou acima das lutas político-partidárias bláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá No meu horizonte não está a demissão do actual Governo, pelo menos durante a vigência do programa de assistência financeira blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá O relançamento da economia será possível com a expansão do investimento privado e o financiamento às empresas bláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblá A demissão do Governo não deve ser feita de ânimo leve. Só em ocasiões muito especiais. Nem mesmo numa situação em que o Presidente perde a confiança no Governo bláblá lábláblábláblá blábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblá Não comento as declarações do senhor Presidente da República; isso compete aos comentadores blabláblábláblábláblábláblblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblá Não percebo muito bem o discurso do senhor Presidente. Nem uma só vez se referiu ao desemprego em Portugal bláblábláblá blábláblábláblábláblábláblábláblábláblá- bláblábláblábláblábláblábláblálábláblá-bláblá Aquilo que preocupa os portugueses. Que é a crise, os problemas que os afectam, desemprego, recessão, não tiveram eco, de facto, neste discurso blábláblábláblábláblábláblá- blábláblábláblábláblábláblábláblá-bláblábláblábláblábláblábláblá O senhor Presidente da República teve um discurso muito responsável, muito galvanizador. Foi um Presidente da República da esperança bláblábláblá blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblá O Presidente da República saberá, com certeza, os temas que escolhe. Aquilo que nos parece é que faz sentido falar da agricultura, que é um tema muito importante blábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblábláblábláblá-blábláblábláblábláblá Gatunos! Gatunos! Gatunos! Demissão! Demissão! Gosto muito de paradas militares. Por isso cá estou. Mas que estão a fazer aqui estes gajos do Governo, que só têm dado cabo do país? (...) Nobre povo, nação valente (...) Às armas! Às armas!"

terça-feira, 11 de junho de 2013

Misión china en el espacio

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Misión china en el espacio

Misión china en el espacio
El cohete Changzheng-2F que porta el Shenzhou-10 es lanzado al espacio desde el Centro de Lanzamiento Jiquan en el noroeste de la provincia china de Gansu. Tres astronautas iban a bordo de la nave, en la quinta misión tripulada que realiza el país asiático. (Str. / EFE)-(20minutos.es)

Dois anos depois

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Dr.Mário Soares

"1. O atual Governo não comemorou - e fez bem - o seu segundo aniversário. Foi uma prova de bom senso. Não havia nada a comemorar, visto que Portugal, nestes dois anos, foi de mal a pior, como as estatísticas indicam e todos os portugueses sentem na pele, sejam pobres ou ricos.
Aliás, Passos Coelho, nesse dia de aniversário, tentou mostrar-se, salvo erro, na Amadora e foi de novo vaiado violentamente, apesar do excesso de polícias e seguranças que o escoltavam e tentavam proteger, em torno dele ou, prudentemente, estavam metidos em carros da polícia. Não se faz ideia do que a proteção do primeiro-ministro e de todos os ministros e secretários de Estado deve custar. Seguramente um balúrdio...
Portugal nestes dois anos foi de mal a pior. É incontestável! Os números não mentem. As portuguesas e os portugueses, que estão desempregados ou a quem, sem respeito pela dignidade das pessoas, "roubaram" as pensões, para as quais descontaram longos anos, vivem desesperados e muitas vezes, quando não têm família, na miséria, a ponto de procurarem comida nos caixotes do lixo. Há alguém que, sobretudo nas grandes cidades, ignore esta vergonha nacional, num país como Portugal? E, entretanto, continuam a vender - ou a querer vender - muito do nosso património. Uma desgraça nunca vista!
Por isso tantos gritam, todos os dias, cada vez com mais força: basta! Vão-se embora! Mas os ministros não têm vergonha - é para mim triste dizê-lo, e não o faço como ameaça mas para os acautelar - porque se assim continuar, como tem sucedido, as pessoas desesperadas podem deixar de ser pacíficas.
Entretanto, Passos Coelho, com uma insensibilidade completa ao que se passa à sua volta, disse ao Expresso do último sábado - cito - "Claro que o normal é recandidatar-me [...] visto que o meu programa pressupõe duas legislaturas e o Governo não pode cair por desentendimentos menores."
Além de incompetente é inconsciente: "Desentendimentos menores" o que se passa no Governo? Não terá ouvido - ou lido o que disse o FMI? Os prémios Nobel da Economia, como Krugman e Stiglitz? Ou, ao menos, o que disse no Parlamento o deputado João Almeida, do CDS e íntimo de Portas? Ou a anunciada greve dos professores?
Ou não terá visto a sondagem publicada no Expresso que o coloca de longe como o último dos líderes políticos dos partidos com assento no Parlamento com 10% negativos de popularidade e o seu Governo, abaixo de tudo, com 25,8% negativos?
É certo que tem tido a proteção do seu amigo atual Cavaco Silva, Presidente da República, contra o que diz a Constituição da República que, aliás, jurou, e que também continua a descer nas sondagens. Mas com a Europa da Zona Euro a mudar, a viagem do Presidente Cavaco Silva pode, no seu regresso, trazer algumas surpresas.
Passos Coelho, seguidor do seu amigo Vítor Gaspar, odiado por todo o País, não vai ter "segundo fôlego", como pretende. Prepare-se para isso, que é o mais provável.
2 A política de austeridade está a ser um desastre para Portugal, cada vez maior, como para a Zona Euro. Mas o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, é um fanático neoliberal, que ignora as pessoas (que para ele não contam) e só pensa nos mercados usurários, dos quais indiretamente depende. Por isso continua a política que traçou, imperturbável. E o pior é que é ele que manda no Governo.
Contudo, a Zona Euro está, como não podia deixar de ser, a mudar. Porque as vítimas da austeridade deixaram de ser só os Estados "preguiçosos" do Sul, como dizia a chanceler Merkel. A Holanda é um exemplo, como a própria Suécia e, ao que parece, a Finlândia também, a dar sinais de recessão...
É fundamentalmente isso que tem levado a senhora Merkel a mudar de política, a aceitar o eixo franco-alemão e, com a proximidade das eleições a mudar, ao que parece, de política, dando prioridade à Zona Euro sobre a União Europeia e a atribuir as responsabilidades ao seu velho amigo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que transformou em "bode expiatório"...
Por outro lado, também reduziu o Reino Unido - com o primeiro-ministro David Cameron - às suas circunstâncias... Quem viu a Inglaterra de Churchill e de Attlee e quem a vê agora! Que diferença...
A senhora Merkel separou a Zona Euro - para ela a mais importante, agora - da União Europeia dos Estados europeus que nunca aceitaram o euro como moeda única. Fez bem e é importante que assim tenha acontecido. E, ao mesmo tempo percebeu - por interesse próprio - que a austeridade não leva a parte nenhuma, senão à desgraça dos Estados que a têm seguido. Por isso, apesar de ter tratado tão mal países como a Grécia, que tanto desprezou, sem então compreender que a Grécia foi o berço da nossa atual civilização, in extremis não a deixou cair.
Contudo, o mais interessante é que a chanceler está a mudar de política. Com o Presidente François Hollande a voltar ao eixo franco-alemão. Porquê? Porque a senhora Merkel - que era quem mandava na União - percebeu, finalmente, que a política de austeridade, que impôs a tantos Estados da Zona Euro, lhe pode ser fatal. Porque com a recessão económica nos países vítimas da austeridade diminuíram bastante as importações que lhes vinham da indústria alemã. Daí que a economia alemã comece, ela própria, a ter dificuldades.
3 A Turquia e os seus problemas A Turquia sempre foi para mim um grande país. Tenho o gosto de o conhecer bem, quer no interior quer no litoral, bem como alguns dos seus dirigentes e a sua história, sobretudo desde o tempo de Atatürk até hoje.
Sempre achei um disparate - e disse-o publicamente várias vezes - que a Turquia, membro da NATO, não tivesse entrado, como Portugal e Espanha, na Comunidade Económica Europeia (CEE) e depois União Europeia (UE). O eixo franco-alemão, talvez por razões nacionais, mas com vistas curtas, sempre considerou isso negativamente.
Contudo, desde há dez anos, o primeiro-ministro Tayyip Erdogan tem governado a Turquia com mão de ferro. Mas nos últimos tempos o país está à deriva. E têm-se multiplicado os combates de rua na Praça Taksim, acusando Israel e o sionismo como um crime contra a humanidade. Há, seguramente, islamitas fanáticos, mas também há outros que só querem mais liberdade. E Erdogan, agarrado ao poder, está a tornar-se um ditador.
A Turquia vai mal e isso é péssimo, não só para a Turquia como para os países vizinhos e para a própria Europa e a América.
4 Os países da CPLP À exceção da Guiné, que se tornou, infelizmente, o paraíso da droga, os outros países da lusofonia vão geralmente bem e pacificamente, o que é excelente. Cabo Verde tem ido sempre muito bem. O Brasil, cada vez mais próximo de Portugal, no fim do ano dedicado aos dois países, com a visita da ministra da Cultura, Marta Suplicy, e no Dia de Portugal, 10 de junho [ontem], da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Com o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, a dar a sua primeira entrevista à SIC, com grande abertura a Portugal e sem se referir, com isenção, nem ao Presidente Cavaco Silva nem ao Governo de Passos Coelho, o que o povo português certamente muito apreciou. Com Moçambique, onde o gás natural, recém-descoberto, e outros minerais, tem vindo a crescer, como a agricultura, e ainda o distante Timor, sempre fiel à amizade com Portugal e vice-versa.
É bem o momento de o Estado português procurar dar um grande impulso à CPLP. Mas como é possível fazê-lo, com o atual Governo, que só pensa em negócios - e nunca na cultura - e vender a retalho o nosso património e no dinheiro a dar à troika, com uma insensibilidade total pela ruína do seu próprio país?...
5 Certa comunicação social tem vindo a criticar - sem razão, quanto a mim - o provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, a ponto de sugerir que se devia demitir. Seria um erro enorme, porque no estado crítico da situação atual seria dificílimo encontrar um provedor de Justiça tão bom como este. Os partidos não se iriam entender com outro. E este tem sido, quanto a mim, excelente." (Mário Soares- DN)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Mourinho se presenta como entrenador del Chelsea

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Mourinho se presenta como entrenador del Chelsea

Mourinho se presenta como entrenador del Chelsea
El técnico portugués José Mourinho posa con una camiseta del Chelsea durante su presentación como entrenador del equipo inglés. Mourinho afirmó que él es el entrenador que "acabó con la hegemonía del Barcelona" en el fútbol español y prometió a los aficionados "estabilidad". (Facundo Arrizabalaga / EFE)-(20minutos.es)


Passos Coelho e Cavaco Silva recebidos com vaia no 10 de Junho

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Presidente da República apelou que "a situação de crise exige sacrifícios".

Tal como aconteceu no domingo, nesta segunda-feira, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, voltou a ser apupado em Elvas, onde se encontra para as cerimónias militares das celebrações do 10 de Junho.

À chegada ao Rossio de S. Francisco, onde decorrem as cerimónias, Passos Coelho foi vaiado pela maioria das pessoas que se encontram a assistir às comemorações, cerca de mil, segundo a Lusa.

Também o Presidente da República, à chegada ao local, foi vaiado. Depois da revista das tropas, às 10h30, Cavaco Silva deu início ao seu discurso. Nas bancadas há pessoas que mostram cartazes exigindo a demissão do Governo. Com a bandeira de Portugal numa mão e cartazes com dizeres como "A luta continua, Governo para a rua" e "Trabalho sim, desemprego não" na outra.

"A situação de crise exige sacrifícios e espírito de missão", refere o Presidente da República, elogiando e dirigindo-se apenas aos militares. Cavaco Silva volta a apelar à coesão em tempo de crise. "Vivemos tempos de riscos mas não podemos perder a coesão."

No final do discurso, às 10h44 voltaram a ouvir-se gritos de "demissão" e assobios. A parada militar terminou às 11h15. A primeira parte das comemorações terminou. A cerimónia civil inicia-se às 12h00.

Notas do Papa Açordas: Note-se que: "Passos Coelho foi vaiado pela maioria das pessoas"... Que mais esperará o sr. PR para dissolver o Parlamento? O seu discurso não passa de mais uma peça que contorna a crise... isto é, a realidade portuguesa actual...


domingo, 9 de junho de 2013

Protecção de cruzamento

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CROSSING GUARD

Montes Golã. Um soldado israelita toma posição em cima de um tanque, na fronteirta entre Israel e Síria, perto do cruzamento de QUNEITRA, a única passagem entre os dois países, nas Colinas de Golã. (Atef Safadi / EPA) (The Wall Street Journal)

sábado, 8 de junho de 2013

TSD deixam adesão à greve geral à ponderação dos trabalhadores

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Estrutura sindical do PSD compreende motivos da greve, mas também as políticas do Governo.

Os Trabalhadores Social-Democratas (TSD) assumem que existem fortes motivos de insatisfação por parte dos trabalhadores portugueses e por isso, "sendo a greve um exercício de um direito individual deve, cada trabalhador, ponderar, com serenidade e sem quaisquer pressões, a sua adesão ou não".

A decisão de não indicar uma directiva aos membros dos TSD foi tomada ontem Conselho Geral, em Lisboa, e anunciada em comunicado este sábado à tarde.

Ali, os TSD começam por dizer que encaram a marcação da greve geral "com normalidade" face à situação de "insatisfação" dos trabalhadores, "em especial os da Administração Pública". E mostram a sua "redobrada preocupação" com a "acentuada fragilidade daquilo a que convencionou chamar de Estado Social e que tem conduzido a inúmeras situações de precariedade, de pobreza e de dificuldades extremas em muitos agregados familiares".

Apesar da greve ser geral e contar com a adesão das duas centrais sindicais, os trabalhadores social-democratas fazem questão de vincar a diferença com que olham para as duas estruturas.

"A UGT sempre pautou a sua atuação pela afirmação de que a luta sindical não pode ser um fim em si mesmo devendo, pelo contrário, abrir espaço à resolução de problemas pela negociação, pelo diálogo e concertação. Ao contrário da CGTP, a UGT não pontua o seu comportamento por estratégias emanadas de partidos políticos ou por radicalismos inconsequentes", lê-se no comunicado.

Notas do Papa Açordas: Será que só agora os TSD acordaram? Grande sono!...

Ainda há PSD, mas a caminhar para menos de 20%...

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In O JUMENTO

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Lista mensal de Aposentados e Reformados da CGA referente a JULHO-2013:

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» Lista mensal de Aposentados e Reformados:

julho 2013 (PDF)

Aviso n.º 7483/2013, D.R. n.º 110, 2.ª Série, de 2013-06-07. Declaração de retificação n.º 684/2013, D.R. n.º 110, 2.ª Série, de 2013-06-07. Declaração de retificação n.º 685/2013, D.R. n.º 110, 2.ª Série, de 2013-06-07. Declaração de retificação n.º 686/2013, D.R. n.º 110, 2.ª Série, de 2013-06-07.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Câmaras e regiões provocam rombo de 1395 milhões no Rectificativo

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O principal rombo no Orçamento do Estado (OE) deste ano – e a necessidade de um OE retificativo - não foi provocado, como tem dito o Governo, pela decisão do Tribunal Constitucional (TC), que obrigou a repor os subsídios de férias de funcionários e pensionistas, mas sim por um novo desvio colossal na receita de impostos devido à recessão e pelo reconhecimento de novas dívidas e despesas das câmaras e regiões que no orçamento de outubro não apareciam, mas que agora surgem na fatura a pagar por todos os contribuintes.
A reposição dos subsídios, considerada ilegal pelo TC, vai custar 1274 milhões de euros ao OE face ao plano inicial do Governo PSD-CDS. No entanto, segundo a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que assessora o Parlamento, as duas maiores alterações de impacto mais negativo (do lado da receita e da despesa) que constam do orçamento retificativo (OER) são: o impacto da recessão na receita fiscal, que rondará 1562 milhões de euros a menos face ao OE original, e o pagamento de dívidas em atraso e outras despesas (novas) por conta das câmaras e regiões, no valor de 1395 milhões de euros adicionais.
Estas duas rubricas de valor “colossal” 51% do agravamento financeiro que consta do OER comparativamente ao documento original. Ambas são mais do dobro da despesa associada à reposição dos subsídios. Valem quase 3000 milhões de euros.

Em abril, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, atacou o coletivo de juízes, referindo que a decisão “tem consequências muito sérias para todo o País” e que “coloca obstáculos muito sérios à execução orçamental em 2013”. O que dizer agora, então, dos outros dois impactos.
Notas do Papa Açordas: Diz o povo português e com toda a razão: "Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo..." mas este Passos Coelho e a gentalha que povoa o seu desgoverno, abusa...